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Basta-me saber que sois jovens para eu vos amar

São João Bosco

 
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Histórias lindas
A Menina Imprimir e-mail
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Acelerando o seu mercedes, um empresário dirigia-se à cidade como fazia frequentemente para trabalhar.

Nunca prestara atenção numa casa humilde, quase escondida do desvio da estrada mas, naquele dia, experimentou a insistente curiosidade. Quem morava ali?

Cedendo ao impulso, aproximou-se, contornou a residência e sem descer do carro, olhou por uma janela aberta bem na frente, e viu uma menina de aproximadamente 10 anos, ajoelhada, de mãos postas e olhos lacrimejantes.

Não se contendo, perguntou então o empresário:

- Que fazes tu aí minha filha?

- Estou a rezar a DEUS a pedir socorro! O meu pai morreu, a minha mãe está muito doente e os meus quatro irmãos têm fome.

- Que engano, menina, o céu não ajuda ninguém, o céu está muito distante. Temos que nos arranjar sozinhos.

Embora irreverente e um tanto rude, este empresário era um homem de bom coração. Compadecendo-se, tirou do bolso uma boa soma de dinheiro e entregou-a à menina.

- Tome lá. Vá comprar comida para os irmãos e remédio para a mãe e esqueça a oração.

Feito isto, retornou à estrada. Antes de completar 200 metros, decidiu verificar se a sua orientação estava a sendo cumprida, mas, para sua surpresa, a pequena devota continuava de joelhos.

- Ora essa, menina. Porque é que não vai fazer o que lhe recomendei. Não lhe expliquei que não adianta pedir?

Então a menina, com aspecto muito feliz, respondeu:
- Já não estou a pedir. Estou apenas a agradecer. Pedi a Deus e Ele enviou-me o senhor.




 
A Visita Imprimir e-mail
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Todos os dias, ao meio-dia, um pobre velho entrava na igreja, e poucos minutos depois saia. Um dia, o padre perguntou-lhe o que fazia (pois havia objectos de valor na igreja). Venho rezar, respondeu o velho. Mas é estranho, disse o padre, que você consiga rezar tão depressa.

Bem respondeu o velho, eu não sei recitar orações compridas. Mas todos os dias, ao meio-dia, entro na igreja e só digo: “Ó Jesus, eu sou o Zé, vim-te visitar”. Num minuto, já estou de saída. E só uma oraçãozinha, mas tenho a certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital e, na enfermaria passou a exercer uma influência sobre todos: Os doentes mais tristes tornaram-se alegres, muitas risadas passaram a ser ouvidas.

Um dia uma enfermeira perguntou ao Zé:

- Os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre…

- É verdade, estou sempre muito alegre. É por causa da visita que recebo todos os dias. Faz-me muito feliz!…

A enfermeira ficou atónita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia.

O Zé era um velho solitário, sem ninguém…

- Quem o visita? A que horas?

- Todos os dias. - respondeu o Zé, com um brilho nos olhos.

- Todos os dias, ao meio-dia ELE vem ficar ao pé da cama. Quando olho para ELE, ELE sorri e diz:

”Ó Zé, eu sou JESUS, eu vim visitar-te”.
 
Pegadas na Areia Imprimir e-mail
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Certa noite eu tive um sonho… sonhei que estava na praia com o “Senhor”; e através dos céus passaram cenas da minha vida.

Para cada ano que passava eram deixadas dois pares de pegadas na areia, um era o meu e o outro do Senhor.

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós olhei para trás para as pegadas na areia e notei que muitas vezes no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas.

Notei também que isso só acontecia nos momentos mais difíceis do meu viver, isso aborreceu-me e perguntei então ao Senhor:

-Senhor! Tu deixaste-me…Porquê? Se um dia me disseste que eu resolvi seguir-te que tu andarias sempre comigo. Mas notei que durante as maiores tribulações do meu viver havia na areia do caminho da minha vida, apenas um par de pegadas. Não entendo porque nas horas mais difíceis da minha vida tu me deixaste. O Senhor respondeu-me:

- Ó meu querido filho, Eu amo-te e nunca te deixaria nos momentos das tuas provocações e do teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas foi porque exactamente aí que “Eu te carreguei nos meus braços.”
 
