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"A Tua Palavra é Luz para os meus passos"

(Sl 119, 105)

 
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Um dia feliz
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Onde mora a Felicidade?

 

Todos somos diferentes. Carregamos no rosto, na genética, no jeito de ser, na história e até mesmo nas pontas dos dedos particularidades que nos apontam quem somos, de onde viemos, o que pensamos, o que queremos. Mas, algo nos assemelha, nos aproxima e, por vezes, nos pode colocar em conflito: nesta vida todos estão à procura de felicidade. Queremos ser felizes. Alguns, a qualquer custo. Outros, de forma mais discreta. Mas, cada um ao fim do dia, reclinando a cabeça no leito, deseja com intensidade a tal felicidade.

 

Alguns dizem que ela, a felicidade, mora num país chamado “solução”. É que lá não existem problemas. Outros dizem que ela vive numa cidade chamada “riqueza”… Porque lá não há pobreza… Uns dizem que ela vive numa praia chamada “companhia”… É que lá não ninguém fica solteiro e todas as pessoas são bonitas… Ainda há quem diga que a felicidade morava numa rua chamada “sem limites”: é que lá as pessoas podiam fazer qualquer coisa; nada era proibido.

 

Porém, todas as pessoas que procuraram a felicidade nesses lugares acabaram por se frustrar. Era como correr atrás do arco-íris. Quanto mais parecia aproximar-se, mais longe estava. Na verdade, não é o homem que encontra a felicidade. É ela que nos encontra. Porque a felicidade não é um lugar.

 

A Bíblia ensina um caminho para chegar a tal ponto. No sermão da montanha, Jesus diz que ser bem-aventurado, que significa FELIZ, significa provar da vida de Cristo. Bem-aventurados, felizes “os aflitos”, porque descobriram que felicidade não significa não ter problemas e que ela não mora no país chamado solução. Bem-aventurados, felizes “os pobres”, porque descobriram que a felicidade não está no orgulho nem na cidade da riqueza.

 

Bem-aventurados, felizes “os puros”, porque descobriram que a vaidade, a beleza exterior ou ter uma pessoa qualquer a seu lado não significa necessariamente “SER FELIZ”… Estes descobriram que A Felicidade não morava na praia chamada “companhia”.

 

Bem-aventurados “os perseguidos” por causa da Justiça, porque descobriram que a Felicidade não morava na “rua sem limites” e que ela também não está em fazer tudo o que se quer, mas em fazer tudo aquilo que é preciso.

 A Felicidade é uma Pessoa. E esta pessoa é Jesus Cristo. Sim, Ele procura-te. Deixa-te encontrar… A felicidade mora em cada sacrário, encontra-se em cada sacramento celebrado, morreu numa Cruz e ressuscitou ao terceiro dia, mas quer habitar no teu coração. Deixar encontrar-te e escutar: “Prazer em conhecer! O meu nome é Jesus; eu sou a Felicidade”.
 
É preciso aprender a ser feliz Imprimir e-mail
 

É preciso aprender a ser feliz

 Criado à imagem e semelhança de Deus, que é amor, o ser humano nasceu para amar. Esta é a sua vocação fundamental. Esta é a grande finalidade da existência humana. A partir desta certeza absoluta, nasce uma premente necessidade: aprender a amar e a cuidar do amor. O amor não nasce por geração espontânea e não morre de causas naturais. A morte do amor é sempre consequência de um assassinato cometido pela negligência. O amor morre por eutanásia passiva, de tédio, porque não foi alimentado. Amor que não se alimenta não se renova.

O amor aprende-se e, além disso, necessita de esforços, renúncias e sacrifícios. Para isso, é fundamental: começar sempre de novo, não ficar lembrando ofensas, ter respeito mútuo (fala, ação, gestos), dinamizar a vida conjugal, não discutir por coisas e nada, ter vida sexual saudável, educar a vontade: objetivo, determinação, persistência, ter senso de humor, superar os momentos difíceis, saber escutar, aprender a dialogar, adquirir a graça da comunicação, ter cortesia, tato, procurar agradar ao outro, não viver num mundo de sonhos e de ideais angelicais, expulsar o pessimismo da vida e das palavras (críticas e acusações, opiniões pejorativas, danificar a imagem do outro, generalizações negativas, centralizar detalhes negativos e aumentá-los, antecipar-se no negativo…)

É preciso aprender a ser feliz. Amar é algo que ninguém nasce já ensinado. Ninguém ama por geração espontânea. O amor verdadeiro exige aprendizagem, treino, começo e recomeço. O lar cristão precisa de ser uma escola onde se aprende a amar verdadeiramente. Esta aprendizagem é impossível sem a vivência e a prática de uma espiritualidade conjugal encarnada. Espiritualidade conjugal é para ser vivida na carne, situada no tempo e no espaço. Podemos falar em espiritualidade conjugal exatamente porque foi o próprio Deus que, ao longo das páginas da Sagrada Escritura, se apropriou desta imagem para expressar e manifestar o seu infinito amor pela humanidade. O amor conjugal precisa de ser anúncio explícito do amor apaixonado de Deus pela humanidade.

Não existe nenhum amor mais intenso e profundo do que o amor conjugal. O envolvimento amoroso de um casal é o mais pleno que existe, pois implica corpo, alma, coração, sentimentos, emoções, sangue e sonhos. Tudo isto porque Deus o fez instrumento de revelação do seu amor por nós.

A espiritualidade conjugal, e, como consequência, a espiritualidade familiar, tem a grande missão de ajudar o ser humano moderno a encontrar os caminhos para essa ajuda do Alto. A espiritualidade conjugal precisa de ajudar no processo de compreensão e superação dos desafios modernos que se tornaram ameaças à fidelidade e à convivência. É preciso combater a cultura do provisório, compreender as diferenças entre homem e mulher, ajudar a criar estruturas de apoio à família, achar caminhos para vencer a ideia de que tudo é fácil, sem esforço, e que a vida pode ser vivida na superficialidade.

O cuidado pelo próprio amor deveria ser a mais importante missão de um casal cristão.
 
Conquista a liberdade Imprimir e-mail

 

Conquista a liberdade!

Ser aquilo que se é, nos dias de hoje, não é nada fácil


O homem moderno vive sob pressão; ele traz sobre si o peso de uma eterna cobrança. Frequentemente é condicionado e aprisionado por ideias e valores pré-estabelecidos pela sociedade.

O ser humano vive sufocado pela constante cobrança daqueles que o acompanham, ou seja, só se sente aceito e amado se corresponde às expectativas das outras pessoas que com ele fazem a experiência de existir. É que ele traz em si conceitos já estabelecidos a respeito da vida, do comportamento, dos valores, etc. Infelizmente só somos amados se somos aquilo que os outros querem e se correspondemos às suas expectativas.

Ser aquilo que se é, nos dias de hoje, custa muito caro. Faz a experiência de seres tu em plenitude e verás quanto serás desprezado e desacreditado, e o que é pior, principalmente no meio religioso.

Precisamos de iniciar uma revolução na nossa escala de valores e conceitos, a ponto de poder dizer livremente ao outro:
“Por favor deixa-me ser o que sou, aceita-me. Não me obrigues a dizer o que tu queres ouvir, a sorrir como queres que eu sorria, a ser o que tu queres que eu seja, pois não aguento mais não me sentir à vontade diante das pessoas. Permite-me existir com as minhas virtudes e imperfeições e, respeita aquilo que te posso dar hoje, não exijas de mim o que ainda eu não sou e o que eu ainda não posso dar. Por favor, permite-me viver”.

É triste ver que podemos contar pelos dedos as pessoas diante das quais podemos dizer isto sem que elas se afastem de nós por não correspondermos àquilo que queriam. Perante isto: Tem coragem de assumir aquilo que tu és, pois vivendo assim verás quem realmente te ama pelo que és, e não pelo que dás, pois quem ama de verdade não se faz pagar!

Faz um compromisso contigo mesmo. Pára de corresponder a este jogo de hipocrisia! Pára de representar e, tem certeza que experimentarás a mais plena liberdade que um ser humano pode sentir. Tem coragem de ser livre, e assim receberás o amor de quem sinceramente acredita em ti.

 

Já pensaste em voltar atrás? Eu já

Conheci um jovem que ao narrar o seu encontro pessoal com Deus, e as experiências vividas na ocasião, dizia sentir saudades daquele tempo e pedia-me ajuda para voltar atrás... Ao falar, os seus olhos enchiam-se de lágrimas e percebi que havia verdade nas suas palavras. Fiquei a pensar: porque será que mesmo depois de experimentar de maneira “tão intensa” o amor de Deus, nos distanciamos do seu coração e parecemos o “Filho rebelde”, indo em busca da liberdade ilusória que a mídia prega? Sei que são várias as causas que podem levar um filho de Deus a desconsiderar o seu amor, mas detenho-me agora nesta, que é exactamente o facto de nos deixarmos levar pelos sentimentos, e assim quando eles nos faltam, acharmos que Deus já não nos ouve e simplesmente o abandonamos.

O homem de fé não se prende aos sentimentos. Diz um sacerdote: ’’...o que faço não é pelo que sinto, mas pela fé, isto exige luta, e que luta! A minha vida é 90% de transpiração e somente 10% de inspiração.”

Se com este sacerdote é assim, não posso esperar que comigo seja diferente! Os sentimentos passam e quase sempre me traem, o que me garante a vitória e me faz continuar a caminhar é somente a fé.

Se tu estás a pensar como aquele jovem em voltar atrás... este é o dia! Vencer os teus sentimentos e dar passos na fé rezando com ou sem vontade, é o maior desafio, agora! E rezar sem vontade é grande prova de amor a Deus, manter as práticas de piedade mesmo quando a alma está em estado de aridez, é mérito de poucos.

Às vezes a leitura de um bom livro pode ajudar, algumas jaculatórias também, por exemplo: “Jesus eu confio em Vós!” E quando não conseguimos ainda rezar assim, podemos ao menos despertar em nós o desejo de amar, dizendo: “ Jesus, eu gostaria de poder amar-vos de todo o coração!”

Os Santos garantem que quando a nossa alma se encontra no estado de aridez, Deus duplica o valor de cada um dos nossos esforços. Penso que o que fez o jovem da Parábola do Filho Pródigo voltar para a Casa do Pai, não foi somente a fome de pão, mas a confiança que tinha no seu amor, ele sabe que o Pai é bom, já tinha experimentado o seu amor um dia... Tu também já o conheces e experimentaste como Ele é bom e sabe perdoar.
É hora de voltares atrás... Voltar ao coração de Deus!

 

Podemos fazer a diferença...

Uma professora conta que no seu primeiro dia de aula disse aos seus alunos da 5ª série primária que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno, chamado Ricardo. A professora tinha observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes a sua roupa estava suja e cheirava mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir as suas provas e trabalhos. Ao iniciar o ano lectivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha de Ricardo para último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa. 
Ficha do 1º ano: Ricardo é um menino brilhante e simpático. Os seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.
Ficha do 2º ano: Ricardo é um aluno excelente e muito querido pelos colegas, mas tem estado preocupado com a sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida no seu lar deve estar a ser muito difícil.
Ficha do 3º ano: A morte da mãe foi um golpe muito duro para o Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas o pai não tem nenhum interesse e a sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para o ajudar.
Ficha do 4º ano: Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.
Deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Piorou quando se lembrou dos lindos presentes de Natal que os alunos lhe tinham dado, com papéis coloridos, excepto o de Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado. Lembrou que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas, ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Relembra, ainda, que ele lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe. Naquele dia, depois que todos se foram, a professora chorou longo tempo... Em seguida, decidiu mudar a sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos alunos, especialmente ao Ricardo. Com o passar do tempo ela notou que o pequeno só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano lectivo, Ricardo saiu como o melhor da classe. Seis anos depois, recebeu uma carta de Ricardo contando que tinha concluído o segundo grau e que ela continuava a ser a melhor professora que tivera. As notícias repetiram-se até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. E tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de Ricardo. Ela aceitou o convite e no dia do casamento usava a pulseira que recebeu do Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e o Ricardo disse-lhe ao ouvido: Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que podia fazer a diferença.
E com os olhos banhados em lágrimas, ela sussurrou: Engano seu! Depois que o conheci, aprendi a leccionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando. Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença...(Autor Desconhecido)

 

Tu...tens feito alguma coisa pelo próximo e respeitado os seus limites?
Tens auxiliado nas suas angústias e dificuldades? Tens partilhado o peso da sua cruz?
Ou será que te tens limitado a julgar e a criticar?

