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"A Tua Palavra é Luz para os meus passos"

(Sl 119, 105)

 
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Um facto verídico Imprimir e-mail

UM FACTO VERIDICO

Ricardinho não aguentou o cheiro apetitoso do pão e disse:
- Pai, tenho tanta fome!!!
O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo à procura de trabalho, olha com os olhos marejados de lágrimas para o filho e pede-lhe mais um pouco de paciência...
- Mas pai, desde ontem que não comemos nada e eu estou com muita fome, pai!
Envergonhado, triste e humilhado no seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na rua enquanto ele vai à padaria à sua frente...
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com o meu filho de apenas 6 anos ali à porta, com muita fome, não tenho um tostão, pois saí cedo para procurar emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome do meu filho. Em troca, posso varrer o chão do seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!
Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...
Agenor toma o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois se sentem ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida: arroz, feijão, bife e ovo...
Para Ricardinho era um sonho, comer depois de tantas horas na rua...
Para Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de farinha...
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos logo na primeira garfada...
A satisfação de ver o seu filho a devorar aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e a lembrança da sua pequena família em casa, foi demais para o seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...
Amaro aproxima-se de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca com ele para relaxar:
- Ó Maria!!! A tua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo até chora de tristeza deste bife, será que é sola de sapato?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter este prazer...
Amaro pede-lhe então que sossegue o seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre o trabalho...
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar.
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa no seu pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava a viver de pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e com pena, prepara para o homem uma cesta com alimentos para pelo menos 15 dias...
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte o início no trabalho...
Ao chegar a casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem, sentia esperanças, sentia que a sua vida iria tomar novo impulso...
Deus abria-lhe mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...
No dia seguinte, às 5 h da manhã, Agenor estava à porta da padaria ansioso para iniciar o seu novo trabalho...
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque o estava a ajudar...
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele o chamava para ajudar aquela pessoa...
E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com os seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e ele fazia questão que Agenor fosse estudar...
Agenor nunca esqueceu o seu primeiro dia de aulas: a mão trémula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aulas...
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo o seu escritório para o seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante no seu primeiro terno...
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente à hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...
Aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que à mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:
'Um dia eu tive fome, e tu me alimentaste. Um dia eu estava sem esperanças e tu me deste um caminho. Um dia acordei sozinho, e tu me deste Deus, e isto não tem preço. Que Deus habite no teu coração e alimente a tua alma. E que te sobre o pão da misericórdia para estenderes a quem precisar!'

Podemos sempre começar e fazer um fim muito feliz!

 
Deus é Bom Imprimir e-mail

Deus é Bom!

Um Rei não acreditava na bondade de Deus. Porém, um súbdito lembrava-o sempre desta verdade. Em todas situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!"
Um dia, o Rei foi caçar juntamente com o seu súbdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súbdito conseguiu matar o animal, porém não conseguiu  evitar que o Rei perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem reconhecer ter a vida salva pelos esforços do servo, perguntou-lhe: "E agora, o que me dizes? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria perdido o dedo!"
O servo respondeu: "Meu Rei, apesar de tudo quero dizer-lhe que Deus é bom e é o bem!" O Rei, indignado com a resposta do súbdito, mandou que fosse preso, e na cela mais escura.
Após algum tempo, o Rei foi novamente caçar e aconteceu ser atacado, por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, porque faziam sacrifícios humanos para os seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso, falta-lhe um dedo!"
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou o seu súbdito e pediu que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afectuosamente, dizendo-lhe: "Meu caro, Deus foi realmente bom. Fica a saber que escapei da morte porque não tinha um dos dedos. Mas, ainda tenho no meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que tu ficasses preso da maneira como ficaste... Logo tu que tanto o defendeste?" O servo sorriu e disse: "Ó meu Rei, que bom foi Deus! Se eu estivesse livre e contigo nesta caçada, certamente teria sido sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!" 

Lembremos sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM!

 
O barbeiro Imprimir e-mail

O BARBEIRO

Um homem foi a uma barbearia cortar o cabelo, e iniciou um diálogo com a pessoa que o atendeu.
Começaram a falar sobre Deus.
O barbeiro diz:
- Eu não acredito que Deus exista, como você diz.
 Por que diz isso? pergunta o cliente...
- É muito fácil, ao sair para a rua apercebemo-nos de que Deus não existe.
Se Deus existisse, haveria tantos doentes? 
Haveria crianças abandonados? Se Deus existisse, não haveria sofrimento nem tanta dor na humanidade.
Não posso pensar que exista um Deus que permita todas estas coisas.
O cliente calou-se pensando, e não quis responder para evitar uma discussão.
Ao terminar o corte de cabelo, o cliente saíu e viu um homem com a barba e o cabelo comprido.
Entrou novamente na barbearia e disse ao barbeiro.
- Sabe uma coisa? Os barbeiros não existem.
- Como? Se estou aquí eu.
- Não...! diz o cliente, não existem, se existissem não haveria pessoas com o cabelo e a barba tão grandes como a deste homem.
- Os barbeiros existem, essas pessoas é que não vêm a mim.
Exacto...! disse o cliente. Este é o ponto.
Também Deus existe, o que se passa é que as pessoas não vão até Ele, não O procuram, por isso há tanta dor e miséria.
E o barbeiro calou-se pensativo...

Procura primeiro Deus, e tudo o resto te será dado por acréscimo.
 
Sonhei que fui ao céu Imprimir e-mail

SONHEI QUE FUI AO CÉU

Sonhei que fui ao Céu e que um anjo me mostrava as diversas áreas lá existentes.
Entrámos numa sala de trabalho cheia de anjos.
O anjo-guia parou no primeiro departamento e disse:
- Esta é a ‘Recepção’. Aqui, são recebidas as orações com pedidos a Deus.
Olhei e vi muitos anjos a organizar os pedidos e bilhetes escritos por pessoas de todo o mundo.
Seguimos até chegarmos à segunda secção.
Esta é a área de ‘Embalagem e Entrega’. Aqui, as graças e bênçãos solicitadas são processadas e entregues às pessoas que as pediram, disse o Anjo.
Também ali estavam todos muito ocupados, trabalhando intensamente, tal era a quantidade de bênçãos solicitadas e que deveriam ser enviadas.
Finalmente, parámos à frente de uma pequena área e, para minha surpresa, havia só um anjo sentado ali, desocupado, sem fazer nada.
- Esta é a ‘Secção de Reconhecimento’ - disse-me calmamente o meu amigo, ficando embaraçado.
- Mas como é isto? Não há nenhum trabalho aqui? - perguntei.
- - É muito triste! – suspirou o anjo.
- As pessoas recebem as bênçãos que pediram, porém, poucos enviam confirmação de reconhecimento.
- E como se confirma que recebemos as bênçãos de Deus? - perguntei.
- - É simples, basta dizer “Obrigado, Senhor” - respondeu o anjo.
- E quais são as bênçãos que devem ser reconhecidas? - perguntei.

- - Se tens comida no prato, roupa no corpo, um tecto sobre a tua cabeça e um lugar para dormires... És mais rico do que 75% dos habitantes deste mundo.

- - Se tens dinheiro no banco e na tua carteira, e algumas moedas a mais lá em casa, tu estás entre os 8% mais bem sucedidos do mundo!

- - Se tens o teu próprio computador, és parte do 1% do mundo que tem essa oportunidade.

- - Se  acordaste hoje de manhã com mais saúde que doenças... és mais abençoado que os muitos que nem sequer sobreviverão a este dia.

- - Se nunca experimentaste o terror de uma batalha, a solidão da prisão, a agonia da tortura, nem as dores de sofrimento da fome,... estás à  frente de 700 milhões de pessoas no mundo.

- - Se podes ir a uma Igreja, Mesquita ou Sinagoga, sem o temor de te baterem, seres preso, torturado,... és abençoado e invejado por mais de três bilhões de pessoas, que não podem reunir-se com outros da sua fé.

- - Se os teus pais estão vivos e casados, és uma raridade.

- - Se podes manter a cabeça erguida e sorrir, não és a norma, és um raro exemplo entre tantos que estão em dúvida e em desespero.

- Se leste esta mensagem, és mais abençoado que dois bilhões de pessoas no mundo que não sabem ler.

- O que podes fazer?

- Agradece as tuas bênçãos e, se o teu coração assim quiser, conta esta mensagem a outros, para lhes lembrar como são abençoados.

- E, por alguns instantes somente pára o que estás a fazer e reza assim: “Agradeço Senhor! Agradeço tudo o que tenho. E tudo veio de Ti”.

 
Lição dos pássaros - Lição de Perseverança Imprimir e-mail
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Já observaste a atitude dos pássaros perante as adversidades?
Gastam dias e dias a fazer o ninho, a recolher materiais, às vezes trazidos de locais distantes...
E quando ele já está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a acção do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se conseguiu...
O que faz o pássaro? Pára, abandona a tarefa?
De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, o mau tempo, volta a destruir o ninho, mas agora com o seu precioso conteúdo...
Dói recomeçar do zero... Mas ainda assim o pássaro não desiste, nem retrocede, avança cantando e construindo, construindo e cantando...

Já notaste que a tua vida, o teu trabalho, a tua família, os teus amigos não são o que sonhaste?
Dá vontade de dizer basta, não vale a pena o esforço, isto é demasiado para mim!
Estás cansado de recomeçar, do desgaste da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estavas a ponto de conseguir?
Mesmo que a vida te golpeie mais uma vez, não te entregues nunca, faz uma oração a Deus, põe a tua esperança na frente e avança.
Não te preocupes se na batalha vais ser ferido, mas espera que algo assim aconteça.
Junta os pedaços da tua esperança, arma-a de novo e volta a ir em frente.
Não importa o que passes...
Não desanimes, segue adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo. E sobretudo... Nunca deixes de cantar.
Para fazer funcionar esta coisa chamada vida, é preciso aprender a depender e apoiar. Expor-se e reagir. Dar e receber. Confessar e perdoar. Ser acessível e abraçar. Soltar e confiar.
Não importa como sopre o vento. É a posição da vela e não a força do temporal que determina para onde vamos.
Não obstante quão severamente os ventos da adversidade possam soprar, ajustemos as nossas velas e sigamos rumo à felicidade.
A felicidade é uma questão de atitude que brota da confiança em Deus, de que Ele está a trabalhar, tem o pleno controle, participa de tudo o que aconteceu, está a acontecer e vai acontecer.

