Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Curiosidades

Uma refeição pode ser comunhão

Refeição pode ser comunhão

    Pensemos na quantidade de seres e de pessoas que trabalham para a nossa alimentação. Os momentos de nossas refeições são sagrados, pois o alimento é fonte de sustentação da vida física, psíquica e, por que não, da espiritual? Os preparativos dos alimentos, do ambiente, as pessoas que partilham de nossa refeição fazem parte de um ritual de vida.

    Preparando a refeição
    Na escolha do que comer, optamos também pelas consequências da ingestão desses alimentos. Seleccionar com cuidado e atenção, considerando a quantidade, a variedade e o valor nutritivo dos alimentos é valorizar a vida. Experimentemos, durante algum tempo, anotar o quê e quando comemos, o que sentimos e o que nos leva a comer. Saímos à procura de alimentos por fome ou por mero hábito? Dar-nos-á um balanço de como lidamos com uma das áreas instintivas mais básicas da vida.

    Durante a refeição
    Prestemos atenção ao que comemos. Observemos as cores, o cheiro e as texturas dos alimentos. Estejamos "presentes", por inteiro, em nossas refeições, sem permitir que a imaginação "viaje" nos problemas, nos sonhos. Fiquemos atentos a esse momento tão sagrado da vida. Permanecer em silêncio, falar de assuntos agradáveis ou ouvir música suave, durante a refeição, auxilia uma boa digestão. Quando possível, partilhemos de nossas refeições com os menos favorecidos.

    Após a refeição
    Pensemos no Criador de tudo e na cadeia de seres que trabalhou em nossos alimentos. Consideremos como passam a fazer parte de nós e agradeçamos.
Observemos como nos sentimos após cada refeição. Registemos as nossas reacções. Alimentos diferentes provocam sensações diferentes. Eles podem ser nossa farmácia natural se observarmos como reagimos a eles. Toda refeição deve ser um ato sagrado de comunhão com o Criador, connosco mesmos, com nosso corpo, com os seres que nos trouxeram o alimento, com os que consentiram fazer parte de nós.

    Toda a refeição pode ser comunhão e deve ser fonte de alegria e vida!

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