Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

Curiosidades

Quando o namoro chega ao fim

Nenhuma relação poderá ser mantida por apenas uma das partes

A novidade dos primeiros momentos de namoro traz à vida um colorido diferente, um estímulo que nem a distância, nem as condições atmosféricas, por piores que possam parecer, poderiam fazer que os enamorados adiassem um encontro.
Para os casais mais românticos, trocas de cartões apaixonados, flores e, ultimamente, as "mensagens" por meio dos telemóveis, continuamente "explodem", enchendo os corações dos apaixonados com mensagens de amor.
Após algum tempo, muitas vezes, lentamente, o romantismo, que se esperava durar por toda a vida, vai perdendo o empenho e a força. O desinteresse nos compromissos é justificado por "desculpas", entre outras coisas, que originalmente não faziam parte do relacionamento. Há a impressão de que a relação parece estar a ser sustentada apenas por um dos namorados. As evidências apontam para caminhos que talvez o mais apaixonado dos dois não gostaria de assumir... Seja pelo longo tempo de convivência ou seja pela insistência em acreditar que ainda poderá haver o desejo de uma mudança concreta de comportamento do outro.
A cumplicidade nos objectivos comuns é a base de todo o relacionamento sadio.
Cumplicidade esta que, acredito eu, repousa na predisposição às mudanças em razão da felicidade de quem amamos. Por que alguém haveria de insistir no namoro se não existe a mesma cumplicidade e empenho por parte do outro em manter o compromisso?
Acredito que nenhuma relação poderá ser mantida por muito tempo apenas por uma das partes. Por outro lado, o término de um relacionamento, normalmente acontece somente por um dos namorados. Com isso, aquele(a) que ainda se sente apaixonado(a), como que tomado por uma cegueira, poderá buscar uma reaproximação, mesmo sabendo que estava a ser parcialmente correspondido(a) nos seus anseios. Será uma situação de difícil "digestão", a qual apenas ferirá a auto-estima de quem foi abandonado. Assim, será necessário um tempo para recompor as suas emoções e até mesmo para avaliar o que foi vivido.
Nas nossas convivências pessoais, aprendemos a acolher e a assimilar situações que antes poderíamos pensar não ser capazes de administrar; entretanto, estas experiências nos farão mais maduros e seguros. Mesmo que este processo possa ser doloroso, tudo será útil e nos servirá de parâmetros de avaliação sobre as qualidades e interesses desejados para um futuro relacionamento, assim como, nos ensinará a ponderar sobre o nosso próprio comportamento e expectativas dentro da convivência numa vida a dois.
Ainda que tu estejas meio atordoado(a) pelo sentimento ferido devido ao rompimento, a retomada das actividades simples de entretenimento e a convivência com amigos sempre serão importantes, pois do contrário, o fechar-se e o medo do mundo tendem a levar-te a situações mais delicadas e de desânimo.
O nosso crescimento pessoal faz-se de experiências e nem sempre o mundo nos poupará de viver somente as mais agradáveis.

 

 

Regressar