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"A Tua Palavra é Luz para os meus passos"

(Sl 119, 105)

 
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Histórias lindas
Nunca damos valor ao que temos Imprimir e-mail

 

Nunca damos valor ao que temos…

Havia uma moça cega que se odiava porque era cega.
Ela odiava toda a gente, excepto o seu dedicado namorado...
Ela podia contar sempre com ele...
Ela disse ao namorado, 'Se eu pudesse ver o mundo, eu casar-me-ia contigo.'
Um dia, alguém lhe doou um par de olhos.
Quando lhe tiraram os pensos dos olhos, ela conseguiu ver tudo ao seu redor, inclusive o seu namorado.
Ele perguntou-lhe:
'Agora que podes ver o mundo, casas-te comigo?'
A moça olhou para o namorado e reparou que era cego.
O aspecto dos olhos do namorado, com as pálpebras fechadas, chocou-a.
Ela não estava à espera de tal cena.
O pensamento, de que tinha de vê-lo assim para o resto da vida, levou-a a recusar o pedido de casamento.
O seu namorado saiu em lágrimas e uns dias depois escreveu-lhe um bilhete a dizer:
'Toma bem conta dos teus olhos, minha querida, pois antes de eles serem teus, eles eram meus.'
Isto é como a mente humana trabalha, na maioria das vezes, principalmente quando a nossa situação muda.
Apenas alguns se lembram como era a sua vida antes e de quem os acompanhou nas situações mais dolorosas.

A vida é um presente.
Hoje
antes de dizeres uma palavra indelicada
- pensa em alguém que não pode falar.
Antes
de te queixares do sabor da comida
- pensa em alguém que não tem nada para comer.
Antes
de te queixares do teu marido /da tua esposa
- pensa em alguém que chora na solidão e pede a Deus por um companheiro(a).
Hoje
antes de te queixares da vida que tens
- pensa em alguém que morreu novo ou 'cedo' demais.
Antes
de te lamentares pela distância que tens de guiar
- pensa em alguém que anda essa mesma distância a pé.
E quando estiveres cansado(a) e te queixares do teu trabalho
- pensa nos desempregados, nas pessoas com deficiência e naqueles que gostariam ter um trabalho.
E quando pensamentos negativos te deprimem
- põe um sorriso na cara e pensa que estás vivo(a) e ainda aqui andas.
 
Ofensas: Quem sai mais prejudicado Imprimir e-mail

Ofensas: Quem Sai Mais Prejudicado

 

Rodrigo chegou da escola muito nervoso. Subiu para o seu quarto, bateu a porta e deitou-se na cama a chorar.

O pai, um homem simples mas muito sábio, foi verificar o que tinha acontecido com o filho.

Quando viu o menino chorar, sentou-se na beira da cama e perguntou o que de grave tinha ocorrido.

O menino então desabafou:

- Foi o Maurício pai, o meu melhor amigo! Humilhou-me na frente de todos por causa do jogo de futebol. Estou com muita raiva! Tomara que ele fique doente e nunca mais possa ir à escola!

O pai calmamente agarrou o filho pela mão e disse:

- Vem comigo, vamos fazer uma brincadeira.

O menino obedeceu.

Foram até ao quintal, perto da churrasqueira onde havia uma pilha de carvão.

O pai então pediu ao filho que pegasse em carvões e tentasse atingir um lençol branco, que estava pendurado na corda a uma certa distância.

O menino gostou da brincadeira; começou a atirar os pedaços de carvão em direção ao lençol. Quando terminou, havia muitos carvões espalhados pelo chão, mas pouquissimos tinham atingido o lençol que continuava estendido na corda.

O pai pegou novamente o menino pela mão, levou-o até um espelho e perguntou como se estava a sentir.

O menino depois de se olhar no espelho disse:

- Cansado e sujo.

Então o pai completou:

- Estás a ver, meu filho?

  Ao atirar carvão contra o lençol, ficaste cansado e muito mais sujo do que o lençol. Assim também é com a raiva que sentes pelo teu amigo. Trouxe mais prejuizo para ti do que para ele.

 

Quando decidimos remoer as ofensas que recebemos, somos mais atingidos e prejudicados do que a pessoa que nos ofendeu.

 

As ofensas prejudicam muito mais a nós do que ao outro.

 
Cada um dá o que tem Imprimir e-mail

CADA UM DÁ O QUE TEM

Duas fazendeiras moravam próximas uma da outra, mas não eram amigas. Uma era cristã, a outra não era e tinha aversão a cristãos.

Um dia, esta senhora, com o coração cheio de ódio, resolveu insultar a piedosa senhora, mandando-lhe como presente uma cesta cheia de estrume de animais, e com um cheiro insuportável.

Quando o presente chegou às mãos da vizinha generosa, ela chamou a empregada e disse:

 – Vai ao jardim, colhe as mais belas e cheirosas flores, enche uma cesta e envolve-a com um laço bonito.

Depois de tudo preparado, escreveu um bilhete e colocou-o também dentro da cesta. A empregada foi entregar o presente, em nome da sua patroa piedosa, à vizinha inimiga.

Quando ela abriu a cesta sentiu um agradável perfume. Mas, ao ler o bilhete, viu a mensagem que descrevia tudo o que estava a acontecer: “CADA UM DÁ O QUE TEM”.

 
Gestão do tempo Imprimir e-mail

 

GESTÃO DO TEMPO

 

 Um homem quis surpreender a plateia durante uma conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande, de boca larga. Colocou-o sobre a mesa, ao lado de uma pilha de pedras do tamanho de um punho, e perguntou:

  "Quantas pedras acham que cabem neste frasco?"

Após algumas conjecturas dos presentes, o homem começou a colocar as pedras, até encher o frasco. Perguntou, então:

  - Está cheio?

Todos olharam para o frasco e disseram que sim. Em seguida, tirou um saco com pedrinhas bem pequenas debaixo da mesa. Colocou parte das pedrinhas dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram pelos espaços encontrados entre as pedras grandes. O senhor sorriu, com ironia, e repetiu:

  - Está cheio? 

  Desta vez, os ouvintes duvidaram: 

-Talvez não.

Muito bem!" exclamou o senhor, pousando sobre a mesa um saco com areia, que começou a despejar no frasco. A areia filtrava-se nos pequenos buracos deixados pelas pedras e pelas pedrinhas.

  - Está cheio? perguntou de novo.

  Não! exclamaram os ouvintes. Pegou, então num jarro e começou a deitar água dentro do frasco, que absorvia a água, sem transbordar. Deu por encerrada a experiência e perguntou:  o que acabamos de demonstrar? Um participante respondeu:

  "Que não importa como está cheia a nossa agenda; se quisermos, conseguiremos sempre fazer com que caibam lá outros compromissos."

 

- Não! concluiu o senhor. O que esta história nos ensina é que, se não colocamos as pedras grandes primeiro, nunca seremos capazes de colocá-las depois. E quais são as grandes pedras na nossa vida? São os nossos filhos, a pessoa amada, a família, os amigos, os nossos sonhos, a nossa saúde.... O resto é resto e encontrará o seu lugar..."

Não há sucesso profissional que compense o fracasso familiar.

 
A flor que não foi cuidada Imprimir e-mail
   

A flor que não foi cuidada

Havia uma jovem muito bonita, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que pagava muitíssimo bem, uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isto, o trabalho e os afazeres ocupavam-lhe todo o tempo e a sua vida era prejudicada nalgumas áreas.

Se o trabalho consumia muito tempo, ela tirava dos filhos; se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido. E assim, as pessoas que ela amava, eram sempre deixadas para depois…

Até que um dia, o pai, um homem muito sábio, deu-lhe um presente: uma pequena árvore muito cara e raríssima, da qual havia apenas um exemplar em todo o mundo. E disse-lhe:

- “Filha, esta arvorezinha vai-te ajudar muito, mais do que imaginas! Terás apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, e ela te dará em troca o perfume maravilhoso e lindas flores.”

A jovem ficou emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da árvore. Ela chegava do serviço, olhava, a arvorezinha e as folhas ainda estavam lá, não mostravam nenhum sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela, passava direto.

Mas um dia, sem mais nem menos, a árvore morreu. Ela chegou a casa e apanhou um susto! Estava completamente morta, as raízes estavam ressequidas, as flores caídas e as folhas amarelas. A jovem chorou muito e contou ao pai o que tinha acontecido.

O pai respondeu-lhe:

“Eu já imaginava que isto aconteceria, e não posso dar-te outra flor, porque não há outra igual a esta; ela era única assim como os teus filhos, o teu marido e a tua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas tu tens que aprender a regá-los, podá-los e dar-lhes atenção, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Tu acostumaste-te a ver a flor lá, sempre florida, sempre perfumada, e esqueceste-te de cuidar dela. Cuidadas pessoas que amas!”

Conclusão: E nós? Temos cuidado com as pessoas que Deus nos deu? Principalmente dos nossos familiares, amigos e benfeitores? Ele no-los dá, mas nós é que temos que cuidar deles. Só o verdadeiro amor (ou seja, o amor aos outros por amor de Deus, baseado na virtude), preserva e conserva.

 
Antiga lenda da Idade Média Imprimir e-mail

Antiga lenda da Idade Média

Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

 O homem foi levado a julgamento e o resultado foi a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para o condenarem e que teria pouca chance de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse a sua inocência. Disse o juiz:

- Eu sou muito religioso e por isso vou deixar a tua sorte nas mãos do Senhor; vou escrever num pedaço de papel palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO.

Tu sortearás um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá o teu destino, determinou o juiz. Sem que o acusado percebesse, o juiz separou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis numa mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a vibração, aproximou-se confiante da mesa, pegou num dos papéis e rapidamente meteu-o na boca e engoli-o. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que fizeste? E agora? Como vamos saber qual é o teu veredicto?

 - É muito fácil, respondeu o homem – basta ver o outro papel e saberemos que engoli o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado.

 

Mensagem: Por mais difícil que seja uma situação, não deixes de acreditar e de lutar até Ao último momento.

SÊ CRIATIVO! QUANDO TUDO PARECER PERDIDO, OUSA!

