Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Temas de Formação

João Paulo II: amigo e intercessor

João Paulo II: amigo e intercessor

Amor e fé explicam as suas obras, afirma o Pe. Lombardi, porta-voz do Vaticano

O segredo da santidade de João Paulo II não está tanto em suas obras, mas na fé e no amor que as tornaram possíveis, afirma o porta-voz Vaticano. Agora, ele é um amigo e intercessor do povo, acrescenta.
O Pe. Federico Lombardi SJ, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, explicou nesta sexta-feira o anúncio da aprovação, por parte de Bento XVI, de um decreto de reconhecimento de um milagre atribuído à intercessão de Karol Wojtyla.
O reconhecimento deste milagre abre as portas para a beatificação do Papa polaco, falecido em 2 de Abril de 2005, quando a Igreja havia entrado liturgicamente no domingo da Divina Misericórdia, e que será elevado à glória dos altares em 1º de Maio de 2011, também domingo da Divina Misericórdia.
"A Igreja reconhece que Karol Wojtyla deu um testemunho eminente e exemplar de vida cristã; é um amigo e um intercessor, que ajuda o povo em caminho a dirigir-se a Deus e encontrar-se com Ele", reconhece o Pe. Lombardi, no editorial do último número de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano.
"Por mais extraordinárias que sejam, não estamos nos focando nas obras de João Paulo II, mas em seu manancial espiritual, em sua fé, sua esperança, sua caridade", diz ele.
"As obras merecem admiração precisamente porque são expressão da profundidade e autenticidade de sua relação com Deus, do seu amor por Cristo e por todas as pessoas humanas - começando pelas pobres e fracas -, do seu terno amor filial pela Mãe de Jesus", afirma o porta-voz.
O Pe. Lombardi considera que João Paulo II é lembrado, desta forma, "pelo seu profundo e prolongado recolhimento na oração; pelo seu desejo de celebrar e proclamar Jesus como o Redentor e Salvador da humanidade; por torná-lo conhecido e amado pelos jovens e pelo mundo inteiro; por sua atenção carinhosa aos doentes e sofredores, por suas visitas aos povos mais necessitados de alimento e de justiça; e, finalmente, por sua paciente e genuína experiência de sofrimento pessoal, de doença vivida na fé, diante de Deus e todos nós".
"Sua vida e seu pontificado se caracterizaram pela paixão por dar a conhecer ao mundo em que vivia - o mundo da nossa dramática história ao longo de dois milénios - a grandeza reconfortante e inspiradora da misericórdia de Deus. É disso que o mundo precisa."
"Por isso, teremos a alegria de celebrar sua beatificação solene, no dia em que ele mesmo quis que toda a Igreja dirigisse seu olhar e sua oração à Divina Misericórdia", conclui.

Regressar