 
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Ninguém tem o direito de ser triste

 

"Quem vos condenará? Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à direita de Deus, é quem intercede por nós! Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?" (cf. Rom 8, 34-35)
Embora tenhamos ouvido, pouco temos vivenciado a alegria da condição de povo de Deus. Parece que o povo de Deus caminha triste, acabrunhado.
Dom Hélder Câmara dizia: "Depois que Cristo ressuscitou, ninguém tem o direito de ser triste"
.
O que o Senhor deseja realizar em nós é o verdadeiro milagre da conversão. A verdade é que parece que estamos sempre condicionando a busca da felicidade onde ela não está.
Onde está a tua felicidade, irmão? Nós só precisamos de uma coisa para sermos felizes: Jesus Cristo! Há tantas pessoas que não têm nada do que temos, não têm saúde, não têm dinheiro para sobreviver, mas são profundamente felizes, pois sabem onde colocaram o seu coração. Deus tem planos de amor que nos levam à plena felicidade do amor de Jesus.


O inimigo de Deus sabe que quando caminhamos na vontade de Deus só temos um destino: a felicidade, por isso ele faz de tudo para que fiquemos parados e desanimados.
Não podemos trocar a verdade de Deus pelas mentiras do inimigo.
Quanto vale a tua vitória, a tua felicidade? Está na hora de lutar, pois a felicidade é possível para todos nós! Mas, para isso, é preciso sair da condição de passivos e ir à luta.

Mas acontece que nos deixamos abater por diversas situações. Como uma folha que vaga ao vento, nós permitimos que as pessoas, com as quais convivemos, direccionem o nosso modo de ser e agir. Parece que na vivência com certas pessoas o nosso ânimo muda.
De acordo com que natureza tens agido? Tens permitido que as pessoas mudem o teu modo de agir? Se não recebo um sorriso teu, o que recebo é uma cara feia?
Corremos o risco de nos afastarmos daquilo que Deus nos reservou e renunciar à vitória que Ele tem para nós. Mas, não nos podemos esquecer que estamos verdadeiramente num campo de combate.
Fora de Deus não há felicidade, fora de d’Ele a nossa vida resume-se em sofrimentos, angústia e dor.
Precisamos de ter a verdadeira convicção de que estamos a viver um combate, e de que é preciso entrarmos na luta.
É renunciando ao pecado e abraçando a intimidade com Deus que alcançaremos a alegria. Para isso, precisamos de um roteiro, um caminho. Vou para a luta, mas não com o peito aberto, vou armado.

 

Armas de um combatente de Deus:


1. Lanterna do auto-conhecimento – preciso entender que a minha inclinação para o pecado tem a ver com a minha história. Exemplo: se entrares na história de uma pessoa avarenta verá que ela traz, na sua história, marcas profundas como a de ter passado fome, talvez. Eu preciso de conhecer a minha história, para assim alcançar a vitória sobre o meu jeito de ser.
2. Binóculo da verdade
– serve para ver além das situações difíceis que vivemos. Exemplo: se uma pessoa te diz que está a pensar em praticar adultério, tu usando este "equipamento" diz-lhe: "Olha que a pessoa por quem estás interessada pode ter AIDS", e, ela com certeza, desistirá de cair neste pecado. Se lançarmos o nosso olhar adiante, saberemos discernir se o que nos está a acontecer é vida ou morte.
3. Antídoto do pecado
– é a virtude que está do lado oposto do pecado. Exemplo: se sou orgulhoso, do outro lado, está a humildade; se sou egoísta, do outro lado, está o desprendimento que preciso buscar. O cristão é aquele que está em processo de crescimento, não esqueças. Se tu não te decides, a mudança não acontecerá.
4. Espada afiada
– o momento mais difícil em que precisamos de lutar contra o pecado, é quando percebemos que ele está a curta distância, mas que uma decisão firme muda tudo.
5. Precaução
– se lutas contra o pecado, então é preciso ser vigilante, tendo cuidado com as ocasiões que nos levam a pecar.
6. Escudo da verdade
– consiste em "ruminar" e repetir várias vezes um versículo da Bíblia que acusa os nossos pecados. Não esqueças que foi com a Palavra de Deus que Jesus se livrou das tentações de Satanás no deserto.
7. Conhecimento
– eu preciso de conhecer as minhas limitações e informar-me das verdades Deus, para que, antes que o inimigo me tente, eu já saiba as consequências.
Uma certeza: nesta luta não estamos sozinhos, temos alguém por nós: Maria Santíssima. Na luta, Ela sempre estará com as mãos prontas para nos ajudar a caminhar, mesmo quando não conseguimos enxergar nada adiante.

 

Chega de tristeza!

 

Ninguém precisa de ficar triste, porque o Senhor nos cumula de esperança:
"Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza transformar-se-á em alegria" (Jo 16,20).
A tristeza não pode ter a última palavra nas nossas vidas; ao contrário, precisamos de nos alegrar em Deus, mesmo nas tribulações, porque Ele cumpre todas as suas promessas na nossa vida.
"Mas a vossa tristeza transformar-se-á em alegria".
Entregue a Jesus a tristeza, o medo, a dúvida, a insegurança, a incredulidade, o ciúme, a inveja, a desconfiança, e tome posse da alegria do Senhor na sua vida. Renuncie a estes sentimentos que minam as suas forças e paralisam as suas acções.
"Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque Ele fez prodígios! A Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória" (Sl 97).
Vivamos este dia na presença de Jesus, orando em todos os momentos: Jesus, eu confio em Vós!

 

Rompendo com a solidão


Em Jesus está a vitória sobre a depressão e a tristeza

Neste tempo em que vivemos, percebemos quanto as situações do nosso dia-a-dia, vêm nos abatendo. Há pessoas que vivem sem vontade de viver.
Hoje, são cerca de 400 milhões de pessoas do mundo inteiro que sofrem de depressão
. Mas, nós temos que experimentar a vida nova que Deus nos dá.
No evangelho de São João o Senhor diz: "O ladrão não vem senão para furtar, matar e destruir. Eu vim para que tenhais a vida e para que a tenhais em abundância"
. (Jo 10:10).
Esta palavra do Senhor vivifica a nossa alma, pois Ele veio para nos dar a vida em abundância, e não uma vidinha medíocre. Assume esta palavra na tua vida. Tu és precioso(a) para Deus. Pede ao Senhor Jesus que toque no teu coração, tirando todas as trevas, toda a mágoa, todo o ressentimento. Porque muitas vezes a raiz da depressão pode estar nas mágoas, nos traumas que foste entulhando no teu coração. Abre-te à graça da cura. Sê como o centurião que clamou pela cura do seu servo, que estava totalmente debilitado:
“Entrou Jesus em Cafarnaum. Um centurião veio a Ele e fez-lhe esta súplica: 'Senhor, o meu servo está em casa, de cama, paralítico, e sofre muito'. Disse-lhe Jesus: 'Irei e o curarei'. Respondeu o centurião: 'Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa. Dizei uma só palavra e o meu servo será curado'.”
(Mt 8 5-8).
Quando Jesus diz que curaria o servo, o centurião não se acha digno desta graça imediata. As suas palavras são: "Senhor, eu não sou digno de que entreis na minha casa. Dizei uma só palavra e o meu servo será curado." Jesus consegue tocar o coração do centurião somente com o Seu amor. Pois com o poder do Seu amor, Ele quebra toda a resistência que criamos por natureza, devido ao nosso pecado original.
"Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para connosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele".
(1Jo 4:16).
Que carta maravilhosa a de São João. O Papa Bento XVI, na sua primeira diz: "Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um «mandamento», mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro num mundo em que ao nome de Deus se associa às vezes a vingança ou mesmo o dever do ódio e da violência. Esta é uma mensagem de grande actualidade e de significado muito concreto. Por isso, na minha primeira Encíclica, desejo falar do amor com que Deus nos cumula e que deve ser comunicado aos outros por nós."
Tu és um amado, uma amada de Deus.
Ama-te na condição em que te encontras agora
. Ele diz que tu és mais que vencedor(a).
Olha para Cruz e vê a vitória do Senhor sobre a tua vida. Ele diz-te: "Dá-me tudo o que eu nunca daria a ti: o pecado. Redime os teus pecados. Pois as feridas que tens é que te causam tristeza." Mas Jesus pode curar-te. Tu crês? Queres fazer a experiência deste amor, desta graça? Ora comigo:
"Senhor Jesus, quero apresentar-me na condição em que estou agora... (diz como te sentes). Senhor, creio no Teu amor por mim, sei que me ouves. E quero fazer a experiência do Teu amor. Pois o Senhor pode restaurar a minha vida. Senhor, confesso-Te os meus pecados, reconheço que sou pecador(a), por isso transforma-me. Eu aceito-Te como o único Senhor da minha vida. Realiza o milagre na minha vida. Cura o meu coração, liberta-me da depressão, dos meus medos, traumas....
Decido-me a procurar um sacerdote para me confessar. Pois acredito nos Teus ministros, naqueles que o Senhor nos confiou como médicos das almas. Eu assumo a minha condição de filho(a) de Deus. Quebra todas as maldições que possam ter sido lançadas sobre a minha vida, sobre a minha família, amigos... Obrigado(a), Senhor, pelo Teu amor, pela Tua graça, pois sei que já estás a realizar maravilhas na minha vida".

A Palavra de Deus é certa. Jesus disse: "Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto". (Mt 7,7). Tu vais perceber maravilhas na tua vida. Comunica-as, depois.


Eliminar o motivo da tua tristeza


Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?

Nalgumas situações específicas, em que as duas pessoas eram condenadas à morte, os romanos costumavam aplicar uma pena extremamente cruel. Amarravam as duas pessoas uma à outra, rosto com rosto, braço com braço, mão com mão, perna com perna e assim por diante; depois matavam apenas um deles e colocavam-nos a ambos no sepulcro, amarrados. À medida que o cadáver se ia decompondo, libertava substâncias que consumiam em vida o corpo daquele que com ele estava amarrado.
Assim, podemos entender melhor a que São Paulo aludia ao dizer: "Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?"
(Rm 7,24). Ele não falava do seu corpo físico, mas do corpo do pecado ao qual estava amarrado.
Como aquele condenado, não temos forças para nos livrar deste corpo de pecado que nos consome; estamos de tal maneira amarrados a ele que parecemos formar um só corpo, e não estamos amarrados por fora, mas por dentro, no nosso coração.
Precisamos de alguém que nos desamarre e nos livre desse corpo que nos mata e que nos faz apodrecer
em vida.
Os
cristãos são o suave odor de Cristo, mas, quando se tem um corpo de pecado trancado no coração, o próprio coração se corrompe e começa a empestar, com o mau cheiro, o ar à sua volta. Em vez de ser causa de alegria e felicidade para si e para os outros, torna-se causa de sofrimento e infelicidade porque se afasta de Deus
e entra em discórdia com as pessoas para defender interesses egoístas.
A verdade é que somos as primeiras vítimas desse mal; sentimo-nos tristes, abatidos e abandonados porque somos pecadores, porque, no nosso coração, vive uma lepra chamada pecado, que o insensibilizou à presença amorosa de Deus. E o pior é que não podemos fugir dele, como se foge de uma pessoa desagradável; não podemos fugir, porque o pecado fala-nos de dentro do nosso coração (cf. Sl 36,2), nós o levamos connosco para onde vamos.
Uma certeza:
o pecado é o motivo da tua tristeza, e só Jesus te pode devolver a alegria verdadeira. É necessário que Ele te liberte desse mal, mate essa lepra e mude o teu coração corrompido num novo coração. Toda a pessoa que pensa ser impossível que os seus pecados lhe sejam perdoados, entra em desespero e com o seu desespero torna o seu estado pior do que era antes.
Então, tem confiança em Deus!
Se alguma vez já te sentiste perdido e, por causa de alguma coisa que fizeste, tiveste medo de cair no inferno, sentiste-te desolado e sem forças, se depois de repetidas lutas contra um mesmo pecado mais uma vez foste vencido e sentiste vontade de desistir: Só quem assim se sentiu pode experimentar o que é ser salvo pelo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo Jesus pode eliminar a tua tristeza na raiz.