 
O elefante e a formiga medem forças Imprimir e-mail

 

O elefante e a formiga medem forças

Um elefante e uma formiga tiveram um desentendimento. O elefante julgava-se dono da floresta e não respeitava os formigueiros, pisando em cima deles.
Uma formiga protestou, dizendo que elas também tinham o direito de ser respeitadas. Como não chegaram a acordo, a formiga disse: "Já que não queres resolver pelo diálogo, vamos decidir pela força".
O elefante deu uma risada e disse: "Está bom. Pior para vós. Vamos então decidir pela força". E começou a pisar nos formigueiros, com as suas patas lentas e desajeitadas. A formiga avisou as colegas e vieram todos os formigueiros vizinhos.
Começaram a subir pelas quatro patas do elefante, e a picá-lo por todos os lados. Ele batia com o rabo e com a tromba, para lá e para cá, mas não adiantava.
Por fim, o elefante levantou a bandeira branca e pediu nova reunião. E nesta reunião, atendeu às exigências das formigas.

 

Por isso até hoje os elefantes respeitam os formigueiros e não pisam neles.

 

No mundo moderno, o grande testemunho de Cristo que as Comunidades cristãs são chamadas a dar é o da união. Somos, talvez, mais fracos que as grandes estruturas pecadoras. Mas, com a nossa união, tendo Cristo no meio, somos fortíssimos e podemos vencer até um elefante.

Que Maria Santíssima nos ajude a ser discípulos e missionários do seu Filho.

 
As 12 palavras ditas e retornadas Imprimir e-mail


As doze palavras ditas e retornadas

Era uma vez um homem muito trabalhador e honrado, mas infeliz em todo o negócio em que se metia. Mas tinha devoção ao Anjo da Guarda, rezando todos os dias em sua intenção. Cada vez mais pobre, o homem perdeu a paciência, e um dia gritou, desesperado com a sua triste sina:
- Acuda-me o diabo, que o Anjo da Guarda não me quer ajudar!
Apareceu um sujeito alto, todo vestido de preto, barbudo e feio, com uma voz roufenha e desagradável:
- Aqui estou! Aqui estou! Que é que queres de mim?
- Quero ficar rico.
O diabo indicou uma gruta onde havia um tesouro enterrado, e disse:
- Daqui a vinte anos voltarei para buscar-te. Se não disseres as doze palavras ditas e retornadas, serás meu para toda a eternidade.
O homem começou a viver folgadamente, em festas e alegrias, cercado de amigos e de mulheres.
O tempo foi passando, e uma noite lembrou-se de que estava condenado às penas do inferno. Só se soubesse as doze palavras ditas e retornadas...
-Isso deve ser fácil, disse ele consigo. Todo o mundo deve saber.
No dia seguinte perguntou aos amigos, aos vizinhos e a todos os moradores da cidade, e não havia quem soubesse o que vinha a ser o que ele lhes perguntava.
O homem afligiu-se muito. Cada vez mais o tempo passava, e ninguém sabia o segredo das doze palavras ditas e retornadas. Largou a vida má que levava, fez penitência e saiu pelo mundo, perguntando. Todos diziam:
- Não sei, nunca ouvi falar...
O homem só faltava morrer, com o pavor da ideia de ter de se encontrar com o diabo e ser levado para o fogo eterno.
Já passara muito tempo desde que deixara o folguedo dos ricos, vestindo com modéstia e dando esmolas.
Uma tarde, ia por um bosque na hora da "Ave-Maria". Ajoelhou-se para rezar, e ao terminar viu um velho que se aproximava dele.
Cumprimentou-o, e foram andando juntos para a vila. Perguntou ao velho como se chamava.
- Chamo-me Custódio - respondeu.
E falou-lhe nas doze palavras ditas e retornadas. E o velho Custódio disse:
- Eu sei as doze palavras ditas e retornadas.
O homem ficou tão satisfeito que abraçou o velho, dando graças a Deus e dizendo que aquilo era um milagre do Anjo da Guarda, sua devoção antiga.
- Como são as doze palavras ditas e retornadas? Qual é a primeira, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! A primeira palavra dita e retornada é a Santa Casa de Belém, onde nasceu Nosso Senhor Jesus Cristo, para nos remir e salvar.
- E as duas palavras ditas e retornadas, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As duas palavras ditas e retornadas são as duas tábuas de Moisés, em que Nosso Senhor pôs os seus divinos pés, e a primeira é a Santa Casa de Belém.
- E as três palavras ditas e retornadas, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo não! As três palavras ditas e retornadas são as três pessoas da Santíssima Trindade, as duas são as duas tábuas de Moisés, e a primeira é a Santa Casa de Belém.
- E as quatro palavras ditas e retornadas, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As quatro palavras ditas e retornadas são os quatro evangelistas, as três são as pessoas da Santíssima Trindade, as duas são as tábuas de Moisés, e a primeira é a Santa Casa de Belém.
- E as cinco palavras, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As cinco palavras ditas e retornadas são as cinco chagas de Nosso Senhor.
- E as seis palavras, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As seis palavras ditas e retornadas são as seis velas bentas que estão no altar-mor de Jerusalém.
- E as sete palavras, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As sete palavras ditas e retornadas são os Sete Sacramentos.
-E as oito palavras, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As oito palavras, ditas e retornadas, são as oito bem-aventuranças pregadas por Nosso Senhor Jesus Cristo.
- E as nove palavras, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As nove palavras, são os nove meses em que a Virgem Mãe trouxe Nosso Senhor.
- E as dez, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As dez palavras, ditas e retornadas são os Mandamentos da Lei de Deus.
- E as onze palavras, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As onze palavras, são as onze mil virgens.
- E as doze, amigo Custódio?
- Custódio, sim; amigo, não! As doze palavras ditas e retornadas são os doze apóstolos, as onze, são as onze mil virgens, as dez os Mandamentos, as nove, os meses de Nossa Senhora, as oito as bem-aventuranças, as sete, os Sacramentos, as seis, as velas bentas, as cinco, as chagas, as quatro, os evangelistas, as três, a Santíssima Trindade, as duas, as tábuas de Moisés, a primeira, a Santa Casa de Belém, onde nasceu quem nos salvou. Amém!
Estas são as doze palavras, ditas e retornadas.
- De joelhos te agradeço, amigo Custódio, a esmola, a qual há-de salvar-me do demónio!
- Custódio, sim, e teu amigo. Sou o Anjo da Guarda, que vem perdoar-te pelo arrependimento e pela penitência.
E sumiu-se.
O homem, quando chegou o prazo para prestar contas ao diabo, disse as doze palavras ditas e retornadas, e o maldito rebentou como uma bola de fogo, espalhando cheiro de enxofre.
O homem viveu santamente os seus dias, e acabou na paz de Deus, salvando-se graças ao seu Anjo da Guarda.
(Fonte: “Maravilhas do conto popular” - Cultrix, SP, 1960)

 
O perdão Imprimir e-mail

O PERDÃO

Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola. As suas notas e o comportamento eram uma decepção para os seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.
Um belo dia, o bom pai propôs-lhe um acordo: Se tu, meu filho, mudares o comportamento, te dedicares aos estudos e conseguires ser nota suficiente para a Faculdade de Medicina, dou-te então um carro de presente.
E, por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho.
Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. E isto era mau!
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado dos seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Foi aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e passou-lhe para as mãos uma caixa com um presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote.
Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem sentia-se traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família.
O tempo passou, ele formou-se, conseguiu um emprego num bom hospital e esqueceu-se completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu.
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. Ao chegar a casa, o rapaz, que nunca perdoara ao pai, quando ao pôr o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele.
Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: "Meu querido filho, sei o quanto desejas ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que escolhas aquele que mais te agradar. No entanto, fiz questão de te dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.

Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.
Antes que seja tarde, perdoa também tu àquele a quem pensas ter feito mal. Talvez se olhares com cuidado, vais ver que há também um "cheque escondido" em todas as adversidades da vida.

 
O Rei sem um dedo Imprimir e-mail

Deus é Bom!

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Havia, porém, um súbdito que sempre o lembrava desta verdade. Em todas as situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!"
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com o seu súbdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súbdito conseguiu matar o animal, mas não conseguiu  evitar que o Rei perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem reconhecer ter a vida salva pelos esforços do servo, perguntou-lhe: "E agora, o que me dizes? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria perdido o meu dedo!"
O servo respondeu: "Meu Rei, apesar de tudo quero dizer lhe que Deus é bom e é o bem!" O Rei, indignado com a resposta do súbdito, mandou que fosse preso, e na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu ele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para os seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso, falta-lhe um dedo!"
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou o seu súbdito e pediu que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afectuosamente, dizendo-lhe: "Meu caro, Deus foi realmente bom. Fica a saber que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas, ainda tenho no meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que tu ficasses preso da maneira como ficaste... Logo tu que tanto o defendeste?" O servo sorriu e disse: "Meu Rei, que bom foi Deus! Se eu estivesse livre e contigo nesta caçada, certamente teria sido sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!"

Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM!

 
A bicicleta de Deus Imprimir e-mail

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Numa noite quente de verão, um jovem foi falar com um velho sábio:

"Mestre, como posso ter a certeza de que eu estou a gastar a minha vida direito?
Como posso ter a certeza de que tudo o que faço é o que Deus me pede para fazer? “
O velho sábio sorriu satisfeito e disse: "Uma noite fui dormir com o coração muito aflito, pois estava a tentar, sem sucesso, responder a estas perguntas.
Foi então, que tive um sonho... Sonhei com uma bicicleta com dois selins.
Vi que a minha vida era como andar numa bicicleta para duas pessoas: Uma bicicleta tandem.
E vi que Deus ia sentado no selim, atrás de mim e... me ajudava a pedalar...
Mas aconteceu que Deus me disse para trocar de lugar... eu concordei... Mas a partir desse momento a minha vida nunca mais foi a mesma: Deus tinha transformado a minha vida… feliz e emocionante.
Mas...o que aconteceu desde que trocámos de lugar? Percebi que quando eu estava a dirigir, eu sabia o caminho. E tudo era descontado, chato e previsível.
Mas quando Deus começou a guiar, tudo era diferente... Ele conhecia lindos atalhos, e subia as montanhas, por lugares rochosos em alta velocidade...Eu continuava sentado no selim...Tudo era maravilhoso! O vento no rosto, e Deus continuava a dizer: «Pedala, pedala!»
Às vezes fiquei preocupado, e quando perguntei: "Senhor, mas para onde me estás a levar?"
“Ele” apenas sorriu e não respondeu. Entretanto, eu não sei como, comecei a confiar.
 Logo esqueci a minha vida “chata” e entrei na aventura e quando eu dizia: “Senhor, estou com medo...», Ele voltava-se para trás, tocava na minha mão e imediatamente uma grande serenidade substituía o medo.
Ele levou-me....
Algumas pessoas deram-me presentes para levar comigo ao longo do caminho, na minha viagem, ou seja, de Deus e minha. E partimos.
Deus disse-me: "Entrega os presentes...são bagagem a mais, muito peso”.
Então, comecei a dar os presentes às pessoas que encontrávamos, e percebi que em dar presentes... era eu que RECEBIA, e o nosso fardo era mais leve.
No começo não confiava NELE a comandar a minha vida. Pensei que me levaria ao desastre.
Mas ELE conhecia os segredos da bicicleta, sabia como incliná-la nas curvas fechadas, pular para superar lugares cheios de pedras, voar para encurtar os caminhos difíceis. E estou a aprender a ficar calado... e a pedalar nos lugares mais estranhos, e já aprecio o panorama ao redor e a brisa fresca no rosto com um companheiro de viagem MARAVILHOSO, como é Deus. E quando tenho a certeza de não aguentar mais para seguir em frente, não consigo avançar. ELE apenas sorri e diz-me: «Não te preocupes, EU guio, tu pedala!»