 
Para as mulheres de valor! Imprimir e-mail
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Quando Deus fez a mulher, já estava a trabalhar há seis dias consecutivos.
Apareceu um anjo que lhe perguntou: "Ó Deus, porque estás a perder tanto tempo com esta criação?"
Ao que Deus respondeu:
Já viste a minha lista de especificações para este projecto? Ela tem que ser completamente lavável, mas sem ser de plástico, tem mais de 200 partes móveis, todas substituíveis, e é capaz de sobreviver à base de Coca-Cola Light e restos de comida, tem um colo capaz e segurar em quatro crianças ao mesmo tempo, tem um beijo capaz de curar qualquer coisa desde um arranhão no joelho a um coração ferido e faz isto tudo apenas com duas mãos."
O anjo ficou estupefacto com estas especificações.
Só duas mãos!? Impossível! E este é o modelo normal? É "Nem pensar", protestou Deus. "Estou quase a acabar esta criação que me é tão querida.
Ela já é capaz de se curar a si própria quando fica doente. E consegue trabalhar 18 horas por dia."
O anjo aproximou-se e tocou na mulher.
"Mas fizeste-a tão macia e delicada, meu Deus".
"Sim, mas também pode ser muito resistente. Nem fazes ideia o que ela pode fazer e aguentar."
"E ela vai ser capaz de pensar?" perguntou o anjo.
"Não só é capaz de pensar como é capaz de negociar convencer".
O anjo então reparou num pormenor e tocou na cara da mulher:
"Ups, parece que tens uma fuga neste modelo. Eu disse-te que estavas a tentar fazer demais numa criatura só."
"Isso não é uma fuga, é uma lágrima."
"E para que é que isso serve?" perguntou o anjo.
"A lágrima é o seu modo de exprimir alegria, pena, dor, desilusão, amor, solidão, luto e orgulho."
O anjo estava impressionado."És um génio, Deus. Pensaste em tudo."
De facto as mulheres são verdadeiramente espantosas. Têm capacidades que surpreendem os homens. Carregam fardos e dificuldades, mantendo sempre um clima de felicidade, amor e alegria. Sorriem quando querem gritar.
Cantam quando querem chorar. Choram quando estão felizes e riem quando estão nervosas. Lutam por aquilo em que acreditam e não aguentam injustiças. Não aceitam um "não" quando acreditam que existe uma solução melhor. Prescindem de tudo para dar à família. Vão com um amigo assustado ao médico. Amam incondicionalmente. Choram quando os seus filhos são os melhores e aplaudem quando um amigo ganha um prémio. Ficam radiantes quando nasce um bebé ou quando alguém se casa. Ficam devastadas com a morte de alguém querido, mas mantêm a força além de todos os limites. Sabem que um abraço e um beijo podem curar qualquer desgosto. Há mulheres de todos os formatos, tamanhos e cores. Elas conduzem, voam, andam e correm ou mandam e-mails só para mostrar que se preocupam contigo. O coração de uma mulher mantém este mundo a andar.
Elas trazem alegria, esperança e amor.
Dão apoio moral à sua família e amigos. As mulheres têm coisas vitais a dizer e tudo para dar.
NO ENTANTO, HÁ UM DEFEITO NAS MULHERES... É QUE ELAS ESQUECEM-SE CONSTANTEMENTE DO SEU VALOR!
 
 
 
 
 
Um anel especial Imprimir e-mail
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Abriu a porta da joalharia. Era jovem, simpático e bastante decidido. Sem olhar para as vitrinas, afirmou categoricamente que queria comprar um anel especial.
O joalheiro mostrou-lhe um que lhe parecia apropriado.
O rapaz contemplou-o com calma e, com um sorriso, manifestou o seu agrado. Perguntou o preço. Preparava-se para abrir a carteira quando o ourives lhe perguntou:
- Vai-se casar em breve? Fez-se um momento de silêncio, como se a pergunta o apanhasse desprevenido.
- Não. Nem sequer tenho namorada... respondeu o rapaz.
A surpresa do joalheiro divertiu-o. Depois continuou, como quem se convence de que, naquela ocasião, valia a pena dar uma explicação mais pormenorizada:
- É para a minha mãe. Quando eu ainda não tinha nascido, ela ficou sozinha. Alguém a aconselhou que interrompesse voluntariamente a gravidez, ou seja, que não me deixasse viver.
A lei nessa altura facilitava tudo e, ainda por cima, o Estado pagava todos os custos. Mas ela negou-se.
Deixaram-na ainda mais sozinha. Havia muita gente disposta a ajudá-la a 'livrar-se do incómodo' de ter um filho, mas pouca gente disponível para eliminar as dificuldades que tinha na sua vida.
Mas ela negou-se. Teve muitos problemas, muitos. Foi pai e mãe para mim ao mesmo tempo.
Também foi amiga, irmã e sobretudo professora. Ensinou-me o sentido da vida. Fez-me ser aquilo que sou.
Agora que já tenho algumas possibilidades, quero oferecer-lhe este anel especial. Ela nunca teve nenhum. Mais tarde, comprarei outro para a minha futura noiva. Mas será sempre o segundo. O primeiro, quero que seja para a minha mãe.
O joalheiro não disse nada. Mas pediu ao empregado que o rapaz tivesse um desconto que só fazia aos clientes especiais.
 
 
 
 
 
O terço de uma Mãe Imprimir e-mail
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Um jovem sacerdote foi nomeado capelão de um hospital. E começou a visitar os doentes. Ao chegar junto de um doente, este diz em voz alta: "Não me fale de religião, eu sou ateu e não acredito em nada." Mas o capelão não desistiu e visitou-o mais vezes, sempre com muita dedicação, embora fosse repudiado, com desdém.
Um dia encheu-se de coragem e disse ao doente:
- Muito bem, meu amigo, vou rezar o terço consigo.
- Não me fale em terço – responde o enfermo.
- Mas esta oração só pode fazer-lhe bem.
- Pelo contrário, Senhor Abade, o terço é a causa de minha infelicidade.
- Como, meu amigo? O que é que você quer dizer com isso?
- Olhe, senhor padre, quando eu era criança, a minha mãe fazia com que eu rezasse o terço com ela, todos os dias. Quando cresci, tive que partir para a cidade, para aprender um ofício. Fora de casa, fui arrastado para o mal, para o desprezo à Lei de Deus, por maus companheiros. Eu vivia sob estas más influências, quando fui chamado para voltar para casa. A minha mãe agonizava. Para não a entristecer, fingi que faria o que lhe agradava, prometendo-lhe que rezaria parte do rosário, cada dia, tanto quanto possível. A minha pobre mãe deu-me, então, o seu terço. Após o seu enterro, voltei ao meu ateliê. Mas, no caminho, o demónio meteu-me no espírito o seguinte pensamento: "Atira com o terço. Deita-o ao chão." E assim fiz, atirando-o com desprezo na estrada. Mas, desde então, vivo infeliz e creio que sou um amaldiçoado.
O padre, bastante emocionado, perguntou: "Em que mês e em que ano isto aconteceu?" Ao ouvir a resposta precisa do enfermo, o padre tirou do bolso o terço que achara, e diz: "Meu amigo, reconheces este terço?" O jovem não pôde conter o grito: "É o terço da minha mãe!" Então, pegou no terço com amor e abraçou-o longamente, enquanto chorava.
- Muito bem – recomeçou o capelão –, este terço, que tu dizes que é o motivo da tua infelicidade, foi, para mim, o motivo da minha felicidade. É por causa dele que me tornei padre. Agora, meu amigo, ele vai se tornar o agente da tua felicidade.
- Sim, Senhor Padre, quero-me confessar.
- Amanhã, eu virei dar-te os últimos sacramentos. Até lá, o terço fica contigo, para que possas reparar a tua falta; mais tarde, tu mo devolverás.
Alguns dias mais tarde, o enfermo, feliz e santificado, morria beijando o terço que fora de sua mãe... O padre pegou no terço e esta preciosa lembrança nunca mais o abandonou.
 
 
 
 
 
Deus existe? O mal existe? Imprimir e-mail
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Durante uma conferência com alunos universitários um professor da Universidade de Berlim desafiou alguns alunos com esta pergunta: Deus criou tudo o que existe?
Um aluno respondeu:
- Sim, criou.
- Deus criou tudo?
- Sim, senhor.
- Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, então Deus é mau?
O jovem calou-se e o professor ficou feliz porque tinha provado que a fé é um mito.
Outro aluno levantou a mão e disse:
- Posso fazer uma pergunta, professor?
- Lógico que podes.
O jovem, de pé, perguntou:
- Professor, existe o frio?
- Claro que existe, ou tu nunca sentiste frio?
Respondeu o jovem: De facto o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio é ausência de calor.
Existe a escuridão? Continuou o aluno… O professor respondeu: existe.
Mais um erro seu, professor. A escuridão também não existe. A escuridão é a ausência da luz.
Finalmente o aluno perguntou:
- Professor, o mal existe?
- Claro que existe: crimes, guerras; isso, são coisas do mal.
O estudante respondeu: o mal não existe, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é a ausência do bem. Deus não criou o mal. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente nos seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Este aluno foi aplaudido de pé, e o professor balançava a cabeça ficando calado…
O Director da Universidade soube do caso e chamou o aluno e perguntou-lhe: como te chamas: e ele respondeu: Albert Einstein.
 
 
 
 
 
A diferença de um sorriso Imprimir e-mail

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Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangélicos.

Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e o seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino agasalhou-se e disse:
- Ok, pai, estou pronto.
E o pai perguntou: Pronto para quê?
- Pai, está na hora de sairmos.
O pai respondeu: Filho, está muito frio lá fora e também está a chover muito.
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
- Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?
O pai respondeu: Filho, eu não vou sair com este frio.
Triste, o menino perguntou: Pai, eu posso ir?
O pai hesitou um momento e depois disse: Filho, podes ir. Aqui estão os folhetos. Tem cuidado, filho.
- Obrigado, pai!
Ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de 11 anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangélicos a todos os que encontrava.
Depois de caminhar durante duas horas à chuva, estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Parou numa esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então virou-se em direcção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até à porta e tocou a campainha. Tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Tocou de novo, mais outra vez, mas ninguém abriu a porta. Esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de 11 anos virou-se para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta com força. Tocou de novo e desta vez a porta abriu-se devagarinho. De pé, na porta, estava uma senhora idosa, com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
- O que eu posso fazer por ti, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, o menino disse:
- Senhora, perdoe-me se estou a perturbar, mas só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e o seu grande AMOR.
E entregou-lhe o seu último folheto e virou-se para ir embora.
Ela chamou-o e disse: Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!
No domingo seguinte, na igreja, o Pai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:
- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa pôs-se de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia no seu rosto.
- Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. O meu marido faleceu há algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que chegaria ao fim da linha, pois não tinha esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei numa corda e numa cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Amarrei a corda numa madeira no telhado, subi à cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. E pensei:
- Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. Esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava a tocar também começou a bater bem forte. E pensei:
- Quem poderá ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou me vem visitar.
Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alto.
Quando abri a porta e vi quem era, mal pude acreditar, pois à minha frente estava o menino mais radiante e angelical que já vi na minha vida. O seu SORRISO, eu não consigo descrevê-lo! As palavras que saiam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:
- Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.
Então ele entregou-me este folheto.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Depois subi ao sótão e retirei a corda e a cadeira, pois já não precisava delas. Agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!
Como o endereço da igreja estava no verso do folheto, vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício.
O pai Pastor desceu do púlpito e foi em direcção à primeira fila onde o seu anjinho estava sentado.
Tomou o seu filho nos braços e chorou abundantemente.
Provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...
Excepto um. Esse PAI também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso.
Ele recebeu o Seu Filho de volta com alegria indescritível, todo o Céu gritou louvores e honra ao Rei, o PAI assentou o Seu Filho num trono acima de todo o principado e potestade e deu-Lhe um nome que é acima de todo Nome: JESUS CRISTO.