 
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Pacto com a Felicidade

 

De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi:

 Eu hoje vou ser Feliz!

 Vou lembrar-me de agradecer ao sol, pelo seu calor e luminosidade,

 Sentirei que estou a viver, a respirar.

 Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.

 Não preciso de comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar.

Lembrar-me-ei de sentir a beleza das árvores, das flores, e a suavidade da brisa da tarde.

Vou sorrir mais, sempre que puder.

 Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.

 Não vou julgar os actos dos meus semelhantes ou companheiros,

 vou aprimorar os meus.

 Lembrar-me-ei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!

 Reservarei alguns minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.

 Não vou lamentar nem amargar as injustiças,

 vou pensar no que posso fazer para diminuir os seus efeitos.

 Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais,

 Vou viver todos os minutos proveitosamente,

 Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos,

 Nem com atraso, lembrando coisas sobre as quais não tenho acção.

 Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter,

 Mas em como posso ser feliz com o que possuo,

 E o maior bem que possuo é a própria vida.

 Vou lembrar-me de ler uma poesia e de ouvir uma canção,

 Vou dedicá-las a alguém.

 Vou fazer alguma coisa por alguém, sem esperar nada em troca,

 Apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.

 Vou lembrar que existe alguém que me quer bem,

 Vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram

 Para que saibam que serão sempre uma doce lembrança,

 até que venhamos a nos encontrar outra vez.

 Vou procurar dar um pouco de alegria a alguém,

 Especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo se querem aproximar.

 E quando a noite chegar, vou olhar para o céu, para as estrelas e para o luar

e Agradecer aos Anjos

e a Deus,

 porque

 

Hoje, Eu fui Feliz!

 
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O  Papa Francisco no seu melhor! TEXTO ESPLÊNDIDO

Podes ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não te esqueças que a tua vida é a maior empresa do mundo.

Só tu podes evitar que ela vá à decadência.

Há muitos que te apreciam, admiram e te querem.

Gostaria que recordasses que ser feliz, não é ter um céu sem tempestades, caminho sem acidentes, trabalhos sem fadiga, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também reflectir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se ator da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no longínquo da nossa alma.

É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.

É beijar os filhos, mimar aos pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que vive dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para dizer ‘enganei-me’.

É ter a ousadia para dizer ‘perdoa-me’.

É ter sensibilidade para expressar ‘preciso de ti’.

É ter capacidade de dizer ‘amo-te’.

Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz… Que nas tuas primaveras sejas amante da alegria.

Que nos teus invernos sejas amigo da sabedoria.

E que quando te enganares no caminho, comeces tudo de novo.

Pois assim serás mais apaixonado pela vida.

E podes facilmente encontrar novamente que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para regar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Nunca desistas….

Nunca desistas das pessoas que amas.

Nunca desistas de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível!

 
Ser feliz é Imprimir e-mail

Ser feliz é:

Aprendamos a ser Felizes!

Podes ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não te esqueças que a tua vida é a maior empresa do mundo.

Só tu podes evitar que ela caia na decadência.

Há muitos que te apreciam, admiram e te querem.

Recorda que ser feliz, não é ter um céu sem tempestades, caminho sem acidentes, trabalhos sem fadiga, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas tirar lições dos fracassos.

Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se ator da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no longínquo da nossa alma.

É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.

É beijar os filhos, mimar aos pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que vive dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para dizer ‘enganei-me’.

É ter a ousadia para dizer ‘perdoa-me’.

É ter sensibilidade para expressar ‘preciso de ti’.

É ter capacidade de dizer ‘amo-te’.

Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz…

Que nas tuas primaveras sejas amante da alegria.

Que nos teus invernos sejas amigo da sabedoria.

E que quando te enganares no caminho, comeces tudo de novo.

Pois assim serás mais apaixonado pela vida.

E podes facilmente encontrar novamente que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para regar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Nunca desistas….

Nunca desistas das pessoas que amas.

Nunca desistas de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível!

 
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Queres ser feliz?

 

Não fiques parado diante das situações frustrantes

 

O ser humano constantemente busca a felicidade. Tudo o que as pessoas empreendem e visam tem como meta encontrar uma realização. Desde os gestos mais simples, como suprir as necessidades básicas, até os mais audaciosos projectos, são impulsionados pelo desejo de satisfação interior.

A procura do preenchimento da alma está inscrita no coração do homem. Deus fez-nos para sermos felizes.

O Catecismo da Igreja Católica afirma: "Somente em Deus o homem há-de encontrar a verdade e a felicidade que não cessa de procurar" (CIC 27). É no Senhor que descobrimos a feliz vivência e a verdade acerca de todas as coisas, inclusive a nosso próprio respeito.

Em vários trechos da Sua Palavra, o Altíssimo dá-nos princípios e ordens que nos orientam como proceder para sermos contagiados pelo bem-estar que vem d'Ele: "A alegria do Senhor será a vossa força" (Ne 8, 10); O Sermão da Montanha (Mt 5, 1-11); Honra teu pai e tua mãe para que sejas feliz e tenhas vida longa sobre a terra (Ef 6,2); e muitos outros.

Só se desencaminha de tal desígnio divino aquele que procura ser feliz fora de Deus, que busca a sua própria verdade e realização (como se assim pudesse existir), motivado por uma noção inexacta de como alcançar a felicidade. Em vez de construir uma Alegria incorruptível, procura gozo imediato sem projectar as consequências posteriores.

É esta a tentação que foi oferecida a Jesus no deserto (cf. Mt 4; Lc 4) e que também hoje o demónio usa para nos seduzir. Ele quer arrancar-nos a identidade através das ilusões do Ser, do Ter e do Poder, assim, cedemos aos impulsos que trarão satisfação apenas momentaneamente, colocamo-nos no lugar de deuses, perdemos a consciência da verdade a nosso respeito e consequentemente idolatramos aquilo que nos dá prazer.

Para vivermos a felicidade, desde já, é preciso renunciar a estas três tentações (ser, ter poder), trabalhando em nós virtudes que são inversas a elas, as quais nos restabelecem a verdade de sermos criaturas e de que somente em Deus obteremos a alegria.

São práticas contrárias às tentações:

O Louvor: palavras de agradecimento, de exaltação ao Senhor, que O colocam em primeiro plano na nossa vida, rendendo adoração Àquele que é e tudo pode em nós, por nós e em nós. Louvar, tira do ser humano a tentação do ser, pois só Deus é.

Mesmo no meio da tribulação louva, pois “todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28). Só um coração agradecido confia verdadeiramente nisto, pois louva a Deus diante da sua impotência e conta com o Deus Misericórdia, acreditando que mesmo do sofrimento algo de proveito virá.

Amaldiçoar nessa hora é não acreditar que o Senhor manifestará o seu socorro.

Outro factor, é que aquele que não murmura, se torna mais agradável no convívio com as outras pessoas. Causam boa impressão onde passam. “A boca fala daquilo de que o coração está cheio” (Lc 6,45).

A Gratuidade: faz coisas sem esperar retribuição. Muitas das decepções que temos na vida vêm por esperarmos demais dos outros. Gratuidade liberta o nosso coração de apegos e méritos, livra-nos da obrigação de recompensas, inclusive das nossas cobranças connosco mesmos. Quem não cobra do irmão, aprende a valorizar a pessoa em primeiro lugar a partir da experiência consigo.

Toma tu a iniciativa. Quando o outro não merece é sinal de que precisa ainda mais.

Agir com gratuidade é confiar na Divina Providência, já que proporciona o dom que se obteve de Deus em favor de quem está ao lado: “Recebestes de graça, dai de graça!” (Mt 10,8) e subtrai do coração a inclinação de ter.

O amor só é pleno quando é com gratuidade: “não é interesseiro, desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo” (I Cor 13, 5-6).

A Decisão: É preciso agir para que a tua felicidade aconteça. Há metas a pequeno, médio e longo prazo. A felicidade vem por meio de um projecto de vida. Se hoje não deu certo, não desistas! Deus está nos teus sonhos. Os sonhos podem ser o indicativo do Pai para a tua vocação.

Decide-te a não parar diante das situações frustrantes. Isto comporta uma predisposição do coração em não se prostrar mediante os percalços e imprevistos do dia-a-dia. É natural ficar pesaroso diante de algo que venha ferir os sentimentos, mas não se deve arrastar o problema ou sobrevalorizá-lo. O sofrimento tem que ser fecundo. Aprendemos com a dor. Mas tudo nesta vida passa! Nada permanece, a não ser Deus.

Lembra-te de que a pessoa que decide viver bem o seu dia, não se abate com alguns minutos que não foram favoráveis.

Decidir pela felicidade em Deus, investe contra o anseio de poder, pois busca motivos interiores para ser feliz e não se sujeita a estar bem por conquistar bens ou por ter pessoas subordinadas. É errónea a concepção de que só se é feliz quando se conquista algo.

Por fim, é possível não somente chegar à alegria terrena, na nossa natureza humana, como também ao júbilo espiritual, pois a felicidade é um dom para o ser humano no seu todo.

O Pai quer realizar-nos por completo, dando-nos a identidade de sermos filhos, que junto a Ele têm a posse do Seu Reino e de um dia podermos dividir da Sua glória. Esta é a verdade da felicidade.

 
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Como ser feliz?!

 

Há um caminho para ser feliz e para fazer feliz

 

Hoje, mais do que nunca, a Igreja necessita de pessoas abertas à actuação do Espírito Santo, capacitadas por Deus para dar o testemunho que vence a descrença em que o mundo se afundou, homens e mulheres decididos a levar até às últimas consequências o seu "sim" a Deus, gente infatigável, experimentada na verdade. Deus precisa de pessoas que estejam dispostas a colaborar conscientemente no Seu plano, que tenham visão, que vejam um pouco mais que o comum dos homens. De Moisés diz-se que era como se visse o invisível.

Uma pessoa sem discernimento, padece de cegueira espiritual, não só deixa de contribuir na construção do Reino de Deus, como também acaba por atrapalhar, vive a correr sérios riscos e põe em risco a outros tantos.

Há um caminho para ser feliz e fazer feliz; para isso, é indispensável:

a) Saber o que Deus quer;

b) Procurar no Espírito Santo a força prometida (Act 1,8) para cumprir até ao fim a vontade de Deus;

c) Sabedoria no agir.

Adquire-se a sabedoria através do amor, do silêncio e da mortificação; grande sabedoria é saber calar e não se meter em conversas e coisas que não nos dizem respeito. Há pessoas que sabem o que fazer, que têm a visão exacta do que é correcto e até mesmo, inspirados para aquele momento, podem apontar as pessoas que estão no caminho certo, bem como as que estão no erro e em que estão a errar. Isto é uma grande graça e um dom, desde que não se pare aí. São Paulo dizia: "Faço o mal que não quero e, o bem que quero, não o faço". Por vezes, ele tinha a certeza do que Deus queria, mas via-se impotente perante a própria fraqueza. Saber só por saber é um laço, pois quem sabe fazer o bem e não o faz, peca.

É importante ter força para cumprir o que Deus nos revela. Não é fácil! Nalgumas situações, é humanamente impossível, exige um esforço mais do que heróico, só com a graça de Deus é que se torna possível de facto. Não é à toa que Jesus prometeu que o Espírito nos daria a força, uma força capaz de vencer o pecado em nós. Quanto mais o tempo passa, mais tenho percebido que sou incapaz de vencer o pecado, que diante dele sou impotente. As minhas vitórias e progressos, bem como a minha perseverança, não obstante as derrotas, devo-as a Ele, ao Espírito que dá a força. As coisas de Deus não são complicadas, mas são radicais; é a dita porta estreita, mas o homem cheio do Espírito Santo pode passar por ela.