É uma história que nos encoraja ao abandono confiante nos braços de Deus.
A vida é como pedalar numa bicicleta.Tu só cais se parares de pedalar!!!

Sê inteligente: põe a tua vida nas mãos de Deus e deixa-te guiar.

 
Não faças julgamentos precipitados Imprimir e-mail

Não faças julgamentos precipitados...

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
- Mas que desgraça, o seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu: Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. O resto é julgamento vosso.
As pessoas riram-se do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Tinha fugido para a floresta. E trouxe uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas reuniram-se e disseram:
- Ó velho, você tinha razão. Não era uma desgraça, era uma bênção.
E o velho disse:
- Vocês estão a precipitar-se de novo. Quem pode dizer se é uma bênção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta...
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens. Uma semana mais tarde, caiu de um dos cavalos e fracturou as pernas.
As pessoas reuniram-se e, mais uma vez, puseram-se a julgar:
- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça o seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
- Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein? Não se adiantem tanto. Digam apenas que o meu filho fracturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isto é uma desgraça ou uma bênção...
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a alistar-se, menos o filho do velho. E os que foram para a  guerra, morreram...
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear o seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.
 Nunca encerres uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre...
Às vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a bênção que ela nos traz...

 
Deixa a raiva secar Imprimir e-mail


Deixa a Raiva Secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um jogo de chá, todo branquinho,
com enfeites rosa.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com a sua mãe naquela manhã.
A Júlia então, pediu à colega que lhe emprestasse o seu conjunto de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjunto de chá deitado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandeja estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: "Está a ver, mãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei-lhe o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deitou tudo no chão."
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia
pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou: "Filhinha, lembras aquele dia quando tu saíste com o teu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, atirou lama na tua roupa?
Ao chegar a casa tu querias lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Lembras o que a vovó disse?
Ela disse que era para deixar o barro secar primeiro. Depois era mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.
Depois é mais fácil resolver tudo."
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo a seguir alguém tocou à campainha.
Era a Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela disse: "Mariana, sabes aquele menino mau da outra rua que anda a correr atrás da gente? Ele quis brincar comigo e eu não deixei. E ele ficou bravo e estragou o brinquedo que tu me tinhas emprestado.
Quando eu contei à mãe ela ficou preocupada e foi a correr comprar outro brinquedo igualzinho para ti. Espero que não fiques com raiva de mim. Não foi minha culpa."
"Não há problema, disse Mariana, a minha raiva já secou."
E dando um forte abraço à sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para lhe contar a história do vestido novo que havia sujado de barro. Nunca tomes qualquer atitude com raiva.
A raiva cega-nos e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. Assim evitarás cometer injustiças e ganharás o respeito dos demais pela tua posição ponderada e correcta diante de uma situação difícil.
Lembra-te sempre: Deixa a raiva secar!
Autor Desconhecido

 
A mulher de Deus Imprimir e-mail


 “A MULHER DE DEUS?”

Num dia frio de Dezembro, um rapazinho com cerca de 10 anos, descalço, estava em pé, frente a uma loja de sapatos, olhando a montra e tremendo de frio. Uma senhora que passava aproximou-se dele e disse:
- Tu estás a pensar tanto, a olhar para essa montra…
- Estava a pedir a Deus que me desse um par de sapatos.
A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao empregado para dar meia dúzia de pares de meias ao menino. E perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O empregado atendeu-a rapidamente; ela levou o menino para a parte de trás da loja e, ajoelhando-se, lavou os seus pequenos pés e secou-os com a toalha. Entretanto, o empregado já tinha trazido as meias. Ela calçou-as nos pés do menino. E também lhe comprou um par de sapatos. Depois, entregou-lhes os outros pares de meias e, carinhosamente, disse-lhe:
- Sentes-te quentinho agora?
 Quando ela se virou para se ir embora, o menino segurou-lhe as mãos, olhou o seu rosto, com lágrimas nos olhos, e perguntou:
- A senhora é a mulher de Deus?

 
A tocha de Cristo Imprimir e-mail

(uma história que nos ensina a não prescindir da luz do Senhor que guia o nosso caminhar)

Além de ser amigos e compartilhar muitas coisas em comum, Pedro, Sérgio, Helena, Rosa, e Jaime eram escritores e historiadores, que preparavam juntos um romance histórico sobre a vida de um nobre castelhano.
Para tanto, dirigiram-se a um castelo localizado na província de Valladolid, ao qual chegaram quando a tarde já estava a cair. Percorreram cada um dos seus salões e dormitórios, quando de repente se escutou o som de um trovão, e as luzes apagaram-se suspeitosa e imediatamente.
Helena assegurou aos seus amigos que não deveriam inquietar-se, já que se tratava de um corte de luz. Porém o blecaute prolongava-se, e o castelo tornava-se mais e mais tenebroso e inseguro. A única solução que propôs Pedro foi permanecer quietos até que se restabelecesse o serviço elétrico... porém era fevereiro, e Valladolid é uma cidade muito fria, e possivelmente o frio acabaria com eles antes.
Sérgio esticou a mão até a parede e com esforço arrancou um pedaço de madeira. - "Isto nos servirá, passem-me um isqueiro". Disse.
Com aquele pedaço fez uma tocha. A chama iluminava a estância como se fosse um pequeno sol; e Sérgio avançou guiando o resto do grupo para que pudessem sair do castelo.
- "Devemos sair daqui todos juntos, e só temos uma tocha. Por tanto, permaneçamos unidos." Pediu.
Todos aceitaram, menos Jaime, que argumentou que conhecia perfeitamente o castelo e que não precisava de ninguém para sair de lá. Além disso continuou, "a escuridão não era tão grande, e inclusive podia-se encontrar outro pedaço de madeira para fazer uma tocha, por mais que não lhe fizesse falta".
Os seus amigos tentavam convencê-lo, mas Jaime era muito orgulhoso, e sempre prescindia de toda a ajuda oferecida.
O grupo seguiu até à saída do castelo; estando já do lado de fora e com a tocha acesa - porque a noite estava escura - ouviram um barulho. Sérgio com a tocha na mão saiu a correr até ao lugar de onde provinha o ruído; no chão jazia o cadáver do desafortunado Jaime, que havia caído por uma das escadas do castelo. Os quatro companheiros choraram a morte do seu amigo. Porém se Jaime tivesse seguido Sérgio, que levava a tocha, ele teria permanecido com vida.
Como os protagonistas desta história, nós também nos encontramos num castelo, que pela tormenta do pecado terminou sem luz. Deus, pelo seu infinito amor, mandou ao seu Filho Jesus, para que com a tocha da sua vida nos livre das trevas do nosso castelo. Pretender prescindir da sua luz e da sua ajuda, é expor-se a cair num precipício do qual não haverá saída

 
Os Anjos-da-Guarda Imprimir e-mail

Os Anjos-da-Guarda

Um vagabundo resolveu arranjar casa.
- Chega de dormir ao relento e de andar por aí, a vadiar, sem eira nem beira - disse o vagabundo. - Vou fazer uma casa só para mim.
Escolheu um sítio recatado, numa terra de ninguém, e lançou-se ao trabalho. No primeiro dia, desbastou o terreno e alisou-o. Depois, foi à vida.
Este vagabundo chamava-se Joanete.
por coincidência, outro vagabundo também pensou que já estava em tempo de ter uma casa. para poder levar a sua avante, tinha de procurar onde construí-la. Deu com o terreno, alisado pelo vagabundo Joanete, e disse:
- Aqui é que me calha.
Está limpo e pronto para a construção. Agora é só cavar as fundações e arranjar uns troncos grossos, que segurem as paredes.
- Foi o que fez. Depois, foi à vida.
- Este vagabundo chamava-se pé-leve.
Quando o primeiro vagabundo, o Joanete, regressou ao trabalho e viu os buracos feitos e os troncos alinhados, ficou, como é de imaginar, muito contente.
- Anda um anjo a ajudar-me - pensou.
Aplicou os troncos e foi cortar madeira para as paredes. Depois, como não tinha pregos para pregá-las, foi comprá-los.
O pé-leve, quando chegou e viu os troncos enterrados nos buracos e a madeira empilhada, pensou:
- Tenho um anjo ao meu serviço.
E foi comprar pregos.
Entretanto, regressou o Joanete, pregou a madeira e levantou as paredes.
O telhado deixou para depois. Foi dar um passeio.
Quando o pé-leve voltou e viu as paredes prontas, disse:
- Tenho de ajudar o meu anjo da guarda.
E levantou o telhado. Depois foi procurar de comer.
O Joanete, acabado o passeio, vendo o telhado pronto, disse:
- O meu anjo é um portento. Só falta o soalho e uns móveis.
Foi no que se aplicou. Assoalhada a casa e mobilada, no seu essencial, só faltava habitá-la. Estava uma lindeza. Uma porta, duas janelas, uma chaminé. Que mais queria?
E o vagabundo Joanete, encantado com a sua obra, ajoelhou-se e, de mãos postas, agradeceu a mãozinha ajudadeira do seu anjo da guarda.
Mas uma voz indignada interrompeu-lhe a oração:
- Que pouca vergonha é esta? Quem o mandou entrar na minha casa?
Era o pé-leve.
Levantou-se o Joanete e fez-lhe frente:
- A sua casa? Com que direito? Ainda agora a assoalhei e mobilei.
- Então e eu que levantei o telhado? - repontou o pé-leve.
- Então e eu que levantei as paredes? - retorquiu o Joanete.
- E eu que cavei as fundações?
- E eu que alisei o terreno?
Pararam de altercar. Olharam um para o outro, ambos de boca aberta.
- Tu é que eras o meu anjo da guarda? - apontou o Joanete para o pé-leve.
- O meu anjo da guarda eras tu? - apontou o pé-leve para o Joanete.
Caíram nos braços um do outro.
E ficaram a viver juntos

 
Uma carta de despedida Imprimir e-mail

UMA BELA CARTA DE DESPEDIDA

Foi assim que um pai se despediu dos seus três filhos:

Meus filhos, sede bons católicos e quanto mais fervorosos, melhor.
Não tenhais respeitos humanos no que se refere a Deus: tende orgulho de O testemunhardes em público e em particular, como a coisa mais preciosa que possuís.
Deixo-vos pouca riqueza, mas também nem é necessária para viverdes bem com Deus; pelo contrário, talvez até vos prejudicasse.  Na vida aprendi que da privação e do sacrifício nasce sempre a virtude.
Quando chegardes à juventude, conservai-vos puros de alma e de corpo. Meus filhos, ficai a saber que morro por dar testemunho da fé católica. Declaro como o meu maior ponto de honra e de glória foi ter sido católico, apostólico, romano até ao último instante da minha existência, em que, se Deus o permitir, morrerei gritando: Viva Cristo Rei! Vós sede sempre bons para com Deus. Adeus, meus filhos, até à eternidade!

