Virgindade para quê?
Virgindade para quê?   

Por quê optar pela virgindade até ao matrimónio?   

 Optar pela virgindade até ao matrimónio é compensador  Virgem é aquilo que não foi violado ou que mantém a característica original. Comercialmente falando, lembramo-nos, dentre outros, dos equipamentos de informática, como os CDs e DVDs, também o óleo de azeite de primeira prensagem, isto é, sem mistura com outro produto já refinado.

Mas quanto ao ser humano, virgindade diz respeito a quem ainda não teve relação sexual. Infelizmente, algumas pessoas formam uma imagem pejorativa ao associarem a condição de pureza de homens e mulheres na sua sexualidade. Sexualidade humana  A sexualidade do ser humano faz parte das instâncias mais profundas e está interligada a todas as dimensões. Na física, o prazer carnal; no psíquico, bem-estar ou tensões durante e posteriores ao ato; no espiritual, o sentido de união e complemento com a outra pessoa.  Hoje em dia, há uma mentalidade (impulsionada pela mídia, pelos sistemas de saúde e governos) que divulga pensamentos erróneos sobre a sexualidade, não levando em conta o humano no seu todo. Incentiva-se, principalmente os jovens, à perda da virgindade e ao conhecimento do corpo pautado somente nas sensações de prazer proporcionadas pelo ato sexual, sem considerar o que existe além do físico.

Para isso, classificam virgindade e castidade como algo retrógrado, insuportável e impossível de ser vivenciado. Levam a maioria a questionar e a ridicularizar quem se declara ainda preservado na sua intimidade e desviam a atenção dos benefícios contidos em se guardar até um compromisso definitivo.  Virgindade  Perder a virgindade, motivado puramente pela busca de sensações carnais, pode acarretar consequências negativas no campo psicológico, gerando pressões, culpas e medos, sentimentos que a pessoa pode não estar pronta para administrar. No campo espiritual, a virgindade une fisicamente quem ainda não se identificou na alma como continuidade do outro, ou seja, o casal ainda não se assumiu nas qualidades e defeitos de ambos.

Ainda que homens e mulheres estejam sujeitos, em todas as suas dimensões, às consequências da iniciação sexual, no caso da mulher, com o rompimento do hímen, causa uma marca física, tornando a primeira relação muito mais impactante no seu emocional do que para o homem.

Além disso, ela põe a sua intimidade física à disposição de um parceiro que, posteriormente, pode não mais querer compartilhar a sua vida, desvalorizando a entrega que ela lhe fez. Somente dentro do matrimónio, gestado num namoro que trouxe a confiança na cumplicidade da pessoa ao lado, a vida sexual traz plenos benefícios para as três dimensões do ser.

O amor e a amizade, impressos na alma durante a etapa de conhecimento, fornece aos afetos a segurança necessária para posteriormente haver a doação física. É a preparação do espírito, da mente e do físico. Por meio desta entrega, homem e mulher não estão privados do que é bom e que dá prazer, somente que aprendem a respeitar o tempo e o propósito de tudo o que foi criado por Deus, enquanto aguardam estar prontos.  Castidade  O Senhor está em tudo o que é bom no ser humano. Como vimos, optar pela virgindade até ao matrimónio é compensador, pois assim vivencia-se o sentido corporal da pureza, é prova de amor a Deus e a quem se mostrou-se ser fidedigno de dividir o dom da sexualidade. “

Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas” (Mateus 7,6). Para aqueles que outrora, enganados pelos incentivos mundanos, romperam com este santo ideal, a proposta da castidade faz com que voltem a participar de todos os méritos da pureza. O Todo-poderoso acolhe e nunca condena ninguém; e mesmo que tenhamos vivido no erro, Ele vem a nós trazendo a Sua Graça.

Basta querermos participar do Seu Amor. Espere a pessoa especial que o Senhor tem para si e viva, na época certa, toda a bênção no corpo, nos sentimentos e na alma.