Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Ano Novo

Qual o sentido das festas de fim de ano?

 

Qual o sentido das festas de fim de ano? 

 

 No fim do ano, as festas multiplicam-se. São confraternizações com colegas de trabalho, estudos, grupos de casais e de jovens, formaturas e por aí adiante! Sem contar os momentos em família como a ceia de Natal e o Réveillon. Nesses momentos tão gostosos, damos boas risadas, trocamos presentes e recordamos momentos de superação. Porém, para algumas pessoas, o fim de ano pode gerar tristeza.

Festa é uma invenção de Deus

“A festa é uma invenção de Deus”, afirma o Papa. Após concluir a obra da criação, no sétimo dia Deus descansou. Com esta ação divina, aprendemos “a importância de dedicar um tempo para contemplar e desfrutar daquilo que no trabalho foi bem feito”.

Festa no meio da dor

Quantas vezes as nossas mães, sentindo dores, prepararam um belo almoço para nós, não é? Ou quantos pais foram ao supermercado com o “dinheiro suado” comprar algo especial para o almoço de domingo? São sacrifícios de pais e mães que vivem e celebram a festa no meio das dificuldades. Francisco recorda que uma festa pode acontecer “em circunstâncias difíceis ou dolorosas, e celebra-se talvez com o ‘nó na garganta’”.

A força que encontramos nestes casos, nós a encontramos em Deus. Pais e mães são especialistas neste assunto. “Quantas vezes, por amor aos filhos, são capazes de sugar o sofrimento para deixar que eles vivam bem a festa, saboreiem o sentido bom da vida! Há tanto amor nisto!”, recorda o Santo Padre.

 

Festa no ambiente de trabalho

Francisco destaca como é saudável a festa no ambiente de trabalho, sem omitir os deveres. É muito importante celebrar “um aniversário, um matrimónio, um novo nascimento, bem como uma despedida ou uma chegada… é importante”. Estes momentos de familiaridade fazem bem à engrenagem da máquina produtiva.

O verdadeiro tempo de festa

A verdadeira festa suspende o trabalho profissional, porque é sagrada. Esta parada recorda-nos que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, portanto, não escravos do trabalho. Assim como o Senhor, nunca devemos ser escravos do trabalho, mas “senhores”. Inclusive, há um mandamento que diz respeito a todos, ninguém é excluído: “Guardar domingos e festas”.O tempo é sagrado, porque habitado por Deus; de maneira especial, a Missa aos domingos, que é marcada pela graça de Jesus, pela Sua presença, pelo Seu amor e sacrifício, o Seu fazer-se comunidade e estar conosco. “Trabalho, família, alegrias e cansaços de cada dia, também o sofrimento e a morte; tudo é transfigurado pela graça de Cristo”, que confere a cada realidade sentido pleno.Se comparássemos o ritmo familiar com uma orquestra, perceberíamos que a harmonia do lar é tão importante com a afinação dos instrumentos. Assim como nos espetáculos em que os músicos executam lindas obras, as famílias devem estar atentas para seguir a partitura divina.

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