Há ainda pessoas que sabem o que Deus quer e têm o dinamismo e a coragem para tomar a peito a sua realização, mas põem tudo a perder, porque não têm sabedoria. Dizem ou fazem a coisa certa, mas na hora errada ou de maneira errada. Um exemplo é quando se trata de corrigir alguém, às vezes, sabe-se o que dizer e toma-se coragem para o fazer, mas ao fazê-lo sem caridade, estraga-se tudo; faltou sabedoria. Há pais que querem educar os seus filhos, sabem o que lhes dizer e fazem-no, mas porque escolheram a hora errada, não são escutados e até geram conflitos.

Ó Gálatas estúpidos!

S. Paulo faz uma severa exortação aos Gálatas (Gal 3,3) por terem deixado obscurecer a própria inteligência não conseguindo distinguir entre o bem e o mal. Eles começavam pelo Espírito e terminavam pela carne. Mas esta exortação não foi tão severa como a repreensão que Jesus fez a Pedro.

No Monte Tabor, quando Jesus se transfigurou, Pedro queria armar lá, três tendas e por ali ficar, sendo era óbvio que era necessário descer ao povo; no dia da Santa Ceia, não queria deixar que Jesus lhe lavasse os pés e logo em seguida, já queria tomar banho por inteiro; no Getsémani, cortou a orelha de um homem, e ao tentar demover Jesus dos seus propósitos, escutou as mais duras palavras do Senhor: "Afasta-te, Satanás, porque és para mim um estorvo. Os teus pensamentos não são os de Deus." Pedro era um homem de discernimento fraco, e com isso, estorvava o plano de Deus, mas quando o Espírito o abrasou, fez dele um homem capaz de discernir os rumos da Igreja.

Um homem sem discernimento estorva a obra de Deus e os seus caminhos não são do agrado do Senhor. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os construtores. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas. Inútil, levantar-vos antes da aurora e prolongar até alta noite o vosso descanso para comer o pão de um trabalho duro, pois Deus o dá aos seus amados até durante o sono" (Sl 126). Um homem de Deus precisa de conhecer a Sua vontade, senão não constrói a Igreja, mas trabalha para si. O discernimento, Deus o dá aos seus amados para a implantação do Seu reinado. Podemos colaborar na aquisição do mesmo pelo aumento da intimidade com o Senhor e o aprofundamento no estudo da Palavra.

 
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Como ser feliz?!
Há um caminho para ser feliz e para fazer o outro feliz

Hoje, mais do que nunca, a Igreja necessita de pessoas abertas à actuação do Espírito Santo, capacitadas por Deus para dar o testemunho que vence a descrença em que o mundo se afundou, homens e mulheres decididos a levar até às últimas consequências o seu "sim" a Deus, gente infatigável, experimentada na verdade.
Deus precisa de pessoas que estejam dispostas a colaborar conscientemente no Seu plano, que tenham visão, que vejam um pouco mais que o comum dos homens.
De Moisés diz-se que era como se visse o invisível.
Uma pessoa sem discernimento, padece de cegueira espiritual, não só deixa de contribuir na construção do Reino de Deus, como também acaba por atrapalhar, vive correndo sérios riscos e põe em risco outros tantos.

Há um caminho para ser feliz e fazer feliz; para tanto, é indispensável:

a) Saber o que Deus quer;
b) Procurar no Espírito Santo
a força prometida (Act 1,8) para cumprir até ao fim a vontade de Deus;
c) A sabedoria do agir.
Adquire-se a sabedoria através do amor, do silêncio e da mortificação; grande sabedoria é saber calar e não se meter em conversas e coisas que não nos dizem respeito.
Há pessoas que sabem o que fazer, que têm a visão exacta do que é correcto e até mesmo, inspirados para aquele momento, podem apontar as pessoas que estão no caminho certo, bem como as que estão no erro e em que estão a errar.
Isto é uma grande graça e um dom, desde que não se pare aí.
São Paulo dizia: "Faço o mal que não quero, e o bem que quero não faço".
Por vezes, ele tinha a clareza do que Deus queria mas reconhecia-se impotente perante a própria fraqueza. Saber só por saber, é um laço, pois quem sabe fazer o bem e não o faz, peca.

É importante ter a força para cumprir o que Deus nos revela
Não é fácil! Nalgumas situações, é humanamente impossível, exige um esforço mais que heróico, só com a graça de Deus é que se torna possível de facto.
Não é à toa que Jesus prometeu que o Espírito dar-nos-ia a força, uma força capaz de vencer o pecado em nós. Quanto mais o tempo passa, melhor percebo que sou incapaz de vencer o pecado, que diante dele sou impotente.
As minhas vitórias e progressos, bem como a minha perseverança, não obstante as derrotas, devo-as a Ele, ao Espírito que dá a força. As coisas de Deus não são complicadas, mas são radicais; é a dita porta estreita, mas o homem cheio do Espírito Santo pode passar por ela.
Há ainda pessoas que sabem o que Deus quer e têm o dinamismo e a coragem para tomar a peito a sua realização, mas deitam tudo a perder, porque não têm sabedoria. Dizem ou fazem a coisa certa, mas na hora errada ou de maneira errada.
Um exemplo é quando se trata de corrigir alguém, às vezes, sabe-se o que dizer e toma-se coragem para o fazer, mas ao fazê-lo sem caridade, estraga-se tudo; faltou sabedoria.
Há pais que querem educar os seus filhos, sabem o que lhes dizer e fazem-no, mas porque escolheram a hora errada, não são escutados e até geram conflitos.

Ó Gálatas estúpidos!
São Paulo faz uma severa exortação aos Gálatas (Gal 3,3) por terem deixado obscurecer a própria inteligência não conseguindo distinguir entre o bem e o mal.
Eles começavam pelo Espírito e terminavam pela carne. Mas esta exortação não foi tão severa como a repreensão que Jesus fez a Pedro.
No Monte Tabor, quando Jesus se transfigurou, Pedro queria armar lá três tendas e por ali ficar, sendo que estava óbvio que era necessário descer ao povo; no dia da Santa Ceia, não queria deixar que Jesus lhe lavasse os pés e logo em seguida, já queria tomar banho por inteiro; no Getsémani, cortou a orelha de um homem, e ao tentar demover Jesus dos seus propósitos, escutou as mais duras palavras do Senhor: "Afasta-te, Satanás, porque és para mim um estorvo. Os teus pensamentos não são os de Deus."
Pedro era um homem de discernimento fraco, e com isso, estorvava o plano de Deus, mas quando o Espírito o abrasou, fez dele um homem capaz de discernir os rumos da Igreja.
Um homem sem discernimento estorva a obra de Deus e os seus caminhos não são do agrado do Senhor. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os construtores. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas.
Inútil, levantar-vos antes da aurora e retrasar até alta noite o vosso descanso para comer o pão de um duro trabalho, pois Deus o dá aos seus amados até durante o sono" (Sl 126).
Um homem de Deus precisa de conhecer a Sua vontade, senão não constrói a Igreja, mas trabalha para si.
O discernimento, Deus o dá aos seus amados para a implantação do Seu reinado.
Podemos colaborar na aquisição do mesmo pelo aumento da intimidade com o Senhor e o aprofundamento no estudo da Palavra.

 

 
Como ter um dia feliz Imprimir e-mail

1- Elogia três pessoas por dia. Este é o mínimo, elogia as acções bem feitas, com sinceridade.
2. Perdoa a ti mesmo e aos outros. Tu não és Deus, também cometes erros, portanto sabe perdoar e assim terás condições de entender os outros, que também erram.
3. Faz novos amigos, mas preserva os antigos. Dos amigos, vale o que se diz do bom vinho: quanto mais velho melhor.
4. Guarda segredos. Alguém que confiou em ti merece toda a compreensão. A confiança, uma vez perdida, não se recupera mais.
5. Aceita uma mão estendida. Ninguém é tão forte que não precise do outro. Ninguém deve considerar-se tão auto-suficiente, que possa dispensar uma mão que se estende. A recusa de hoje, pode ser fatal amanhã.
6. Dá às pessoas uma segunda chance. Ninguém é perfeito. O erro deve ser incluído entre as possibilidades humanas. O Evangelho recorda-nos que seremos perdoados na mesma medida em que perdoarmos aos outros.
7. Reconhece os teus erros. Tu não podes considerar-te modelo de perfeição. Admitindo que erraste, o teu prestígio não diminuirá. Pelo contrário, os outros acharão que tu és pessoa de confiança.
8. Não tomes nenhuma medida quando estiveres zangado. De preferência, dorme pelo menos uma noite em cima do problema. O tempo torna muito mais razoáveis as nossas atitudes.
9. Reza, pedindo a Deus sabedoria. Ao rezares, a sabedoria de Deus iluminará a tua mente e deixará o teu coração mais sensível.
10. Agradece a Deus, todos os dias, a vida. O tempo é um presente de Deus. É um dom precioso que nos é dado para o nosso crescimento. A vida é uma bênção e deve tornar-se uma bênção para os outros. Tudo o que semeamos na vida, acabaremos por colher.
Semear optimismo, bondade, compreensão, perdão, amor, significa investir na própria felicidade.
E os dividendos serão altos.

 

Hoje...

 

 Belíssimo programa para o teu dia!


1º - Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, sem querer resolver de uma só vez todos os problemas da minha vida.

2º - Hoje, apenas hoje, terei o máximo cuidado na minha convivência: afável nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar, nem corrigir ninguém à força se não a mim mesmo.

3º - Hoje, apenas hoje, serei feliz na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também já neste.

4º - Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias sem pretender que sejam todas as circunstâncias a adaptarem-se aos meus desejos.

5º - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura. Assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, assim a boa leitura é necessária para a vida do espírito.

6º - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custa fazer; e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.

7º - Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção, e não o direi a ninguém.

8º - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.

9º- Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente – embora as circunstâncias mostrem o contrário – que Deus se ocupa de mim como se não existisse mais ninguém no mundo.

10º - Hoje, apenas hoje, não terei qualquer medo. De modo especial não terei medo de apreciar o que é belo e de crer na bondade.

Papa João XXIII  

 

 

Como ser Amigo?


- Acolher o outro. Ter sempre um lugar disponível (o amor não ocupa espaço). Procurar sintonizar, colocando-se "na dele", para entendê-lo melhor. Desarmar-se diante do outro, largando os preconceitos. O amigo aceita o outro como ele é, mas não o deixa partir assim: fá-lo melhor.

 - Confiar. Acreditar na capacidade do outro. Nunca desencorajar alguém na caminhada. Crer muito mais na possibilidade da vitória que do fracasso.

 

- Respeitar a opinião alheia. Não se julgar o dono da verdade, querendo sempre ter a última palavra em tudo. Quem é assim não tem condições nem de dialogar, pois não lhe interessa a opinião alheia. Continuar amigo, mesmo se o outro diverge das nossas ideias. Saber ouvir e guardar para si acontecimentos menos agradáveis sem desfazer do outro.

 

 

 - Ser irmão do outro. Amar desinteressada e fraternalmente, sem jamais querer aproveitar-se. Ser sensível aos problemas do outro. Saber ler nos gestos, no rosto, nas palavras, aquilo que o coração não consegue expressar. 
 

- Perdoar. Saber relevar as falhas do outro porque nós também as temos. Perdoar de coração, procurando esquecer, quando alguém nos ofende e pede perdão. Reconciliar-se é crer na possibilidade de um amor maior depois do perdão.

 

 

- Ser alegre e optimista. Fazer do sorriso uma expressão de paz e de esperança. Transmitir aos outros o entusiasmo de viver. Dar aos outros a certeza de se que pode novamente ser feliz. Mostrar que trabalhar com alegria rende mais. Ter como princípio: "caminhar sempre, apesar da poeira".

 

- Não julgar. E muito menos fazer um julgamento negativo sobre o outro, antes de conversar directamente com ele ou ter provas. Não se deixar levar por "diz-que-diz" ou fofocas. Desarmar-se diante do outro, eliminando todos os preconceitos. Muitos vêem uma pessoa uma vez e dizem logo: "é um chato" ou "não vou com a cara dele".

