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"A Tua Palavra é Luz para os meus passos"

(Sl 119, 105)

 
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Histórias lindas
O VERDADEIRO AMOR Imprimir e-mail
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Numa escola primária, um aluno perguntou à professora: “o que é o amor?”
Ela ficou surpreendida com a pergunta inteligente do pequeno e sentindo dificuldade em responder de forma que ele compreendesse bem, como estava na hora do recreio, disse aos alunos:
Cada um de vós vai dar uma volta pelo jardim e trazer-me o que mais lhe desperte um sentimento de amor.
As crianças saíram apressadamente e procuraram com todo o interesse.
Quando voltaram à sala de aula, a professora disse-lhes: quero que cada um me mostre o que mais lhe despertou um sentimento de amor.
Então o primeiro disse: Encontrei esta bela flor e trouxe-a comigo.
O segundo disse: Vi esta borboleta. Encantei-me com a beleza das asas e trouxe-a para a minha colecção.
O terceiro pequeno disse que encontrou um passarinho caído do ninho e trouxe-o por lhe achar muita graça.
A professora notou que um dos garotos estava calado no seu lugar, envergonhado por não ter trazido nada.
Quando a mestra lhe perguntou porque não trouxera nada, ele timidamente respondeu: eu vi aquela flor exalando o seu perfume, mas não quis colhê-la. Preferi que continuasse a exalar o perfume por mais tempo. Também vi a borboleta de asas belas. Mas pareceu-me voar muito feliz e não tive coragem de a aprisionar. Também vi o passarinho caído entre as folhas. Mas ao ver a tristeza da sua mãe, fui pô-lo no ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a felicidade da liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe da avezinha. Como posso mostrar o que senti?
A professora ficou encantada com a resposta da criança e felicitou-a porque só ela compreendera que só podemos trazer o amor no coração.

A lição daquele pequeno deve entrar em nós para aprendermos a trazer o coração cheio de amor: amor que nos faz interessar pelos outros, para os ajudar a serem mais felizes.
 
 
 
 
UMA CAIXA DE BEIJOS Imprimir e-mail
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Um dia uma mãe puniu a sua filha de 5 anos de idade por estragar um rolo de papel dourado para decorar uma caixa a ser colocada na árvore de Natal.
Na manhã seguinte à noite de Natal, a menina trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo: -"Isto é para si, mãe".
A mãe ficou embaraçada pela sua reação precipitada, mas a sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia. Então disse rudemente à menina:
- Tu não sabes q quando se dá um presente a alguém se mete alguma coisa no pacote?
A menina olhou-a com lágrimas e disse:
-"Oh, não está vazia, mãe. Eu soprei dentro dela, até ficar cheia de beijos".
A mãe ficou arrasada. Ajoelhou e pedindo perdão pela sua ira irracional abraçou-a com ternura.
Um acidente tirou a vida à menina pouco tempo depois e a mãe guardou aquela caixa dourada perto da sua cama.
Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor da filha que o colocou lá."

Todos recebemos uma caixa dourada cheia de beijos e de amor de Deus e de Nossa Senhora por cada um de nós.
Nos momentos difíceis abramos a caixa e tiremos um beijo de Nossa Senhora e de Deus que os puseram lá para nós e vamos em frente…
 
Reflectir sobre os nossos defeitos Imprimir e-mail
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Uma senhora já idosa tinha dois baldes, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela levava às costas.
Um dos baldes era rachado. Todos os dias ela ia ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o balde perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o rachado chegava meio.
Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a senhora a chegar a casa com um balde e meio de água.
Naturalmente o balde perfeito tinha muito orgulho do seu próprio resultado - e o balde rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só metade do que deveria fazer.
Ao fim de dois anos, reflectindo sobre a sua própria derrota de ser 'rachado', durante o caminho para o rio, o balde rachado disse à senhora: 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura faz-me perder metade da água durante o caminho até casa...'
A velhinha sorriu e disse: Anda cá, olha para ali. 'Repara que lindas flores há no teu lado do caminho, somente no teu lado do caminho. Eu sabia do teu defeito e lancei sementes de flores à beira da estrada do teu lado. E todos os dias, enquanto voltávamos do rio, tu regavá-las.
Assim durante dois anos pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu jantar. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa!'