 
 
 
 
Lições de Vida Imprimir e-mail
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“Um dia, durante uma conversa entre advogados, fizeram-me uma pergunta:
O que é que de mais importante já fizeste na tua vida?
A resposta veio-me à mente, na hora, mas não foi a que respondi pois as circunstâncias não eram apropriadas. No papel de advogado da indústria do espectáculo, sabia que os assistentes queriam escutar anedotas sobre o meu trabalho com as celebridades. Mas aqui vai a verdadeira, que surgiu das profundezas das minhas recordações:
O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de Outubro de 1990. Comecei o dia a jogar golfe com um ex-colega e amigo meu que há muito não via. Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele contava-me que a sua esposa e ele acabavam de ter um bebé. Enquanto jogávamos chegou o pai do meu amigo que, consternado, lhe diz que o seu bebé parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência. No mesmo instante, o meu amigo subiu para o carro do seu pai e foi-se.
Por um momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei de pensar no que deveria fazer: Seguir o meu amigo até ao hospital? A minha presença, disse a mim mesmo, não serviria de nada pois a criança certamente está sob cuidados médicos, e nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação. Oferecer o meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele como a sua esposa vinham de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários acontecesse o que acontecesse. A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar.
Decidi que mais tarde iria ver o meu amigo. Quando me dispus a partir no meu carro, percebi que o meu amigo tinha deixado o seu carro aberto com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de ténis. Decidi, então, fechar o carro e ir até ao hospital entregar-lhe as chaves. Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam. Entrei sem fazer ruído e fiquei junto da porta pensando o que deveria fazer. Não demorou muito e surgiu um médico que se aproximou do casal e em voz baixa, comunicou o falecimento do bebé.
Durante os instantes que ficaram abraçados a mim pareceu uma eternidade, choravam enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor. O médico perguntou-lhes se desejavam ficar alguns instantes com a criança. Os meus amigos ficaram de pé e caminharam resignadamente até à porta. Ao ver-me ali, aquela mãe abraçou-me e começou a chorar. Também o meu amigo se refugiou nos meus braços e disse: Muito Obrigado por estar aqui!
Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo o meu amigo e a sua esposa segurar nos braços o seu bebé, despedindo-se dele. Isto foi o mais importante que já fiz na minha vida.
Além de outras, posso tirar a seguinte lição:

O mais importante que fiz na vida, ocorreu quando não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem toda a razão que utilizei para analisar a situação e decidir o que deveria fazer, me serviu naquelas circunstâncias: duas pessoas receberam uma desgraça e eu nada poderia fazer para remediar. A única coisa que poderia fazer era esperar e acompanhá-los. Foi o que fiz e valeu a pena.
 
 