 

 - Ser Serviçal. Perceber as necessidades do outro, os seus interesses e anseios, e colocar-se ao lado dele. Esquecer os próprios problemas em função do amigo. Estar sempre pronto, também nas horas importunas, para ajudar e servir.

 

- Saber ouvir. Ouvir o outro até ao fim e com interesse, sem se preocupar com o vocabulário dele. Isto descontrai o outro, diminui a auto-censura, tornando-o espontâneo e à vontade. Ter antes tempo para as pessoas do que para as coisas.

 

 

- Ajudar o outro. É na ajuda mútua que a amizade nasce, cresce e se fortifica. Geralmente as amizades nascem em situações nas quais o individualismo não tem sentido. Por exemplo em excursões, colónias de férias, trabalho de promoção humana, encontros de jovens.... Olha esta história: Quatro rapazes perdidos no mato lutaram, durante um mês para sobreviver. Atravessaram perigos inimagináveis, um deles conhecia muito bem as plantas comestíveis da selva. Outro, sabia caçar como índio; um terceiro, como construir um abrigo e o quarto era excelente cozinheiro. Nunca se esqueceram da amizade que cresceu entre eles durante este período e falavam, depois da felicidade que tiveram no mato. Apresar das suas dificuldades.

 

- Fidelidade. Quem um dia deixou de ser amigo é porque nunca o foi. O amigo nunca abandona nas horas difíceis. A fidelidade gera confiança entre os amigos e dispensa promessas, boas palavras de cooperação: Por si ela prova tudo isto. Trair o amigo, mesmo entre bandidos é a maior vergonha. Mas, se um dia foste traído na amizade não te feches. É preferível correr o risco outra vez do que te isolares. Isto seria empobrecer a vida, ou, pior, mutilar a vida.  

- Sinceridade. A amizade rejeita a mentira. Abrir-se cada um como é, sem máscaras, disfarces, afectação, dramatização...

 

-Ter uma amizade aberta. Não é possível ter amizade íntima com toda a gente mas precisamos de amar a todos.

 

- Ser Prudente. Preferir os amigos que nos convidam para o bem e evitar os que nos querem para o mal, pois os amigos tendem a tornar-se semelhantes.

 

Precisas de alegria?

 

 Está aqui o manual da alegria 

A alegria, segundo a perspectiva bíblica, não é uma opção, é um imperativo. Bom humor, regozijo na alma e desprendimento nas emoções são privilégios que a graça de Deus concede a todo o regenerado.
A carta aos Filipenses é um pequeno manual da alegria. Dela extraímos dez características que fazem parte da vida de uma pessoa alegre.
 

1– Gratidão. Está escrito em Filipenses 1:3: Dou graças ao meu Deus por tudo o que recordo de vós. Em Filipos, Paulo foi preso juntamente com Lucas, e na prisão ambos foram torturados com muitas chicotadas. No entanto, o que está na memória do apóstolo não são as chicotadas que levou, mas aquilo que o Senhor realizou naquela cidade. Nem a brutalidade do carcereiro e nem o aparente “desamparo divino” puderam roubar a alegria deste servo de Cristo. Ninguém pode aprisionar um homem de coração grato. Aquele que sabe agradecer a Deus por tudo, tem no seu íntimo o segredo da alegria. 

2 – Mente positiva. Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há-de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus. Filip 1:6. Aquele que é alegre vê a vida na perspectiva da certeza. Paulo não permitia que a sua mente fosse invadida pelo negativismo. Ele não admitia outra coisa, a não ser a vitória que Cristo lhe havia outorgado. Eis o “biotónico” da alma de Paulo: Tudo posso naquele que me conforta. Filip 4:13. A alegria é certa para todos os que assim crêem, e agem na dependência da graça de Deus. 

3 - Tudo o que acontece na tua vida faz parte do plano de Deus. Lemos em Filip 1:12-13: Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as coisas que me aconteceram têm, antes contribuído para o progresso do evangelho; de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e de todos os demais. O apóstolo tinha os seus olhos fixos no Senhor, não nas circunstâncias. Paulo não via a mão de Deus a agir na sua vida apenas nos momentos de tranquilidade, mas também nas situações onde tudo parecia estar perdido. O seu coração era sustentado pela promessa que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Romanos 8:28a. A alegria brota naturalmente no nosso interior quando cremos que Deus está no comando de cada detalhe do nosso viver.

4 – Há objectivos definidos, saber onde queres chegar. Mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando p/ara as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filip 3:13b-14. Alguém disse que aquele que não sabe onde deseja chegar, qualquer lugar serve. Não conheço nenhuma pessoa alegre que não tenha alvos definidos na sua vida. Aquele que tem a sua atenção concentrada no Senhor e nas suas promessas certamente é alegre. Não vive ancorado nem no fracasso, nem no sucesso do seu passado. Olha sempre para a frente e vive para a glória de Deus. Tudo o que faz, faz com o objectivo de honrar o nome do seu Senhor. 

5 – Descansa na soberania de Deus. Está revelado em Filip 2:13: Porque Deus é quem efectua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. O salmista David afirmou: Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam. Salmo 9:10. A alegria de Paulo repousava na soberania de Deus. Ele sabia que até os seus batimentos cardíacos eram monitorizados pela graça divina. Por isso, podia recomendar com autoridade: fazei tudo sem murmurações nem contendas. Filipenses 2:14. Uma pessoa alegre não tem o hábito de perguntar: Por que é que isto aconteceu? A sua pergunta normalmente é: Com que finalidade isto aconteceu? 

6 – Liberto de si mesmo. Porquanto, para mim viver é Cristo, e morrer é lucro. Filip 1:21. A fonte de alegria de Paulo era Cristo. Ele era totalmente desprendido de si mesmo. Não era governado pelos apetites da sua vontade, e o seu prazer e regozijo repousavam no seu Senhor. Tinha a consciência de que fora identificado na morte e ressurreição juntamente com Cristo. De maneira suave e espontânea, rendia a sua vontade à direcção divina. Todo o que vive para Cristo é alegre, porém o egocêntrico não consegue celebrar a vida. 

7 – Tem esperança. Lemos em Filip 3:20: Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. A esperança lubrificava as emoções do apóstolo. A vida de Paulo era alimentada por ela. O seu coração vibrava de regozijo, pois nutria uma doce comunhão com o seu Senhor. Paulo vivia em expectativa, na convicção de que a pátria celestial era uma realidade, e para lá ele iria. Ele descansava no facto de que, mais cedo ou mais tarde, o Senhor viria buscar os seus. Uma das características de uma pessoa alegre é a esperança. O seu coração repousa tranquilo debaixo dos cuidados do seu maravilhoso Senhor. 

8 – O Senhor é o centro da tua vida. Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Filip 4:4. Não nos esqueçamos que Paulo estava preso quando escreveu esta carta. O texto acima não coloca a alegria como uma opção, mas ordena que os filhos de Deus sejam alegres, no Senhor. O gracioso apóstolo era plenamente liberto em Cristo, por isso era uma pessoa alegre. Ninguém pode destruir o bom humor daquele que tem Cristo como centro da sua vida. 

9 – Tem uma mente sã. Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. Filip4:8. Na prisão, Paulo teve muitas oportunidades para alimentar a sua mente. Que tipo de pensamentos nutria o seu coração? Não há dúvida que o servo de Cristo enfrentou verdadeiras batalhas no campo mental. Ele bem sabia que o inimigo de nossas almas não dá tréguas a ninguém. Ele lança verdadeiros bombardeios sobre a nossa mente para roubar a paz e a alegria. Contudo, vestidos da armadura de Deus e a Espada do Espírito, a vitória é certa. Sem dúvida alguma, a alegria pressupõe uma mente sadia. 

10 – Contentamento. Está escrito em Filip 4:11b: Porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Quem ou o que poderia roubar a alegria do apóstolo Paulo? Todo o seu prazer estava em cumprir a vontade de Deus. Ele agradecia ao Senhor por todas as coisas: fartura, fome, abundância ou escassez, tudo era motivo de louvor a Deus. Paulo era extremamente desprendido das coisas deste mundo, por isso se contentava com aquilo que lhe chegava às mãos. Quem pode tirar a alegria de um homem como este? Uma coisa é certa, alegria e contentamento andam juntos. Ninguém se torna alegre por decreto ou por imposição. Precisamos da graça de Deus agindo em nós para sermos pessoas plenas de alegria.

 

FELIZES NO DIA–A-DIA 

Toda a pessoa foi criada para viver feliz, a começar já nesta vida. A felicidade busca-se todos os dias. 

Segunda-feira

A felicidade não depende do que nos acontece, mesmo que nos amanheça uma segunda-feira cinzenta, mas da forma como enfrentamos as pessoas e os acontecimentos.Trata-se de fazer um esforço para ver o sol, mesmo por entre nuvens escuras. 

Terça-feira

A felicidade não está em ter muitas coisas compradas nas lojas e nos supermercados, mas em ser mais solidários, mais fraternos, mais servidores. 

Quarta-feira

A felicidade consiste, sobretudo, em ver o lado positivo das coisas, em ser optimista.Perante um copo meio cheio e meio vazio, o optimista prefere ver a parte cheia. Perante uma noite escura, ele prefere contemplar as estrelas. 

Quinta-feira

A felicidade consiste em deixar-se maravilhar por tudo o que de belo existe no nosso quotidiano: a imensidão do mar, a beleza de uma flor, o sorriso de uma criança, o idealismo de um jovem, o entusiasmo de um adulto pela sua profissão, um casal que continua a amar-se como no dia do matrimónio, a ternura de um lar, os progressos da ciência e da técnica, a serenidade de um idoso. 

Sexta-feira

A felicidade consiste em viver intensamente as vinte e quatro horas de cada dia, cheias de possibilidades. De facto, não há tempo para parar e pensar em tristezas, pois há sempre coisas a fazer para tornar o mundo melhor.                 

Sábado

A felicidade consiste em irmo-nos corrigindo de tudo o que nos impede de viver em paz com a nossa consciência e em paz com os outros.Quanto mais perfeitos formos na prática do bem e no amor fraterno, mais felizes seremos e também mais transmissores de felicidade.  

Domingo 

A felicidade, embora frágil e imperfeita, é possível neste mundo, porque não somos pessoas condenadas à morte eterna. Desde que Cristo ressuscitou, ficou aberta para sempre a porta da Vida. Também nós ressuscitaremos.

 

 

 

A Felicidade Verdadeira! Onde encontrá-la?

A felicidade verdadeira não está ao teu lado, na esquina, no namorado(a), numa pessoa, no trabalho, no amigo(a), no carro, no dinheiro…

Por mais que procures nas pessoas, vais sempre frustrar-te, decepcionar-te e magoar-te, porque todo o ser humano é limitado. As pessoas e as coisas podem trazer-nos uma felicidade momentânea, mas só Deus nos dá felicidade contínua e verdadeira, que preenche e sacia o nosso coração.

“Somente Jesus de Nazaré é capaz de satisfazer as aspirações mais profundas do nosso coração” (João Paulo II).

Com frequência criamos expectativas em relação às pessoas e depois frustramo-nos porque não recebemos delas o que esperamos.

Rezemos e cantemos com o salmista: “Só em Deus repousa a minha alma, é d’Ele que me vem o que eu espero” (Sl 61,6).

Que lugar Jesus tem ocupado na tua vida? O primeiro, o 2º ou o terceiro?

 O Senhor sonda o nosso coração e os seus segredos, e sabe do que necessitamos, mas respeita a nossa liberdade. “A palavra ainda me não chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda.” (Sl 138,4)

O Senhor fica à nossa espera para que abramos o coração para Ele entrar.Deus ama-nos apaixonadamente e fica sempre à nossa espera para curar as nossas carências, suprir todas as nossas necessidades e preencher o nosso coração com o seu amor; Ele está de olhos voltados para mim e para ti: “Eis que estás gravada na palma das minhas mãos, tenho sempre sob os olhos as tuas muralhas” (Is. 49, 16).