 
Eu assisti à Missa por si… Imprimir e-mail
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É o testemunho de um filho sobre um caso acontecido com o seu pai muitos anos atrás - e que teve influência fundamental na vida daquele filho.
 
Conta o Padre Stanislaus:

“Um dia, muitos anos atrás, numa pequena cidade do Luxemburgo, um Capitão dos Guardas Florestais achava-se entretido em animada conversa com o açougueiro, quando uma mulher idosa entrou no açougue. O açougueiro interrompeu a conversa para indagar da velha senhora o que desejava. A mulher explicou-lhe que havia ido ali para conseguir um pequeno pedaço de carne, mas que não tinha dinheiro para pagar. O capitão achou muito divertido o diálogo entre a mulher e o açougueiro: - Um pequeno pedaço de carne, mas quanto vai pagar por ele?
- Desculpe-me, eu não tenho dinheiro, mas assistirei à missa por si, pela sua intenção. Ambos, o açougueiro e o Capitão, eram bons homens, mas indiferentes no que se referia à religião e começaram a troçar da resposta da velhinha. Tudo bem, disse o açougueiro, você vai assistir à missa por mim e, quando voltar, eu dou-lhe tanta carne quanto a missa pesar, quanto ela valer.
A mulher saiu, assistiu à missa e voltou. Aproximou-se do balcão e o açougueiro, ao vê-la, disse: Então vamos cá ver. E pegou num pedaço de papel e escreveu: EU ASSISTI À MISSA POR SI. E colocou o papel num prato da balança e, no outro, depositou um osso pequeno e fino, mas nada aconteceu. Em seguida trocou o osso por um pedaço de carne, porém o papel continuou a pesar mais. Os dois homens começaram a sentir-se envergonhados com a sua zombaria, mas continuaram com a brincadeira. Depois colocou um grande pedaço de carne na balança, mas o papel manteve-se mais pesado. Exasperado, o açougueiro examinou a balança, mas ela estava perfeita. O que é que se passa, minha boa mulher? Perguntou o açougueiro. Terei de lhe dar uma perna inteira de carneiro? Enquanto falava, colocou a perna de carneiro na balança, mas o papel em muito superou o peso da carne. Então colocou uma peça ainda maior de carne mas, novamente, o peso permaneceu no lado do papel.
Aquilo impressionou tanto o açougueiro que se converteu no mesmo instante e prometeu oferecer à mulherzinha, dali por diante, uma ração diária de carne. O Capitão deixou o açougue transformado e tornou-se um ardente frequentador da missa diária. Dois dos seus filhos ordenaram-se sacerdotes, um deles como jesuíta, o outro como padre do Sagrado Coração.
E o Padre Stanislaus termina assim o seu testemunho: “Eu sou aquele religioso do Sagrado Coração e o Capitão era o meu pai”.
Desde aquele dia, o Capitão passou a assistir à Santa Missa diariamente e os seus filhos foram educados seguindo o seu exemplo.
Mais tarde quando os seus filhos se tornaram sacerdotes, ele advertiu-os para que celebrassem a Missa dignamente e todos os dias e para que nunca perdessem o Sacrifício da Missa por alguma falta pessoal”.
 
 
 
 
 
O Balão Negro Imprimir e-mail

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Numa grande romaria, um vendedor de balões segurava uma quantidade enorme de todas as cores. Para atrair a petizada soltava de vez em quando um balão de cor garrida: ora vermelho, ora amarelo, ora verde, etc.. Mas também tinha balões de cor preta, mas soltava de preferência os outros que eram mais atraentes.
Os balões subiam perante a algazarra das crianças que acompanhavam com o olhar a trajectória até desaparecer.
Entre as crianças ali reunidas estava um pequeno, de cor negra. Ao ver subir os balões de todas as cores excepto a negra, aproximou-se do vendedor e perguntou-lhe: Se você soltasse um balão negro, ele também subiria?
O homem sorriu, porque entendeu a razão da pergunta do pequeno, soltou um balão de cor preta que se elevou rapidamente nos ares e disse-lhe: ó meu menino, não é a cor que faz subir os balões, é o que está dentro.
Aquele pequeno negro habituado a algum desprezo racista, julgava que aquele balão não subia porque a cor não deixava, julgando que era um balão inferior.
Mas o homem deu-lhe uma explicação importante: não é a cor do balão que o faz subir ou não. É o que ele contém dentro que o eleva e o transporta para longe.

Cada homem pode comparar-se a um destes balões. Qualquer que seja a sua cor, o seu tamanho, o seu peso, a sua fortuna, não é o que o faz subir na verdadeira escala dos valores. É o que contém dentro: é a riqueza da alma que contém dentro de si.

 

 

 

 
Testemunho de um médico Imprimir e-mail
" Eu sou o único filho de uma família humilde do interior de Minas. Com sacrifício e união de todos, fui o único que teve a chance de estudar, pois as minhas irmãs não passaram do ensino médio. A mãe, uma simples costureira, ‘gastou’ os seus olhos nas costuras que fazia até de madrugada para ajudar o meu pai. O pai era guarda nocturno. Por isso podem imaginar o sacrifício que fizeram para ter um filho médico! Quando me formei, jurei a mim mesmo que jamais a necessidade bateria à nossa porta novamente. Escolhi a ginecologia e obstetrícia, depois de anos de estudos.
Das maiores dificuldades enfrentadas como médico recém formado, deparei-me com a realidade da minha profissão. Ia longe o tempo em que os médicos ficavam ricos e eu queria mais, eu queria enriquecer, ter dinheiro, e foi assim que violei o juramento que fiz, de me formar e dar a vida para salvar a vida.
Inúmeras crianças ajudei a vir ao mundo, mas também muitas delas eu não permiti que nascessem. Envolto da responsabilidade de médico, enriqueci escondido sob a faixa da vitalidade. Montei um consultório que em breve se tornou o mais procurado da região. O que é que eu fazia?
Fazia ABORTOS, e como todos os que cometem este crime, eu dizia a mim mesmo que todas as mulheres teriam o direito da escolha, e era melhor serem ajudadas por um médico, que não corriam riscos, do que procurarem os curiosos e clínicas clandestinas, onde o índice de morte e complicações eram alarmantes.
E foi assim, cego e desumano o meu ofício da medicina. Constituí família, abastado, rico, nada faltou aos meus entes queridos. Os meus pais morreram com a ilusão de que o seu filho era um doutor bem sucedido, um vencedor... Criei as minhas filhas com dinheiro manchado com o sangue de inocentes. Fui o mais vil dos humanos. As minhas mãos que deveriam ser abençoadas para dar a vida, trabalharam para a morte...
E só parei quando Deus, na sua infinita sabedoria, rasgou a minha consciência e fez sangrar o meu coração... Fez sangrar com o mesmo sangue de todos os inocentes que eu não deixei nascer.
Letícia, a minha filha mais nova, no auge da vida, deixou de respirar. No seu atestado de óbito, a causa da morte: infecção generalizada.
Letícia, aos 23 anos de idade, engravidou. Engravidou e buscou o mesmo caminho de tantas outras que me procuraram: o caminho do aborto. Só soube disso quando nada mais poderia ser feito.
Ao lado do leito de morte da minha filha, verti as lágrimas de todos os ‘anjinhos’ que matei. Enquanto ela esperava a morte, eu agonizava junto dela.
Foram seis dias de sofrimento...para que no sétimo dia ela descansasse e partisse ao encontro do seu filhinho. Filhinho que um médico assassino como eu, impediu de nascer... Tempo suficiente para reflectir... reflexão que veio apenas no início da manhã em que Letícia morreu.
Exausto pelas noites em claro, adormeci ao lado da minha filha e sonhei: no meu sonho, eu andava por um lugar absolutamente escuro, o ar era quente, úmido. Eu queria respirar e não podia. Eu queria fugir, mas não enxergava a saída. O calor aumentava...eu sentia-me queimar vivo.
Desesperado, fui atirado para um lugar onde um barulho me deixou ainda mais louco. Eram choros... choros doídos de crianças... e no meu pensamento, como se um raio me cortasse ao meio, veio o entendimento! Os choros eram de dor... Eram lamentos, lamentos dos ‘anjinhos’ a quem eu tirei a vida.
Era a triste consequência dos meus actos impensados. Os choros aumentavam, os choros ecoavam... ‘Assassino, assassino, assassino!’... Alucinado para sair daquele lugar, passei a mão pelo rosto para secar o suor e as minhas mãos mancharam-se de sangue! Aterrorizado ao fazer aquela constatação, gritei com a força que me restava nos pulmões: ‘ÓDeus, perdoai-me!’
Somente assim, consegui voltar a respirar normalmente... e num sobressalto acordei. Acordei a tempo de colher o último suspiro de vida da minha filha Letícia. Letícia, que morreu na manhã do dia 3 de Março de 1989. A sua vida foi ceifada pela inconsequência de um médico, por uma infecção provocada por um aborto.
Eu sei que através daquele sonho, Deus me levou para um lugar onde os ‘anjinhos’ ficam quando são barbaramente impedidos de nascer.
Entendi, que a partir do momento da fecundação do óvulo, existe vida! De onde se conclui que eu sou um assassino...Eu não sei se Deus um dia me vai perdoar.
Mas, para amenizar a minha culpa, a minha dor, fechei o meu consultório, vendi todos os bens que consegui com a prática do aborto, e com o dinheiro, montei uma casa de amparo às mães solteiras e hoje dedico-me, gratuitamente a fazer uma medicina de verdade. Hoje sou médico de carentes, de desamparados, desvalidos.
As crianças que vêm ao mundo hoje, através das minhas mãos, são filhos que eu adoptei. Eu sei que tenho uma missão: trazer vidas ao mundo e dar condições para que as crianças tenham um lar feliz, onde o pai é Jesus.

Rezem por mim, rezem por mim... Rezem para que Deus tenha piedade de mim e que me perdoe, porque eu tenho a certeza de que eu não fugirei do Juízo Final”

Testemunho divulgado no programa de rádio do Pe. Marcelo Rossi em 15.09.2000
Rádio América 1410 – AM
 
 
 
 
 
O copo de leite Imprimir e-mail
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Um dia, em Nova Iorque, um rapazito pobre bateu À porta duma casa para pedir esmola. Veio atender uma linda menina. O petiz, por timidez, pediu apenas um copo de água.
A menina, com pena dele, em vez de água trouxe-lhe um copo de leite.
O rapaz tomou o leite, agradeceu e nunca mais esqueceu aquele rosto.
Muitos anos depois, essa menina, já adulta, adoeceu gravemente e foi levada de urgência ao hospital. Um dos médicos, o Dr. Kelly, reconheceu-a imediatamente.
Era a que lhe tinha dado, com tanta bondade, o copo de leite.
No fim da operação, o Dr. Kelly disse à administração que os gastos da operação ficavam por sua conta, e foi ele próprio entregar o recibo de pagamento à senhora.
Ela, admirada, por não ter nada a pagar, quis saber o motivo e ouviu como resposta: “Está tudo pago com um copo de leite que a senhora um dia me deu…”.
 
