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São João Bosco

 
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O que vem a ser carisma?

Tudo é dom, é presente, é graça de Deus, é “carisma”: a existência, a vida física e espiritual, o universo, a família, a comunidade, o saber, os sacramentos, a Igreja… Em tudo e em qualquer situação, uma coisa é evidente: Ninguém vive só para si. Tem sempre alguma relação com alguém. Porque os dons de Deus são concedidos a cada pessoa ou grupo, mas ao mesmo tempo destinam-se a favorecer outros grupos ou pessoas.
No entanto, há alguns dons de Deus que recebem o nome de carismas, com certa conotação especial: são dons espirituais que tornam a pessoa, ou grupo de pessoas, capaz de exercer uma actividade particular em favor do bem comum.
Do carisma nasce um serviço ou ministério eclesial, que tem sempre três qualidades inseparáveis:
a) é um serviço bem determinado, como a catequese, o ensino, a enfermagem, a coordenação pastoral;
b) é um serviço perpétuo ou de certa duração, e não apenas momentâneo;
c) é confiado pela comunidade a uma pessoa ou grupo.
Então, o verdadeiro ministério ou serviço eclesial é sempre exercido de maneira “carismática”. Quer dizer: o ministro ou servidor é movido pela graça ou carisma do Espírito Santo, e não pode nem deve agir como simples “funcionário religioso”.
Há somente carismas individuais?
Não. Além dos carismas pessoais, há alguns que se chamam “congregacionais”, porque são confiados a congregações ou ordens religiosas. É claro que o carisma congregacional atinge, em primeiro lugar, os membros da família religiosa, ajudando-os a tornarem-se “pessoas realizadas” na própria missão.
No entanto, quem cumpre o serviço congregacional é o grupo em bloco. Por isso é que se pode dizer, com muita razão: a família religiosa é a Igreja em miniatura. E quanto mais unidos trabalham os membros da congregação, maiores são os seus frutos.
Além disso, é preciso notar que há campos de actividade tão extensos e difíceis, que uma pessoa isolada quase nada poderia fazer. E este trabalho individual certamente não teria continuidade: acabaria quando faltasse a pessoa. Porque “a união faz a força”. E mesmo faltando alguém, o grupo continua.
Por exemplo, são tarefas muito extensas e abrangentes que exigem grupos de acção: o atendimento aos enfermos, o trabalho na educação, a comunicação social, o apostolado entre migrantes e menores abandonados…
E a pessoa que se sente chamada para alguns destes ministérios “colectivos” pode descobrir qual deles combina melhor com a sua vocação pessoal. Daí, então, escolhe a vida consagrada nalguma das numerosas congregações ou ordens.

 

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