Muitas vezes sentimo-nos esquecidos e sozinhos, mas o Senhor é fiel e nunca vai esquecer-se de nós: “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto das suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca.” (Is. 49, 15)

“Qual é o homem que ama a vida, e deseja longos dias para gozar de felicidade?” (Sl. 34,12).“Mas, para mim, a felicidade é aproximar-me de Deus, é pôr a minha confiança no Senhor Deus, a fim de narrar as vossas maravilhas diante das portas da filha de Sião”. (Sl, 73, 28)

Onde quer que te encontres agora, abre o coração e entrega-te a Jesus sem nenhuma reserva.

Deixa-o ser o primeiro da tua vida, e experimentarás uma profunda e verdadeira felicidade.

Jesus está de braços abertos aguardando este momento de encontro.

 

 

 

 
O amigo fiel não tem preço Imprimir e-mail

Observando um pouco mais de perto os homens e mulheres com quem vivemos, notamos como estão à procura de valores mais estáveis e duradouros do que lhes oferece o frenesi da vida moderna. Ninguém admite ser englobado pelas regras do mercado, da oferta e procura, ser peça de engrenagem.

Um dos sonhos mais frequentes, a que respondem buscas e carências, é o de verdadeiras amizades, em que, infelizmente, muitos já não acreditam... Tudo parece tão transitório, fugaz, efémero, descartável e provisório. O sublime amor da amizade afigura-se como miragem, como quimérica utopia... Mas não se pode inverter ou destruir a psicologia humana, a autêntica antropologia que ainda nos leva a buscar a ultra-passagem das frustrações e a empenhar-nos por algo mais humano e compensador. A história profana e sagrada está repleta de exemplos de amizade que encantam e fascinam. São conhecidos. Não é preciso apontá-los aqui. Sabemos que há pelo menos dois níveis de verdadeira amizade: o nível natural e o nível sobrenatural e divino.

Naturalmente, a amizade é dividida, partilhada como enriquecimento recíproco de duas ou mais pessoas através da benevolência sem limites. Quanto mais profunda é a amizade, mais elevada será a perfeição alcançada, que não cabe em medidas ou graus computáveis. Há amizades verdadeiramente sublimes a partir de valores meramente humanos condivididos: o amor à arte, o saber, a luta pela paz, a procura da justiça, o desporto, viagens, a estima da simplicidade. Como foi chorada a maior amiga da Índia: Teresa de Calcutá! Muitos amigos e amigas esta vida já nos concedeu!

Em termos naturais, a amizade é a forma mais sublime e completa do amor que põem os amigos ao mesmo nível da valia e apreço. Um eleva o outro, jamais faz descambar ou declinar, porquanto a amizade é impulso de aperfeiçoamento e conquista do que há de melhor. Desta forma, há um acrisolamento, um constante enaltecimento no cultivo da amizade.

Há que sublinhar fortemente um dado importante: a amizade jamais pode ser conivência com o mal, o destrutivo ou deletério. Seria pseudo-amizade, contradição do próprio conceito de amizade. A amizade somente eleva e constrói. Entre amigos há uma série de atractivos que se manifestam, ordinariamente, pela comunhão de ideais, de anseios, aspirações, de alegrias e quaisquer sofrimentos e superamentos. É essencial, que neste relacionamento amistoso ocupem papel insubstituível a presença do bem comum, a fidelidade comprovada, a sinceridade, o interesse altruísta, a confiança recíproca, a alegria do sacrifício e da doação pela pessoa amada.

A amizade, em momentos alegres e tristes, é um tesouro inesgotável de recursos e inspirações. É como fonte genuína que conforta e desaltera sem cessar. É fogo que transforma e desfaz quaisquer friagens ou desalentos. A amizade é um perene oásis existencial.
Em âmbito e clima divino, na esfera do sobrenatural, a amizade atinge níveis incomensuravelmente maiores. O amor da amizade ancora-se e firma em elemento eterno que é o próprio amor de Deus. O intercâmbio recíproco de valores tem como etiologia ou causa a própria perfeição de Deus que os inunda e transforma. O fim e o dinamismo de tal amizade é o progresso espiritual na conquista crescente da virtude, aquietando a sede do bem, do amor e da verdade. O fim último que impulsiona tais amizades é a própria glória de Deus, o reflexo do Criador no ser e agir das criaturas, que assim se irmanam e enriquecem reciprocamente. A hagiografia apresenta-nos muitas amizades assim: a de São Basílio e São Gregório Nazianzeno, São Francisco e Santa Clara, São Francisco de Sales e Santa Joana Francisca Chantal, Paulo de Tarso, o apóstolo das gentes, alegrava-se e reanimava nas tribulações com a amizade de Tito e Timóteo. O próprio Cristo partilha a mais estreita amizade com os apóstolos, especialmente, com João e Pedro. Semelhantes amizades tinham como suporte a colaboração nas maiores e melhores causas, a confidência de segredos “escondidos em Deus”, o intercâmbio de valores evangélicos e redentores.

No grau mais alto, a amizade anela e sonha pela amizade com o próprio Deus uno e trino. Como guindar-se a tais alturas? Deus não pode ser enriquecido ou enaltecido por nenhuma amizade humana, porquanto é ser perfeitíssimo. Não há termo comum em que alicerçar tal amizade a menos que o próprio Deus coloque as condições para o desabrochar dessas amizades divino-humanas, queridas por Ele. Para que haja amizade, então requer-se certa igualdade, paridade, “parentesco ontológico”. Deus tanto quer esta amizade que Ele próprio cria as condições: põe no homem a identidade da sua imagem; faculta a possibilidade do diálogo através da Palavra inspirada; instila em nós a “semente divina” que nos torna participantes da própria natureza divina (Cf. 1 Jo 3,9; 2 Pd 1,4). Assim abre-se o caminho para o diálogo teândrico. Além disso a própria Trindade faz moradia no nosso íntimo (Jo 14,23) e enriquece-nos com os “próprios sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5).

Tornamo-nos templos, moradia do Senhor e, desta forma, a benevolência com Deus e por Deus é o grau mais excelso de amizade que imaginar se possa. Esta amizade – tão frequente e averiguável nos Santos e Santas – estabelece uma intimidade transformante que não é atingível nos outros níveis da amizade. O amor de Deus, contudo, é único e incomparável: eterno, oblativo, generoso, desinteressado, preveniente e infinito.

Não somos capazes de ascender a semelhantes píncaros, sobrando-nos apenas a disponibilidade da aceitação deste amor e a doação constante do que somos e temos (por sua graça). Prorrompemos, então em exclamações sugestivas como estas:
“Meu Deus e meu tudo!”
“Só Deus me basta!”
“Sou todo teu!”
“Fica connosco, Senhor!”
“Morro porque ainda não morro!”
Saibamos apreciar, aceitar e enaltecer o inestimável valor da amizade, sol e luz na nossa vida!

 

 

 
Sê feliz... Imprimir e-mail

Sê feliz

 

Ouvem-se muitas vezes estas palavras: “Sê feliz”…; é algo que se deseja acima de tudo, e sobretudo algo que se procura com afinco e empenho porque é o fim último de qualquer ser humano. Ser feliz implica esforço e tenacidade, pede a cada um de nós fidelidade para encontrar a constância e descobrir a ilusão nova de cada dia.

Não costumamos pensar com demasiada frequência em tudo o que envolve a nossa vida, mas em numerosas ocasiões desejamos que “o destino” nos leve a qualquer lugar e não somos capazes de nos perguntarmos o porquê e o como das coisas.

Às vezes é bom darmos uma oportunidade a nós mesmos, pensar que merecemos ser felizes pelo simples facto de existir, porque sem dúvida, Deus ofereceu-nos a vida para que a vivamos felizes, já que só assim poderemos render cem por um.

Não devemos esperar que outro faça as coisas por nós ou que alguém nos mostre o seu próprio caminho, porque somos únicos e cada um tem um passo diferente.

Ser feliz significa ser nós mesmos, dar do que se é e do que se recebeu, sem rodeios nem preâmbulos.

A sinceridade acima de tudo deseja entrever uma pessoa simples mas com vontade forte de cultivar a verdade, já que só desta maneira estamos bem connosco mesmos.

Deus semeou nas nossas vidas a felicidade, aquela que só procede d’Ele, a verdadeira alegria.

Cultivemo-la para que sejamos pessoas transmissoras da felicidade e amor de Deus.

 

 

Ho

 
Hoje é um dia especial Imprimir e-mail

Hoje é um dia especial!

Quero rezar pelos meus amigos:

pelos que me querem bem

e pelos que não me querem bem,

pelos de longe e pelos de perto.

Elevo minha voz a Jesus que me diz:
“Não vos chamo servos, mas amigos, pois ao amigo eu me dou a conhecer”.

Que eu possa servir os meus amigos, em todas as situações.

Rezo pelos amigos que servem a Deus como eu, que continuem fiéis.
Rezo por aqueles que não são de Deus,
mas que nem por isso deixam de ser amigos.
Peço a conversão de alguns, pois por ai passará a felicidade para eles.
Como aconteceu com Jesus, por alguns amigos a minha oração são as lágrimas.
Para outros um sorriso ou a minha presença é motivo de ressurreição.
Há amigos tão próximos, que o silêncio fala mais do que mil palavras.
Peço respeito e paciência para aqueles que tenho de conquistar todo dia.
A paz é algo que peço para todos, saúde e o necessário de cada dia.
Que eles, Senhor, se realizem no trabalho e no amor.
Rezo por amigos que precisam de conquistar novos amigos,
Que o Senhor cure as feridas e as marcas da vida,
e que liberte do mal mascarado nos vícios e no pecado.
Para aqueles que vivem presos ao passado, remoendo as amargas lembranças,
eu peço, Senhor, a libertação, a cura do coração, a verdadeira liberdade.
A outros eu ofereço o meu amor e percebo que só isso basta.
A nenhum deles eu nego a prece dos meus ombros e dos meus ouvidos,
pois, carentes como eu, isso nos faz mais amigos.
Rezo para que o Senhor realize a Sua Vontade na vida deles,
e não aquilo que eles querem, pois nem sempre é o melhor para eles.
O Senhor que conhece o meu coração sabe que nem todos são meus amigos,
por isso, rezo pelos meus possíveis inimigos, para que vivamos o amor heróico.
Uno o meu coração com aqueles amigos que já partiram desta vida;
eles aumentam os meus desejos pelo céu, com eles a eternidade será  mais feliz.
Agradeço pelos meus amigos “anjos sem asas”, que Deus colocou na minha vida;
Por causa deles sou bem mais feliz.
Peço que para sempre continuemos amigos,
e no céu possamo-nos encontrar e dividir a eterna felicidade.
Enfim, peço que eles conheçam o meu melhor amigo: Jesus Cristo.

E que experimentem uma amizade que pode suprir todas as suas necessidades.
Pois pior do que o mundo sem amigos,
é uma alma sem Deus.
Amém.   

 
É possível ser feliz Imprimir e-mail

É possível ser feliz

Andamos sempre em busca de propostas de felicidade e, hoje, muitas vezes, a felicidade que adquirimos é a curto prazo. Toda a pessoa nasce com anseio de felicidade.

Jesus é o Mestre para fazer as pessoas felizes, Ele quer guiar-nos neste caminho.


‘Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados; Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sereis vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande a vossa recompensa nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós’ (Mateus 5, 1ss).

Deus é amor, e onde existe amor existe felicidade.