 
QUE LINDA IDEIA! Imprimir e-mail
Um dia, uma professora pediu aos seus alunos que fizessem uma lista dos nomes dos outros estudantes numa folha de papel, deixando algum espaço debaixo de cada nome.
Depois pediu-lhes que pensassem na coisa mais bonita que poderiam dizer a todos os colegas e a escrevessem.
Na segunda-feira seguinte deu a cada estudante a lista com os seus nomes.
E a classe inteira começou a sorrir: "Verdade?" cochichavam. "Eu não sabia que era tão importante para alguém! E não pensei que eu agradasse tanto aos outros“. Eram as frases mais pronunciadas.
Ninguém falou mais daquelas folhas e a professora não soube se os meninos tinham discutido esta lição com os pais, mas não tinha importância: o exercício tinha alcançado o seu objectivo.
Todos estavam contentes com eles mesmos, e tornaram-se cada vez mais unidos.
Anos depois, um dos estudantes foi morto na guerra e a professora participou do funeral.
Nunca tinha visto um soldado no caixão: parecia tão bonito e tão maduro...
A Igreja estava cheia de amigos do soldado. Todos os amigos se aproximaram do caixão, e a professora foi a última a despedir-se do cadáver.
Um dos soldados presentes perguntou-lhe "A senhora era a professora de matemática do Mário"? Ela acenou com a cabeça, depois que ele contou que o "Mário falava muito dela"
Abrindo a carteira, tirou com atenção dois pedaços de papel que tinham sido obviamente dobrados, abertos e reabertos muitas vezes.
A professora soube ainda antes de olhar que aquelas folhas de papel eram aquelas nos quais os colegas do Mário tinham escrito todos os elogios.
"Muito obrigada por ter feito isto", disse a mãe do Mário. "Como pode ver, o Mário preservou-o como um tesouro"
Todos os colegas começaram a aproximar-se. Carlos sorriu timidamente e disse "eu ainda tenho a minha lista na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa".
A esposa do Jorge disse que o marido lhe tinha pedido que pusesse no álbum do seu casamento e Marília acrescentou que o seu foi preservado no seu diário.
Victória, outra companheira, abriu a agenda e tirou a sua lista um pouco estragada, mostrando-a ao grupo. Trago–a sempre comigo e penso que todos nós a temos guardada"
Naquele momento a professora sentou-se e chorou.
Chorou pelo Mário e por todos os seus amigos que não o veriam mais.

Há tantas pessoas no mundo que por vezes nos esquecemos que a vida um dia acabará, e não sabemos quando isso acontecerá.
Diz às pessoas que amas, que são especiais e importantes para ti.
Diz-lhes isto antes que seja tarde.
 
 
 
 
 
SEGUINDO OS SENTIDOS Imprimir e-mail
Imagem vazia padrãoEra uma vez um homem que não tinha nada para que a sua família comesse. Tinha apenas uma velha espingarda e três balas. Assim, decidiu sair e caçar algo para o jantar.

Imagem vazia padrãoDescendo a estrada, viu um coelho e atirou e errou. Depois viu um esquilo, atirou e errou. E quando avançava, viu um peru selvagem numa árvore e ele tinha somente uma bala, mas ouviu uma voz que lhe disse:
- Reze primeiro, aponte para o alto e permaneça concentrado.

Imagem vazia padrãoEntretanto, ao mesmo tempo, viu um cervo que seria uma caça muito melhor. Apontou um pouco para o lado e mirou no cervo. Mas, então viu uma cascavel entre as suas pernas pronta para o bote, então, naturalmente, apontou a arma para baixo para disparar na cascavel.

Imagem vazia padrãoAí, a voz disse-lhe outra vez
- Eu disse, reze, aponte para o alto e permaneça concentrado.

Imagem vazia padrãoE o homem decidiu escutar a voz. Rezou, apontou a arma para o alto e em seguida disparou no peru selvagem. A bala atravessou o peru e matou o cervo. A velha arma explodiu, o punho da espingarda caiu e bateu na cabeça da cobra matando-a e o cano bateu numa lagoa.

Imagem vazia padrãoQuando se refez do susto, tinha peixes nos seus bolsos, um cervo e um peru para comer. E a cobra estava morta. Simplesmente porque o homem atendeu a voz de Deus.

Imagem vazia padrãoDesde então, o homem, antes de fazer qualquer coisa, passou a rezar primeiro, mirar no alto o seu objectivo e permanecer sempre concentrado em Deus.
 
