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João Paulo II

 
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Santa Brígida

 

– O Papa São João Paulo II aponta esta santa como modelo da mulher

 

Em mensagem dirigida à abadessa geral da Ordem do Santíssimo Salvador de Santa Brígida, o Papa São João Paulo II destacou a famosa santa sueca do Séc XIV como modelo para a mulher contemporânea.
Na carta dirigida em comemoração ao sétimo centenário do nascimento da santa da Suécia, o Santo Padre manifestou a sua gratidão às religiosas pelo "significativo trabalho apostólico ao serviço da unidade dos cristãos, especialmente na Europa, seguindo as pegadas da santa sueca".
"Ao proclamar Santa Brígida co-padroeira da Europa – afirma o Pontífice - quis oferecer aos fiéis do continente um singular modelo de ‘santidade feminina’. O seu exemplo pode ser um eficaz estímulo para as mulheres de hoje para que sejam protagonistas de uma sociedade onde seja plenamente respeitada a sua dignidade; uma sociedade que saiba considerar o homem e a mulher protagonistas com os mesmos direitos do plano divino universal sobre a humanidade".
João Paulo II recorda que Santa Brígida "foi mestra ao acolher a Cruz como experiência central da fé; foi discípula exemplar da Igreja ao professar uma catolicidade plena, foi modelo de vida contemplativa e activa e foi apóstolo incansável na busca da unidade entre os cristãos; também foi dotada de intuição profética ao ler a história no Evangelho e o Evangelho na história".
Após destacar a "dimensão mariana da sua consagração a Cristo", o Pontífice afirma na carta que a santa, "buscando imitar a Maria, esforçou-se por ser esposa, mãe, religiosa fiel: seguindo as pegadas da Virgem, tratava em todas as circunstâncias de cumprir plenamente a vontade de Deus".
O Santo Padre termina insistindo na paixão da santa pela unidade da Igreja: "Como mulher de unidade, propõe-se a nós como testemunha do ecumenismo". "A unidade da Igreja é uma graça do Espírito que deve ser constantemente implorada com a oração".


Nasceu em Finstad, perto de Upsala, na Suécia, em 1303, e morreu em Roma, em 1373. Foi contemporânea de Santa Catarina de Sena.
Aos 13 anos, em 1316, casou-se com o príncipe de Nreícia, Wulfom. Foram pais de oito filhos, entre eles, uma santa: Catarina. Fundaram um hospital e eles próprios (Santa Brígida e seu marido), cuidavam dos doentes.
Em 1344, ficou viúva e recolheu-se num mosteiro. Em 1346, fundou um mosteiro
em Vadstena. Levava
vida austera, chegando a mendigar às portas das igrejas. Uns dez anos antes de morrer, fundou a Ordem de São Salvador (brigidinas), da qual, mais tarde, a sua filha, Santa Catarina da Suécia, viria a ser a prioresa. Em 1372, partiu em companhia da filha, Catarina, e de dois filhos, para a Terra Santa.
Foi uma grande mística, cujas experiências de Deus, as suas Revelações, publicadas em livro, são a maior prova do seu profundo amor a Jesus e da solidez da sua espiritualidade.


Maria, assim lhe falou um dia, sobre a sua Imaculada Concepção: "A verdade é que fui concebida sem o pecado original" (Livro VI, capítulo 4), e desvendou-lhe muitos segredos do seu coração. Maria revelou-lhe, igualmente, que, no momento em que foi concebida, a sua alma, santificando o corpo, espargiu misteriosa e indizível alegria em todo o ser de sua mãe (capítulo 7).


 


Brígida é uma das místicas mais conhecidas nos séculos XIV e XV.
Com Santa Catarina de Sena e Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), foi proclamada por João Paulo II como padroeira da Europa.

 

 

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