Bem-aventurado significa felicidade. Esta Palavra é revolucionária, e a partir destes versículos percebemos que a lei do homem é diferente da lei de Deus, a matemática de Deus é diferente da nossa: ‘Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus’, isto é loucura para o mundo.
O mundo diz que feliz é quem é esperto, quem... Os factos dizem o contrário do que Jesus prefere. A sociedade esmaga aqueles que são bons e justos. Na nossa cabeça é impossível conciliar sofrimento e alegria, mas Jesus diz que isto é possível. Quando sofremos e estamos ao lado de Jesus, este sofrimento leva-nos à redenção. Isto é revolucionário.
Muitas vezes, o prazer leva-nos à infelicidade. Jesus mostra-nos que é possível viver o sofrimento e ser feliz. Precisamos de nos libertar da mentalidade que afirma que o sofrimento certamente é infelicidade. Felicidade completa só teremos no céu. Tu podes idealizar a felicidade perfeita, mas esta, de facto, só existirá no céu.
Tu podes promover momentos de felicidade para ti e para os outros; mas a tua felicidade não pode estar baseada em prazer, para satisfazer as tuas carências.
A borboleta, para voar, precisa de passar pelo processo doloroso de deixar de ser lagarta. Para chegar à felicidade é preciso ser borboleta, que necessita sair do casulo para voar.
Muitos jovens são indecisos, inseguros, moles, mas é preciso ser firme, ter garra para viver as bem-aventuranças. Imagina a loucura que Jesus viveu, viveu as bem-aventuranças na carne. Deus, para assumir as nossas dores, teve de se rebaixar até nós.
Nada nesta vida é alcançado sem esforço. Jesus quer dar-nos uma nova visão, o Cristianismo ensina-nos a ver além. Mergulha a tua dor à luz de Jesus para ter a felicidade, para ser chamado bem-aventurado. Com os “óculos” de Jesus vamos abraçar a dor; isto não significa que vamos correr atrás de sofrimentos, mas se eles chegarem, vamos vivê-los com Jesus. Precisamos de ter os “óculos” de Cristo para o sofrimento, porque a partir daí podemos transformar o corpo, a alma e o psíquico. Feliz de quem sabe viver o sofrimento. Não podemos parar nele, não vamos encarar o sofrimento só como sofrimento, mas como matéria-prima para crescer.
Com os “óculos” de Jesus é possível viver as bem-aventuranças. Vamo-nos unir ao Senhor, Ele é capaz de resolver a expectativa do nosso coração.

 
O conselho dos sábios Imprimir e-mail

 

 Queres ser feliz? Segue o conselho dos sábios 

Deus é extremamente humilde e, ao mesmo tempo, grandioso e Rei do infinito. E quando a Palavra de Deus fala daquilo que é inferior e pequeno é para engrandecer. Quando Deus nos toca, a felicidade é infinita dentro de nós.

“Feliz o homem que não segue o caminho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem toma parte na reunião dos libertinos” (Salmo 1, 1).

O Senhor está ao teu lado e feliz por teres feito o bem e porque escolheste o caminho certo. Cuidado com os conselhos maus, pois quem vence é o bem. Não te deixes levar pelas más notícias e pelos maus caminhos. Que as palavras negativas não condicionem as tuas atitudes. A Palavra traz-nos sempre uma graça, apontando-nos um “norte”, pois somos um povo da bênção. Somos cheios das bênçãos de Deus.

Feliz de ti que não andas pelos caminhos dos pecadores. “Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita na sua lei dia e noite” (Salmo 1,2).
Quantas vezes achamos que estamos no caminho errado por sermos diferentes de outras pessoas que agem de forma pecaminosa. Não construímos ninguém pela zombaria, pela maldade disfarçada. Às vezes destruímos a vida de uma pessoa pela piada que fazemos da vida dela.

Queres ser feliz? Segue o conselho dos sábios, daquele que é o Orientador por excelência: o Espírito Santo. No teu coração ecoa a voz d’Ele, pois Deus fala-nos concretamente. Medita a Palavra de Deus dia e noite, pois o Senhor exorta-nos por intermédio dela. E de acerto e erros vamos vivendo melhor, pois até dos nossos erros Deus tira proveito. Somos um povo movido pela fé e conduzido pelo Espírito Santo.

O que alimenta o coração do cristão é a fé. Temos esta graça de Deus, a direcção que vem do Espírito Santo. Mesmo que venham as secas, as nossas raízes estão no Espírito Santo, que é a Água viva. Feliz de ti que, tendo as tuas raízes em Deus, produzes bons frutos.

“Ele é como a árvore plantada na margem das águas correntes: dá fruto na época própria, a sua folhagem não murchará jamais. Tudo o que empreende, prospera” (Salmo 1, 3).
Esta Palavra fará com que isto se cumpra, e no tempo devido, tu dês os teus frutos: frutos da santidade, da obediência e da felicidade.

“Porque o Senhor vela pelo caminho dos justos, ao passo que o dos ímpios leva à perdição” (Salmo 1, 6).
Jesus Cristo justificou-nos. E quando nos escolheu deu-nos a Sua protecção, e é por pura graça do Senhor que somos justificados.

Vive a graça desta Palavra. Reza e pede que Jesus te revele em que é que precisas de melhorar.
Que o Senhor ilumine os nossos caminhos.

A Alegria Cristã

Num mundo cheio de misérias e de problemas, parece não haver lugar para a alegria.

Mas há.
A Sagrada Escritura convida-nos: alegrai-vos, cantai, batei palmas.
A verdadeira alegria é espiritual. É um fruto do Espírito Santo. Nasce no coração.
Mas é preciso que cada um cultive essa alegria para que não se apague, mas cresça.
E como?
Olhemos para as pequenas alegrias do dia a dia e a agradecê-las a Deus.
Mesmo os doentes, os deficientes, os idosos, com as suas dificuldades podem ganhar o hábito de “ver” e agradecer a Deus estes dias ou estes momentos que Ele lhes proporciona.
Agradecer um dia de sol, as belezas da natureza, a visita de um amigo, uma noite bem dormida, um medicamento que aliviou a dor, uma notícia agradável. Agradecer a Deus a casa, o alimento, o necessário para viver quando tantos morrem à fome e sem um tecto que os abrigue.
Agradecer a paz na nossa terra no mundo há tantas guerras.
Mas a verdadeira e grande alegria vem directamente de Deus: o encontro com Jesus na oração de cada dia, na meditação da Palavra de Deus, na leitura da vida dos santos, são a parte desta alegria e paz interior que nos faz aceitar com serenidade as contrariedades da vida e da doença.
Quem tiver em casa uma Bíblia, pode rezar com os salmos.

O 1° salmo começa assim: “Feliz o homem que não segue o caminho dos ímpios...antes na lei do Senhor põe o seu enlevo”.

O começo dos outros salmos:
Salmo 23
– O Senhor é meu Pastor, nada me falta.
Salmo 27 – O Senhor é a minha luz e salvação, de quem terei medo?
Salmo 40 – Esperei no Senhor com toda a confiança. Inclinou-se para mim e ouviu o meu clamor.
Salmo 47 – Povos batei palmas. Aclamai o Senhor com vozes de alegria.
Salmo 62 Só em Deus repousa a minha alma; d’Ele vem a minha
salvação.
Salmo 89 – Hei-de cantar para sempre o amor do Senhor
Salmo 106 – Louvai o Senhor porque é bom, porque é eterna a Sua misericórdia.
Salmo 108 – O meu coração está contente, Senhor. Quero cantar-Vos e louvar-Vos.
Salmo 128 – Felizes os que temem o Senhor e andam nos Seus caminhos.
O último Salmo (150), termina assim: Tudo o que respira louve o Senhor, Aleluia!

 

 
O dia mais feliz Imprimir e-mail

O DIA MAIS FELIZ 

O dia mais feliz? Hoje.

A coisa mais fácil? Errar.
O maior obstáculo? O medo.
O maior erro? O abandono.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A distracção mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desânimo.
Os melhores professores? As crianças.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O que nos faz mais felizes? Sermos úteis aos outros.
O maior mistério? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
A pessoa mais perigosa? A mentirosa.
O pior sentimento? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
O mais imprescindível? O lar.
A rota mais rápida? O caminho certo.
A sensação mais agradável? A paz interior.
A protecção efectiva? O sorriso.
O melhor remédio? O optimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
As pessoas mais necessárias? Os pais e os filhos.
A mais bela de todas as coisas? O amor.


O amor é a jóia mais rara que o ser humano possui e pode presentear aos outros sem gastar nada.
De todas as coisas que conquistamos até hoje, como casa, carros e sucesso, nada tem valor como o amor que existe dentro de nós.
É com essa jóia que presenteamos todos os dias as pessoas que nos amam, nos respeitam e realmente nos querem bem.

- Madre Teresa de Calcutá

 
5 regras para ser feliz Imprimir e-mail

5 regras para ser feliz:

 

  

1 - Liberta o teu coração do ódio.

 

2 - Liberta a tua mente das preocupações.

 

3 - Simplifica a tua vida.

 

4 - Dá mais e espera menos.

 

 5 - Ama mais e... aceita a terra que te atiram, pois ela pode ser a solução,   não o problema.
 
Caminho para ser feliz Imprimir e-mail

Como ser feliz?!

Há um caminho para ser feliz e para fazer feliz

Hoje, mais do que nunca, a Igreja necessita de pessoas abertas à actuação do Espírito Santo, capacitadas por Deus para dar o testemunho que vence a descrença em que o mundo se afundou, homens e mulheres decididos a levar até às últimas consequências o seu "sim" a Deus, gente infatigável, experimentada na verdade. Deus precisa de pessoas que estejam dispostas a colaborar conscientemente no Seu plano, que tenham visão, que vejam um pouco mais que o comum dos homens. De Moisés diz-se que era como se visse o invisível.
Uma pessoa sem discernimento, padece de cegueira espiritual, não só deixa de contribuir na construção do Reino de Deus, como também acaba por atrapalhar, vive a correr sérios riscos e põe em risco a outros tantos.

Há um caminho para ser feliz e fazer feliz; para tanto, é indispensável:

a) Saber o que Deus quer;
b) Procurar no Espírito Santo a força prometida (Act 1,8) para cumprir até ao fim a vontade de Deus;
c) Sabedoria no agir.

Adquire-se a sabedoria através do amor, do silêncio e da mortificação; grande sabedoria é saber calar e não se meter em conversas e coisas que não nos dizem respeito. Há pessoas que sabem o que fazer, que têm a visão exacta do que é correcto e até mesmo, inspirados para aquele momento, podem apontar as pessoas que estão no caminho certo, bem como as que estão no erro e em que estão a errar. Isto é uma grande graça e um dom, desde que não se pare aí. São Paulo dizia: "Faço o mal que não quero e, o bem que quero não o faço". Por vezes, ele tinha a certeza do que Deus queria, mas via-se impotente perante a própria fraqueza. Saber só por saber é um laço, pois quem sabe fazer o bem e não o faz, peca.

É importante ter a força para cumprir o que Deus nos revela. Não é fácil! Nalgumas situações, é humanamente impossível, exige um esforço mais do que heróico, só com a graça de Deus é que se torna possível de facto. Não é à toa que Jesus prometeu que o Espírito nos daria a força, uma força capaz de vencer o pecado em nós. Quanto mais o tempo passa, mais tenho percebido que sou incapaz de vencer o pecado, que diante dele sou impotente. As minhas vitórias e progressos, bem como a minha perseverança, não obstante as derrotas, devo-as a Ele, ao Espírito que dá a força. As coisas de Deus não são complicadas, mas são radicais; é a dita porta estreita, mas o homem cheio do Espírito Santo pode passar por ela.
Há ainda pessoas que sabem o que Deus quer e têm o dinamismo e a coragem para tomar a peito a sua realização, mas põem tudo a perder, porque não têm sabedoria. Dizem ou fazem a coisa certa, mas na hora errada ou de maneira errada. Um exemplo é quando se trata de corrigir alguém, às vezes, sabe-se o que dizer e toma-se coragem para o fazer, mas ao fazê-lo sem caridade, estraga-se tudo; faltou sabedoria. Há pais que querem educar os seus filhos, sabem o que lhes dizer e fazem-no, mas porque escolheram a hora errada, não são escutados e até geram conflitos.

