Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

O Carnaval

A história do Carnaval

A história do Carnaval 
 
Esta festa profana (civil) teve origem no Egipto, onde a 4000 a.C., povos antigos celebravam a fertilidade e a colheita das primeiras lavouras. Os povos antigos cultuavam aos deuses, pois não conheciam o Único e Verdadeiro Deus, adorado pelos cristãos.
Portanto se explica a consagração das festas Carnavalescas à deusa Ísis no Egipto Antigo, e mais tarde, às Divindades Dionisus, Baco, Saturno e Pã do mundo greco-romano.
Com a evangelização dos povos, as festas pagãs não foram abolidas em seu carácter positivo marcado pelas músicas, danças, celebrações e outras manifestações culturais, mas purificadas dos excessos carnais que tinham reduzido as festas Carnavalescas em manifestações do sexo, bebidas e cultos idolátricos.
 
No Cristianismo o Carnaval foi-se tornando ao longo da história um festejo das vésperas da Quaresma e de autêntica alegria, tanto assim, que no séc XV o Papa Paulo II permitiu um Carnaval romano em frente do seu palácio, e outras manifestações populares que irradiavam uma verdadeira inculturação do Evangelho. Hoje muitos escolhem voltar ao modo pagão de viver o Carnaval, e estes são os mesmos que correm os riscos de colherem as desgraças próprias do pecado.
A Igreja não desistiu da festa do Carnaval, por isso se multiplicam os retiros e acampamentos que promovem a verdadeira e sadia alegria, nestes dias que antecedem a Quaresma e próprios para festejarmos com segurança nos caminhos de Jesus.
 
 

Dias de Misericórdia
 
A história do Carnaval 

Do Diário de Santa Faustina, deixo aqui uma boa sugestão para aqueles que querem viver os dias de Carnaval de forma diferente.

“Nos últimos dias do Carnaval, quando rezei a hora santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. – Oh, que suplício inconcebível – Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado.
– Oh pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do julgamento com Jesus a quem agora martirizais?
– O Seu Sangue corria para o chão, e em alguns lugares o corpo começou a desprender-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne... Jesus, silencioso, gemia e suspirava.” (188)


9 de Fevereiro de 1937: “Nestes dois últimos dias conheci uma grande acumulação de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos neste dia. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista.
E o Senhor deu-me a conhecer quem sustenta a existência da humanidade: são as almas escolhidas. Quando se completar o número dos escolhidos, o mundo não existirá mais.
Nestes dois dias recebi a comunhão reparadora e disse ao Senhor: ‘Jesus, hoje ofereço tudo pelos pecadores, que os golpes da vossa Justiça me atinjam e um mar de misericórdia envolva os pobres pecadores’. E o Senhor atendeu o meu pedido; muitas almas voltaram-se para o Senhor, mas eu agonizava sob o peso da Justiça Divina; sentia que era objecto da ira do Deus Altíssimo.
À noite o meu sofrimento atingiu um tão grande abandono interior que gemidos saiam do meu peito, mesmo contra a minha vontade. Fechei-me à chave no meu quarto e comecei a adoração ou seja, a Hora Santa. O abandono interior e o sentimento da Justiça Divina, era a minha oração. Os gemidos e a dor que saíam da minha alma ocuparam o lugar do doce diálogo com o Senhor.”
“Então, de repente, vi o Senhor que me estreitou ao Seu Peito e disse: ‘Minha filha, não chores, porque não posso suportar as tuas lágrimas. Eu lhes darei tudo o que pedes, mas não chores mais.’
– E inundou-me uma grande alegria, e o meu espírito, como de costume, mergulhou n’Ele como o meu único tesouro.” (Diário, n°926-928).

27 de Fevereiro de 1938 - ÚLTIMOS DOIS DIAS DO CARNAVAL.
“Os meus sofrimentos físicos aumentaram. Procurei unir-me mais estreitamente com o Salvador, pedindo-Lhe misericórdia para o mundo todo, que enlouquece na sua maldade.
O dia todo senti a dor da coroa de espinhos.
Quando me fui deitar, não podia encostar a cabeça no travesseiro, porém às 10 horas desapareceram as dores e adormeci, sentindo contudo no dia seguinte, um grande aniquilamento.” (n°1619).
 
 
 


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