Ave Maria Imaculada... Rezai o Terço todos os dias... Mãe da Eucaristia, rogai por nós...Rainha da JAM, rogai por nós... Vinde, Espirito Santo... Jesus, Maria, eu amo-Vos, salvai almas!

A Confissão

Contrição dos Pecados: condição para a Salvação

Nós somos pecadores, por isso, necessitamos do perdão de Deus.

Nós estamos num momento especial da Igreja: a Quaresma. Na Quaresma vivemos o exemplo de Cristo que passa pelo deserto, e viveu ali a sua humanidade, para nos levar à santificação. Por isso, é na vivência do Evangelho que se fundamenta o tempo Quaresmal. É um tempo de conversão, de mudança de vida, de retoma com Deus; tempo onde preparamos o nosso coração para a celebração da Ressurreição do Senhor.

Este é o tempo de revermos as nossas atitudes, actos e palavras. Nós vivemos, também, um tempo em que o inimigo tem investido muito para roubar as almas, e neste tempo da Quaresma temos força para combatermos esta luta. O Papa Bento XVI diz: “A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir, mais uma vez, sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito, este é um tempo propício para renovarmos com a ajuda da palavra de Deus e dos sacramentos o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.”

Repito: É um tempo propício de renovação, de contacto com a palavra, com os Sacramentos, os quais intensificam o nosso caminho. É um tempo de vivermos com mais esperança a alegria de entrarmos na vida com Deus.

O jejum e a penitência são excelentes exercícios para nos ajudarem na conversão do nosso coração. Com eles, a oração e a caridade, ajudam-nos a ter um coração que ame mais ao próximo.

É a hora da graça! É o tempo favorável.

“O conhecimento de Deus nasce de um caminho de purificação interior, que tem início com a conversão do coração, graças à força da fé e do amor, passa através de um arrependimento profundo e contrição sincera pelos próprios pecados, para chegar a união com Cristo” (Bento XVI).

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