Ó Gálatas estúpidos!
São Paulo faz uma severa exortação aos Gálatas (Gal 3,3) por terem deixado obscurecer a própria inteligência não conseguindo distinguir entre o bem e o mal. Eles começavam pelo Espírito e terminavam pela carne. Mas esta exortação não foi tão severa como a repreensão que Jesus fez a Pedro.
No Monte Tabor, quando Jesus se transfigurou, Pedro queria armar lá, três tendas e por ali ficar, sendo que estava óbvio que era necessário descer ao povo; no dia da Santa Ceia, não queria deixar que Jesus lhe lavasse os pés e logo em seguida, já queria tomar banho por inteiro; no Getsémani, cortou a orelha de um homem, e ao tentar demover Jesus dos seus propósitos, escutou as mais duras palavras do Senhor: "Afasta-te, Satanás, porque és para mim um estorvo. Os teus pensamentos não são os de Deus." Pedro era um homem de discernimento fraco, e com isso, estorvava o plano de Deus, mas quando o Espírito o abrasou, fez dele um homem capaz de discernir os rumos da Igreja.
Um homem sem discernimento estorva a obra de Deus e os seus caminhos não são do agrado do Senhor. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os construtores. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas. Inútil, levantar-vos antes da aurora e prolongar até alta noite o vosso descanso para comer o pão de um trabalho duro, pois Deus o dá aos seus amados até durante o sono" (Sl 126). Um homem de Deus precisa de conhecer a Sua vontade, senão não constrói a Igreja, mas trabalha para si. O discernimento, Deus o dá aos seus amados para a implantação do Seu reinado. Podemos colaborar na aquisição do mesmo pelo aumento da intimidade com o Senhor e o aprofundamento no estudo da Palavra.

 
Hoje proponho-te a felicidade Imprimir e-mail

‘Hoje proponho-te a vida e a felicidade’

Ao longo do dia recebemos muitas propostas: boas e ruins, mas desde o momento em que acordamos precisamos de pedir ao Senhor que nos livre do mal, nos conceda a graça de fazermos as escolhas certas e de seguirmos pelo caminho que nos conduz à vida.
As verdadeiras propostas são aquelas que nos mostram o caminho da felicidade, mesmo que inicialmente gerem em nós certo desconforto interior.
Muitas vezes, propomos a Deus o que queremos, mas nem sempre sabemos o que é verdadeiramente edificante para nós. Mas a proposta vinda do Senhor é sempre certa e precisa para a nossa vida.
“Eu hoje proponho-te a vida e a felicidade, a morte e a desgraça. Se obedeceres aos preceitos do Senhor teu Deus, que eu hoje te ordeno, amando ao Senhor teu Deus, seguindo os seus caminhos e guardando os seus mandamentos, as suas leis e os seus decretos, viverás e te multiplicarás, e o Senhor teu Deus te abençoará na terra em que vais entrar, para possuí-la” (Dt 30,15-16).
É claro que vamos hoje escolher o caminho da felicidade, porque este é o sonho de Deus a nosso respeito e porque todos nós ansiamos pela felicidade.
Senhor, dá-nos a graça de escolhermos em todos os momentos o caminho da felicidade.

 
O Valor de um Sorriso Imprimir e-mail

 

O Valor de um Sorriso – Um coração alegre embeleza o rosto

 

O mundo é como um espelho: Se lhe mostrares má cara, vai mostrar-te má cara; sorri, e ele te sorrirá. Herbert Samuels

 

Um sorriso é uma luz na janela da alma indicando que o coração está em casa. Anónimo

 

O sorriso é a iluminação da face e aquecimento do coração. Bárbara Johson

 

Se não mostras o teu sorriso és como um homem com um milhão de euros na conta bancária, mas sem livro de cheques. Les Giblin

 

Quase todos os sorrisos são o produto de outros sorrisos. Frank K. Clarak

 

Quando sorrimos a alguém, nove de cada dez vezes devolvem o sorriso, ou seja, às pessoas a quem comunicamos alegria, a sua vida podemos melhorar. Anónimo.

 

Embora existam centenas de línguas do mundo, o sorriso fala por todas. Anónimo

 

Os sorrisos são a linguagem do amor. David Are

 

Um sorriso vale por mil palavras. Anónimo

 

Sorriam uns aos outros. Sorri à tua esposa. Sorri ao teu marido. Sorri aos teus filhos. Sorri aos teus pais, para qualquer um. Sorrir, ajuda-nos a crescer no amor para com os outros. Beata Madre Teresa de Calcutá

 

Ninguém precisa tanto de um sorriso como quem não tem um sorriso para oferecer. Anónimo.

 

Apresenta-te com uma cara alegre. É a tua exibição, o teu melhor testemunho. David Brandt Berg

 

O que mais contribui para dar sentido à vida, o que menos custa e mais vale é um sorriso agradável. Ele contém bondade e cortesia misturadas com amor humano.

Um sorriso vale mais do que um milhão de euros e não custa nem um cêntimo. Wilbur D. Nesbit

 

Os sorrisos têm o mesmo efeito sobre a humanidade como o sol sobre as flores. Joseph Addison

 

Se iluminas com um sorriso, terás amigos, pelo contrário, se andares carrancudo, não terás mais do que as rugas. Para que vivemos senão para ajudarmos os outros a terem a vida mais agradável? Georg Eliot

 

SORRI! É UMA TERAPIA GRATUITA. Dong Horton

 
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10 conselhos de Bento XVI aos jovens

1) Conversar com Deus

“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colónia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Recuperai a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.

2) Contar-lhe as penas e alegrias

“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o ‘direito de vos falar’. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.

3) Não desconfiar de Cristo

“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso ‘sim’ ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”.

4) Estar alegres: querer ser santos

“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”.

5) Deus: tema de conversa com os amigos “São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”.

6) No Domingo, ir à Missa

“Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente”.

7) Demonstrar que Deus não é triste

“Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não”.

8) Conhecer a fé

“Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura”.

9) Ajudar: ser útil

“Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes”.

10) Ler a Bíblia

“O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerónimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’”.

 
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ACEITAR-SE PARA SER FELIZ

Cada um de nós é um ser em construção; todos temos defeitos e qualidades, e os nossos limites não podem fazer com que deixemos de nos amar e valorizar. É uma grande sabedoria saber aceitar-se a si mesmo; quem não se aceita é porque carrega um refinado e escondido orgulho; e isto não te deixa ver o teu valor. Todos nascemos com a capacidade de vencer e de ser felizes.  Quem não se aceita acaba por se tornar rancoroso contra si mesmo, contra os outros, contra a vida e até contra Deus… e isto leva-o à revolta, à  auto-piedade e à depressão.
Deixa de sonhar, pega no material que tens e começa a construir a tua casa, como for possível. É melhor tu morares num casebre do que ficar ao relento a sonhar com um castelo. Ninguém é perfeito; por isso, todos precisam de se aceitar.  Não estou a dizer para negares os teus limites; isto seria perigoso, pois não os elimina. Olha-os com coragem, de frente, sem exagerá-los nem diminuí-los, e muda o que for possível. O que não pode ser mudado, aceita e oferece a Deus. Tu não és menos amado por Ele por causa dos teus limites. A partir desta aceitação, toda a tua pobreza pode começar a transformar-se em imensa riqueza. Começa agora a ver as tuas qualidades; tu tens qualidades. Ser humilde é reconhecer a verdade sobre ti mesmo.        
Aceita-te também diante dos outros; não te sintas pequeno ou invejoso porque o teu colega tira notas melhores do que tu, ou porque ele se destaca e tu não. Não deixes a inveja aninhar-se no teu coração; lança-a fora, é um veneno. Sê o que és diante dos outros; não finjas ser outra pessoa, e não fiques paralisado diante deles por um complexo de inferioridade.   A melhor maneira de impressionar alguém é ser autêntico e espontâneo diante dele. A personalidade é para o homem o que o perfume é para a flor, o que a luz e calor são para  o sol. Uma engrenagem pequena não é menos importante do que uma engrenagem grande num jogo de engrenagens. Um tijolinho que falte numa construção deixa um buraco na casa. Cada um é importante neste mundo de Deus.
Não vivas a imitar a vida dos outros; tu és rico porque és único no universo; não esqueças isto. O Pai deu-te uma vida sob medida, e única, irrepetível; vive-a, desenvolve-a.    Se te aceitares, os outros te aceitarão também. Não queiras parecer o que não és. Não tenhas medo ou vergonha de ser tu mesmo; e sê honesto em dizer: “eu não entendi isto”, “eu não sei fazer aquilo”, etc… e ajudará os outros.  Sabe uma coisa: os homens têm necessidade de ver pessoas que reconhecem os seus limites, para que tenham coragem de reconhecer também os seus. É nobre saber dizer: “eu não compreendo isto…”, “por favor, ensine-me isto!” Enfim, os outros precisam de ti como és, como Deus te fez. Tu és um exemplar único na História da Humanidade.  Todos nós somos limitados, mas isto ajuda-nos a aprender a precisar uns e outros. Assim aprendemos a amar, pois damos o que temos e receberemos o que nos falta, e todos crescemos juntos. Não é bonito isto? Chegar à perfeição é chegar a ser plenamente aquilo que Deus quer que tu sejas, e não os outros. Deus deu uma vida a cada um, para que cada um cultive a sua e respeite a do outro.
Cada um de nós é riquíssimo no seu ser. Como, então, tu podes ficar a reclamar das qualidades que não ten? Antes de lamentar e lamuriar o que não tens, agradece o que tens, e tudo o que recebeste gratuitamente Dele. Olha primeiro para as tuas mãos perfeitas… e diz muito obrigado, Senhor! Pensa nos teus olhos que enxergam longe, os teus ouvidos que ouvem o cantar dos pássaros, e diz obrigado, Senhor!
Olha para a beleza e vigor da tua juventude, e agradece ao bom Pai, de quem procede toda a dádiva boa. A pior qualidade de um filho é a ingratidão diante do pai. Tu recebeste uma grande herança: a tua inteligência, a tua memória, consciência, liberdade, capacidade de amar, de cantar de sorrir e de chorar, e muitos outros talentos que Deus espera que tu faças crescer para o teu bem e o dos outros.
Mas a primeira coisa para que possas multiplicar estes talentos, é aceitares-te como és, física e espiritualmente. Não fiques apenas a olhar para os teus problemas, numa introspecção mórbida, porque senão acabarás por não ver as tuas qualidades; e isto te tornará vitima dos teus sentimentos. São Paulo disse que somos como “vasos de barro”, e que trazemos um tesouro de Deus escondido aí dentro (cf. 1Cor4, 7).
Eu não estou a dizer que deves esconder-te dos teus problemas, ou fazer de conta que eles não existem, não é isto. Reconhece-os e aceita-os; e, com  fé em Deus, e confiança em ti, luta para superá-los, sem  ficar derrotado e lamuriando a própria sorte. Sabe que é exactamente quando vencemos os nossos problemas e quando superamos os nossos limites, que crescemos como pessoas humanas. Não tenhas medo dos problemas, eles existem para serem resolvidos. Todo o problema tem solução, e quando um deles não tem solução, então, deixa de ser problema. É na crise e na luta que o homem cresce. É só no fogo que o aço ganha têmpera.
Por isso, é importante eliminar as tuas atitudes negativas. Deus quer que sejas um aliado dele, um cooperador Seu, na obra da construção do mundo. Ele não nos entregou o mundo acabado, exactamente para nos poder dar a honra e a alegria de sermos seus colaboradores nesta bela obra. É um acto de maturidade ter a humildade de reconhecer os seus limites e aceitá-los; isto não é ser menor ou menos importante; é ser real. Aceite as tuas limitações, os teus problemas, o teu físico, a tua família, a tua cor, a tua casa, também os teus pais e os teus irmãos, por mais difíceis que sejam… e começa a trabalhar com fé e paciência, para melhorar o que for possível. Como dizia São Francisco, “sou, o que sou diante de Deus.”
Tem aqui lugar a história do velho, do rapaz e do burro. Certa vez iam por uma estrada um velho, um menino e um burro. O velho puxava o burro e o menino estava sobre o animal. Ao passarem por uma cidade, ouviram dizer: “Que menino sem coração, deixa o velho ir a pé. Devia ir a puxar o burro e pôr o velho sobre este!” Imediatamente o menino desceu do burro e pôs o velho em cima, e continuaram viagem. Ao passar por outro lugar, escutaram alguém dizer: “Que velho folgado, deixa o menino ir a pé, e ele vai sobre o burro!”  Então, pararam e começaram a pensar no que fazer. O velho disse ao menino: Só nos resta uma alternativa: irmos a pé levando o burro nos nossos ombros!…” Moral da história: é impossível agradar a todos!   Se eu não me aceitar como sou, nunca saberei amar os outros como eles são; estarei sempre a desejar conviver com pessoas sem defeitos; e isto não existe. Sabe reconhecer e aceitar os erros; um erro reconhecido com simplicidade é uma vitória ganha. 

 

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