 
 
 
Um padre mendigo atende a confissão do Papa João Paulo II Imprimir e-mail
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Um sacerdote da arquidiocese de Nova York, ia rezar Missa numa paróquia de Roma quando ao entrar na Igreja encontrou um mendigo. Depois de o observar por uns momentos, deu conta que conhecia aquele homem. Era um companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. Agora mendigava pelas ruas. O padre após se identificar escutou da boca do mendigo como tinha perdido a sua fé e a sua vocação. No dia seguinte, o sacerdote ia ter a oportunidade de assistir à Missa privada do Papa, a quem podia cumprimentar no fim da celebração. Ao chegar a sua vez, ajoelhou-se diante do Santo Padre, e pediu-lhe para que rezasse pelo seu antigo companheiro de seminário…e contou-lhe a situação. O Papa convidou-o a que no dia seguinte viesse jantar com ele e que trouxesse consigo o tal mendigo. O sacerdote voltou à paróquia e apresentou ao seu amigo o desejo do Papa e convenceu-o a aceitar. Levou-o à sua pensão para ali tomar banho, ofereceu-lhe uma roupa apresentável, e foram ao Vaticano jantar com o Papa. No fim do jantar o Papa pediu ao sacerdote que se afastasse e os deixasse sós, a ele e ao mendigo. Uma vez sós, diz-lhe o Papa: atende-me de confissão. O homem, impressionado, respondeu que já não era sacerdote, e o Papa respondeu: “O homem, impressionado, disse que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu: “Tu foste ordenado sacerdote para sempre”. - “Mas eu estou fora das minhas faculdades de sacerdote, tiraram-me as licenças de exercer”. Responde o Papa: “Eu sou o Bispo de Roma posso encarregar-me disso. Atende-me, por favor”. O homem escutou a confissão do Santo Padre e, no fim, foi ele que pediu ao Papa para o confessar também. Depois da confissão chorou amargamente.
No fim João Paulo II perguntou-lhe em que paróquia andava a mendigar e nomeou-o assistente do pároco dessa paróquia e encarregado dos mendigos. (Do jornal LA RAZÓN, Madrid, ESPAÑA, 9-5-2001).
 
 
 
 
A HISTÓRIA DO LÁPIS Imprimir e-mail
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O neto olhava para a avó que escrevia uma carta.
A certa altura, perguntou:
- A avó está a escrever uma história que aconteceu connosco?
E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou , sorriu, e comentou com o neto:
- Estou a escrever sobre ti, é verdade.
No entanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou a usar.
Gostaria que tu fosses como ele, quando crescesses.
"Primeira qualidade:
Tu podes fazer grandes coisas, mas não deves esquecer nunca que há uma Mão que guia os teus passos.
A esta mão nós chamamos Deus, e Ele deve sempre conduzir-te em direcção à Sua vontade ".
"Segunda qualidade:
De vez em quando preciso de parar o que estou a escrever, e usar o afia.
Isto faz com que o lápis sofra um pouco, mas depois ele fica mais afiado.
Portanto, aprende a suportar algumas dores, porque elas te farão ser uma pessoa melhor."
"Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira ou a sua forma exterior, mas o carvão que está dentro.
Portanto, cuida sempre do que acontece dentro de ti."
"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca.

Da mesma maneira, tudo o que tu fizeres na vida irá deixar traços. Por isso, procura ser consciente de cada acção.
 
 
 
 
O VERDADEIRO AMOR Imprimir e-mail
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Numa escola primária, um aluno perguntou à professora: “o que é o amor?”
Ela ficou surpreendida com a pergunta inteligente do pequeno e sentindo dificuldade em responder de forma que ele compreendesse bem, como estava na hora do recreio, disse aos alunos:
Cada um de vós vai dar uma volta pelo jardim e trazer-me o que mais lhe desperte um sentimento de amor.
As crianças saíram apressadamente e procuraram com todo o interesse.
Quando voltaram à sala de aula, a professora disse-lhes: quero que cada um me mostre o que mais lhe despertou um sentimento de amor.
Então o primeiro disse: Encontrei esta bela flor e trouxe-a comigo.
O segundo disse: Vi esta borboleta. Encantei-me com a beleza das asas e trouxe-a para a minha colecção.
O terceiro pequeno disse que encontrou um passarinho caído do ninho e trouxe-o por lhe achar muita graça.
A professora notou que um dos garotos estava calado no seu lugar, envergonhado por não ter trazido nada.
Quando a mestra lhe perguntou porque não trouxera nada, ele timidamente respondeu: eu vi aquela flor exalando o seu perfume, mas não quis colhê-la. Preferi que continuasse a exalar o perfume por mais tempo. Também vi a borboleta de asas belas. Mas pareceu-me voar muito feliz e não tive coragem de a aprisionar. Também vi o passarinho caído entre as folhas. Mas ao ver a tristeza da sua mãe, fui pô-lo no ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a felicidade da liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe da avezinha. Como posso mostrar o que senti?
A professora ficou encantada com a resposta da criança e felicitou-a porque só ela compreendera que só podemos trazer o amor no coração.