E morreu repetindo o grito com que terminara a carta de adeus aos filhos: Viva Cristo Rei!

 
O Jipe Imprimir e-mail

Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas era ridicularizado por ser cristão.
Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de o humilhar na frente do pelotão, pregou-lhe uma partida...
- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure esta chave. Agora vá até àquele jipe e estacione-o ali na frente.
- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei conduzir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá ao jipe e faça o que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei conduzir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.
O soldado não temendo, pegou na chave das mãos do seu superior e foi até ao veículo.
Entrou, sentou-se no banco do motorista e começou a rezar:
"Senhor, tu sabes que eu não sei conduzir. Guia as minhas mãos e mostra a estas pessoas a tua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que me podes ajudar. Amém"
O soldado manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão a chorar e alguns de joelhos...
- O que aconteceu, amigos? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como devemos fazer para Ele também ser nosso?
 - perguntou o seu superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas por que é que todos decidiram aceitar o meu Deus?
O superior agarrou o soldado pelo braço, caminhou com ele até ao jipe, enxugando as lágrimas.
Chegando lá, levantou o capô do veículo para que ele visse que o mesmo estava sem motor!

DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E SEMPRE COLHERÁS O BEM!

 
Um gesto pode mudar a vida Imprimir e-mail

UM GESTO, PODE MUDAR A VIDA

Numa noite tempestuosa, há muitos anos atrás, um senhor idoso e sua esposa entraram no saguão de um pequeno hotel em Filadélfia. O homem levou a esposa até uma poltrona, e depois dirigiu-se à recepção.
Todos os grandes hotéis da cidade estão cheios. Por favor, vocês teriam um lugar para nós?
O funcionário explicou que, como se realizavam três convenções na cidade, não havia nenhum quarto disponível em nenhum lugar.
Todos os nossos quartos também estão cheios - disse ele. Todavia, não posso deixar um casal simpático como vocês sair à chuva a uma da manhã. Estão dispostos a dormir no meu quarto?
O homem replicou que não gostaria de privá-lo do seu quarto, mas o recepcionista insistiu:
Não se preocupe, eu arranjo-me.
Na manhã seguinte, ao pagar a conta, o velho disse ao rapaz:
Você é o tipo de pessoa que deveria gerir o melhor hotel do país. Talvez um dia eu construa um para você.
O rapaz olhou para o casal, e sorriu. Os três acabaram por rir e muito. A seguir, ele ajudou-a a levar as malas até à rua. Dois anos se passaram e o recepcionista já se esquecera do incidente, quando recebeu uma carta daquele senhor.
Nela ele relembrava a noite de tempestade, e incluía uma passagem de ida e volta a Nova Iorque.
Quando o moço chegou a Nova Iorque, o homem levou-o à esquina da Quinta Avenida com a rua Trinta e Quatro, e apontou para um enorme prédio, um verdadeiro palácio de pedras avermelhadas com torres e vigias, como um castelo de fadas elevando-se até ao céu.
Este - disse o homem - é o hotel que acabei de construir para você tomar conta.
O senhor deve estar a brincar - disse o jovem, sem saber se devia ou não acreditar nas palavras do outro.
Não estou a brincar, não - respondeu o outro com um sorriso travesso.
Afinal de contas, quem é o senhor?
O meu nome é William Waldorf Astor. Estamos a dar ao hotel o nome de Waldorf Astoria, e você vai ser o seu primeiro gerente.
O nome do rapaz era George C. Boldt, e esta é a história de como ele saiu de um pequeno e medíocre hotel em Filadélfia, para se tornar gerente do que era então o hotel mais luxuoso do mundo.
Astor sabia que a bondade demonstrada por Boldt fora espontânea, sem pensar em tirar qualquer proveito dela, e por isso teve início uma amizade que superou todas as barreiras de status social e financeiro.
O recepcionista – que certamente recebia apenas um modesto ordenado – decidiu ajudar um estranho por perceber a sua real necessidade. Mal sabia ele que estava a ceder o seu quarto ao homem mais rico dos Estados Unidos. 
Ele poderia muito bem ser apenas mais um homem de negócios, à procura de um quarto naquela noite tempestuosa e fria. Por outro lado, aquela semente de amizade, uma vez plantada, germinou para o recepcionista na forma de um cargo muito superior e de maior prosperidade financeira.

Aqueles a quem ajudamos, sejam pobres, ricos, de classe média, negros, brancos, amarelos ou pardos, muitas vezes apenas esperam de nós um apoio, uma palavra, um gesto de amizade. Se o fizermos com o intuito de obter lucro, já teremos recebido a nossa recompensa, e tudo termina aí. Mas, se nos mostrarmos generosamente solícitos, e compadecidos daqueles que nos rodeiam, seremos abençoados para sempre.

 
Um homem morreu intempestivamente Imprimir e-mail

Um homem morreu intempestivamente…

Ao dar-se conta, viu que se aproximava um ser muito especial que não se parecia com nenhum ser humano. Levava uma maleta consigo… E disse-lhe:
- Bem, amigo, é hora de irmos…Sou a morte…
O homem, assombrado, perguntou à morte…
- Já?… tinha tantos planos para breve…
- Sinto muito, amigo… Mas é o momento da tua partida.
- Que trazes nessa maleta?
E a morte respondeu-lhe:
- Os teus pertences.
- Os meus pertences? São as minhas coisas, as minhas roupas, o meu dinheiro?
- Não, amigo, as coisas materiais que tinhas, nunca te pertenceram…Eram da terra.
- Trazes as minhas recordações?
- Não, amigo, essas já não vêm contigo. Nunca te pertenceram, eram do tempo…
- Trazes os meus talentos?
- Não amigo, esses nunca te pertenceram…Eram das circunstâncias
- Trazes os meus amigos, os meus familiares?
- Não, amigo, eles nunca te pertenceram, eram do caminho.
- Trazes a minha mulher e os meus filhos?
- Não, amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do coração.
- Trazes o meu corpo?
- Não, amigo… Esse nunca te pertenceu, é propriedade da terra.
- Então, trazes a minha alma?
- Não, amigo, ela nunca te pertenceu… era do Universo.
Então o homem, cheio de medo, arrebatou à morte a maleta e abriu-a …e deu-se conta que estava vazia…
Com uma lágrima de desamparo a brotar dos seus olhos, o homem disse à morte:
- Nunca tive nada?
- Tiveste, sim… meu amigo… Cada um dos momentos que viveste foram só teus…

A vida é um momento… Um momento todo teu.
Desfruta-o na sua totalidade….
Vive o AGORA, Vive a TUA VIDA,
E não te esqueças de SER FELIZ.

 
O cirurgião que encontrou Jesus no coração de uma criança Imprimir e-mail


O cirurgião que encontrou Jesus NO CORAÇÃO DE UMA CRIANÇA

- Amanhã de manhã vou abrir o teu coração, dizia o cirurgião a uma criança.
E a criança interrompeu:
- Você encontrará Jesus ali?
O cirurgião olhou para ela, e continuou:
- Vou cortar uma parede do teu coração para ver o dano completo.
- Mas quando abrir o meu coração, encontrará Jesus lá? Voltou a interromper a criança.
O cirurgião voltou-se para os pais, que estavam sentados em silêncio.
- Quando eu tiver visto todo o dano causado, planearemos o que fazer em seguida, ainda com o teu coração aberto.
- Mas você encontrará Jesus no meu coração? A Bíblia diz claramente que Ele mora ali. Todos que acreditam Nele dizem que Ele vive ali...
Então vai encontrá-lo no meu coração!
O cirurgião pensou que era suficiente e explicou:
- Após a operação, direi o que encontrei no teu coração, de acordo?
Eu tenho certeza que encontrarei músculo cardíaco danificado, baixa resposta de glóbulos vermelhos, e fraqueza nas paredes e vasos. E, além disso, vou concluir se te posso ajudar ou não.
- Mas encontrará Jesus ali também? É a Sua casa, Ele vive ali, sempre está comigo.
O cirurgião não tolerou mais os comentários insistentes e saiu. Sentou-se no seu consultório e começou a gravar os seus estudos prévios para a cirurgia: aorta danificada, veia pulmonar deteriorada, degeneração muscular cardíaca massiva. Sem possibilidades de transplante, dificilmente curável.
Terapia: analgésicos e repouso absoluto.
Prognóstico: fez uma pausa e em tom triste disse:
- Morte nos primeiros anos de vida.
Então, parou o gravador.
Mas tenho algo a mais a dizer:
- Por quê? Perguntou em voz alta.
Por que acontecer isto com ele? O Senhor colocou-o aqui, nesta dor e já a havia condenado a uma morte precoce. Por quê?
De repente, Deus, nosso Criador respondeu:
O menino, minha ovelha, já não pertencerá ao teu rebanho, porque ele é parte de Mim e comigo estará por toda a eternidade. Aqui no Céu, em Meu rebanho sagrado, já não terá nenhuma dor, será consolado de uma forma inimaginável para ti ou para qualquer outra pessoa. Os seus pais, um dia, se unirão com ele, conhecerão a paz e a harmonia juntos no Meu reino e o Meu rebanho sagrado continuará a crescer.
O cirurgião começou a chorar muito, mas sentiu ainda mais raiva, não entendia as razões. E replicou:
- Tu criaste este menino, e também o seu coração para quê? Para que morresse em poucos meses?
O Senhor respondeu-lhe:
- Porque é tempo de regressar ao seu rebanho; a sua missão na terra já se cumpriu. Há alguns anos atrás enviei uma ovelha minha com dom de médico para que ajudasse os seus irmãos, mas com tantos conhecimentos na ciência esqueceu-se do seu Criador.
Então enviei outra das minhas ovelhas, o menino enfermo, não para o perder, e sim para que a ovelha perdida há tanto tempo, com dotes de médico volte para mim.
Então o cirurgião chorou e chorou inconsolavelmente.
Dias depois, após a cirurgia, o médico sentou-se ao lado da cama do menino, e os seus pais estavam à frente do médico.
O menino acordou e murmurando rapidamente perguntou:
- Abriu o meu coração?
- Sim, disse o cirurgião.
- O que encontrou? Perguntou o menino.
Tinhas razão, reencontrei Jesus ali.

