Mensagem


Deus é Amor

Papa Bento XVI

 
Início seta Alguns Santos seta Santa Águeda
Santa Águeda Imprimir e-mail

Santa Águeda, padroeira das doenças mamárias

Santa Águeda é uma das mais gloriosas heroínas da Igreja primitiva, cuja intercessão é invocada no Cânone da Santa Missa.

Natural da Sicília, pertenceu a uma das famílias mais nobres do país. De pouca idade ainda, Águeda consagrou-se a Deus, pelo voto da castidade.

O governador Quintiano, tendo tido notícia da formosura e grande riqueza de Águeda e acusada do crime de pertencer à religião cristã, mandou-lhe a ordem de prisão.

Águeda, vendo-se nas mãos dos perseguidores, exclamou: “Jesus Cristo, Senhor de todas as coisas, vós vedes o meu coração e lhe conheceis o desejo. Tomai posse de mim e de tudo o que me pertence. Sois o Pastor, meu Deus; sou vossa ovelha. Fazei que seja digna de vencer o demónio.”

Levada à presença do governador, este achando-a de extraordinária beleza, ficou tomado de violenta paixão pela nobre cristã, à qual se atreveu importunar com propostas indecorosas.

Águeda, indignada, rejeitou-lhe as impertinências desavergonhadas e declarou preferir morrer a macular o nome de cristã.

Quintiano aparentemente desistiu do plano diabólico, mas para conseguir os seus maldosos fins, mandou entregar a donzela a Afrodisia, mulher de péssima fama, na esperança de, na convivência com esta pessoa, Águeda se tornasse mais acessível. Enganou-se. Afrodisia nada conseguiu e depois de um trabalho inútil de trinta dias, pediu a Quintino que tirasse Águeda de sua casa.

Começou então o martírio da nobre siciliana. Disse-lhe o governador em pleno tribunal: “Não te envergonhas de rebaixar-te à escravidão do cristianismo, quando pertences a nobre família?”

Águeda respondeu-lhe: “A servidão de Cristo é liberdade e está acima de todas as riquezas dos reis.”

A resposta a esta declaração foram bofetadas, tão barbaramente aplicadas, que causaram lhe causaram uma forte hemorragia no nariz.

Depois desta e de outras brutalidades a santa mártir foi metida no cárcere, com graves ameaças de ser sujeita a torturas maiores, se não resolvesse a abandonar a religião de Jesus Cristo.

O dia seguinte trouxe a realização dessas iniquidades. O tirano ordenou que a donzela fosse esticada sobre a catasta, os membros lhe foram desconjuntados e o corpo todo queimado com chapas de cobre em brasa, e os peitos atormentados com torqueses de ferro e depois cortados.

Referindo-se a esta última brutalidade, Águeda disse ao juiz: “Não te envergonhas de mutilar numa mulher, o que a tua mãe te deu para te amamentar?”

Após esta tortura crudelíssima, Águeda foi levada novamente ao cárcere, entregue às suas dores, sem que lhe fosse administrado o mínimo tratamento.

Deus, porém, que confunde os planos dos homens, veio em auxílio da sua pobre serva. Durante a noite lhe apareceu um venerável ancião, que se dizia mandado por Jesus Cristo, para trazer-lhe alívio e curá-la. O ancião, que era o Apóstolo São Pedro, elogiou-lhe a firmeza e animou-a a continuar impávida no caminho da vitória.

A visão desapareceu e Águeda, com muita admiração, viu-se completamente restabelecida. Cheia de gratidão, entoou cânticos, louvando a misericórdia e bondade de Deus. Os guardas, ouvindo-a cantar, abriram a porta do cárcere e vendo a mártir completamente curada, fugiram cheios de pavor.

As companheiras de prisão de Águeda aconselharam-na que fugisse. Ela, porém, disse: “Deus me livre de abandonar a arena antes de ter segura em minha mão a palma da vitória.”

Passados quatro dias, foi novamente apresentada ao juiz. Este não pode deixar de se mostrar admirado, vendo-a completamente restabelecida.

Águeda disse-lhe: “Vê e reconhece a omnipotência de Deus, a Quem adoro. Foi Ele que me curou as feridas e me restituiu os seios. Como podes, pois exigir de mim que O abandone? Não poderá haver tortura, por mais cruel que seja, que me faça separar do meu Deus.”

