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Histórias lindas

A história do Cão de São Bernardo

 

A história que fez uma raça de cães receber o nome de São Bernardo

 

Na região onde São Bernardo viveu, os cães ajudavam a salvar pessoas perdidas na floresta. Mas um deles era especial

No século XI, São Bernardo fundou um hospício e mosteiro na parte mais perigosa dos Alpes ocidentais. Ele inicialmente foi lá para evangelizar as pessoas, e logo criou espaços para abrigar peregrinos que iam a caminho de Roma.

Muitas vidas foram salvas por São Bernardo e pelos seus monges, que permanecem nos Alpes para ajudar viajantes e montanhistas até hoje.

No século XVII, estes monges fizeram uso de uma raça específica de cães que eram especialistas em farejar seres humanos e cuja força lhes permitia uma habilidade extraordinária para ajudar os que estavam em extrema necessidade. Estes cães foram chamados “São Bernardo” em homenagem ao santo que criou os mosteiros.

Durante muitas décadas, estes cães ajudaram a salvar vidas. Houve um cão, em particular, que virou lenda nos Alpes.

O nome dele era “Barry” e viveu no mosteiro, entre os anos de 1800 a 1812. Os registos locais dizem que ele salvou mais de 40 pessoas da morte, encontrando-as nos alpes e levando-as para lugares seguros.

Uma história diz que um dia, durante uma terrível tempestade, Barry encontrou uma criança a dormir numa caverna congelada. O cão lambeu o menino para o despertar. Então o pequeno agarrou-se ao cão, que o carregou até ao mosteiro. O menino foi curado e voltou para os seus pais.

Os monges continuaram a usar cães durante muitas décadas, até à chegada de novas tecnologias, como os helicópteros. O mosteiro ainda hoje é muito activo e auxilia os viajantes que percorrem as montanhas dos Alpes.

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