Deus tem muitas maneiras diferentes para que tu voltes para o Seu lado.

Procuramos ter a Deus só na igreja aos domingos de manhã. Às vezes, talvez um domingo à noite... Sim, nós gostamos de tê-lo na doença... e, sobretudo, nos funerais. Mas, não temos tempo, o lugar para Ele nas horas de trabalho ou no nosso tempo livre... Porque... Isto é na parte das nossas vidas em que pensamos: "Nós podemos e devemos controlar sozinhos"
Que Deus me perdoe por haver pensado que não há um tempo e lugar onde Ele não seja o PRIMEIRO na minha vida. Devemos sempre ter tempo para lembrar TUDO o que Ele fez e faz por nós. Jesus disse: "Se tu tens vergonha de mim, Eu me envergonharei de ti diante de Meu Pai".
Então ajoelhei-me para orar, mas não por muito tempo, tinha muito que fazer. Tive que apressar-me e ir trabalhar já que as cobranças logo estariam diante de mim. Dei um salto e o meu dever cristão estava concluído.
A minha alma pode então descansar em paz. Em todo o dia não tive tempo de dizer uma palavra de encorajamento, nem de falar de Jesus aos meus amigos; iriam rir-se de mim e eu ficaria com medo. Não há tempo, não há tempo. Há muito que fazer. Esta era a minha reclamação constante. Não há tempo para dar-Lhe as almas necessitadas, só na última hora, a hora da morte. Então parei de pé, diante do Senhor, vi-O e permaneci de cabeça baixa, já que nas Suas mãos Ele segurava um Livro, o Livro da vida. Deus deu uma olhadela no Seu livro e disse: 'Não posso encontrar o teu nome, uma vez estive quase a anotá-lo, mas nunca encontrei  tempo.

 
Um jantar de caridade Imprimir e-mail

UM JANTAR DE CARIDADE

Durante um jantar de uma obra de caridade, o pai de uma criança deficiente mental apresentou um discurso inesquecível...…
Diz-se que Deus tudo faz com perfeição…Onde está a perfeição de Shay, o meu filho?
O meu filho não consegue compreender as coisas como as outras crianças.
O meu filho não se pode divertir como as outras crianças…Onde está então a perfeição de Deus?
Eu acredito que ao criar uma criança deficiente como o meu filho, a perfeição que procuramos em Deus estará: Na forma como reagimos a esta criança…
Vou contar-vos uma pequena história para justificar a minha proposta.
Uma tarde, Shay e eu andávamos a passear num parque onde se encontravam uns rapazes a jogar Base-Ball. 
Shay virou-se para mim e perguntou: «Pai, achas que eles me deixam jogar?».
Eu sabia que Shay não era o parceiro que os rapazes normalmente procuram, mas mesmo assim ainda tive esperança que deixassem o Shay « fazer uma perninha»...
Assim, perguntei a um dos jogadores em campo se seria possível deixar o Shay participar só um pouco…
O jogador reflectiu um bocadinho e disse: «Estamos a perder por seis pontos e vamos na oitava mão, portanto acho que ele pode entrar na equipa  porque temos sempre a oportunidade de recuperar na nona volta. »
Shay deu um enorme suspiro!
Disseram ao Shay para calçar a sua luva e tomar posição.
Já no fim da oitava mão, a equipa de Shay marcou alguns pontos mas continuou a uma distância de três pontos. 
No fim da nona mão, a equipa de Shay ganhou ainda um ponto, mas continuou, ainda assim, com um atraso de dois pontos mas ainda dispondo de uma chance de compor a partida…
Para espanto de todos, deram ao Shay o bastão! 
Todos sabíamos ser impossível ele ganhar, pois o Shay não fazia ideia de como fazer a batida, nem como direccionar uma bola.
Logo que Shay se colocou na zona de recepção (base), o lançador avançou alguns passos e atirou a bola com toda a suavidade  de forma a que Shay conseguisse ao menos tocar-lhe com o bastão. Shay bateu pesadamente no primeiro lance, mas sem sucesso! Um dos parceiros veio em sua ajuda e os dois agarraram no bastão, aguardando o próximo lançamento. O lançador avança de novo e torna a atirar a bola ligeiramente para Shay. Com o seu equipamento e com a ajuda, Shay bate na bola, mas possibilitando a retoma pelo lançador. 
Poderia este ter, facilmente, lançado a bola à primeira base, eliminando Shay e o jogo terminava por aí!  Mas não! O lançador atirou a bola de tal forma alto que aquela caísse bem longe da base.
Toda a gente desatou a gritar: «Corre para a base, Shay! Corre para a primeira base!!!» Nunca ele tinha tido a oportunidade de correr para uma primeira base! Shay galopou ao longo da linha de fundo, completamente espantado!  Quando chegou à primeira base, um dos adversários tinha já a bola na mão direita; ele poderia facilmente lançá-la à segunda base, o que de imediato eliminaria o Shay que continuava a correr. Mas lançou a bola por cima da terceira base e mais uma vez todos desataram a gritar: «Corre para a segunda! Corre para a segunda!!!» Os batedores à frente de Shay aproximam-se da segunda base, o adversário dirige-se para a terceira base  e exclama:« Corre para a terceira!» Quando Shay passa pela terceira, os jovens das duas equipas começam a gritar: « Corre o circuito todo, Shay!!!»Shay completa o circuito, até à zona da recepção E os jogadores pegam-no em ombros. Shay é um herói !!!! Ele acaba de fazer um grande «Slam» e de ganhar o desafio para a sua equipa.    -----------
Nesse dia (lá continuou o seu pai, lavado em lágrimas que lhe corriam pelos olhos), «estes 18 rapazes atingiram o seu próprio nivel da perfeição de Deus.»

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Que bela história!
Será que a devemos contar a toda a gente? O paradoxo dos dias de hoje é que:
- Temos paciência para construir grandes edifícios… mas não a paciência suficiente para controlar a nossa ira.
- Construímos largas auto estradas…, mas continuamos com pontos de vista estreitos…
- Gastamos muito…, mas damos pouco…
- Habitamos casas cada vez maiores, mas as famílias são cada vez mais pequenas…
- Cada vez mais usufruimos de comodidades e facilidades, mas nunca temos tempo livre…
- Acumulamos montes de diplomas, mas cada vez mais a nossa capacidade lógica falha, e cada vez temos menos discernimento…
- Multiplicamos os haveres,  mas diminuimos os nossos valores…
- A ciência permite-nos viver cada vez mais tempo, mas continuamos a dar mais importância à quantidade que à qualidade, e, no fim da linha, a vida continua triste e monótona…
- Realizámos viagens à volta da lua, mas temos alguma dificuldade em atravessar a rua e ajudar um vizinho…

 
O anel Imprimir e-mail

O ANEL

Um aluno chegou ao seu professor com um problema:
- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou um idiota.
Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudar-te, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
-  E fazendo uma pausa disse:
- Se tu me ajudares, eu posso resolver o meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar a resolver o teu.
-  Claro, professor, gaguejou o jovem, mas sentiu-se outra vez desvalorizado.
O professor tirou o anel que  usava no dedo pequeno,  deu-o ao jovem e disse: Monta no cavalo e vai ao mercado. Deves vender este anel  porque  tenho que pagar uma dívida.
É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceites menos do que uma moeda de ouro.
 Vai e volta com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou no anel e partiu.
Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores.
Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia quanto pretendia pelo anel.
Quando o jovem dizia uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem olhar para ele, mas um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para  comprar um anel.
Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos do que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos os que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação do seu professor e podendo receber a sua ajuda e conselhos.
Entrou em casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
Importante o que me dizes, meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volta a montar no cavalo e vai ao joalheiro. Quem melhor para saber o valor exacto do anel? Diz-lhe que queres vender o anel e pergunta quanto te dá por ele. Não importa quanto ele te ofereça, não o vendas. Volta aqui com o meu anel.
O jovem foi ao joalheiro e deu-lhe o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
- Diz ao teu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais do que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO!
-  Exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado a casa do professor para contar a novidade.
- O professor,  depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, disse:
- Tu  és como este anel, uma jóia valiosa e única. Só podes ser avaliada por um especialista. Pensavas que qualquer um podia descobrir o teu verdadeiro valor?
E dizendo isto voltou a colocar o anel no dedo.

Todos nós somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

REPENSA O TEU VALOR…

 
O sabor do café Imprimir e-mail

Imagem vazia padrão

 

Um chefe de cozinha encheu três panelas com água e colocou cada uma sobre o fogo.
Numa delas colocou cenouras, numa outra colocou ovos e na última colocou café moído.
Vinte minutos depois, apagou o fogo, retirou os ovos, colocou-os numa tigela, retirou as cenouras, colocou-as num prato e deitou o café numa chávena:
As cenouras estavam macias…
O ovo endureceu…
E o café?...
O Chefe observou o seguinte:
Todos os produtos enfrentaram a mesma adversidade: a água a ferver.
No entanto, cada um reagiu  de maneira diferente!
A cenoura, quando foi colocada na água era firme e inflexível.
Depois de ter sido submetida à fervura, amoleceu e tornou-se frágil.
Quando os ovos foram colocados na água, eram frágeis. A casca fina protegia o seu interior, que era líquido.
Mas, depois de terem sido fervidos, o seu interior tornou-se mais firme, endurecido.
Com o café, tudo, foi diferente: 
Após ter sido  levado ao fogo, ele  transformou-a.
Com qual destes três elementos te assemelhas, quando a adversidade vem ao teu encontro?
Serás como a cenoura, que parece forte mas que, diante da adversidade, murcha, torna-se frágil e perde a força?...
Serás como o ovo que possuis um interior maleável, um espírito fluido, mas que, diante da adversidade, se torna endurecido?
Ou serás como o café?
O Café muda a água fervente que lhe causa dor: quando a água chega ao ponto da sua fervura, ele dá o máximo de si e deixa evidente o seu delicado sabor e aroma!