O juiz não mais se conteve. Deu ordem para que Águeda fosse arrastada sobre vidros e brasas. Nesse momento a cidade foi abalada por um forte tremor de terra. Uma parede, bem perto de Quintiano, desabou e sepultou dois amigos seus.

O povo, diante disto, não mais se conteve e em altas vozes exigiu a libertação da Mártir, dizendo: “Eis o castigo que veio, por causa do martírio da nobre donzela. Larga a tua inocente vítima, juiz perverso e sem coração!”

Águeda voltou ao cárcere e lá chegada, de pé e de braços abertos, orou a Deus nestes termos: “Senhor, que desde a infância me protegestes, extinguistes em mim o amor ao mundo e me destes a graça de sofrer o martírio, ouvi as preces da vossa serva fiel e aceitai a minha alma.”

Santa Águeda acreditava que a morte seria um feliz final para as suas torturas. Os carrascos tinham o cuidado de não a deixar morrer e carregaram-na de volta à cela, enquanto ela orava pela liberdade. Naquele exacto momento um terremoto sacudiu a prisão e ela então veio a falecer. Deus ouviu a voz de sua filha e recebeu-a na sua glória no ano 252.

O milagre do Vulcão

Passado um ano da morte da Santa, a cidade de Catânia assistiu apavorada a uma erupção do vulcão Etna.

O povo, em total aflição, quando viu as ondas da lava ameaçar a cidade, correu ao túmulo da Santa, tomou o véu que cobria o seu rosto e estendeu-o contra a torrente de fogo. Imediatamente a cidade ficou a salvo do perigo da lava e o milagre tornou-se bastante conhecido.

 

 

Santa Águeda, virgem, mártir

Santa Águeda ficou conhecida tanto pelo seu nome verdadeiro Águeda, como por Ágata. Não se tem conhecimento das datas do seu nascimento ou morte, acredita-se que ela viveu durante o século III, na Sicília e foi martirizada durante a perseguição aos cristãos durante o império de Décio, por volta de 251, sendo o seu suplício um dos mais cruéis da época contra os cristãos.

Segundo a tradição, Santa Águeda foi entregue a uma mulher de má conduta para a desviar de Deus. Como mantivesse a firmeza da fé, foi submetida a cruéis torturas: desconjuntamento dos ossos, dilaceramento dos seios. Foi arrastada por sobre cacos de vidros e carvões em brasa.

Santa Águeda é uma das santas mais populares da Itália, só em Roma chegou a haver 12 igrejas dedicadas a ela.

 

Virgem e mártir, Santa Águeda, nasceu no século III numa família muito conhecida, em Catânia, na Sicília. Muito cedo, ela discerniu um chamado a Deus consagrando a sua virgindade ao Senhor, o seu amado e esposo. Foi uma jovem de muita coragem vivendo o Santo Evangelho na radicalidade num tempo em que o imperador Décio levantou contra o Cristianismo uma forte perseguição. Aqueles que não renunciassem ao senhorio de Cristo e não O desprezassem eram punidos com muitos sofrimentos até à morte.
Santa Águeda era consagrada ao Senhor, amava a Deus, mas foi pedida em casamento por um outro jovem. Claro, por coerência e por vocação, ela disse 'não'. Este jovem, que dizia amá-la, denunciou-a às autoridades. Ela foi presa e injustamente condenada. Que terríveis sofrimentos e humilhações!
Ela expressava-se sempre com muita transparência e dizia que pertencia a uma família nobre, rica, conhecida, mas tinha honra de servir a Nosso Senhor, o seu Deus. De facto, para os santos, a maior honra e a maior glória é servir ao Senhor.
Entregaram-na a uma mulher tomada pelo pecado, uma velha prostituta para a perverter, mas esta não conseguiu, pois o reinado de Cristo dava-se no coração de Águeda antes de tudo. Então, novamente, como num gesto de falsa misericórdia, perguntaram-lhe: “Então, o que você escolheu, Águeda, para a salvação?”

“A minha salvação é Cristo”, respondeu ela.
Os santos passaram por muitas dificuldades, mas, em tudo, demonstraram para nós que é possível glorificar a Deus na alegria, na tristeza, na saúde, na dor.
Em 254 foi martirizada e encontra-se na eternidade, com o seu esposo, Jesus Cristo, a interceder por nós.


Santa Águeda é uma das santas mais populares da Itália e somente Roma chegou a ter 12 igrejas dedicadas a ela.


Santa Águeda, rogai por nós.

 

 

Webdesign Contabilidade Porto Porto Apartments