 
 
 
 
As pedras Imprimir e-mail

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Certa vez, um homem caminhava pela praia, numa noite de lua cheia...
E pensava assim:
se eu tivesse um carro novo, seria feliz;
se eu tivesse uma casa grande, seria feliz;
se eu tivesse um excelente trabalho, seria feliz;
se eu tivesse uma parceira perfeita, seria feliz...
Até que tropeçou num pequeno saco cheio de pedras.
Pegou no saco e começou a atirar as pedras, uma a uma, ao mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...
Assim fez até que ficou com uma só pedra no saco e decidiu guardá-la.
Ao chegar a casa, percebeu que aquela pedra, se tratava de um diamante muito valioso.
Quantos diamantes ele atirou ao mar sem parar para pensar?

São assim as pessoas...
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.
Muito perto de ti está a tua felicidade.
Cada pedra deve ser observada...
Ela pode ser um diamante valioso!
Cada um dos nossos dias pode ser um diamante precioso e insubstituível.
Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais o recuperar.

TU, como tens atirado as tuas pedras?

Amigos, Família, Trabalho e até mesmo os teus sonhos.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós
enquanto vivemos.

Autor desconhecido

 
Procurando o Senhor Imprimir e-mail
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Um homem andava à procura do Senhor. Tinham-lhe falado de um convite que a todos fazia chegar ao Seu Reino, onde tinha reservada uma morada para cada um dos seus amigos.
E ele também tinha grande desejo de ser amigo do Senhor. Porque não? Se os outros o tinham conseguido... Que o impedia a ele de ser um deles?
Soube do Seu paradeiro, e soube também que o Senhor tinha ido pelo monte dentro, com um tronco, a fim de preparar para cada um dos seus amigos o necessário para a viagem.
E foi procurá-lo. Atravessou a clareira e meteu-se por entre os montes.
E encontrou-se com o Senhor, que estava a preparar as “cruzes’ para cada um dos seus amigos, antes de partir para Sua casa, a fim de dispor de um lugar para cada um.
- Que estás a fazer? - Perguntou o homem ao Senhor.
- Estou a preparar para cada um dos meus amigos a cruz que terão de carregar, para me seguirem, e assim poderem entrar no Meu Reino.
- Posso eu também ser um dos teus amigos?
- Claro que sim! - disse-lhe Jesus - era o que eu esperava que me pedisses. Se é o que queres de verdade, tens de tomar a tua cruz e seguir os meus passos. Eu tenho de me adiantar. Vou preparar-vos um lugar.
- E qual é a minha cruz, Senhor?
- É esta que acabo de fazer. Sabendo que vinhas e que os obstáculos não te detinham,
pus-me a prepará-la especialmente para ti, com muito carinho.
A verdade é q muito preparada ñ estava, pois tratava-se de um tronco cortado ao machado, sem qualquer tipo de terminação ou arranjo. Os ramos do tronco tinham sido cortados de baixo para cima, daí sobressaindo pedaços por todos os lados.
Era uma cruz de madeira dura, bastante pesada, e sobretudo, multo mal terminada.
O homem, ao vê-la, pensou que o Senhor se tinha esmerado muito ao prepará-la.
Mas, como queria realmente entrar no Seu Reino, decidiu carregá-la sobre os seus ombros, começando um longo caminho, com o olhar nas pegadas do Mestre.
Mal carregou a incómoda cruz, logo fez a sua aparição – o diabo, que costuma tomar-se presente nestas ocasiões. Perseguia o homem que ia a caminho.
- Esqueceste-te de alguma coisa! Estranhando essa voz, o homem olhou para trás e viu o “sedutor’, que se aproximava sorridente e calmo, com algo na mão para lho entregar.
- Mas como? Também tenho de levar esse machado? - perguntou o homem.
- Não sei – disse o diabo, fazendo-se de inocente. Mas penso que é conveniente que o leves, pois podes necessitar dele pelo caminho.
Além disso, seria um desperdício deixares por aí um machado tão bom...
A proposta pareceu-lhe tão razoável, que, sem pensar demasiado, pegou na cruz e no machado, e retomou o caminho. Duro caminho! Por várias coisas...
Primeiro, e sobretudo porque ele pensara que faria o caminho com a companhia visível do Mestre. Mas a verdade é que tinha desaparecido deixando apenas as Suas pegadas, e por vezes confusas... A cruz gera sempre solidão e às vezes a ausência que mais dói neste caminho é a de não sentirmos Deus ao nosso lado, como se nos tivesse abandonado...
O caminho também era duro por outros motivos. Na realidade não havia caminho. Só pegadas pelos montes e vales…
Fazia frio naquele Inverno e a cruz era tão pesada! Sobretudo incómoda pela falta de acabamentos. As saliências espetavam-se-lhe na pele para fazer mais doloroso ainda o caminho.
Numa noite particularmente fria e cheia de solidão parou a descansar num descampado. Pousou a cruz no chão, e eis que de repente, tomou consciência da utilidade do machado. Talvez o maligno – que o seguia às escondidas – lho tenha sugerido.
O certo é que aí mesmo se pôs a “arranjar” a cruz com calma e paciência foi-lhe tirando os nós que mais o incomodavam, suprimindo aqueles montes de ramos mal cortados que tantos desgostos lhe estavam a causar no caminho.
E conseguiu duas coisas: primeira, “melhorar” o madeiro, e segunda arranjar um monte de lenha para se aquecer. Nessa noite, dormiu tranquilo, satisfeito...
E, na manhã seguinte, retomou o caminho. E assim, noite após noite, a sua cruz foi “melhorando”, polida pelo trabalho que nela ia realizando. Enquanto a sua cruz melhorava e se fazia mais leve, conseguiu também ter a lenha necessária para o fogo de cada noite.
Quase agradeceu ao tentador que lhe fez trazer consigo o machado.
Depois de tudo, foi mesmo uma sorte poder contar com aquele instrumento que lhe permitia trabalhar a sua cruz.
Estava mesmo satisfeito com o seu trabalho e até, para dizer a verdade, sentia orgulho pela sua obra de arte. A cruz tinha agora um tamanho razoável e um peso muito menor.
E tratava-se de um trabalho próprio. Bem polida, brilhava aos raios do sol e não pesava sobre os ombros. Chegaria a levantá-la com uma só mão, em forma de estandarte. Assim, poderia identificar-se no meio dos muitos seguidores do crucificado.
E, se lhe davam tempo, poderia continuar a trabalhá-la de tal forma que chegaria ao Reino com a cruz posta ao peito... para alegria de Deus e testemunho dos outros.
E conseguiu alcançar a si meta, quer dizer, as suas metas!
Porque, quando chegou às “muralhas” do Reino de Deus, deu-se conta de que, graças ao seu trabalho, estava descansado e até podia apresentar uma cruz muito bonita e que certamente ficaria como recordação na casa do Pai!
Nem tudo foi tão simples, porém! Pois a porta de entrada para o Reino de Deus estava colocada no alto da muralha. Tratava-se de uma porta estreita, aberta quase como uma janela e a uma altura Impossível de alcançar.
Chamou aos gritos, anunciando a sua chegada. E, lá do alto, apareceu o Senhor, convidando-o a entrar.
- Mas como, Senhor? Não posso! A porta está demasiado alta e não lhe chego!
- Apoia a cruz sobre a muralha e utiliza-a como escada – respondeu Jesus. Eu deixei-lhe de propósito esses nós para que te servisses dela. Além disso, tem um tamanho justo para chegares até à entrada.
Nesse momento, o homem deu-se conta de que a cruz recebida tinha sentido e que na verdade o Senhor tinha-a preparado muito bem. Mas agora, já era tarde. A sua pequena cruz, polida e recortada, parecia-lhe um brinquedo inútil! Era muito bonita mas não servia para entrar. O demónio tinha sido mau conselheiro e pior amigo.
Mas o Senhor é Bondoso e Compassivo. Não podia ignorar a boa vontade do homem e a sua generosidade em querer segui-Lo. Por isso, deu-lhe um conselho e outra oportunidade:
Volta para trás e segue os teus passos.
Encontrarás no caminho alguém que já não aguenta mais o peso da sua cruz...
Ajuda-o a trazê-la! Desse modo, tu lhe possibilitarás que faça o seu caminho e chegue até aqui... e ele te ajudará a ti, emprestando-te a cruz para poderes entrar.


 
Chocolate quente Imprimir e-mail
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Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho. O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente.
Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes – de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade. Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:
- Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...
Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:


- Considerai agora o seguinte:
a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu. As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm.


Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza... e apreciai o vosso chocolate quente.
 
 
 
 
 
As maravilhas que Deus faz para nós! Imprimir e-mail
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Um sábio, num dia de Primavera, deixou os livros, saiu de casa e partiu em direcção a uma floresta.
Sentou-se a contemplar a paisagem. Pouco depois ouviu, no silêncio da tarde, os passarinhos a cantar os seus aleluias e a voar no azul do céu.
Em seguida, levantou-se e foi pelos caminhos, curvando-se para se aproximar das primeiras flores da Primavera e cheirar o seu belo perfume. Estava encantado com a variedade de cores, muito mais encantadoras que as feitas pelos homens.
Passou junto de um pequeno lago e escutou as rãs a coaxar; era a sua maneira de mostrar a alegria que sentiam.
O sábio, pouco tempo depois, disse para consigo: «Se as aves do céu e as flores do campo louvam a Deus, por que não devo também eu fazê-lo neste dia de Primavera? E pôs-se a cantar a sua mais bela canção.

Ai se nós parássemos mais vezes, muitas vezes, todos os dias, para admirar as belezas e as primaveras que Deus faz para nós!
 
 
 
 
 
Uma história real Imprimir e-mail
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Havia um homem que se chamava Fleming e era um pobre lavrador escocês.
Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a família, ouviu um pedido de socorro proveniente de um pântano que havia na redondeza.
O Sr. Fleming largou tudo o que estava a fazer e correu ao pântano. Lá, deparou-se com um rapazinho enterrado até à cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente e em vão, libertar-se do lamaçal onde caíra.
O Sr. Fleming retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim da morte.
No dia seguinte, chegou uma elegante carruagem à sua humilde casa, donde saiu um homem elegantemente vestido, que se lhe dirigiu apresentando-se como o pai do rapazinho que salvara da morte certa.
“Quero recompensá-lo", disse o nobre. “O senhor salvou a vida do meu filho".
“Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz”, respondeu o lavrador escocês.
Neste momento, o filho do lavrador assomou à porta da casa.
"É o seu filho?" perguntou o nobre.
"Sim", respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.
Deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu.
Se o seu rapaz se sair ao pai, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos."
Então o Sr. Fleming aceitou.
O filho do humilde lavrador frequentou as melhores escolas e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's Hospital de Londres.
O filho do Sr. Fleming tornou-se um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos depois, o “rapazinho”que havia sido salvo do pântano adoeceu com uma pneumonia.
E desta vez, quem salvou a sua vida?
...A PENICILINA!
Quem era o nobre, que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming?
Sir Randolph Churchill.
E o filho do nobre, que foi duas vezes salvo pela família Fleming?
Sir Winston Churchill.

