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(Sl 119, 105)

 
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Água Benta
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A eficácia da Água Benta contra o Demónio

Santa Teresa vence o Demónio pela força da Água Benta

Santa Teresa D’Ávila, é Doutora da Igreja, foi uma religiosa e grande mística. Nos seus escritos deixou registados diversos ensinamentos sobre a realidade do Combate Espiritual, inclusive combates em que enfrentou o Demónio diretamente.

 Nestas lutas contra o Mal, Santa Teresa D’Ávila fala sobre a importância do uso da Água Benta para afugentar o Demónio: “Não há coisa de que os Demónios fujam mais, para não mais voltar, do que a Água Benta”.

A experiência que a levou a afirmar esta realidade, ela mesma nos conta na sua autobiografia, o “Livro da vida”:

 “Eu estava certa vez num oratório e apareceu-me, do lado esquerdo, uma figura abominável; percebi especialmente a boca, porque falava: era horrível. Parecia que lhe saía do corpo uma grande chama, muito clara, sem nenhuma sombra. Disse-me, aterrorizando-me, que eu me livrara das suas garras, mas que voltaria a elas…”

Assustada, tentou espantá-lo com o sinal da Cruz. O Demónio abandonou-a naquele momento, mas logo voltou. Isto repetiu-se duas vezes. Ela notou que perto dela havia Água Benta, e resolveu utilizá-la:

 “Isto aconteceu-me duas vezes. Não sabendo o que fazer, peguei da água benta que ali havia e lancei-a para onde a figura se encontrava. E nunca mais voltou”.

Noutro momento, Santa Teresa escreveu que o Demónio esteve cerca de cinco horas a atormenta-la “com dores e desassossegos interiores e exteriores tão terríveis que pensei não poder suportar. As pessoas que estavam comigo ficaram espantadas e não sabiam o que fazer, nem eu a que recorrer”.

A santa admitiu que só encontrou alívio depois de pedir água benta e lançá-la no local onde viu um Demónio, perto. Ela relatou assim esta experiência:

“Depois de muitos factos, obtive a experiência de que não há coisa de que os Demónios fujam mais, para não mais voltar, do que da água benta. Eles também fogem da cruz, mas voltam. Deve ser grande a virtude da água benta”, concluiu.

Mais tarde, assegurou que conheceu o consolo da alma depois de tomar Água Benta, o que lhe gerou “uma espécie de deleite interior.”

 “Não se trata de ilusão nem de coisa que só aconteceu uma vez, mas de algo frequente que tenho observado com cuidado. Digamos que seja como se a pessoa estivesse com muito calor e sede e bebesse um jarro de água fria, sentindo todo o seu corpo refrescar. Penso em quão importante é tudo o que a Igreja ordena, e alegra-me muito ver que tenham tanta força as palavras que comunica à Água Benta para que esta fique tão diferente da comum”, reforçando assim a eficácia da Água Benta.

É por isso, que na luta contra o Demónio e as suas tentações, devemos realmente fazer uso dos Sacramentais, em especial a Água Benta. Sabemos que nos rituais de Exorcismos e Orações de Libertação, é possível verificar a eficácia do uso da Água Benta, e como isto atormenta o Demónio.

Antes de sairmos de casa, podemos nos abençoar com a Água Benta, abençoar nossos filhos…

Se percebemos que estamos a sofrer muitas tentações principalmente na área da nossa sexualidade, porque não, andarmos com um pequeno frasco de Água Benta, e quando percebermos que a tentação nos aflige, poderemos benzer-nos e traçar sobre nós o sinal da Cruz, poderemos beber da Água Benta; e se possível for, aspergi-la no ambiente em que nos encontramos…

Se percebermos que na nossa casa está a haver muitas brigas, discussões e coisas do tipo, não tenhamos receio de lançar Água Benta sobre toda a nossa casa, divisões, roupas e etc…

 
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O magnifico poder da água benta

Fazer devotamente o sinal-da-cruz com água benta traz incontáveis benefícios para o corpo e para a alma: afugenta os demónios, obtém o perdão dos pecados veniais, pode livrar-nos de acidentes e até curar doenças.

Para que serve a água benta?

Há várias formas de usá-la. A mais comum é persignar-se com ela. Outra é aspergi-la sobre si mesmo, sobre outras pessoas, lugares ou objetos. Qualquer leigo ou leiga pode fazer isto.