É isso! ... Que tu sejas como o café! …
... Que diante de uma dificuldade,  sejas capaz de reagir de forma positiva para poder transformá-la, sem te deixares vencer pelas circunstâncias adversas.
Que haja sempre sabedoria nos teus momentos mais difíceis, para que possas espalhar e irradiar o teu mais “doce aroma”!
... E amanhã, quando tomares o primeiro café do teu dia, lembra-te desta comparação!
E…procura ser CAFÉ, usando a  hostilidade para modificar o sabor da vida.
Renova-a e dá um aroma especial aos que vivem ao teu lado!

 
A história dos porcos-espinhos Imprimir e-mail

É necessário aprender a conviver

A história dos porcos-espinhos

"Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém – vida ingrata! – os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!"

É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!

 
As marcas Imprimir e-mail

AS MARCAS…

Num dia quente de verão, no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa.
Saiu a correr pela porta traseira, atirou-se à água e ficou a nadar feliz.
A sua mãe, de casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava a acontecer.
Correu atrás do filho gritando o mais forte que podia.
Ouvindo a mãe, o menino ficou impressionado, e foi nadando até ela. Porém era tarde, demasiado tarde.
Mas a mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços no preciso momento em que o animal agarrava as suas pernas. A mulher lutava determinada, com toda a força do seu coração.
O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e o seu amor não a abandonava.
Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo.
O menino sobreviveu e, embora que as suas pernas tenham sofrido bastante, pôde voltar a caminhar.
Quando saiu do trauma, um enfermeiro perguntou-lhe se queria mostrar as cicatrizes das suas pernas.
O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz.
Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas disse: “Mas as que você deve ver são estas".
Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado  com força a sua pele.
 “Tenho estas marcas porque a minha mãe não me soltou e salvou a minha vida".

Nós também temos cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas foram causadas pelos nossos pecados, por pequenas ou grandes falhas, por desobediência, mas algumas foram das unhas de Deus que nos segurou com força para que não caíssemos nas garras do mal. Por isso, lembra-te que se alguma vez te doeu a alma, foi porque Deus te agarrou com força para que não caísses.

 
Cristo disfarçado Imprimir e-mail

Cristo disfarçado

Num mosteiro reinava o egoísmo. Os monges não eram amigos nem felizes.
O abade, muito preocupado com esta situação, interrogava-se acerca desta falta de vida santa. Não sabia que fazer para mudar a situação.
Um dia, decidiu ir pedir conselho a um santo homem, que lhe disse:
 - Diga aos seus frades que um deles é Cristo disfarçado e ninguém sabe quem é.
Ao regressar ao mosteiro, o abade contou isto aos monges. E todos começaram a interrogar-se: “Quem será Cristo disfarçado? Será o porteiro? O cozinheiro?”
Como não sabiam qual deles era o Cristo disfarçado, começaram a tratar-se uns aos outros com o todo o respeito e amizade.
E foi assim que o ambiente do mosteiro mudou completamente.

Se cada um de nós tratasse os outros como trataria Cristo, as relações humanas seriam certamente muito diferentes e todos seríamos mais felizes.

 
Uma boa lição Imprimir e-mail

UMA BOA LIÇÃO

Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem.
Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reacção quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscasr os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimeto, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: é melhor dar do que receber.

 
Anjos na ladeira Imprimir e-mail

ANJOS NA LADEIRA Uma história verdadeira

Diane, uma jovem estudante universitaria cristã, estava em casa naquele verão.  Uma noite foi visitar alguns amigos e a conversa prolongou-se um pouco mais do que planeara, fez com que as horas avançassem noite dentro e fez-se muito tarde para voltar sozinha para casa.  Mas não  tinha medo, porque morava numa cidade pequena e tranquila, a poucos quarteirões dali.
Enquanto caminhava, pediu a Deus que a mantivesse a salvo de qualquer mal ou perigo. Quando chegou a uma viela que utilizava como atalho para chegar mais rápido, resolveu ir por ali.
Quando estava já a meio da ruazinha, viu um homem parado no final dela e parecia que a estava a esperar.
Diane ficou nervosa e começou a rezar pedindo a protecção de Deus. Neste instante, um sentimento de tranquilidade e segurança a envolveram, sentiu como que se alguém estivesse a caminhar junto dela, chegou ao final da viela e foi caminhando justamente na direcção onde o homem se encontrava, mas nada aconteceu, chegando bem a casa.
No dia seguinte leu no jornal, que uma jovem havia sido violada naquela mesma viela, uns 20 minutos depois de ela passar por ali.
Sentindo-se mal por esta tragédia e pensando que poderia ter sido com ela, começou a chorar dando Graças a Deus por tê-la defendido e pediu ajuda para a outra jovem. E decidiu ir ao posto de polícia, acreditando que poderia reconhecer o homem e contou ali a sua história.
O Comandate da policia agradeceu a Diane pela sua valentia e preguntou-lhe se havia algo que pudessem fazer por ela. E ela  pediu que perguntassem ao homem, porque é que não a tinha atacado quando ela passou pela mesma viela.
Quando o Comandante perguntou ao homem, ele respondeu: "Porque ela não estava sozinha, havia dois homens altos a caminhar um de cada lado dela"…

Moral da historia?
Não subestimes o poder da oração.
Quem a Deus tem, nada lhe falta. Quando Deus está connosco, quem contra nós?

 
O Pão de Cristo Imprimir e-mail


 Imagem vazia padrão

O que se segue é um relato verídico sobre um homem chamado Victor. 

Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se forçado a recorrer à mendicidade para sobreviver, coisa que o entristecia e envergonhava muito.  
Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um restaurante de luxo quando viu chegar um casal. 
 Victor pediu-lhe algumas moedas para poder comprar algo para comer. 
- Não tenho trocos - foi a resposta seca. 
A mulher, ouvindo a resposta perguntou: 
 - Que queria o pobre homem? 
 - Dinheiro para comer. Disse que tinha fome - respondeu o marido encolhendo os ombros. 
 - Lourenço, não podemos entrar e comer comida farta de que não necessitamos e deixar um homem faminto aqui fora! 
- Hoje em dia há um mendigo em cada esquina! Aposto que ele quer é dinheiro para beber!
 - Tenho uns trocos comigo. Vou dar-lhe alguma coisa! 
 Mesmo de costas para eles, Victor ouviu tudo o que diziam. Envergonhado, queria afastar-se e fugir dali, mas a voz amável voz da mulher reteve-o: 
- Aqui tem qualquer coisa. Arranje algo de comer, ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança. Nalgum lugar haverá trabalho para si. Faço votos para que o encontre. 
- Muito obrigado, minha senhora. A senhora ajuda-me a recobrar o ânimo! Nunca esquecerei a sua gentileza. 
- Você vai comer o Pão de Cristo! Partilhe-o - acrescentou ela com um largo sorriso dirigido mais ao homem do que ao mendigo. 
 Victor sentiu como se uma descarga eléctrica lhe percorresse o corpo. 
Foi a um lugar barato para comer um pouco. Gastou só metade do que tinha recebido e resolveu guardar o restante para o dia seguinte, comeria do 'Pão de Cristo' dois dias. 
Mais uma vez sentiu a descarga eléctrica a percorrer-lhe o corpo: O PÃO DE CRISTO!   "Um momento! - pensou - Eu não posso guardar o 'Pão de Cristo' só para mim". 
Na sua cabeça parecia-lhe como que escutar o eco de um velho hino que tinha aprendido na catequese. Neste momento, passava um velhote ao seu lado. 
- Quem sabe, se este pobre homem também tem fome - pensou - tenho de partilhar o 'Pão de Cristo'. 
- Ouça - chamou Víctor - quer entrar e comer uma comidinha quentinha? 
O velho voltou-se e encarou-o de olhar incrédulo. 
 - Está a falar a sério, amigo? O homem não acreditava em tanta sorte, até que se tivesse sentado à mesa coberta com uma toalha e com um belo prato de comida quente à frente. 
Durante a refeição, Víctor reparou que o homem envolveu um pedaço de pão num guardanapo de papel. 
- Está a guardar um pouco para amanhã? - Perguntou. 
 - Não, não. É que vi um miúdo da rua que conheço e que tem passado mal ultimamente, ele estava a chorar com fome quando o deixei. Vou levar-lhe este pão. 
 - O Pão de Cristo! - Recordou novamente as palavras da senhora e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa. 
Ao longe os sinos da igreja pareciam entoar o velho hino que antes tinha ressoado na sua cabeça. 
 Os dois homens foram levar o pão ao menino faminto que o começou a devorar com alegria. Subitamente, deteve-se e chamou um cãozinho, um cachorrinho pequeno e assustado. 
- Toma lá. Metade é para ti - disse o menino. O Pão de Cristo também chegará para ti. 
O catraio tinha mudado de semblante. Pôs-se de pé e começou a correr com alegria. 
- Até logo! - disse Victor ao velho - Em algum lugar encontrará um emprego. Não desespere! Sabe? - sussurrou - Isto que comemos é o Pão de Cristo. Foi uma senhora que me disse quando me deu aquelas moedas para o comprar. O futuro só nos poderá trazer algo de muito bom! 
 Enquanto se afastava, Victor reparou melhor no cachorrinho, que lhe farejava as pernas. Abaixou-se para o acariciar quando descobriu que ele tinha uma coleira onde estava gravado o nome e o endereço do dono. 
 Víctor pegou nele e caminhou um bom bocado até à casa dos donos do cão, e bateu à porta. 
Ao ver que o seu cãozinho tinha sido encontrado o homem primeiro ficou todo contente, depois tornou-se mais sério, pensando que se calhar o teriam roubado, mas encarando a cara séria de Victor e vendo no seu rosto um ar de dignidade, disse: 

- Pus um anúncio no jornal oferecendo uma recompensa a quem encontrasse o cão. Tome! 
 Victor olhou o dinheiro meio espantado e disse: Não posso aceitar. Eu apenas queria fazer bem ao animal. 
- Pegue! Para mim, o que você fez vale muito mais do que isto! E olhe, se precisar de emprego vá amanhã ao meu escritório. Faz-me falta, ao pé de mim, uma pessoa íntegra assim. 
Victor, ao voltar pela avenida, como que volta a ouvir aquele velho hino que recordava a sua infância e que ressoava na alma. Chamava-se 'REPARTE O PÃO DA VIDA'. 

