Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Férias

Bento XVI e as férias

O Papa Bento XVI sobre como viver bem os períodos de repouso.

- Para quem pode interromper o ritmo quotidiano frenético e repleto de ocupações, seria bom dedicar mais tempo aos outros e ao Senhor. E colocar na mala de viagem a Palavra de Deus, particularmente o Evangelho.

- É um dom magnífico observar com atenção, como fazia Jesus, que sabia interpretar a linguagem e os sinais. Um dom a respeitar, proteger, pelo qual ser responsáveis perante Deus, os outros e a humanidade do futuro.

- Que os viajantes e peregrinos descubram com curiosidade inteligente e profunda os monumentos do passado como testemunho de cultura e fé, verdadeiro património espiritual de vínculos com as raízes culturais, lugares – como as catedrais e outras igrejas - em que a beleza ajuda a reconhecer a presença de Deus e convida à oração pela humanidade em caminho no terceiro milénio.

Amizade, leitura, natureza e cultura para nutrir e refrescar o espírito e continuar renovados o caminho.


“…O período das férias constitui certamente um tempo útil para repassar a biografia e os escritos de alguns santos ou santas em particular, mas cada dia do ano oferece-nos a oportunidade de nos familiarizarmos com os nossos padroeiros celestiais.

A sua experiência humana e espiritual mostra que a santidade não é um luxo, não é um privilégio de uns poucos, uma meta impossível para um homem normal; na realidade, é o destino comum de todos os homens chamados a ser filhos de Deus, a vocação universal de todos os baptizados. A santidade oferece-se a todos; naturalmente, nem todos os santos são iguais: são de facto, como disse, o espectro da luz divina.

E um grande santo não é necessariamente aquele que possui carismas extraordinários. Muitos dos seus nomes só Deus conhece, porque na terra levaram uma existência aparentemente normal. E precisamente são estes santos «normais» os santos que Deus habitualmente quer. Seu exemplo testemunha que, só quando se está em contacto com o Senhor, se vive repleto de sua paz e de sua alegria e deste modo é possível difundir por todas as partes serenidade, esperança e optimismo.

Considerando precisamente a variedade dos seus carismas, Bernanos, grande escritor francês que viveu sempre fascinado pela ideia dos santos – cita muitos nos seus romances – destaca que «cada vida de santo é como um novo florescimento de primavera». Que isto aconteça também connosco! Deixemo-nos atrair pela fascinação sobrenatural da santidade! “

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