O seu efeito mais importante é afastar o demónio. Este “ronda em torno de nós como leão que ruge”, procurando fazer-nos toda a espécie de mal, como nos adverte São Pedro (I Ped 5,8). Os espíritos malignos, cujas misteriosas e sinistras operações afetam às vezes até as atividades físicas do homem, querem, antes de tudo, induzir-nos ao pecado grave, que conduz ao inferno. Para isto empregam todos os recursos. Às vezes, por exemplo, provocam em nós um sem número de incómodos físicos ou psicológicos.

Outras vezes provocam pequenos incidentes, no nosso dia-a-dia, criam atrapalhações que parecem ter causas meramente naturais.

Por exemplo, na hora de cumprir um dever, a pessoa sente um inexplicável mal-estar, um inesperado desânimo, uma estranha dor de cabeça… Em certas oportunidades, sem qualquer motivo, o marido fica repentinamente irritado contra a esposa, ou vice-versa, daí surge uma discussão e quebra-se a paz do lar. Ou, então, o pai ou a mãe deixa-se levar por um movimento de impaciência e repreende duramente o filho, em vez de o admoestar com doçura. O filho revolta-se, sai de casa. Está criado um problema! Tudo isto pode ser evitado afugentando o demónio com um simples sinal da cruz, feito com água benta. Quando sentires uma irritação estranha, faz esta experiência, e presta atenção ao efeito salutar que produz! Logo te voltará a serenidade.

Além do mais, a água benta é um sacramental que nos alcança o perdão dos pecados veniais, pode livrar-nos de acidentes (trânsito, assaltos, quedas), e ajuda até a curar doenças. O conhecido livro “Tesouro de Exemplos” conta que uma criança gravemente enferma ficou imediatamente curada ao receber a bênção de São João Crisóstomo com água benta.

A água benta, como todo o sacramental, leva-nos a invocar, nas diversas circunstâncias do dia, o socorro do Divino Espírito Santo, para o bem da nossa alma e do nosso corpo.

Outro benefício muito interessante e pouco conhecido: ela pode ser usada eficazmente em proveito de pessoas que se acham distantes de nós. E mais, cada vez que a utilizamos para fazer o sinal da cruz, na intenção das almas do purgatório, elas são aliviadas dos seus sofrimentos.

De onde vem este poder maravilhoso?

Vem do facto de ser ela um sacramental instituído pela Santa Igreja Católica. O sacerdote benze a água, enquanto ministro de Deus, em nome da Igreja e na qualidade de representante dela, cujas orações o nosso Divino Salvador sempre atende com benevolência.

É importante lembrar que para ser verdadeiramente água benta, ela precisa de ser benzida pelo sacerdote segundo o cerimonial prescrito pela Igreja.

São belas e altamente significativas as orações para a bênção da água. Por exemplo, esta: Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda a vida, abençoai esta água que vamos usar confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda a doença e cilada do inimigo.

Concedei, ó Deus, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre para nós as águas da salvação para que nos possamos aproximar de Vós com o coração puro e evitar todo o perigo do corpo e da alma. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

É muito conveniente ter sempre consigo água benta para usar em qualquer circunstância. Por exemplo, benzer-se com ela ao sair e ao entrar na igreja, em casa ou no local de trabalho; ao iniciar uma oração, um serviço, uma viagem. Para afastar do lar a influência maléfica dos demónios, é muito aconselhável aspergir a casa com algumas gotas de vez em quando. Isto pode ser feito por qualquer pessoa da família. É claro que pedir a um Padre para benzer a casa é muito melhor! Portanto, a água benta é sempre benfazeja e eficaz.

 
Porquê água benta à entrada das igrejas Imprimir e-mail

Porque é que há água benta à entrada das igrejas?

A purificação com água benta produz três efeitos: atrai a graça divina, purifica a alma e afasta o demónio. E benzer-se com a água benta atrai-nos graças divinas pela oração da Igreja. A Igreja orou sobre esta água com o poder da Cruz de Cristo, e o poder sacerdotal deixou uma influência sobre ela.

Além disso, a água benta purifica parte dos nossos pecados, tanto os veniais como o reato que fique na nossa alma.

O terceiro poder da água benta é afastar o demónio, já que este pode entrar perfeitamente numa igreja, as suas paredes não o contêm, o chão sagrado não o refreia. Contudo, a água afasta-o.

As pessoas costumam queixar-se de que se distraem na igreja, e o demónio tem grande interesse em distrair-nos precisamente quando vamos estar em contacto com as realidades sagradas. Por isso é tão útil a água benta da entrada. Mesmo usando água benta, podemos despistar-nos, mas pelo menos teremos a segurança de que as distracções procedem de nós e não do demónio.

