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Os últimos momentos da sua vida

Os últimos momentos da sua vida

João Paulo II ainda vive na memória dos fiéis de todo o mundo. A directora do Hospital Agostino Gemelli, Rita Megliorin, recorda as últimas horas da vida terrena do saudoso Papa.

Ela lembra que, naquele dia, a praça de São Pedro estava repleta de pessoas que cantavam e rezavam. “Peguei na sua mão e depois fiquei olhando para o seu rosto, e percebi que estava um pouco mais fria que nos dias anteriores. E é este carinho que recordo do último dia da sua vida”, conta Rita.

Karol Wojtyla enfrentou a doença com coragem e dignidade tornando-se um exemplo para os doentes cristãos e não religiosos. “O ensinamento maior, segundo eu, foi o facto de reconhecer no homem doente uma maior completude, uma maior capacidade de eleger o verdadeiro sentido da vida que naquele momento particular parece mais evidente”, diz a directora.

A médica ressalta que João Paulo II demonstrou que no momento de sofrimento as pessoas estão mais próximos de Deus. “E os Seus braços amam, acolhem-nos sem julgar. Deus não abandona ninguém, até mesmo o último dos seus filhos, mesmo aquele que não acredita Nele. João Paulo II ensinou-me que o mistério do sofrimento merece o máximo de respeito por parte de todos, que o homem adquire com a doença uma dimensão superior, justamente porque a doença lhe impõe refletir sobre a sua própria existência, sobre as suas escolhas – as de ontem, de hoje e as que fará amanhã”, destaca.

Por diversas vezes e, especialmente, no fim da sua vida, o Papa Wojtyla permanecia no Hospital Agostino Gemelli, onde viveu momentos de muita dificuldade. Para aqueles que serviram o Santo Padre, no hospital, a sua presença foi um dom.

“Foi também muito fácil servir o Santo Padre, porque ele era um homem bom, um homem alegre e aberto a todos. Assim, ele também fez-nos bem!”, enfatiza  Rita Megliorin.

Quando estava internado no hospital, o Papa polaco procurava sempre informar-se sobre o estado de saúde dos outros enfermos, com a preocupação de um pai para com os seus filhos.

Para a médica do Hospital Agostino Gemelli, o que mais a marcou sobre João Paulo II foi a sua capacidade de acolher e perdoar, sem julgar, olhando para os outros como filhos, sendo sensível as suas dificuldades e limites.

“Ele conhecia as provas da vida – assim vimos, lendo a sua história – e não fazia muitas perguntas, abria os braços e tudo tornava diferente. Nos seus braços, nos tornávamos homens novos, homens limpos”, conclui Rita Megliorin.

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