A lição daquele pequeno deve entrar em nós para aprendermos a trazer o coração cheio de amor: amor que nos faz interessar pelos outros, para os ajudar a serem mais felizes.
 
 
 
 
UMA CAIXA DE BEIJOS Imprimir e-mail
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Um dia uma mãe puniu a sua filha de 5 anos de idade por estragar um rolo de papel dourado para decorar uma caixa a ser colocada na árvore de Natal.
Na manhã seguinte à noite de Natal, a menina trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo: -"Isto é para si, mãe".
A mãe ficou embaraçada pela sua reação precipitada, mas a sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia. Então disse rudemente à menina:
- Tu não sabes q quando se dá um presente a alguém se mete alguma coisa no pacote?
A menina olhou-a com lágrimas e disse:
-"Oh, não está vazia, mãe. Eu soprei dentro dela, até ficar cheia de beijos".
A mãe ficou arrasada. Ajoelhou e pedindo perdão pela sua ira irracional abraçou-a com ternura.
Um acidente tirou a vida à menina pouco tempo depois e a mãe guardou aquela caixa dourada perto da sua cama.
Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor da filha que o colocou lá."

Todos recebemos uma caixa dourada cheia de beijos e de amor de Deus e de Nossa Senhora por cada um de nós.
Nos momentos difíceis abramos a caixa e tiremos um beijo de Nossa Senhora e de Deus que os puseram lá para nós e vamos em frente…
 
Reflectir sobre os nossos defeitos Imprimir e-mail
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Uma senhora já idosa tinha dois baldes, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela levava às costas.
Um dos baldes era rachado. Todos os dias ela ia ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o balde perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o rachado chegava meio.
Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a senhora a chegar a casa com um balde e meio de água.
Naturalmente o balde perfeito tinha muito orgulho do seu próprio resultado - e o balde rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só metade do que deveria fazer.
Ao fim de dois anos, reflectindo sobre a sua própria derrota de ser 'rachado', durante o caminho para o rio, o balde rachado disse à senhora: 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura faz-me perder metade da água durante o caminho até casa...'
A velhinha sorriu e disse: Anda cá, olha para ali. 'Repara que lindas flores há no teu lado do caminho, somente no teu lado do caminho. Eu sabia do teu defeito e lancei sementes de flores à beira da estrada do teu lado. E todos os dias, enquanto voltávamos do rio, tu regavá-las.
Assim durante dois anos pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu jantar. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa!'

Cada um de nós tem o seu defeito próprio: mas é o defeito que cada um de nós tem, que faz com que a nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um como é... e descobrir o que há de bom nele!
Lembra-te sempre de regar as flores do teu lado do caminho!
 
 
 
 
Construir pontes Imprimir e-mail
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Dois irmãos eram muito amigos e trabalhavam juntos num grande terreno que era separado por um riacho. Um dia, por uma coisa de nada zangaram-se, injuriaram-se mutuamente e cortaram relações.
Um dia bateu à porta do mais velho um homem a pedir trabalho.
- Sou carpinteiro.
- Vai então trabalhar para mim e com aquela madeira vai construir uma cerca à volta do meu terreno, muito alta, de forma que não se veja de um lado para o outro. Nem quero ver o meu irmão.
- Muito bem. Já compreendi, respondeu o carpinteiro.
O fazendeiro retirou-se para a cidade, deixando o artista no seu trabalho.
Quando regressou ficou espantado com o que viu: o carpinteiro em vez da cerca, tinha construído uma pequena ponte que ligava as duas margens do riacho! Voltou-se para o carpinteiro e chamou-lhe atrevido por não ter feito o que lhe mandara.
- E, ao olhar para a ponte, viu que o seu irmão mais novo se aproximava de braços abertos e disse: Tu realmente foste muito amigo, construindo esta ponte, mesmo depois do que eu te disse de ofensivo.
- E num forte impulso, o mais velho correu na direcção do irmão. Abraçaram-se e choraram de alegria.
O carpinteiro ia embora com a caixa da ferramenta.
- Espere. Fique connosco, disse o mais velho. Tenho outros trabalhos para si.
O artista respondeu: eu ficaria, mas tenho outras pontes para construir. E partiu…
 
