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Bento XVI aos artistas: o mundo precisa da beleza

Bento XVI aos artistas: o mundo precisa da beleza

O que os homens e mulheres contemporâneos realmente precisam é de beleza, caminho para encontrar Deus.

No ambiente de pessimismo que se respira por causa da crise económica e social: “O que pode voltar a dar entusiasmo e confiança, o que pode animar a alma humana a encontrar o caminho, a elevar o olhar ao horizonte, a sonhar com uma vida digna da sua vocação? Não é acaso a beleza?”.

“A experiência do belo, do autenticamente belo, do que não é efémero nem superficial, não é acessório ou algo secundário na busca do sentido e da felicidade, porque esta experiência não afasta da realidade, mas leva a enfrentar totalmente a vida quotidiana para libertá-la da escuridão e transfigurá-la, para a tornar luminosa, bela.”

A beleza pode provocar no ser humano “uma saudável ‘sacudidela’ que o leve a sair de si mesmo, que o arranque da resignação, da comodidade do quotidiano; que o faça também sofrer, como um dardo que o fere, mas que o ‘desperta’, abrindo-lhe novamente os olhos do coração e da mente, dando-lhe asas, empurrando-o para o alto”.

“Com muita frequência, no entanto, a beleza da que se faz propaganda é ilusória e falaz, superficial e cega até ao aturdimento e, em vez de fazer que os homens saiam de si mesmos e abrir horizontes de verdadeira liberdade, empurrando-os para o alto, fecha-os em si mesmos e os faz ser ainda mais escravos, tirando-lhes a esperança e a alegria”.

Pelo contrário, a beleza “pode converter-se num caminho para o transcendente, para o mistério último, para Deus”.

Os artistas têm necessidade de Deus e a Igreja tem necessidade da arte para evangelizar.

E Bento XVI fez um convite aos artistas: “Não tenhais medo de vos relacionar com a fonte primeira e última da beleza, de dialogar com os crentes, com quem, como vós, se sente peregrino no mundo e na história, rumo à Beleza infinita!”.

“A fé não elimina nada da vossa criatividade, da vossa arte; mais ainda, ela vos exalta e vos nutre, animando-vos a atravessar o limiar e a contemplar, com olhos fascinados e comovidos, a meta última e definitiva, o sol sem crepúsculo que ilumina e torna belo o presente”.

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