                                    NÃO TE CANSES DE DAR, MAS NÃO DÊS SOBRAS, 

DÁ-O COM O CORAÇÃO, MESMO QUE DOA. 

QUE O SENHOR NOS CONCEDA A GRAÇA 

DE TOMAR A NOSSA CRUZ E SEGUÍ-LO, 

MESMO QUE DOA.

 
A batalha dos lobos Imprimir e-mail

A BATALHA DOS LOBOS

Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas.
Ele disse-lhe:
- A batalha é entre os dois lobos que vivem dentro de todos nós.

Um é Mau:
é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade.

O outro é Bom:
é a alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.
O neto pensou nesta luta e perguntou ao avô:

- E qual é o lobo que vence?

O velho índio respondeu:
- Vence aquele que tu alimentares!

 
Esse terço é meu Imprimir e-mail

"ESSE TERÇO É MEU"

Conta um alferes: Estávamos alinhados no batalhão. O sargento era conhecido pela sua cor partidária e por escarnecer de tudo o que era religioso. Naquele dia tinha um trunfo especial. Balanceava entre os dedos um Terço e perguntou ironicamente:

"Quem é que perdeu esta coisa?" O batalhão, católico na maior parte, tornou-se, de súbito, um magote de covardes: todos sorriram. Mesmo aqueles a quem a mãe dera um Terço para levar consigo. Só um cadete, a meu lado, rangia os dentes ofendido.

O sargento continuava a escarnecer convencido de que ninguém se apresentaria para levar o Terço. Porém, o meu vizinho, o cadete, adiantou-se, fez continência e disse: "Esse Terço é meu!" O batalhão não se riu mais.


No fim perguntei ao moço: "Porque não tiveste logo coragem de te apresentar?" - "Porque o Terço não era nada meu! Eu avancei porque queria que o sargento acabasse com a troça!"


Este facto espalhou-se pelo quartel. E veio a descobrir-se quem era o verdadeiro dono do Terço. Desde então tornou-se impossível para ele permanecer no batalhão.

Porém o cadete era para todos "o homem".

 
Sou a mais amada por Jesus Imprimir e-mail

SOU A MAIS AMADA POR JESUS

Um padre deparou-se, certa vez, com uma menina de treze anos que estava com um cancro terminal e andava numa cadeira de rodas. Esta menina era muito feliz e, por incrível que pareça, sabia da sua situação; e tinha no seu coração as palavras do médico, o qual lhe tinha dito que ela teria somente mais quatro ou cinco meses de vida. Mas isto tudo não tirava a alegria daquela menina de viver.
Numa determinada ocasião, o sacerdote fez mais uma visita à família da menina, e, impressionado pela alegria da menina enferma, resolve perguntar-lhe a causa de tamanha alegria. A surpresa foi que a menina só responderia a tal pergunta se ele a levasse para o seu quarto, pois estava com muita dor. Quando chegam ao quarto, ela pede ao sacerdote que a coloque na sua cama, pois quer repousar um pouco. O padre pede-lhe que ela responda à pergunta acerca do motivo da sua felicidade apesar da situação que ela enfrentava e que ela bem conhecia. Ela pede que o sacerdote olhe para um quadro que está na parede do seu quarto; o quadro era de Jesus Bom Pastor, ou seja, Jesus cercado de ovelhas, tendo uma nos Seus braços. Então a menina explica a causa de tamanha alegria:
“Todas as ovelhas que estão à volta de Jesus, são muito amadas por Ele; mas há uma que é a mais amada: é aquela que está nos Seus braços, pois está doente. Esta ovelha, que está nos braços de Jesus, sou eu – disse a menina –; sou a mais amada por Ele”.

Esta menina não olhou para o cancro, mas para além do cancro, ou seja, olhou para Jesus, para a Cruz Redentora e por isso contemplou a salvação.

 
Os espinhos são necessários Imprimir e-mail


POR QUE SÃO NECESSÁRIOS OS ESPINHOS?

Certa vez, um jardineiro encantado com uma linda roseira que plantara, resolveu colher uma linda rosa para oferecê-la a quem mais estimava.
Ao entregar a linda rosa, a pessoa que a recebeu deixou sair em bem alto som um aaaiiiiii!!!!!.
Sentindo-se muito envergonhado e desapontado, o jardineiro abaixou-se e recolheu a rosa.
E, não demonstrando tão grande admiração pela sua oferta, desculpou-se e saiu...
Ouviu-se então uma voz: Espere, não se vá!
Um pouco cabisbaixo, virou-se e ficou à espera de uma rajada de palavras duras ou murmurações que pudessem sair da boca daquela tão admirada pessoa a quem ofereceu a rosa.
Para sua surpresa, ouve-se um...MUITO OBRIGADA!!!
Perplexo e não acreditando no que acabara de ouvir, arriscou em fazer esta pergunta:
Obrigado por quê? Como ousas agradecer-me por algo que te feriu?
E a resposta veio numa suave e meiga voz... Não me feriu,  apenas deixará uma marca para que eu jamais me esqueça deste teu gesto singelo.

Esta história faz-me lembrar o que o Apóstolo Paulo disse em 2 Coríntios 12.7: “E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne...”.

Muitas vezes é necessário que Deus permita uma marca em nós. Muitas vezes esta marca vem com a mais nobre das intenções, como foram as das mãos de Jesus, com a pretensão de salvação para todos quantos a almejarem.

São as marcas que nos fazem lembrar quanto Deus nos ama e quanto Ele se preocupa connosco.

Se hoje recebeste algum presente que te deixou marcas, agradece!!!

Não permitas que o  Jardineiro, que muito te estima, se retire com o som estridente do teu aaiiii!!! ...
...Sem que Ele ouça o teu muito obrigado pelos espinhos!

E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza... Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então,  sou forte. (2 Coríntios 12.9,10)

 
Num jantar de caridade Imprimir e-mail

NUM JANTAR DE CARIDADE

Durante um jantar de uma obra de caridade, o pai de uma criança deficiente mental apresentou um discurso inesquecível...…
Diz-se que Deus tudo faz com perfeição…Onde está a perfeição de Shay, o meu filho?
O meu filho não consegue compreender as coisas como as outras crianças.
O meu filho não se pode divertir como as outras crianças…Onde está então a perfeição de Deus?
Eu acredito que ao criar uma criança deficiente como o meu filho, a perfeição que procuramos em Deus estará: Na forma como reagimos a esta criança…
Vou contar-vos uma pequena história para justificar a minha proposta.
Uma tarde, Shay e eu andávamos a passear num parque onde se encontravam uns rapazes a jogar Base-Ball. 
Shay virou-se para mim e perguntou: «Pai, achas que eles me deixam jogar?».
Eu sabia que Shay não era o parceiro que os rapazes normalmente procuram, mas mesmo assim ainda tive esperança que deixassem o Shay «fazer uma perninha»...
Assim, perguntei a um dos jogadores em campo se seria possível deixar o Shay participar só um pouco…
O jogador reflectiu um bocadinho e disse: «Estamos a perder por seis pontos e vamos na oitava mão, portanto acho que ele pode entrar na equipa  porque temos sempre a oportunidade de recuperar na nona volta.»
Shay deu um enorme suspiro!
Disseram ao  Shay para calçar a sua luva e tomar posição.
Já no fim da oitava mão, a equipa de Shay marcou alguns pontos mas continuou a uma distância de três pontos. 
No fim da nona mão, a equipa de Shay ganhou ainda um ponto, mas continuou, ainda assim, com um atraso de dois pontos mas ainda dispondo de uma chance de compor a partida…
Para espanto de todos, deram ao Shay o bastão! 
Todos sabíamos ser impossível ele ganhar, pois o Shay não fazia ideia de como fazer a batida, nem como direccionar uma bola.
Logo que Shay se colocou na zona de recepção (base), o lançador avançou alguns passos e atirou a bola com toda a suavidade  de forma a que Shay conseguisse ao menos tocar-lhe com o bastão. Shay bateu pesadamente no primeiro lance, mas sem sucesso! Um dos parceiros veio em sua ajuda e os dois agarraram no bastão, aguardando o próximo lançamento. O lançador avança de novo e torna a atirar a bola ligeiramente para Shay. Com o seu equipamento e com a ajuda, Shay bate na bola, mas possibilitando a retoma pelo lançador. 
Poderia este ter, facilmente, lançado a bola à primeira base, eliminando Shay e o jogo terminava por aí!  Mas não! O lançador atirou a bola de tal forma alto que aquela caísse bem longe da base.
Toda a gente desatou a gritar: «Corre para a base, Shay! Corre para a primeira base!!!» Nunca ele tinha tido a oportunidade de correr para uma primeira base! Shay galopou ao longo da linha de fundo, completamente espantado!  Quando chegou à primeira base, um dos adversários tinha já a bola na mão direita; ele poderia facilmente lançá-la à segunda base, o que de imediato eliminaria o Shay que continuava a correr. Mas lançou a bola por cima da terceira base e mais uma vez todos desataram a gritar: «Corre para a segunda! Corre para a segunda!!!» Os batedores à frente de Shay aproximam-se da segunda base, o adversário dirige-se para a terceira base  e exclama: «Corre para a terceira!» Quando Shay passa pela terceira, os jovens das duas equipas começam a gritar: « Corre o circuito todo, Shay!!!»Shay completa o circuito, até à zona da recepção E os jogadores pegam-no em ombros. Shay é um herói !!!! Ele acaba de fazer um grande «Slam» e de ganhar o desafio para a sua equipa.    -----------
Nesse dia (continuou o seu pai, lavado nas lágrimas que lhe corriam), «estes 18 rapazes atingiram o seu próprio nivel da perfeição de Deus.»