QUEM É JESUS? Imprimir e-mail
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As coisas simples encantam-nos e não esquecem mais, como este poema de João de Deus, que aparecia outrora nos nossos livros e Leitura da Escola Primária.
- Minha mãe, quem é aquele pregado naquela Cruz?
- Aquele, filho, é Jesus, a santa Imagem d’Ele.
- E quem é Jesus?
- É Deus.
- E quem é Deus?
- É quem nos criou, que nos manda a luz do dia e fez a terra e Céus. E veio mostrar à gente que todos somos irmãos e devemos dar as mãos uns aos outros irmãmente.
Que bela catequese a desta mãe!
O Divino Crucificado – Jesus – é Deus. É o Filho de Deus que nos remiu na Cruz.
Esta noção do Criador do Universo – Criador da Vida e de todas as maravilhas que o homem não consegue criar, esta noção faz falta na vida de muitas crianças, adolescentes, jovens e adultos.
O orgulho humano nega o Criador Supremo, mas não conseguiu ainda uma explicação da criação da grandeza e beleza do Universo.
Mas aquela mãe acrescentou mais ainda: “Aquele Divino Crucificado veio trazer o amor à terra, ensinando-nos q somos irmãos para amar os outros como querem ser amados: q devemos ser solidários, ajudando-nos reciprocamente, irmãmente, como verdadeiros irmãos, porque somos filhos de Deus.

Precisamos de mães que despertem e alimentem a fé dos seus filhos, para que vivam fraternalmente, construindo um mundo melhor e mais feliz.
 
 
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A filha de Billy Graham Imprimir e-mail
estava a ser entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou-lhe:

"Como é que Deus permitiu que acontecesse algo tão horroroso no dia 11 de Setembro?"
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

"Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto como nós.
Já há muitos anos que dizemos para Deus não interferir nas nossas escolhas, sair do nosso governo e sair das nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele nos deixou calmamente.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a Sua bênção e a Sua protecção se nós exigimos que Ele não se meta connosco?"
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'Hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordámos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler a Bíblia nas escolas...a Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e mas que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordámos com esse alguém.
Logo a seguir, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater nos nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque as suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar a sua auto-estima (o filho dele suicidou-se) e nós dissemos: "Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer". E concordámos com ele.
Depois, alguém disse que os professores e directores das escolas não deveriam castigar os nossos filhos quando se comportassem mal. E foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos... (Há diferença entre castigar e tocar)
E alguém sugeriu que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem o aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitámos sem ao menos questionar.
Foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantos preservativos quantos eles quisessem, para que eles se pudessem divertir à vontade. E nós dissemos: "Está bem!"
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é são e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isto um passo mais adiante, e publicou fotografias de crianças nuas, e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da Internet.
E nós dissemos: "Está bem, isto é democracia, eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isto".
Agora nós perguntamo-nos porque é que os nossos filhos não têm consciência e porque é que não sabem distinguir entre o Bem e o Mal, entre o Certo e o Errado, porque é que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou os seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Se analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: Nós colhemos o que semeámos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho a Deus: "Senhor, por que não salvaste aquela criança na Escola?"
E Deus respondeu: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!"
É triste como as pessoas culpam Deus e não entendem porque é que o mundo está a ir a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo o que os jornais e a TV dizem, e duvidamos do que a Bíblia, ou da sua religião, que tu dizes que segues, ensina.
É triste como toda a gente quer ir para o Céu, desde que não precise de crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.
É triste como alguém diz: "Eu creio em Deus", mas segue Satanás, que por sinal, também "crê" em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas de Cristo ao Domingo, mas depois transformam-se em cristãos invisíveis no resto da semana.
É engraçado como nos preocupamos mais com o que as pessoas pensam a nosso respeito, do que com o que Deus pensa...
 