Embora não possamos com os olhos do corpo ver a cruz que a água benta forma em nós ao benzermo-nos, o demónio sim, vê-a. Para ele essa cruz é de fogo, é como uma couraça que não pode trespassar. Insisto em que benzer-se com água benta ao entrar numa igreja não é um mero símbolo.

É um símbolo, mas esta água tem um poder, um poder que Cristo ganhou com os Seus sofrimentos na Cruz e que o sacerdote administra com toda a facilidade.

José António Fortea

 
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A ÁGUA BENTA
E O SEU USO
EM FAVOR DAS ALMAS DO PURGATÓRIO

Usada com fé e confiança, a água benta tem grande valor para o corpo e a alma, assim como constitui recurso eficiente em favor das almas do Purgatório.
Cada vez que o Sacerdote benze a água, ele o faz em nome da Igreja e na qualidade de seu representante, cujas orações o nosso Divino Salvador aceita sempre com benevolência.
Por conseguinte, quando se toma água benta e com algumas gotas se asperge a si ou um objecto, presente ou ausente, é como se de novo subissem ao Céu as orações da Igreja, para atrair as bênçãos divinas sobre o corpo e a alma, assim como sobre os objectos aspergidos com água benta. É também a água benta uma poderosa arma para dissipar os maus espíritos. São muitos os exemplos demonstrativos do temor e horror que Satanás e os demónios têm pela água benta.

A função purificadora da água benta é marcante.

Na Bíblia ela aparece em vários acontecimentos na vida das pessoas. E até como poder de Deus na cura de várias enfermidades (Jo 9,7).
A água lembra o próprio Cristo, que é a água viva (Jo 4,10), e mesmo o Espírito Santo que nos purifica os lábios, a mente e o coração.

"Derramarei sobre vós águas puras, que vos purificarão de todas as vossas imundícies e de todas as vossas abominações"(Ez 36,25).

Como se explica que também se possa aplicar a água benta em favor de pessoas distantes e até às almas do Purgatório?

Cada vez que se oferece, mesmo à distância, água benta, na intenção de um ente querido, sobe aos Céus a oração da Igreja anexa à mesma e induz o Coração Sacratíssimo de JESUS a tomar sob a sua protecção no corpo e na alma esses entes queridos.
O mesmo acontece quando usamos a água benta em favor das almas do Purgatório.

Quanto alívio podemos conceder a uma alma sofredora, por meio de uma gota de água benta!

O Venerável Padre Domingos de Jesus, segundo o costume da Ordem Carmelita, tinha uma caveira sobre a mesa da sua cela. Certo dia, ao ter aspergido esta caveira com água benta, a mesma começou a bradar em alta voz:

“mais água benta, porque ela alivia o ardor das chamas horrivelmente dolorosas!”

Com efeito, uma gotinha de água benta tem muitas vezes maior eficácia do que uma longa oração, porque a nossa oração muitas vezes é feita com descuido e distraidamente. Diferente é a oração da Igreja intercedendo, por meio da água benta. A oração agrada sempre a Nosso Senhor JESUS CRISTO, em qualquer lugar onde Lhe for apresentada em nome da Santa Igreja.
Por isso, as almas do Purgatório tanto anseiam pelo uso da água benta e se pudéssemos ouvir as suas súplicas por uma gotinha de água benta, certamente nos aplicaríamos mais assiduamente no seu uso, ao menos dê manhã e à noite e algumas vezes durante o dia.

Quantas vezes por dia entras e sais do quarto! 

Não te será difícil deixar cair nessas ocasiões

uma gotinha de água benta no Purgatório.

Que alegria causarias assim às almas do Purgatório e que mérito colherias por meio da prática deste acto de caridade para ti mesmo e para os teus; pois as benditas almas não são ingratas. No mesmo momento em que as favorecemos, levantam as suas mãos ao céu e rezam com tal fervor pelos seus benfeitores como não poderão fazer as pessoas mais justas do mundo. E DEUS ouve com predilecção a oração e envia as suas graças abundantes sobre os benfeitores delas.

Há católicos que não saem de casa sem antes aspergirem três vezes água benta; uma para si e os seus entes queridos, a fim de que Nosso Senhor os proteja de todos os perigos no corpo e na alma; uma outra para os moribundos, especialmente para os pecadores moribundos, a fim de que DEUS, na última hora, ainda lhes conceda a graça da conversão; e uma terceira em favor das almas do purgatório.

Quanto é meritório tal modo de proceder. Imitemo-lo!

 

 

 

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