Alguém disse: O que vai, volta.
Portanto...
Trabalha como se não precisasses do dinheiro.
Ama como se nunca tivesses sido magoado.
Canta como se ninguém te ouvisse.
“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois o que o homem semear, isso também ceifará.”
Gálatas 6, 7.



 
É impossível! A minha hora de morrer ainda não chegou! Imprimir e-mail
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Um Bispo escocês percorria, sozinho e a pé, as montanhas da sua diocese. Quando se encontrava entre as árvores frondosas da floresta, a noite surpreendeu-o, e perdeu-se. Após voltas e voltas, numa longa procura, encontrou, finalmente, uma choupana onde residia uma pobre família. Os seus bravos moradores receberam-no, sem saber de quem se tratava, pois o estranho trajava costume civil, sob longa e pesada capa.
O Bispo, por sua vez, ignorava quem eram os seus anfitriões. Seriam católicos? Seriam protestantes? Não havia nenhum indício que pudesse esclarecer tal dúvida. Entretanto, após alguns momentos de mútua reserva e discrição, o Bispo notou que grande tristeza oprimia aquelas pobres pessoas.
Cheio de coragem, disse-lhes: "Vocês foram muito gentis e bons para comigo, mas sinto que estão muito tristes."
- Infelizmente, o senhor tem razão – respondeu a mãe que parecia estar à espera desta pergunta para desabafar. - Naquele quarto, ao lado, o nosso velho pai está a morrer. E o que mais nos aflige, é que ele pretende viver ainda, e recusa-se, obstinadamente, a preparar-se para a morte.
- Posso vê-lo? - pergunta, emocionado e surpreso, o Bispo. - Naturalmente, respondeu a mulher, com aquela confiança própria das pessoas aflitas. E acompanhou o hóspede ao quartinho onde se encontrava o enfermo.
O Bispo deparou-se com um velho, reduzido às portas da morte. Parecia que a morte só precisava de mais um passo para o atingir. À primeira alusão feita pelo Bispo, a respeito daqueles últimos momentos de vida do enfermo, este último, parecendo retomar todo o seu vigor, respondeu-lhe com firmeza: "Não, a minha hora ainda não chegou." E era esta a sua resposta a todas as reflexões que se lhe apresentavam, na intenção de o persuadir a preparar-se para o momento final.
- Mas, enfim, disse-lhe o Bispo, diga-me por que motivo o senhor acha que será curado.
O moribundo respondeu-lhe:
- O senhor é católico?
- Sim, sou católico – respondeu o Prelado.
- Neste caso – disse o enfermo – vou dizer-lhe porque é que ainda não chegou a minha hora de morrer. Eu também sou católico. Desde a minha primeira Comunhão, até hoje, nunca deixei de pedir à Virgem Santa, a graça de não me deixar morrer sem ter um padre junto ao meu leito de morte, e o senhor acha que a minha Mãe do Céu deixaria de me atender? É impossível! A minha hora de morrer ainda não chegou.
- Meu filho - exclamou o Bispo, profundamente tocado, no seu coração - meu filho, você foi atendido. Este que está a falar consigo, é mais do que um Padre; é o seu Bispo. Foi a Virgem Santíssima quem me enviou aqui, fazendo com que eu me perdesse na floresta, e isto para abençoar e colher o seu último suspiro.
E, abrindo a capa, fez brilhar, aos olhos do enfermo, a sua cruz pastoral. O doente, extasiado de alegria, exclamou:
- Ó Maria, ó minha boa Mãe; eu vos agradeço.
Em seguida, voltando-se para o Bispo, pediu-lhe:
- Ouça a  minha Confissão; agora eu sei que vou morrer.
Pouco depois, purificado pela última vez, faleceu cheio de alegria e confiança
 
O Monge e o Tronco Imprimir e-mail

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O superior dum convento, querendo saber ao certo como orientar os seus monges, foi ter com um monge que vivia num ermo com fama de santo. Foi e apresentou o seu pedido.

O santo monge pediu tempo para pensar e para rezar. Depois disse: o meio mais seguro para cada um chegar ao Céu é arranjar um tronco, com o seu tamanho, e todos os dias levá-lo da cela até à capela, e da capela outra vez para a cela. O superior ouviu, agradeceu e aceitou a ideia.
Aos monges custou-lhes um bocadinho, mas lá aceitaram. Só que alguns acharam o tronco muito pesado e cortaram um pedaço ao seu tronco. Sempre ficava mais leve. Quando morreram, S. Pedro pediu a cada um que fosse buscar o seu tronco, porque dizia ele, para passar para o lado do Céu era preciso atravessar uma ponte, e a ponte era o tronco que cada um trazia.
O pior é que os troncos que tinham sido cortados não chegavam ao outro lado...
E nem S. Pedro lhes valeu...
É claro que esta história é uma parábola. É só para não nos esquecermos que na nossa vida há um tronco que nos vai fazer falta para entrar no Reino Celeste. Às vezes este tronco parece um pouco pesado e comprido demais. Mas, no fim da viagem vemos que valeu a pena...
 
 
 
 
 
Em vez de um carro, uma bíblia Imprimir e-mail
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Um rapaz ia muito mal na escola e o pai propôs-lhe um acordo.
"Se tu, meu filho, mudares o comportamento, se te dedicares aos estudos e conseguires ser aprovado no 12º ano, ganharás um carro de presente". Por causa do carro, o rapaz passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. Sabia que a mudança era apenas fruto de interesse. E isso não era bom.
O grande dia chegou. Fez exame e foi aprovado. O pai convidou a família e amigos para uma festa de comemoração. Elogiou o resultado obtido pelo filho e passou-lhe para as mãos uma caixa de presente. Crendo que estavam ali as chaves do carro, o rapaz abriu o pacote e encontrou… uma bíblia.
O rapaz ficou visivelmente decepcionado, calou-se e jurou que jamais perdoaria ao seu pai por não cumprir o que lhe prometera. Deixou a casa dos pais e foi morar com um amigo. O tempo passou, formou-se, arranjou emprego e ignorou sempre o seu pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços familiares foram inúteis. Até que um dia o pai, muito triste, adoeceu e faleceu.
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a bíblia, que tinha sido o último presente do pai.
Ele aceitou-a, levou-a para casa e…ao abri-la, encontrou um cheque e uma carta que dizia: "Meu filho, sei quanto tu desejas ter um carro. Prometi e aqui está o cheque para que escolhas aquele que mais te agradar. No entanto, fiz questão de te dar um presente ainda melhor: A BÍBLIA SAGRADA. Nela aprenderás o Amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão de termos um Pai, que é Deus, e que é louco de amor por nós."
Com profundo remorso, o filho começou a chorar grossas lágrimas...
 
 
 
 
 
Estás pronto para receber Jesus em tua casa? Imprimir e-mail
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Um rapaz tinha muitos problemas e constantemente nas orações, pedia que Jesus viesse visitá-lo no seu sofrimento.
Um dia, Jesus bateu à sua porta. Ele, maravilhado, convidou-O a entrar, e Jesus sentou-se no sofá da sala. Na mesinha do centro encontrava-se uma Bíblia aberta no Salmo 91.
Na parede estava pendurado um bordado com o Salmo 23 e do outro lado um quadro da Santa Ceia.
Ó Jesus, disse o jovem, em primeiro lugar gostaria de dizer que é uma honra recebê-lo em minha casa. Como o Senhor deve saber, estou a passar algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda"•
"Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos sobre os teus pedidos, gostaria de conhecer a tua casa. Onde dormes?" No mesmo instante o rapaz lembrou-se que guardava no quarto umas revistas terríveis e apressou-se em dar uma desculpa:"Não, Jesus, lá não! O meu quarto não está arrumado!" • "Bem", disse Jesus, "e a cozinha, posso conhecer a tua cozinha?"
O rapaz lembrou que na cozinha havia algumas garrafas de bebida que ele não gostaria que Jesus visse.
"Senhor, desculpe, mas prefiro que não", respondeu o rapaz, "a minha cozinha está vazia, não tenho nada de bom para Lhe oferecer." Nesse instante, um barulho forte interrompe a conversa. Era alguém que batia furiosamente na porta. O rapaz levantou-se, assustado, e foi ver quem era. Abriu a porta meio desconfiado e viu que era o diabo. "Sai da frente que eu quero entrar!" Gritou o tentador.
"De jeito nenhum", respondeu o rapaz, e começaram a discutir.
Com muita dificuldade o homem conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta.
Cansado, o rapaz voltou para a sala e continuou: "Então, Jesus", disse ele, "como eu estava a dizer-Lhe, estou a precisar de tantas coisas..."
Mas, outra vez a conversa é interrompida por um barulho forte que vinha da janela do quarto...O rapaz correu para ver quem era e ao abri-la se deparou, novamente, com o diabo: "Agora vou mesmo entrar!" Disse o inimigo. Mais uma vez o rapaz se debateu com ele e conseguiu trancar a janela.
"Senhor", disse ele, "desculpe a interrupção, conforme eu dizia..."
Outra vez, dos fundos da casa, ouvia-se tamanho barulho como se alguém quisesse arrombar a porta, era novamente o diabo: "Eu quero entrar!" O rapaz, já exausto, lutou com ele e conseguiu mantê-lo do lado de fora. Ao voltar, contrariado, disse a Jesus: "Eu não entendo.
O Senhor está na minha casa e por que é que o diabo insiste tanto em entrar”?
"Sabes o que é meu filho", explicou Jesus, "é que na tua casa só me deste a sala."
O rapaz humildemente entendeu a lição de Jesus e fez uma rápida limpeza na casa para a entregar aos cuidados do Senhor. Neste instante, o diabo bateu mais uma vez à porta. O rapaz olhou para Jesus sem entender e o Senhor disse: "Deixa que eu vou atender."
Quando o diabo viu que era Jesus que atendia a porta, disse: "Desculpe, foi engano," e sumiu-se imediatamente.
Muitas vezes, é assim que acontece com o nosso coração. Entregamos a Jesus só uma parte dele, apenas a sala, ficando as dúvidas a morar no quarto, as tristezas na cozinha, o medo na varanda. Então lutamos e não vencemos porque a casa está dividida. E a Palavra do Senhor ensina-nos que todo o reino dividido contra si mesmo será destruído e os seus edifícios cairão sobre os outros” (Lc. 11,17). "Os olhos do Pai passeiam por toda a terra para se mostrar forte para com aqueles cujo coração é inteiramente Seu". "Que possamos construir sem divisão o Reino de Deus aqui na terra"
 
 
 
 
 
 
O burro do aldeão Imprimir e-mail
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Um dia, o burro de um aldeão caiu a um poço. O animal zurrou fortemente durante algumas horas, enquanto o dono procurava ajuda para o retirar. Não a encontrando, acabou por decidir que, sendo o burro já velho e estando o poço já seco, o melhor era tapar o poço e não valia a pena tirar o burro.
Convidou então todos os vizinhos para o ajudarem. Cada um pegou numa pá e começaram a atirar terra para dentro do poço. O burro, ao ver o que se estava a passar, começou desesperadamente a zurrar. Mas, pouco depois, para surpresa de todos, calou-se, e só se ouvia o som de pazadas a cair. O aldeão, olhando para o fundo do poço, ficou surpreendido com o que o burro estava a fazer. Sacudia a terra que ia caindo nas costas e dava mais um passo para cima da terra. Todos viram com espanto como o burro chegou à boca do poço, saltou por cima dos bordos e foi-se...
A vida vai-te atirar muita terra para cima, terra de todos os géneros. O segredo para saíres do teu poço é sacudi-la e usá-la para dares um passo para cima. Cada um dos nossos problemas é um degrau para subir. Assim, podemos sair dos vazios mais profundos, se não nos dermos por vencidos... Usa a terra que te atiram, para caminhares em frente.
 