 

 
O MAIS IMPORTANTE Imprimir e-mail
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Certo dia, uma mãe cuidadosa na educação da sua filha, perguntou-lhe quando ela era ainda adolescente:
- Sabes qual é a parte mais importante do teu corpo?
A jovem, pensando na limitação dolorosa dos surdos, respondeu: a mais importante é o ouvido.
- Não, respondeu a mãe. À medida que fores crescendo, descobrirás qual é.
Passado algum tempo, a mãe perguntou novamente: - qual é então a parte mais importante do corpo?
A filha, vendo que os olhos são importantíssimos para a felicidade das pessoas, respondeu: - são os olhos.
A mãe disse-lhe que a resposta não estava correcta. O tempo foi passando e a jovem procurando a resposta certa. Até que, um dia, a morte passou pela sua casa e o avô morreu. Todos choraram aquela morte. Até o pai, que nunca chorara, não conteve as lágrimas.
Quando a jovem foi dar o último adeus ao avô, a mãe disse-lhe: é hoje o dia em que vais aprender qual é a parte mais importante do corpo. Vais saber que a parte mais importante são os teus ombros.
- Porque sustentam a minha cabeça?
- Não. É porque podes sustentar a cabeça de um amigo ou de uma pessoa amada quando eles chorarem. Todos precisam de um ombro quando choram em alguns momentos difíceis da vida.
Então disse a jovem: descobri qual era a parte mais importante do corpo, porque naquela hora quem precisou de um ombro fui eu...
– E também aprendeste que os teus ombros são importantes para os teus amigos nas horas de sofrimento físico ou moral - acrescentou a mãe.

As pessoas esquecerão o que lhes dissemos e o que lhes fizemos, mas não esquecerão o conforto moral que lhes oferecemos.

Os amigos são como as estrelas: muitas vezes não as vemos, mas estão no firmamento. Os amigos podem andar longe, afastados do nosso caminho, mas estarão visíveis junto de nós quando precisarmos do seu ombro, do seu alento, do seu conforto, da sua esperança.
 
 
 
