Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Espiritualidade

Novos mártires

Novos mártires

Não houve mártires só nos primeiros séculos, mas em todas as épocas e lugares temos muitos testemunhos de mártires. A história da Igreja em todos os cantos do planeta é permeada pelo testemunho dos mártires, sementes de novos cristãos. Porém, quando falamos de perseguição ao Cristianismo, nada se pode comparar ao século XX e a este início do século XXI. Só os mártires provenientes das grandes revoluções e regimes ditatoriais superam os de toda a história. A Revolução Russa (1917), por exemplo, levou à morte cerca de 17 mil sacerdotes e 34 mil religiosos. O Comunismo espalhou-se pelo mundo e declarou a religião como subversiva e inimiga do Estado. Igrejas, conventos e seminários são fechados e destruídos. São incontáveis os números de mártires por diversos motivos em países como União Soviética, Lituânia, Roménia, China, Vietnam, Camboja e Cuba. Mesmo em países tidos como cristãos, como Espanha e México, entre tantos outros, encontramos a perseguição e o martírio.

A perseguição, hoje, não é somente a física, ou seja, o martírio de sangue. Há outra forma de perseguição que se espalha pelo mundo e por países que, antes, eram profundamente cristãos. Segundo o Papa Emérito Bento XVI: “hoje existe o martírio da ridicularização, ou seja, se te denominas cristão no trabalho, na universidade ou pões um crucifixo ao peito, ridicularizam-te. Vão chamar-te alienado, fundamentalista, medieval. Não é uma perseguição que vem com as armas, mas com a cultura”. Este é um dos tipos que no Ocidente, tido como cristão, mais tem vilipendiado a religião e ofendido os católicos que vêem a sua fé ser ridicularizada em tantas situações.

Portanto, mártir é todo aquele que morre em nome da fé. A estes queremos pedir a graça, e que nos ensinem a ter uma fé madura e alicerçada na rocha que é Jesus Cristo.

Invocação da Igreja primitiva: “que o sangue dos mártires seja semente de novos cristãos”.

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