Cada um de nós tem o seu defeito próprio: mas é o defeito que cada um de nós tem, que faz com que a nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um como é... e descobrir o que há de bom nele!
Lembra-te sempre de regar as flores do teu lado do caminho!
 
 
 
 
Construir pontes Imprimir e-mail
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Dois irmãos eram muito amigos e trabalhavam juntos num grande terreno que era separado por um riacho. Um dia, por uma coisa de nada zangaram-se, injuriaram-se mutuamente e cortaram relações.
Um dia bateu à porta do mais velho um homem a pedir trabalho.
- Sou carpinteiro.
- Vai então trabalhar para mim e com aquela madeira vai construir uma cerca à volta do meu terreno, muito alta, de forma que não se veja de um lado para o outro. Nem quero ver o meu irmão.
- Muito bem. Já compreendi, respondeu o carpinteiro.
O fazendeiro retirou-se para a cidade, deixando o artista no seu trabalho.
Quando regressou ficou espantado com o que viu: o carpinteiro em vez da cerca, tinha construído uma pequena ponte que ligava as duas margens do riacho! Voltou-se para o carpinteiro e chamou-lhe atrevido por não ter feito o que lhe mandara.
- E, ao olhar para a ponte, viu que o seu irmão mais novo se aproximava de braços abertos e disse: Tu realmente foste muito amigo, construindo esta ponte, mesmo depois do que eu te disse de ofensivo.
- E num forte impulso, o mais velho correu na direcção do irmão. Abraçaram-se e choraram de alegria.
O carpinteiro ia embora com a caixa da ferramenta.
- Espere. Fique connosco, disse o mais velho. Tenho outros trabalhos para si.
O artista respondeu: eu ficaria, mas tenho outras pontes para construir. E partiu…
 
QUEM É JESUS? Imprimir e-mail
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As coisas simples encantam-nos e não esquecem mais, como este poema de João de Deus, que aparecia outrora nos nossos livros e Leitura da Escola Primária.
- Minha mãe, quem é aquele pregado naquela Cruz?
- Aquele, filho, é Jesus, a santa Imagem d’Ele.
- E quem é Jesus?
- É Deus.
- E quem é Deus?
- É quem nos criou, que nos manda a luz do dia e fez a terra e Céus. E veio mostrar à gente que todos somos irmãos e devemos dar as mãos uns aos outros irmãmente.
Que bela catequese a desta mãe!
O Divino Crucificado – Jesus – é Deus. É o Filho de Deus que nos remiu na Cruz.
Esta noção do Criador do Universo – Criador da Vida e de todas as maravilhas que o homem não consegue criar, esta noção faz falta na vida de muitas crianças, adolescentes, jovens e adultos.
O orgulho humano nega o Criador Supremo, mas não conseguiu ainda uma explicação da criação da grandeza e beleza do Universo.
Mas aquela mãe acrescentou mais ainda: “Aquele Divino Crucificado veio trazer o amor à terra, ensinando-nos q somos irmãos para amar os outros como querem ser amados: q devemos ser solidários, ajudando-nos reciprocamente, irmãmente, como verdadeiros irmãos, porque somos filhos de Deus.

Precisamos de mães que despertem e alimentem a fé dos seus filhos, para que vivam fraternalmente, construindo um mundo melhor e mais feliz.
 
 
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A filha de Billy Graham Imprimir e-mail
estava a ser entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou-lhe:

"Como é que Deus permitiu que acontecesse algo tão horroroso no dia 11 de Setembro?"
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

"Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto como nós.
Já há muitos anos que dizemos para Deus não interferir nas nossas escolhas, sair do nosso governo e sair das nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele nos deixou calmamente.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a Sua bênção e a Sua protecção se nós exigimos que Ele não se meta connosco?"
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'Hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordámos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler a Bíblia nas escolas...a Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e mas que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordámos com esse alguém.
Logo a seguir, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater nos nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque as suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar a sua auto-estima (o filho dele suicidou-se) e nós dissemos: "Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer". E concordámos com ele.
Depois, alguém disse que os professores e directores das escolas não deveriam castigar os nossos filhos quando se comportassem mal. E foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos... (Há diferença entre castigar e tocar)
E alguém sugeriu que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem o aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitámos sem ao menos questionar.
Foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantos preservativos quantos eles quisessem, para que eles se pudessem divertir à vontade. E nós dissemos: "Está bem!"
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é são e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isto um passo mais adiante, e publicou fotografias de crianças nuas, e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da Internet.
E nós dissemos: "Está bem, isto é democracia, eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isto".
Agora nós perguntamo-nos porque é que os nossos filhos não têm consciência e porque é que não sabem distinguir entre o Bem e o Mal, entre o Certo e o Errado, porque é que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou os seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Se analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: Nós colhemos o que semeámos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho a Deus: "Senhor, por que não salvaste aquela criança na Escola?"
E Deus respondeu: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!"
É triste como as pessoas culpam Deus e não entendem porque é que o mundo está a ir a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo o que os jornais e a TV dizem, e duvidamos do que a Bíblia, ou da sua religião, que tu dizes que segues, ensina.
É triste como toda a gente quer ir para o Céu, desde que não precise de crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.
É triste como alguém diz: "Eu creio em Deus", mas segue Satanás, que por sinal, também "crê" em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas de Cristo ao Domingo, mas depois transformam-se em cristãos invisíveis no resto da semana.
É engraçado como nos preocupamos mais com o que as pessoas pensam a nosso respeito, do que com o que Deus pensa...
 
 

 
O MAIS IMPORTANTE Imprimir e-mail
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Certo dia, uma mãe cuidadosa na educação da sua filha, perguntou-lhe quando ela era ainda adolescente:
- Sabes qual é a parte mais importante do teu corpo?
A jovem, pensando na limitação dolorosa dos surdos, respondeu: a mais importante é o ouvido.
- Não, respondeu a mãe. À medida que fores crescendo, descobrirás qual é.
Passado algum tempo, a mãe perguntou novamente: - qual é então a parte mais importante do corpo?
A filha, vendo que os olhos são importantíssimos para a felicidade das pessoas, respondeu: - são os olhos.
A mãe disse-lhe que a resposta não estava correcta. O tempo foi passando e a jovem procurando a resposta certa. Até que, um dia, a morte passou pela sua casa e o avô morreu. Todos choraram aquela morte. Até o pai, que nunca chorara, não conteve as lágrimas.
Quando a jovem foi dar o último adeus ao avô, a mãe disse-lhe: é hoje o dia em que vais aprender qual é a parte mais importante do corpo. Vais saber que a parte mais importante são os teus ombros.
- Porque sustentam a minha cabeça?
- Não. É porque podes sustentar a cabeça de um amigo ou de uma pessoa amada quando eles chorarem. Todos precisam de um ombro quando choram em alguns momentos difíceis da vida.
Então disse a jovem: descobri qual era a parte mais importante do corpo, porque naquela hora quem precisou de um ombro fui eu...
– E também aprendeste que os teus ombros são importantes para os teus amigos nas horas de sofrimento físico ou moral - acrescentou a mãe.

As pessoas esquecerão o que lhes dissemos e o que lhes fizemos, mas não esquecerão o conforto moral que lhes oferecemos.

Os amigos são como as estrelas: muitas vezes não as vemos, mas estão no firmamento. Os amigos podem andar longe, afastados do nosso caminho, mas estarão visíveis junto de nós quando precisarmos do seu ombro, do seu alento, do seu conforto, da sua esperança.
 
 
 