 
OS TRÊS CONSELHOS Imprimir e-mail
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Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores. Um dia o marido fez a seguinte proposta à esposa:
"Vou sair de casa, vou viajar para longe, arranjar emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar fora, só peço uma coisa, que esperes e enquanto eu estiver fora, me sejas FIEL, pois eu também te serei fiel. "
E partiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava a precisar de alguém para o ajudar na fazenda.
O jovem ofereceu-se para trabalhar, e foi aceite. Pediu para fazer um pacto com o patrão, que também foi aceite.
O pacto foi o seguinte: "Deixe-me trabalhar o tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor dispensa-me das minhas obrigações. E não quero receber o meu salário. Peço que o coloque na poupança até ao dia em que eu for embora.
Tudo combinado.
O jovem trabalhou durante 20 anos, sem férias e nem dias de descanso.
Depois de vinte anos foi ter com o patrão e disse: "Quero o meu dinheiro, pois vou voltar para casa."
O patrão respondeu-lhe: "Muito bem, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, sim? Dou-lhe o seu dinheiro e vai-se embora, ou dou-lhe três conselhos e não lhe dou o dinheiro e vai-se embora. Se lhe der o dinheiro não lhe dou os conselhos; se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois dê-me a resposta. "
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "Quero os 3 conselhos."
O patrão frisou novamente: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro."
E o empregado respondeu: "Quero os conselhos."
O patrão então disse:
1. Nunca ande por atalhos na sua vida. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. Nunca seja curioso para o que é mal, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois pode-se arrepender e ser tarde demais.
"Tem aqui três pães, estes dois são para comer durante a viagem e este terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar a casa.“
O homem seguiu o seu caminho de volta, depois de 20 anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: "Pra onde vai?“
-"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada."
O andarilho disse-lhe : "Ó rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes mais perto e chegas em poucos dias.“
O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando se lembrou do primeiro conselho, e voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, já muito cansado, achou pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
Quando estava a abrir a porta, lembrou-se do segundo conselho.
Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem perguntou se ele não havia escutado gritos durante a noite, e ele respondeu que sim.
O hospedeiro perguntou-lhe se não estava curioso porquê o barulho, e ele respondeu que não.
O hospedeiro prosseguiu: “Tu és o primeiro hóspede a sair daqui vivo, pois o meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite... e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.”
O rapaz prosseguiu na sua jornada, ansioso por chegar a casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada... Já ao entardecer, viu entre as árvores o fumo da sua casinha, avançou e viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa.
Era o anoitecer, mesmo assim ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela estava com um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Quando viu aquela cena, o seu coração encheu-se de ódio e amargura e decidiu-se ir de encontro dos dois e matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho. Então parou, reflectiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria, pensou: "Não vou matar a minha esposa nem o seu amante.Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Mas antes, quero dizer à minha esposa que eu sempre lhe fui fiel ".
Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Quando a esposa abre a porta e o reconhece, atira-se ao seu pescoço e abraça-o afectuosamente.  Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos diz-lhe: "Eu fui-te fiel e tu atraiçoaste-me..."
Ela espantada respondeu: "Como? Eu nunca te trai, esperei durante estes vintes anos!"
Ele perguntou: "E aquele homem que tu estavas a acariciar ontem ao entardecer?"
"Aquele homem é o nosso filho. Quando tu foste embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.“
O marido entrou, conheceu e abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
Depois de rezarem a agradecer, com lágrimas de emoção, ele parte o pão e, ao abri-lo, encontra dentro todo o seu dinheiro, o pagamento pelos seus vinte anos de dedicação!

Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber coisas que não nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentam...
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente arrependemo-nos depois...
Não te esqueças destes três conselhos e, principalmente, não te esqueças de CONFIAR em DEUS... (mesmo que a vida, muitas vezes já nos tenha dado motivos para a desconfiança).
 

 
Como ocupar bem o tempo Imprimir e-mail
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É uma história oriental. Um dia um mestre apareceu aos seus alunos com 5 sacos, mais ou menos do mesmo tamanho. Começou por lhes falar da importância do tempo e abriu o primeiro saco e mostrou que estava cheio de pedras.
Pegou nele e deitou as pedras num outro saco vazio que ficou cheio. Depois abriu o segundo saco: também ele tinha pedras, mas estas eram mais pequenas do que as primeiras. Pegou nelas e deitou-as também no mesmo saco, já quase cheio que acabou por ficar cheio. Em seguida abriu o terceiro saco que também estava cheio de pedras mas muito pequeninas. Derramou o saco no que já tinha as outras pedras e a custo o cascalho miúdo conseguiu também acomodar-se no saco cheio. Foi a vez do quarto saco: só areia. E também esta foi despejada no mesmo saco, que se espalhou por todos os poros do saco. Finalmente o mestre abriu o quinto saco: tinha dentro um frasco com água. Abriu o frasco e verteu-o dentro do saco: a água espalhou-se por todo o saco, penetrando em todos os pequenos espaços que ainda havia.

Lição que o mestre quis tirar: para aproveitarmos bem o tempo, primeiro coloquemos nele as pedras grandes, ou seja, aquelas coisas mais importantes que temos a fazer. Estas, é que devem ocupar o lugar principal do nosso dia. As outras, sempre se arranjará um pouco de espaço, mas o importante é que elas não roubem o espaço das pedras grandes.
 
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