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Que bela história, direis vós !
Será que a devemos contar a toda a gente? O paradoxo dos dias de hoje é que:
- Temos paciência para construir grandes edifícios… mas não a paciência suficiente para controlar a nossa ira.
- Construímos largas auto estradas…, mas continuamos com pontos de vista estreitos…
- Gastamos muito…, mas damos pouco…
- Habitamos casas cada vez maiores, mas as famílias são cada vez mais pequenas…
- Cada vez mais usufruimos de comodidades e facilidades, mas nunca temos tempo livre…
- Acumulamos montes de diplomas, mas cada vez mais a nossa capacidade lógica falha, e cada vez temos menos discernimento…
- Multiplicamos os haveres,  mas diminuimos os nossos valores…
- A ciência permite-nos viver cada vez mais tempo, mas continuamos a dar mais importância à quantidade que à qualidade, e, no fim da linha, a vida continua triste e monótona…
- Realizámos viagens à volta da lua, mas temos alguma dificuldade em atravessar a rua e ajudar um vizinho…

 
O silêncio de Cristo Imprimir e-mail

O SILÊNCIO DE CRISTO

Uma antiga lenda norueguesa narra este episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção.
Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a Cristo que fizesse algum milagre.
Certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o um sentimento generoso.
Ajoelhou-se diante da cruz e disse:
- Senhor, quero padecer por Vós. Deixai-me ocupar o vosso lugar. Quero substituir-Vos na Cruz.
E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta.
O Senhor abriu os lábios e falou. As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras:
- Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição.
- Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon.
É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a tua ajuda!
- Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar sempre o silêncio.
Haakon respondeu:
- Prometo-o, Senhor!
E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse.
Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz; e o Senhor, ocupava o lugar de Haakon.
Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém.
Certo dia, porém, chegou um rico.
Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu, mas calou.
Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se apropriou da bolsa do rico.
E também quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para lhe pedir uma graça antes de empreender uma longa viagem.
   Nesse momento, porém, o rico voltou à procura da bolsa.
   Como não a encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela; voltou-se para ele e interpelou-o com raiva:
   - Dá-me a bolsa que me roubaste!
   O jovem, surpreso, replicou-lhe:
   - Não roubei nenhuma bolsa!
   - Não mintas; devolve-ma já!
   - Repito que não apanhei nenhuma bolsa!
   O rico arremeteu furioso contra ele.
  Soou então uma voz forte:
- Pára!
   O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação.
   Este ficou aniquilado e saiu da ermida. E o jovem saiu também porque tinha pressa para empreender a sua viagem.
   Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe:
   - Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste guardar silêncio.
   - Mas, Senhor, como podia eu permitir esta injustiça?
Trocaram de lugar. Cristo voltou a ocupar a cruz e o eremita permaneceu diante dela.
   O Senhor continuou a falar-lhe:
   - Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois trazia nela o preço da virgindade de uma jovem.
  O pobre, pelo contrário, tinha necessidade deste dinheiro; quanto ao rapaz que ia receber os golpes, as suas feridas o teriam Impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: há minutos atrás o seu barco acaba de soçobrar e ele afogou-se.
Tu também não sabias isto; mas Eu sim. E por isso calo-me.
E o Senhor tornou a guardar silêncio.

Muitas vezes perguntamos por que é que Deus não nos responde. Por que é que Deus se cala?
Muitos de nós gostaríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutar esse silêncio.
O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele, sim, sabe o que faz.
Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente: "Confia em mim, Eu sei o que é preciso fazer!

 
Último Folheto Imprimir e-mail


ÚLTIMO FOLHETO

 

Todos os domingos de manhã, depois do Grupo de Oração na Igreja,
o coordenador do grupo e o filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do Amor de Deus por nós.

Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pai e o filho
saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino agasalhou-se e disse:

-'Ok, pai, estou pronto.'
E o pai perguntou:
-'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '
O pai respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está a chover muito. '
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o trabalho também nos dias de chuva?'
O pai respondeu:
-'Filho, eu não vou sair com este frio.'
Triste, o menino perguntou:
-'Pai, eu posso ir?'
O pai hesitou por um momento e disse:
-'Podes ir. Aqui estão os folhetos. Toma cuidado.'
Então ele saiu no meio daquela chuva.
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta
entregando folhetos a todos os que via.
Depois de caminhar por horas na chuva,
estava todo molhado, mas faltava um último folheto.
Parou na esquina e procurou alguém para
entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas.
Então virou-se em direcção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até à porta e tocou a campainha.
Mas ninguém respondeu.
Tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta.
O menino preparava-se para se ir embora, mas algo o deteve.
Mais uma vez, tocou a campainha e bateu na porta com força.
Esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda e finalmente a porta abriu-se muito devagar.
Apareceu uma senhora idosa, com um olhar triste.
E perguntou :
-'O que desejas, meu filho?'
Com um sorriso que iluminou o mundo dela, o menino disse:
-'Senhora, desculpe se eu estou a perturbar o seu descanso,
mas só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO
e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto
que lhe dirá tudo sobre JESUS e o seu grande AMOR. '
Então entregou o seu último folheto e virou-se para ir embora.
Ela chamou-o e disse:
-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'
No domingo seguinte, na Igreja,
o Coordenador do Grupo de Oração, após a sua pregação perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora idosa pôs-se de pé. E começou a falar.
- 'Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui.
Até domingo passado eu não era cristã.
O meu marido faleceu há algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo.
No domingo passado, um dia frio e chuvoso,
eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.

Então peguei numa corda e numa cadeira e subi para o sótão da minha casa,
amarrei a corda numa trave do telhado,
subi para a cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, só e de coração estava pronta para saltar, quando,
de repente, o toque da campainha me assustou.
Eu pensei, quem será?
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '
Eu esperei, mas a campainha era insistente;
depois a pessoa a bateu forte.
E pensei:
-'Quem pode ser?
Ninguém toca a campainha da minha casa há tempos, ainda mais num dia destes.'
Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era,
enquanto a campainha soava cada vez mais alto.
Quando eu abri a porta e vi quem era,mal pude acreditar,
pois na minha varanda estava o menino mais radiante que já vi na minha vida.
O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito SALTASSE PARA A VIDA quando ele disse:

-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '

Então ele entregou-me este folheto que eu tenho nas minhas mãos.
Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto.

Então subi para o sótão, peguei na corda e na cadeira.
Pois eu não iria precisar delas.
Como vêem - eu agora eu estou aquí!
Já que o endereço do seu Grupo de Oração estava no verso deste folheto,
vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO a este menino de Deus
que no momento certo livrou a minha alma. '

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos no Grupo de Oração.
O coordenador do Grupo, foi em direcção à primeira fila onde
o 'seu' menino estava sentado.
Tomou o filho nos braços e chorou

Provavelmente nenhum Grupo de Oração teve um momento tão grande como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...

Excepto um.
Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso.
Ele recebeu o Seu Filho de volta com uma alegria indescritível,
o Pai assentou-O num trono acima de todo o principado e deu-Lhe
um nome que está acima de todo nome: JESUS.

JESUS AMA-TE!
Deixa-te amar por Jesus.
Já levaste alguém para ser amado e salvo por Jesus?
 
"Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu o seu filho Unigénito, para que todo aquele que nele crer, não pereça mas tenha a vida eterna". João 3.16

 

 
As qualidades do lápis Imprimir e-mail
Será que um simples lápis, desses que estão a ser substituídos pelas esferográficas, nos podem dar Iições para a vida?
 
Um dia, uma avó estava a escrever com o lápis. Na mesa, estava também uma borracha e um afia-lápis. Aproximou-se dela um netìnho e perguntou-lhe: - Avó, o que é que está a escrever? - Estou a tentar escrever um poema para passar o tempo. Mas gostaria de te dizer uma coisa.
- Diga, avó!
- Gostaria que tu, quando cresceres e fores grande, fosses como este lápis.
- Avó, mas o que é que um lápis tem de especial?...
- Depende do modo como olhas para as coisas. No lápis há qualidades que, se as conseguires manter ao longo da tua vida, serás uma pessoa feliz.

Então a avó explicou-lhe as cinco qualidades do lápis.

Primeira qualidade: O lápis redige belos textos ou faz lindos desenhos, mas para isso tem que ter uma mão a guiá-lo. Cada pessoa deve também deixar-se conduzir por quem a orienta para a felicidade.

Segunda qualidade: O lápis, de vez em quando, necessita de ser afiado e para isso utiliza-se o afia-Iápis. Isto faz com que ele sofra um bocado. Cada pessoa necessita também de suportar sacrìfícios na vìda.

Terceira qualidade: O lápis permite que utìlìzemos uma borracha, sempre que é precìso apagar aquìlo que está errado. Cada pessoa necessita de ir apagando os erros que faz e fazer cada vez menos.

Quarta qualidade: O que realmente é importante no lápis não é a madeira mas a qualidade da grafite que está dentro. Cada pessoa vale não pelo aspecto exterior, mas pelo amor e sabedoria que tem no seu íntimo.

Quinta qualidade: O lápis, ao escrever ou desenhar, deixa sempre uma marca mais ou menos bela. Cada pessoa, com a sua vida, deixa no mundo traços de maior ou menor beleza. Depende do seu coração.


 
Dois Cavalos Imprimir e-mail

 Imagem vazia padrão

No caminho da  minha casa há um pasto.
Dois cavalos vivem lá.
De longe, parecem cavalos normais, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego.
Contudo, o dono não se desfez dele e arranjou-lhe um amigo; um cavalo mais jovem.
Mas, se observares, ouvirás um sino.
Procurando de onde vem o som, verás que há um pequeno sino no pescoço do cavalo novo.
Assim, o cavalo cego sabe onde está o seu companheiro e vai para junto dele.
Ambos passam os dias a comer e no final do dia, o cavalo cego segue o companheiro até ao estábulo.
Tu percebes que o cavalo com o sino está sempre a ver se o outro o acompanha e, às vezes pára, dando tempo para que o outro possa alcançá-lo.
E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono desses dois cavalos, DEUS não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios.
Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Às  vezes somos o cavalo cego, guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.
Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar o seu caminho.
E assim são os bons amigos.
Não precisas de os  ver, mas eles estão lá.

 
A lição do ratinho Imprimir e-mail

A Lição do Ratinho
  
Um rato, olhando pelo buraco da parede, vê o fazendeiro e a sua esposa a abrir um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até ao porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela disse-lhe:
- O quê? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira apanhando a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia acontecido.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha apanhado a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher... O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre..
Todos sabemos que para alimentar alguém com febre, nada melhor do que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou no seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou por morrer. Muita gente veio ao funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
 
Moral da História:
Na próxima vez que ouvires dizer que alguém está diante de um problema e acreditares que o problema não te diz respeito, lembra-te que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!

 
PS.: excelente fábula para ser divulgada principalmente em grupos de trabalho!
“Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos”.
 

 
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