Na gruta de Lurdes

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Na gruta de Lurdes

Jeanne foi acometida por mais de 7 doenças, todas de uma só vez.

Ela ficou DEZ ANOS internada em estado grave num hospital. Não comia, não se levantava e sofria muito, sentia tantas dores que precisava de tomar morfina todos os dias.

A febre nunca baixava. Vivia com 39 graus. O médico que cuidava de Jeanne deu um parecer sobre o seu estado de saúde e concluiu: toda a esperança parece estar perdida.

Ninguém mais acreditava que Jeanne recuperaria. Parecia mesmo um caso perdido. Ela deveria esperar a morte chegar.

Foi então que tudo mudou de uma hora para a outra: a família de Jeanne, numa última tentativa de salvá-la, resolveu levar a enferma à gruta de Lourdes, na França.

Quando chegaram, levaram Jeanne à Santa Missa, e o padre quase se recusou a dar-lhe a comunhão, porque ela não parava de vomitar. Mas, após a Santa Missa, Jeanne foi levada, finalmente, à gruta.

Eis o que ela mesma relatou sobre os momentos em que esteve na gruta onde Nossa Senhora de Lourdes:

"Após a missa, levaram-me à gruta, sempre na maca. Chegando ali, ao cabo de alguns minutos, tive a impressão que uma pessoa me amparava sob as axilas para me ajudar a sentar.

E vi-me sentada. Virei-me para ver quem me tinha auxiliado, mas não vi ninguém. E sentei-me, tive a sensação de que as mesmas mãos que me tinham ajudado a sentar seguravam as minhas para colocá-las sobre a minha barriga.

Perguntei a mim mesma o que me estava a acontecer: se estava curada ou a sai de um sonho. Notei que o                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     meu ventre tinha voltado ao normal. E então senti uma fome fora do comum."

Naquele mesmo dia, Jeanne voltou a ANDAR. Depois de 10 anos de tratamentos intensos, dos mais avançados.

...Jeanne podia comer, andar, falar. ESTAVA CURADA.