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Curiosidades

Os pais devem educar a sexualdiade dos filhos

"É dever dos pais educar a sexualidade dos filhos no pudor"

A primeira conferência da tarde do Simpósio de Bioética, actividade inédita do Congresso Eucarístico Nacional 2010, tratou do valor humano da sexualidade. O conferencista dr. Valdir Reginato abordou, segundo os valores do Evangelho e da Igreja Católica, a importância de respeitar o momento certo de viver o sexo. Para introduzir o assunto, o médico falou sobre o Livro de Génesis, na qual Jesus diz: “Não é bom que o homem esteja só; dar-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idónea" (2, 18).

De acordo com Reginato, o homem e a mulher foram criados para que a humanidade se tornasse completa. Logo, a sexualidade é uma obra da criação de Deus. Entretanto, alerta o académico, esta sexualidade não pode ser deturpada e vivida antes do tempo. “Os jovens de hoje antecipam o sexo, banalizam-no. Mas é importante que se entenda que não se faz festa dos 15 anos, aos 14; nem se ganha a corrida sem alcançar a chegada. Tudo precisa de acontecer a seu tempo! O sexo não merece ser substituído por um momento casual, como uma criança que abre o presente antes do Natal esquecendo-se o motivo da festa”, explicou.

O médico ainda alertou que o assunto deve ser tratado desde a infância pelos pais, mostrando a importância da sexualidade e as consequências de não a valorizar. “Cabe aos pais educar os filhos dentro de uma sexualidade do pudor e do respeito. A educação dos filhos é uma responsabilidade primeira deles, não da escola, dos amigos ou da mídia”, enfatizou.

Para o conferencista, a vida diária de oração e a vivência da Eucaristia são bases fundamentais na vida do cristão que deseja valorizar a sexualidade.

Em visita ao Brasil, em Maio de 2007, o Papa Bento XVI pediu castidade aos rapazes e raparigas do país, dos quais 79% aprovam as relações sexuais antes do casamento e são favoráveis ao uso de preservativos, segundo pesquisas. O líder da Igreja Católica disse que a prática da sexualidade está reservada aos casados e que ela será fonte de felicidade sempre que se souber fazer da castidade “dentro e fora do casamento um bastião das esperanças futuras”.

O Sumo Pontífice reconheceu que a castidade “precisa de um espírito de sacrifício e de renúncia”. Bento XVI acrescentou que o verdadeiro amor “procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á mais com o outro, entregar-se-á e desejará estar perto do outro”.

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