Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Quaresma

Ninguém está isento do pecado

Na Quaresma – caminho de preparação para a Páscoa, a principal das comemorações litúrgicas e festas cristãs – a Igreja “recomenda as práticas penitenciais, como exercícios de busca mais intensa de Deus e da nossa conversão aos seus caminhos”.

 O jejum e a moderação dos nossos desejos e paixões não devem ser praticados apenas como actos de ‘mortificação’.

Devem-se praticar “como exercícios que nos estimulam e auxiliam no processo da nossa conversão, motivados pela Palavra do Evangelho e pela sincera busca de Deus, como único absoluto da nossa vida”.

Todos necessitam de penitência e ninguém está isento do pecado. “Foi Jesus quem recomendou aos discípulos: ‘fazei penitência; se não fizerdes penitência perecereis todos também’. A penitência sincera leva ao reconhecimento de que os caminhos de Deus são sábios e justos e à sincera e humilde obediência a eles.

Há exercícios pessoais de penitência, que cada um “pode e deve assumir com fé e recta consciência diante de Deus”.

Podem ser a correcção de certos vícios, o esforço para a reorientação das paixões desordenadas, a reconciliação com o próximo, a reparação das ofensas, a abstenção do consumo desenfreado de coisas supérfluas, a prática mais intensa da caridade e das outras virtudes.

Há também as práticas comunitárias de penitência, como a Via-sacra, acções de solidariedade em favor dos necessitados, as celebrações penitenciais feitas em comunidade.
A Igreja não recomenda práticas penitenciais que causem danos à saúde ou à integridade física.

Os exercícios pessoais e comunitários de penitência “deveriam levar a uma confissão sacramental bem feita.

Jesus Cristo, que nos reconciliou com Deus e nos alcançou misericórdia e perdão mediante a sua cruz, confiou à Igreja o ministério da reconciliação. Pelo Sacramento da Confissão, recebemos de Deus, de facto, o perdão dos nossos pecados e podemos sentir em nós também o efeito daquelas palavras confortadoras de Jesus: ‘Os teus pecados estão perdoados, vai em paz!’

Para fazer uma boa confissão e obter o perdão sacramental dos pecados é necessário que tenhamos a consciência dos pecados e da sua gravidade, que estejamos sinceramente arrependidos diante de Deus, que tenhamos fé no perdão dado por Deus através da Igreja e que confessemos os pecados com sincera humildade ao padre, ministro do perdão.
Depois, é necessário cumprir a ‘penitência’ imposta pelo confessor e fazer o firme ‘propósito de emenda’ de não voltar a cometer os mesmos pecados.

 

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