 
OS TRÊS CONSELHOS Imprimir e-mail
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Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores. Um dia o marido fez a seguinte proposta à esposa:
"Vou sair de casa, vou viajar para longe, arranjar emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar fora, só peço uma coisa, que esperes e enquanto eu estiver fora, me sejas FIEL, pois eu também te serei fiel. "
E partiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava a precisar de alguém para o ajudar na fazenda.
O jovem ofereceu-se para trabalhar, e foi aceite. Pediu para fazer um pacto com o patrão, que também foi aceite.
O pacto foi o seguinte: "Deixe-me trabalhar o tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor dispensa-me das minhas obrigações. E não quero receber o meu salário. Peço que o coloque na poupança até ao dia em que eu for embora.
Tudo combinado.
O jovem trabalhou durante 20 anos, sem férias e nem dias de descanso.
Depois de vinte anos foi ter com o patrão e disse: "Quero o meu dinheiro, pois vou voltar para casa."
O patrão respondeu-lhe: "Muito bem, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, sim? Dou-lhe o seu dinheiro e vai-se embora, ou dou-lhe três conselhos e não lhe dou o dinheiro e vai-se embora. Se lhe der o dinheiro não lhe dou os conselhos; se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois dê-me a resposta. "
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "Quero os 3 conselhos."
O patrão frisou novamente: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro."
E o empregado respondeu: "Quero os conselhos."
O patrão então disse:
1. Nunca ande por atalhos na sua vida. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. Nunca seja curioso para o que é mal, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois pode-se arrepender e ser tarde demais.
"Tem aqui três pães, estes dois são para comer durante a viagem e este terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar a casa.“
O homem seguiu o seu caminho de volta, depois de 20 anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: "Pra onde vai?“
-"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada."
O andarilho disse-lhe : "Ó rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes mais perto e chegas em poucos dias.“
O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando se lembrou do primeiro conselho, e voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, já muito cansado, achou pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
Quando estava a abrir a porta, lembrou-se do segundo conselho.
Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem perguntou se ele não havia escutado gritos durante a noite, e ele respondeu que sim.
O hospedeiro perguntou-lhe se não estava curioso porquê o barulho, e ele respondeu que não.
O hospedeiro prosseguiu: “Tu és o primeiro hóspede a sair daqui vivo, pois o meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite... e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.”
O rapaz prosseguiu na sua jornada, ansioso por chegar a casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada... Já ao entardecer, viu entre as árvores o fumo da sua casinha, avançou e viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa.
Era o anoitecer, mesmo assim ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela estava com um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Quando viu aquela cena, o seu coração encheu-se de ódio e amargura e decidiu-se ir de encontro dos dois e matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho. Então parou, reflectiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria, pensou: "Não vou matar a minha esposa nem o seu amante.Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Mas antes, quero dizer à minha esposa que eu sempre lhe fui fiel ".
Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Quando a esposa abre a porta e o reconhece, atira-se ao seu pescoço e abraça-o afectuosamente.  Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos diz-lhe: "Eu fui-te fiel e tu atraiçoaste-me..."
Ela espantada respondeu: "Como? Eu nunca te trai, esperei durante estes vintes anos!"
Ele perguntou: "E aquele homem que tu estavas a acariciar ontem ao entardecer?"
"Aquele homem é o nosso filho. Quando tu foste embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.“
O marido entrou, conheceu e abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
Depois de rezarem a agradecer, com lágrimas de emoção, ele parte o pão e, ao abri-lo, encontra dentro todo o seu dinheiro, o pagamento pelos seus vinte anos de dedicação!

Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber coisas que não nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentam...
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente arrependemo-nos depois...
Não te esqueças destes três conselhos e, principalmente, não te esqueças de CONFIAR em DEUS... (mesmo que a vida, muitas vezes já nos tenha dado motivos para a desconfiança).
 

 
Como ocupar bem o tempo Imprimir e-mail
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É uma história oriental. Um dia um mestre apareceu aos seus alunos com 5 sacos, mais ou menos do mesmo tamanho. Começou por lhes falar da importância do tempo e abriu o primeiro saco e mostrou que estava cheio de pedras.
Pegou nele e deitou as pedras num outro saco vazio que ficou cheio. Depois abriu o segundo saco: também ele tinha pedras, mas estas eram mais pequenas do que as primeiras. Pegou nelas e deitou-as também no mesmo saco, já quase cheio que acabou por ficar cheio. Em seguida abriu o terceiro saco que também estava cheio de pedras mas muito pequeninas. Derramou o saco no que já tinha as outras pedras e a custo o cascalho miúdo conseguiu também acomodar-se no saco cheio. Foi a vez do quarto saco: só areia. E também esta foi despejada no mesmo saco, que se espalhou por todos os poros do saco. Finalmente o mestre abriu o quinto saco: tinha dentro um frasco com água. Abriu o frasco e verteu-o dentro do saco: a água espalhou-se por todo o saco, penetrando em todos os pequenos espaços que ainda havia.

Lição que o mestre quis tirar: para aproveitarmos bem o tempo, primeiro coloquemos nele as pedras grandes, ou seja, aquelas coisas mais importantes que temos a fazer. Estas, é que devem ocupar o lugar principal do nosso dia. As outras, sempre se arranjará um pouco de espaço, mas o importante é que elas não roubem o espaço das pedras grandes.
 
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