 
 
 
 
Que tolos somos, às vezes… Imprimir e-mail
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Entre a consciência e o sonho, deparei com uma grande porta. Ao aproximar-me vi um guarda que me disse:
- Ninguém pode entrar nesta sala. Aqui estão guardados os “Livros da Vida”. Aquele q conseguir passar por esta porta poderá ter acesso ao seu livro e modificá-lo ao seu gosto.
A minha curiosidade era grande! Afinal, poderia escolher o meu destino. Insisti muito e o guarda cedeu:
- Está bem. Dou-lhe cinco minutos e nem mais um segundo.
Eu nem podia acreditar! Cinco minutos eram mais do que suficientes para que eu pudesse decidir o resto da minha vida… Poderia apagar e acrescentar o que eu quisesse no “Livro da minha vida”. Entrei e a primeira coisa que vi foi o Livro da vida do meu pior inimigo. Não aguentei a curiosidade. O que estará escrito no livro da vida dele? O que será que o destino reserva para aquela pessoa que eu não suportava?
Abri o livro e comecei a ler. Não me conformei… Verifiquei que a sua vida lhe reservava muita coisa boa e não tive dúvidas! Apaguei as coisas boas e rescrevi o seu destino com uma porção de coisas ruins.
Vi logo outro livro… Era de outra pessoa de que eu não gostava. Fiz a mesma coisa…
De repente deparei com o meu próprio livro! Nem acreditei. Era este o momento… Iria mudar o meu destino, apagaria todas as coisas ruins e rescreveria só coisas boas. Seria a pessoa mais feliz do mundo! Quando peguei no livro, alguém bateu no meu ombro:
- O seu tempo acabou! Pode sair.
Fiquei atónito! Mas eu nem tive tempo de ver o meu livro!!!
- Pois é, disse o guarda. Eu dei-lhe cinco minutos preciosos. Você poderia ter modificado o seu livro, mas só se preocupou com a vida dos outros e não teve tempo para ver a sua.
Abaixei a cabeça, cobri a face com as mãos…. E saí da sala…
 
 
 
 
 
Os cães e o Santíssimo Sacramento Imprimir e-mail
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Quem pode duvidar da Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento? Em Outubro 1995, quando o Papa João Paulo II visitou os Estados Unidos, foi convidado para fazer uma rápida visita a um Seminário. Esta iniciar-se-ia na escadaria da parte dianteira do seminário, onde o esperavam o Reitor, a equipa de funcionários e os seminaristas. Na hora combinada, o Papa e todo o séquito dirigiu-se para a porta do seminário. Enquanto os organizadores começaram a fazer o Papa-móvel recuar, o Papa parou e disse: "Gostaria de ir à capela uns minutos, pois tenho uma pequena oração a fazer".
Podemos compreender como é extensa e detalhada a segurança para alguém como uma visita papal: é inspeccionada cada polegada da estrada. Usam-se dispositivos para detectar possíveis explosivos escondidos. Até os cães fazem parte da equipa para detectar qualquer presença humana. Os cães são muito usados na busca de pessoas vivas nos restos de edifícios desmoronados, após terramotos e outros desastres. Quando pressentem a presença de pessoa viva, param, apontam os seus narizes e uivam. Quando o Santo Padre anunciou a sua intenção de ir uns momentos para a capela, os membros da equipa ficaram aflitos. Não se tinham lembrado nem do interior do edifício, nem da capela. Rapidamente prepararam-se para a acção. Atrasaram o Papa por alguns minutos enquanto entraram no edifício para o inspeccionar.
Eram diversos homens e dois cães. Estes cães inteligentes e ansiosos atravessaram rapidamente salões, escritórios, e salas de aula e foram pelo corredor abaixo para a capela. Quando entraram na capela, os homens deixaram os cães ir à frente. Para cima e para trás, para cima e para baixo, até que os cães cheiraram o altar com o SS.mº Sacramento e pararam imediatamente, e começaram a uivar, apontando o sacrário, recusando-se a sair. Estavam convencidos que tinham descoberto ALGUÉM. A atenção deles estava fixada no sacrário. Porquê? Porque tinham descoberto o sacrário. Jesus, o Filho Eterno de Deus, estava verdadeiramente no SS.mº Sacramento.
É espantoso que até o reino animal reconhece a presença de Jesus neste SS. Sacramento.
 
 
 
 
 
Uma história de gratidão Imprimir e-mail
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Meu Pai:
Quem lhe escreve é o seu filho Francisco. Talvez nem saiba, mas estou vivo, graças a Deus, e tenho 30 anos. Foi há muito tempo que nos vimos pela última vez. Tinha eu 15 anos quando fugi de casa. Lembra-se? Fugi para procurar o afecto que não tinha em casa.
Você era rico mas queria ser ainda mais rico. Por isso, só pensava nos seus negócios. Não lhe sobrava tempo para conversar comigo, nem com a minha mãe e a minha irmã. Nós protestávamos, mas dizia que não tinha tempo porque estava a trabalhar para nós.
Um dia, a minha irmã, com 12 anos, chegou a casa a chorar porque teve um problema na escola. O pai não a escutou e desapareceu. Noutra ocasião, soube pela minha mãe que eu tinha tido uma nota negativa em matemática. Sem me escutar, deu-me uma bofetada.
As coisas eram assim, em casa. Não aguentei mais e fugi para muito longe. No princípio, até passei fome. Mas encontrei um amigo que me ajudou. Arranjei emprego numa loja e comecei novamente a estudar. Hoje sou economista, trabalho numa grande empresa e ganho bem. Casei com uma óptima rapariga e temos um filho de 3 anos. A minha mulher está sempre a dizer-me que gostaria de conhecer os meus parentes. E também o meu filhinho tem perguntado pelo avô. Isto dói-me muito, porque me lembro de si como um homem duro, talvez incapaz de retribuir o carinho de um neto, assim como foi incapaz de dar uma palavra de ternura aos seus filhos.
Mas hoje soube, por uma pessoa que o conhece, que o pai está doente e que tinha sido infeliz nos negócios. A minha primeira reacção foi de indiferença. Mas um filho é sempre um filho e um pai é sempre um pai. No fundo, ainda tenho muito amor pelo meu pai.
Esta carta é para lhe comunicar que na próxima semana irei visitá-lo, levando comigo a sua nora e o seu neto. Se nos permitir, gostaríamos de o ajudar naquilo que estiver ao nosso alcance.
Pai, não precisa de me pedir perdão pelas mágoas que me causou, pois eu também tive culpa. Em vez de fugir, deveria tê-lo ajudado a mudar de atitudes. Com um pouco de paciência, tê-lo-ia conseguido. Acho que errei mais do que você. Por isso, se alguém deve pedir perdão, esse alguém sou eu. Abra-nos a sua porta que quero dar-lhe o abraço da reconciliação. Você e eu ainda poderemos ser bons amigos. Até breve, se Deus quiser. Seu filho Francisco
 
 
 
 
Ela deu um pulo Imprimir e-mail
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Assim que viu o cirurgião a sair da sala de operações, Ela perguntou: como é que está o meu menino? Ele vai ficar bom? Quando é que o posso ver?
O cirurgião disse: Tenho pena. Fizemos tudo, mas o seu filho não resistiu.
A Sally perguntou: porque é que as crianças têm cancro? Será que Deus não se preocupa? Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?
O cirurgião perguntou: queres algum tempo com o teu filho? Uma das enfermeiras irá sair dentro de alguns minutos antes de ele ser transportado para a universidade.
A Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto ela se despediu do seu filho. Ela passou os seus dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.
- Quer um caracol de cabelo? Perguntou a enfermeira.
A Sally abanou a cabeça a dizer que sim. A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico e entregou-o a Sally.
A mãe disse: ' foi ideia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade. Ele disse que talvez pudesse ajudar outra pessoa. No início eu disse que não, mas o Jimmy disse: Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe. Ela continuou: o meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre a pensar nos outros. Sempre disposto a ajudar se ele pudesse.
Depois de ter passado a maior parte dos últimos seis meses, a Sally saiu do Hospital pela última vez.
Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.
A viagem para casa foi muito difícil. Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia. Levou o saco com as coisas do Jimmy incluindo o cabelo para o quarto do seu filho.
Colocou os carros e as outras coisas no quarto, exactamente nos locais onde ele sempre os teve. Deitou-se na cama dele e agarrou a almofada e chorou até que se ficou a dormir.
Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.
A carta dizia: Querida Mãe, Eu sei que vais ter muitas saudades minhas; mas não pensas que eu vou esquecer-me de ti, ou que eu vou deixar de te amar, só porque eu não estou por perto para dizer 'Amo-te'. Eu vou amar-te sempre, Mãe, ainda mais com a passagem de cada dia.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia se quiseres adoptar um menino para não ficares tão sozinha, está tudo bem comigo.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se decidires para uma menina, ela talvez não vai gostar das mesmas coisas que nós rapazes gostamos.
Vais ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam, tu sabes.
Não fiques triste a pensar em mim. Este lugar é mesmo lindo. Os avós vieram ter comigo assim que eu cheguei para mostrar este lugar, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo. Os anjos são mesmo fixes. Eu adoro vê-los a voar. E sabes uma coisa? O Jesus não parece nada como se vê nas fotos. Embora quando o vi eu O conheci logo. Ele levou-me a visitar Deus! E sabes uma coisa? Eu sentei no colo d'Ele e falei com Ele, tal como se eu fosse uma pessoa importante. Isso foi quando eu Lhe disse que queria escrever esta carta para ti, para dizer adeus e tudo mais. Mas eu já sabia que não era permitido.
E sabes uma coisa Mãe? Deus entregou-me um papel e a sua caneta pessoal para eu poder escrever esta carta para ti. Eu acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar esta carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que tu Lhe fizeste,
'Onde estava Ele quando eu mais precisava? Deus disse que estava no mesmo sítio, tal e qual quando o filho dele, Jesus, foi crucificado.
Ele estava presente, tal e qual com está com todos os filhos dele.
Mãe, só tu é que consegues ver o que eu escrevi, mais ninguém. As outras pessoas vêem este papel em branco. É mesmo fixe não é? Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para Ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida. Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus. Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase a esquecer-me, eu já não tenho dores, o cancro já se foi embora. Ainda bem porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim. Isso foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar. O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que dizes a isto?'
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.
 
