Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

A Família

Tenho medo do casamento

Um sacramento que une sentimentos

  
 
Haverá momentos em que precisaremos de assumir um compromisso mais sério com alguém, e o nosso dilema será saber se estamos a fazer a melhor escolha. Certamente, esta hesitação seria menor se fosse possível adivinhar as consequências das nossas opções; o que é praticamente impossível. Fica ao nosso critério apenas tentar descobrir os procedimentos para melhor alcançar os nossos propósitos.

Os bons resultados de um trabalho são alcançados por meio de boas ferramentas e de um plano de acção.

Na vida conjugal, por melhor que sejam os nossos projectos, precisamos de estar cientes de que estaremos sujeitos a certas situações que não foram previstas, mas que poderão ser solucionadas com o empenho de ambos.

Para quem vive o namoro há algum tempo, por vários momentos já deve ter conversado sobre o futuro do relacionamento. É no amadurecimento e no tempo de convívio que os casais obterão subsídios suficientes para acolher a proposta de uma vida matrimonial. Assumir a vida conjugal será sempre uma tarefa desafiadora, pois independentemente do estado social ou financeiro, este compromisso une as pessoas num único sentimento. É pensando nisto que, talvez, a maioria das pessoas hesite diante de uma proposta de firmarem para sempre o seu relacionamento.

O medo de enfrentar o “desconhecido”, as histórias de crises conjugais e o peso das responsabilidades somados às estatísticas, que apontam o crescimento de casais divorciados, podem realmente intimidar os nubentes. Isto não significa que as causas que justificaram os insucessos do casamento de outras pessoas estarão também a condenar à falência o propósito do casal de namorados.

O amor exige, de todos, disposição e coragem para romper com as suas próprias limitações. Acreditar que o casal está isento de imperfeições ou que durante toda a vida conjugal viverá, a cada segundo, em perfeita harmonia sem empreender esforço algum, pode ser um grande engano. Ao longo do convívio, nem sempre os planos vão dar certo; mas a decisão comum do casal em viver os seus propósitos, a fim de alcançar os seus objectivos, fá-los-á assumir uma nova atitude diante de cada novo problema.

Decidir-se pelo casamento, entendendo que o relacionamento pode ser diferente, é o que diferenciará as nossas opções e nos dará forças para lutar pela felicidade conjugal ao lado da pessoa que escolhemos para partilhar a nossa vida.
 
 
 


Regressar