Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós... Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Página Eucarística

O que é a Santa Missa de verdade?

Grande paciência é necessária para suportar a indiferença que a maioria dos baptizados na Igreja Católica, têm pela Santa Missa: eles rescendem ateísmo e são o veneno da piedade. Pensam eles:

 “Uma missa a mais, uma missa a menos, que importa… Já é bastante ouvir a missa nos dias de festa. A missa de tal padre é uma missa de semana santa: quando ele surge no altar eu fujo da igreja”.

Estes que assim falam deixam perceber claramente que pouca ou nenhuma estima têm pelo santíssimo Sacrifício da Missa.

Sabeis o que é, na realidade, a Santa Missa?

É o sol da cristandade, a alma da Fé, o centro da religião Católica apostólica com a sede em Roma, a que tendem todos os seus ritos, todas as suas cerimónias, todos os seus sacramentos. É a essência de tudo o que há de bom e belo na Igreja de Deus.

Excelência do Santo Sacrifício da Missa

É uma verdade incontestável que todas as religiões, que existiram desde o começo do Mundo, tiveram sempre algum sacrifício como parte essencial do culto devido a DEUS.

Mas porque essas religiões eram vãs ou imperfeitas, os seus sacrifícios, também, eram vãos ou imperfeitos.

Totalmente vãos eram os sacrifícios do paganismo, e nem acode ao espírito falar sobre eles.

Quanto ao dos hebreus, eram imperfeitos. Se bem que professassem, então, a religião verdadeira, os seus sacrifícios eram podres e defeituosos, como qualifica São Paulo.

Não podiam, assim, apagar os pecados nem conferir graça.

Só o Sacrifício que temos na nossa santa religião, que é a Santa Missa, é um sacrifício santo, perfeito, e, em todo o sentido, completo: por ele, cada fiel honra dignamente a DEUS, reconhecendo, ao mesmo tempo, o próprio nada e o supremo domínio de DEUS.

David chama-lhe: Sacrifício de Justiça; porque contém o Justo dos justos e o Santo dos santos, ou, melhor a própria Justiça e Santidade, e porque santifica as almas pela infusão das graças e abundância dos dons que lhes confere.

 


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