 
 
 
A lição da borboleta Imprimir e-mail
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Um dia uma pequena abertura apareceu num casulo.
Um homem sentou-se e observou durante várias horas…
Uma borboleta esforçava-se para fazer com que o seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela tinha parado de fazer qualquer progresso.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: pegou numa tesoura e cortou o restante do casulo e a borboleta então saiu facilmente, mas o seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta.
Ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo que se iria firmar com o tempo, mas nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o tempo da sua vida a rastejar com o corpo murcho e as asas encolhidas e nunca foi capaz de voar.
O que o homem, na sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, e assim ela estaria pronta para voar logo que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos na vida.
Se Deus nos permitisse passar através das nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados e não seríamos tão fortes como poderíamos ter sido.
Pedi força... E Deus deu-me dificuldades para me fazer forte.
Pedi sabedoria... E Deus deu-me problemas para resolver.
Pedi prosperidade... E Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Pedi coragem... E Deus deu-me obstáculos para superar.
Pedi amor... E Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Pedi favores... E Deus deu-me oportunidades.
Não recebi nada do que pedi... Mas recebi tudo de que precisava!
“Cada um de nós compõe a sua história.... E cada ser carrega em si o dom de ser capaz, de ser feliz!”
 
 
 
 
 
O Cavalo e o Porco Imprimir e-mail
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Um fazendeiro coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça. Um dia descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Foi ter com ele e tanto insistiu que o seu vizinho vendeu-lhe o cavalo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele foi chamar o veterinário.
Diz o veterinário: o cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu voltarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.


O porco – ali ao lado – escutou toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse: - Força, amigo! Levanta-te daí, senão serás sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:
Vamos lá amigo, levanta-te senão vais morrer! Vamos lá, eu ajudo a levantares-te… Upa! Um, dois, três…
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando se foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:
Meu amigo, ou agora ou nunca, levanta-te já! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Óptimo, vamos um, dois, três, muito bem, muito bem. Mas mais depressa ainda… Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Venceste, campeão!
De repente chegou o dono, viu o cavalo a correr pelo campo e gritou:
Milagre! O cavalo melhorou. Isto merece uma festa… “Vamos matar o porco!”

Reflexão:
o mesmo acontece com frequência no ambiente de trabalho. Dificilmente se percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
“Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.”
“Se algum dia alguém te disser que o teu trabalho não é o de um Profissional, lembra-te: Amadores construíram a Arca de Noé e Profissionais, o Titanic”.
Procura ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de Sucesso”.
 
A tocha de Cristo Imprimir e-mail
(uma história que nos ensina a não prescindir da luz do Senhor que guia o nosso caminhar)
 
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Além de ser amigos e compartilhar muitas coisas em comum, Pedro, Sérgio, Helena, Rosa, e Jaime eram escritores e historiadores, que preparavam juntos um romance histórico sobre a vida de um nobre castelhano.

Para tanto, dirigiram-se a um castelo localizado na província de Valladolid, ao qual chegaram quando a tarde já estava a cair. Percorreram cada um dos seus salões e dormitórios, quando de repente se escutou o som de um trovão, e as luzes apagaram-se suspeitosa e imediatamente.

Helena assegurou aos amigos que não deveriam inquietar-se, já que se tratava de um corte de luz. Porém o silêncio prolongava-se, e o castelo tornava-se cada vez mais tenebroso e inseguro. A única solução que propôs Pedro foi permanecer quietos até que se restabelecesse o serviço eléctrico… porém era Fevereiro, e Valladolid é uma cidade muito fria, e possivelmente o frio acabaria com eles antes.

Sérgio esticou a mão até à parede e com esforço arrancou um pedaço de madeira. - “Isto nos servirá, passem-me um isqueiro”. Disse.
Com aquele pedaço fez uma tocha. A chama iluminava a estância como se fosse um pequeno sol; e Sérgio avançou guiando o resto do grupo para que pudessem sair do castelo.

- “Devemos sair daqui todos juntos, e só temos uma tocha. Por tanto, permaneçamos unidos.” Pediu.

Todos aceitaram, menos Jaime, que argumentou que conhecia perfeitamente o castelo e que não precisava de ninguém para sair de lá. Além disso continuou, “a escuridão não era tão grande, e inclusive podia-se encontrar outro pedaço de madeira para fazer uma tocha, por mais que não lhe fizesse falta”.

Os amigos tentavam convencê-lo, mas Jaime era muito orgulhoso, e sempre prescindia de toda a ajuda oferecida.

O grupo seguiu caminhando até à saída do castelo; estando já do lado de fora e com a tocha acesa - porque a noite estava escura - ouviram um barulho. O Sérgio com a tocha na mão saiu a correr até o lugar de onde vinha o ruído; no chão jazia o cadáver do desafortunado Jaime, que havia caído por uma das escadas do castelo. Os quatro companheiros choraram a morte do seu amigo. Porém se o Jaime tivesse seguido o Sérgio, que levava a tocha, ele teria permanecido com vida.

Como os protagonistas desta história, nós também nos encontramos num castelo, que pela tormenta do pecado terminou sem luz. Deus, pelo seu infinito amor, mandou o seu Filho Jesus, para que com a tocha da sua vida nos livre das trevas do nosso castelo. Pretender prescindir da sua luz e da sua ajuda, é expor-se a cair num precipício do qual não haverá saída.




 
O artesão da vida Imprimir e-mail
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(Uma história sobre a descoberta do infinito amor de Deus pelas suas criaturas)

Um artesão encarrega-se de fazer vasilhas de barro, de louça ou de cerâmica.

Um artesão pode fazer humildes cântaros para levar água fresca como formosos vasos que embelezam os palácios dos reis. Porém um vaso tem mais valor no mercado do que um cântaro, porém só no mercado, porque a função prática dos vasos é principalmente decorativa enquanto os cântaros se utilizam para beber água fresca.

Entretanto, nem o cântaro nem o vaso podem existir sem o artesão. O barro misturado com água ou a argila misturada com água, sem a intervenção do artesão, estes objectos não são nada. E nada sai deles. Podemos fazer a prova, recolhendo terra misturando-a com água e amassá-la. Deixamo-la para que repouse, mas não obtemos nada, já que necessitamos das mãos e do engenho do artesão para que estas tomem forma.

O artesão toma este barro nas suas mãos e decide fazer um jarro ou um cântaro. Põe a massa no torno e vai-a modelando com as suas mãos, dando-lhe forma. Suponhamos que o barro ou a porcelana tivessem vida, e pudessem escapar do torno. Acaso não acabariam em nada? Num montão de terra molhada, que a chuva arrastaria. Porém no torno vão tomando forma e convertem-se num cântaro ou num jarro.

Podemos pensar que já está acabado o processo, mas não, é preciso ainda que o artesão as ponha no forno, que suportem a prova do fogo.

Também esta deve ser muito dolorosa, se os imaginamos com sentimentos. E que aconteceria se o cântaro ou qualquer um dos seus companheiros decidissem escapar do forno, da prova?

Quebrar-se-ia na primeira. Não serviria de nada. E seria necessário desfazer-se dele como um traste inútil. Há um artesão diferente dos demais. Ele tem a particularidade de amar com loucura as suas obras. Mas elas são livres. E às vezes rechaçam o forno. Inclusive o torno. Quando um destes objectos se quebra, este artesão não deixa o cântaro quebrado, atirado para um canto, pelo contrário, toma-o de novo, amassando-o no torno não com água mas com Sangue, com o Sangue do Seu Filho. Porque este artesão é Deus Pai. Seu Filho, Jesus. E o cântaro ou vaso, cada homem ou mulher. O torno, a fé. O forno, a vida.




 
A Menina Imprimir e-mail
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Acelerando o seu mercedes, um empresário dirigia-se à cidade como fazia frequentemente para trabalhar.

Nunca prestara atenção numa casa humilde, quase escondida do desvio da estrada mas, naquele dia, experimentou a insistente curiosidade. Quem morava ali?

Cedendo ao impulso, aproximou-se, contornou a residência e sem descer do carro, olhou por uma janela aberta bem na frente, e viu uma menina de aproximadamente 10 anos, ajoelhada, de mãos postas e olhos lacrimejantes.

Não se contendo, perguntou então o empresário:

- Que fazes tu aí minha filha?

- Estou a rezar a DEUS a pedir socorro! O meu pai morreu, a minha mãe está muito doente e os meus quatro irmãos têm fome.

- Que engano, menina, o céu não ajuda ninguém, o céu está muito distante. Temos que nos arranjar sozinhos.

Embora irreverente e um tanto rude, este empresário era um homem de bom coração. Compadecendo-se, tirou do bolso uma boa soma de dinheiro e entregou-a à menina.

- Tome lá. Vá comprar comida para os irmãos e remédio para a mãe e esqueça a oração.

Feito isto, retornou à estrada. Antes de completar 200 metros, decidiu verificar se a sua orientação estava a sendo cumprida, mas, para sua surpresa, a pequena devota continuava de joelhos.

- Ora essa, menina. Porque é que não vai fazer o que lhe recomendei. Não lhe expliquei que não adianta pedir?

Então a menina, com aspecto muito feliz, respondeu:
- Já não estou a pedir. Estou apenas a agradecer. Pedi a Deus e Ele enviou-me o senhor.




 
A Visita Imprimir e-mail
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Todos os dias, ao meio-dia, um pobre velho entrava na igreja, e poucos minutos depois saia. Um dia, o padre perguntou-lhe o que fazia (pois havia objectos de valor na igreja). Venho rezar, respondeu o velho. Mas é estranho, disse o padre, que você consiga rezar tão depressa.

Bem respondeu o velho, eu não sei recitar orações compridas. Mas todos os dias, ao meio-dia, entro na igreja e só digo: “Ó Jesus, eu sou o Zé, vim-te visitar”. Num minuto, já estou de saída. E só uma oraçãozinha, mas tenho a certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital e, na enfermaria passou a exercer uma influência sobre todos: Os doentes mais tristes tornaram-se alegres, muitas risadas passaram a ser ouvidas.

Um dia uma enfermeira perguntou ao Zé:

- Os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre…

- É verdade, estou sempre muito alegre. É por causa da visita que recebo todos os dias. Faz-me muito feliz!…

A enfermeira ficou atónita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia.

O Zé era um velho solitário, sem ninguém…

- Quem o visita? A que horas?

- Todos os dias. - respondeu o Zé, com um brilho nos olhos.

- Todos os dias, ao meio-dia ELE vem ficar ao pé da cama. Quando olho para ELE, ELE sorri e diz:

”Ó Zé, eu sou JESUS, eu vim visitar-te”.
 
Pegadas na Areia Imprimir e-mail
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Certa noite eu tive um sonho… sonhei que estava na praia com o “Senhor”; e através dos céus passaram cenas da minha vida.

Para cada ano que passava eram deixadas dois pares de pegadas na areia, um era o meu e o outro do Senhor.

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós olhei para trás para as pegadas na areia e notei que muitas vezes no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas.

Notei também que isso só acontecia nos momentos mais difíceis do meu viver, isso aborreceu-me e perguntei então ao Senhor:

-Senhor! Tu deixaste-me…Porquê? Se um dia me disseste que eu resolvi seguir-te que tu andarias sempre comigo. Mas notei que durante as maiores tribulações do meu viver havia na areia do caminho da minha vida, apenas um par de pegadas. Não entendo porque nas horas mais difíceis da minha vida tu me deixaste. O Senhor respondeu-me:

- Ó meu querido filho, Eu amo-te e nunca te deixaria nos momentos das tuas provocações e do teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas foi porque exactamente aí que “Eu te carreguei nos meus braços.”
 
 
 
 
 
Lições de Vida Imprimir e-mail
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“Um dia, durante uma conversa entre advogados, fizeram-me uma pergunta:
O que é que de mais importante já fizeste na tua vida?
A resposta veio-me à mente, na hora, mas não foi a que respondi pois as circunstâncias não eram apropriadas. No papel de advogado da indústria do espectáculo, sabia que os assistentes queriam escutar anedotas sobre o meu trabalho com as celebridades. Mas aqui vai a verdadeira, que surgiu das profundezas das minhas recordações:
O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de Outubro de 1990. Comecei o dia a jogar golfe com um ex-colega e amigo meu que há muito não via. Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele contava-me que a sua esposa e ele acabavam de ter um bebé. Enquanto jogávamos chegou o pai do meu amigo que, consternado, lhe diz que o seu bebé parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência. No mesmo instante, o meu amigo subiu para o carro do seu pai e foi-se.
Por um momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei de pensar no que deveria fazer: Seguir o meu amigo até ao hospital? A minha presença, disse a mim mesmo, não serviria de nada pois a criança certamente está sob cuidados médicos, e nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação. Oferecer o meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele como a sua esposa vinham de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários acontecesse o que acontecesse. A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar.
Decidi que mais tarde iria ver o meu amigo. Quando me dispus a partir no meu carro, percebi que o meu amigo tinha deixado o seu carro aberto com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de ténis. Decidi, então, fechar o carro e ir até ao hospital entregar-lhe as chaves. Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam. Entrei sem fazer ruído e fiquei junto da porta pensando o que deveria fazer. Não demorou muito e surgiu um médico que se aproximou do casal e em voz baixa, comunicou o falecimento do bebé.
Durante os instantes que ficaram abraçados a mim pareceu uma eternidade, choravam enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor. O médico perguntou-lhes se desejavam ficar alguns instantes com a criança. Os meus amigos ficaram de pé e caminharam resignadamente até à porta. Ao ver-me ali, aquela mãe abraçou-me e começou a chorar. Também o meu amigo se refugiou nos meus braços e disse: Muito Obrigado por estar aqui!
Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo o meu amigo e a sua esposa segurar nos braços o seu bebé, despedindo-se dele. Isto foi o mais importante que já fiz na minha vida.
Além de outras, posso tirar a seguinte lição:

O mais importante que fiz na vida, ocorreu quando não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem toda a razão que utilizei para analisar a situação e decidir o que deveria fazer, me serviu naquelas circunstâncias: duas pessoas receberam uma desgraça e eu nada poderia fazer para remediar. A única coisa que poderia fazer era esperar e acompanhá-los. Foi o que fiz e valeu a pena.
 
 

 
QUE LINDA IDEIA! Imprimir e-mail
Um dia, uma professora pediu aos seus alunos que fizessem uma lista dos nomes dos outros estudantes numa folha de papel, deixando algum espaço debaixo de cada nome.
Depois pediu-lhes que pensassem na coisa mais bonita que poderiam dizer a todos os colegas e a escrevessem.
Na segunda-feira seguinte deu a cada estudante a lista com os seus nomes.
E a classe inteira começou a sorrir: "Verdade?" cochichavam. "Eu não sabia que era tão importante para alguém! E não pensei que eu agradasse tanto aos outros“. Eram as frases mais pronunciadas.
Ninguém falou mais daquelas folhas e a professora não soube se os meninos tinham discutido esta lição com os pais, mas não tinha importância: o exercício tinha alcançado o seu objectivo.
Todos estavam contentes com eles mesmos, e tornaram-se cada vez mais unidos.
Anos depois, um dos estudantes foi morto na guerra e a professora participou do funeral.
Nunca tinha visto um soldado no caixão: parecia tão bonito e tão maduro...
A Igreja estava cheia de amigos do soldado. Todos os amigos se aproximaram do caixão, e a professora foi a última a despedir-se do cadáver.
Um dos soldados presentes perguntou-lhe "A senhora era a professora de matemática do Mário"? Ela acenou com a cabeça, depois que ele contou que o "Mário falava muito dela"
Abrindo a carteira, tirou com atenção dois pedaços de papel que tinham sido obviamente dobrados, abertos e reabertos muitas vezes.
A professora soube ainda antes de olhar que aquelas folhas de papel eram aquelas nos quais os colegas do Mário tinham escrito todos os elogios.
"Muito obrigada por ter feito isto", disse a mãe do Mário. "Como pode ver, o Mário preservou-o como um tesouro"
Todos os colegas começaram a aproximar-se. Carlos sorriu timidamente e disse "eu ainda tenho a minha lista na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa".
A esposa do Jorge disse que o marido lhe tinha pedido que pusesse no álbum do seu casamento e Marília acrescentou que o seu foi preservado no seu diário.
Victória, outra companheira, abriu a agenda e tirou a sua lista um pouco estragada, mostrando-a ao grupo. Trago–a sempre comigo e penso que todos nós a temos guardada"
Naquele momento a professora sentou-se e chorou.
Chorou pelo Mário e por todos os seus amigos que não o veriam mais.

Há tantas pessoas no mundo que por vezes nos esquecemos que a vida um dia acabará, e não sabemos quando isso acontecerá.
Diz às pessoas que amas, que são especiais e importantes para ti.
Diz-lhes isto antes que seja tarde.
 
 
 
 
 
SEGUINDO OS SENTIDOS Imprimir e-mail
Imagem vazia padrãoEra uma vez um homem que não tinha nada para que a sua família comesse. Tinha apenas uma velha espingarda e três balas. Assim, decidiu sair e caçar algo para o jantar.

Imagem vazia padrãoDescendo a estrada, viu um coelho e atirou e errou. Depois viu um esquilo, atirou e errou. E quando avançava, viu um peru selvagem numa árvore e ele tinha somente uma bala, mas ouviu uma voz que lhe disse:
- Reze primeiro, aponte para o alto e permaneça concentrado.

Imagem vazia padrãoEntretanto, ao mesmo tempo, viu um cervo que seria uma caça muito melhor. Apontou um pouco para o lado e mirou no cervo. Mas, então viu uma cascavel entre as suas pernas pronta para o bote, então, naturalmente, apontou a arma para baixo para disparar na cascavel.

Imagem vazia padrãoAí, a voz disse-lhe outra vez
- Eu disse, reze, aponte para o alto e permaneça concentrado.

Imagem vazia padrãoE o homem decidiu escutar a voz. Rezou, apontou a arma para o alto e em seguida disparou no peru selvagem. A bala atravessou o peru e matou o cervo. A velha arma explodiu, o punho da espingarda caiu e bateu na cabeça da cobra matando-a e o cano bateu numa lagoa.

Imagem vazia padrãoQuando se refez do susto, tinha peixes nos seus bolsos, um cervo e um peru para comer. E a cobra estava morta. Simplesmente porque o homem atendeu a voz de Deus.

Imagem vazia padrãoDesde então, o homem, antes de fazer qualquer coisa, passou a rezar primeiro, mirar no alto o seu objectivo e permanecer sempre concentrado em Deus.
 
 
 
 
Um padre mendigo atende a confissão do Papa João Paulo II Imprimir e-mail
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Um sacerdote da arquidiocese de Nova York, ia rezar Missa numa paróquia de Roma quando ao entrar na Igreja encontrou um mendigo. Depois de o observar por uns momentos, deu conta que conhecia aquele homem. Era um companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. Agora mendigava pelas ruas. O padre após se identificar escutou da boca do mendigo como tinha perdido a sua fé e a sua vocação. No dia seguinte, o sacerdote ia ter a oportunidade de assistir à Missa privada do Papa, a quem podia cumprimentar no fim da celebração. Ao chegar a sua vez, ajoelhou-se diante do Santo Padre, e pediu-lhe para que rezasse pelo seu antigo companheiro de seminário…e contou-lhe a situação. O Papa convidou-o a que no dia seguinte viesse jantar com ele e que trouxesse consigo o tal mendigo. O sacerdote voltou à paróquia e apresentou ao seu amigo o desejo do Papa e convenceu-o a aceitar. Levou-o à sua pensão para ali tomar banho, ofereceu-lhe uma roupa apresentável, e foram ao Vaticano jantar com o Papa. No fim do jantar o Papa pediu ao sacerdote que se afastasse e os deixasse sós, a ele e ao mendigo. Uma vez sós, diz-lhe o Papa: atende-me de confissão. O homem, impressionado, respondeu que já não era sacerdote, e o Papa respondeu: “O homem, impressionado, disse que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu: “Tu foste ordenado sacerdote para sempre”. - “Mas eu estou fora das minhas faculdades de sacerdote, tiraram-me as licenças de exercer”. Responde o Papa: “Eu sou o Bispo de Roma posso encarregar-me disso. Atende-me, por favor”. O homem escutou a confissão do Santo Padre e, no fim, foi ele que pediu ao Papa para o confessar também. Depois da confissão chorou amargamente.
No fim João Paulo II perguntou-lhe em que paróquia andava a mendigar e nomeou-o assistente do pároco dessa paróquia e encarregado dos mendigos. (Do jornal LA RAZÓN, Madrid, ESPAÑA, 9-5-2001).
 
 
 
 
A HISTÓRIA DO LÁPIS Imprimir e-mail
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O neto olhava para a avó que escrevia uma carta.
A certa altura, perguntou:
- A avó está a escrever uma história que aconteceu connosco?
E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou , sorriu, e comentou com o neto:
- Estou a escrever sobre ti, é verdade.
No entanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou a usar.
Gostaria que tu fosses como ele, quando crescesses.
"Primeira qualidade:
Tu podes fazer grandes coisas, mas não deves esquecer nunca que há uma Mão que guia os teus passos.
A esta mão nós chamamos Deus, e Ele deve sempre conduzir-te em direcção à Sua vontade ".
"Segunda qualidade:
De vez em quando preciso de parar o que estou a escrever, e usar o afia.
Isto faz com que o lápis sofra um pouco, mas depois ele fica mais afiado.
Portanto, aprende a suportar algumas dores, porque elas te farão ser uma pessoa melhor."
"Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira ou a sua forma exterior, mas o carvão que está dentro.
Portanto, cuida sempre do que acontece dentro de ti."
"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca.

Da mesma maneira, tudo o que tu fizeres na vida irá deixar traços. Por isso, procura ser consciente de cada acção.
 
 
 
 
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