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Abri as portas ao Redentor

João Paulo II

 
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saber perder tempo

“Para tudo há um tempo debaixo dos céus:
Tempo para nascer e tempo para morrer,
Tempo para procurar e tempo para perder,
Tempo para guardar
e tempo para deitar fora”
(Ecle 3,1.6).



Em tempo de férias é sempre oportuno reflectirmos sobre o bem mais precioso da nossa vida: o tempo.
Perguntem ao estudante que reprovou, quanto vale um ano! Perguntem à mãe que teve o bebé prematuro, quanto vale um mês! Perguntem aos namorados que não se viam há muito, o valor de uma hora! Para perceber o valor de um minuto, perguntem ao passageiro que perdeu o avião! Para perceber o valor de um segundo, perguntem a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente!
Assim nos mostra a vida como é precioso cada ano, cada dia, cada hora ou fracção de tempo. Será por isso que se diz que “o tempo é dinheiro”? Ou será que o tempo, como a moeda, se vai desvalorizando na nossa vida cronometrada do dia-a-dia? E, no entanto, Deus dá-nos todo o tempo do mundo de graça.
Os antigos consideravam que a verdadeira ocupação do homem era o ócio e não os negócios. Os monges tentaram manter vivo este ideal do homem ciente da sua vocação: não fomos criados para trabalhar, mas para louvar o criador; estamos neste mundo não para explorar a terra, mas para cuidar do jardim da criação.
Na escola, na família e na sociedade preparam-nos para o trabalho, mas não nos preparam para o ócio nem nos ensinam a saber “perder tempo”. Não nos faltam meios e propostas para matarmos o tempo, em vez de nos ensinarem a arte de vivê-lo com sabedoria: uns matam o tempo diante do televisor, outros “ocupando os tempos livres” para que nunca estejam livres; outros em actividades radicais, para que nunca cheguem à raiz das coisas e dos problemas… Matamos o tempo para não nos cruzarmos com a morte, e fugimos à morte para não nos encontrarmos com a vida.
Passamos a vida a correr contra o tempo, a lamentarmo-nos que “não temos tempo”, quando afinal o tempo só nos foge porque nós corremos contra ele. Construímos vias rápidas e máquinas velozes para ganhar tempo, mas é o tempo que foge e passa depressa sem nos permitir contemplarmos a paisagem de cada dia e saborear as paragens que a vida nos proporciona. Tornamo-nos escravos do relógio e cada vez sabemos menos “a quantas andamos”. Na ilusão de corrermos contra o tempo estamos a correr contra nós, pois não vivendo realmente, acabamos por queimar o tempo e a vida.
Como é difícil valorizar o tempo presente que Deus nos dá, vivendo o ritmo quotidiano da vida. Os mais velhos continuam a sonhar com o passado sempre “muito melhor” (no meu tempo é que era bom!), enquanto os mais jovens vivem obcecados com o futuro. Vamos assim contando os dias e os anos sem vivermos cada momento e cada dia: uns sempre atrasados ou desactualizados, outros tão avançados que parecem viver noutro planeta e fuso horário.
Necessitamos de reaprender a arte do ócio, de dar tempo a nós mesmos, à família, aos amigos. Precisamos de perder tempo com coisas “inúteis”: pararmos a admirar o mistério do amanhecer, saborear a brisa da madrugada que nos fala de Deus, escutar a polifonia dos pássaros que cantam sem contrato, ouvir o silêncio das criaturas e decifrar as mensagens das estrelas…
O tempo de férias constitui uma ocasião propícia para acertarmos a vida pelo relógio do sol e pelo ritmo das criaturas. É o tempo em que podemos tapar os ouvidos ao bater das horas, para escutarmos mais as batidas do coração. Longe de ser um tempo para “passar” ou mal gasto, as férias deveriam ser o tempo bem empregue: onde conseguimos arranjar agenda para nós e para os outros; onde redescobrirmos que o dinheiro não é tudo, que as melhores coisas da vida não se compram, pois são grátis, são graça. Longe de ser um tempo de evasão, as férias deveriam ser tempo de encontro, de reflexão, de avaliação; deveriam ser uma ocasião para passarmos do tempo de fazer (ter que fazer), para o tempo de viver, o tempo de experiência da autenticidade e da criatividade.
Quem dera que pelo menos as nossas férias fossem um tempo da experiência compartilhada com o outro, tempo favorável ao encontro, tempo cheio de significados. Como tão bem observou Marcel Proust: “Uma hora não é uma hora, é um vaso cheio de perfumes, sons, projectos e climas”. Uma vida não é vida se não for assim: cheia de perfumes, sons, projectos e climas. Pois, afinal, a vida não é o tempo e os anos que vamos contando, mas uma história de tempos, lugares e encontros cheios de tudo isso. Isidro Lamelas

Dizia a raposa ao Princepezinho, “foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez a tua rosa tão importante”.
Porque esta continua a ser uma verdade esquecida entre os humanos, é importante que haja quem saiba e ensine a “perder tempo” com o mais importante.
E o mais importante continua a ser “criar laços” e “deixar-se cativar”.

 

 

 

 

DECÁLOGO PARA UM VERANEANTE

1 – Vive a Natureza
2 – Vive o teu nome e a tua condição de cristão
3 – Vive o Domingo
4 – Vive a família
5 – Vive a vida
6 – Vive a amizade
7 – Vive a justiça
8 – Vive a pureza de coração
9 – Vive a verdade
10 – Vive a solidariedade

 

Necessidade do justo descanso para o corpo e o espírito

Diz o Papa Bento XVI: As férias são dom de Deus que permite recuperar-se física e espiritualmente para o caminho da vida.
Especialmente para aqueles que sintam maior necessidade disso, que possam «ter um pouco de férias», precisamente «para revigorar as energias físicas e espirituais e recuperar um saudável contacto com a natureza».
«O ar da montanha far-me-á bem e poderei dedicar-me mais livremente à reflexão e à oração”.

Bento XVI elogiou o ambiente da montanha, que «em particular, evoca a elevação do espírito até ao alto, a elevação até à ‘alta medida’ da nossa humanidade, que lamentavelmente a vida quotidiana tende a rebaixar».
”O tempo de férias é um dom de Deus». «Graças ao descanso, recuperamos as forças para o caminho da nossa vida.»
«Àqueles que não podem deixar o trabalho – penso em particular nos agricultores empenhados nas colheitas – desejo que possam gozar dos frutos do seu esforço», e que «nesse trabalho também possam ter algum período de descanso e lazer”.

 

 

 
FÉRIAS COM JESUS Imprimir e-mail

Se passas as férias de maneira dissipada, correndo daqui e dali, em passeios que cansam mais do que repousam, em lugares de calor esgotante, ouvindo barulhos fatigantes, músicas e vozes altas, no fim das férias não conseguirás evitar um sentimento de frustração, por o tempo ter passado, sem saberes como, e de irritação contra o trabalho que te espera.
Muito diferentes serão as férias, se as passares coMigo, mesmo que vás para fora, mesmo que faças alguma viagem, não Me esqueças.

Passeia, diverte-te, sim, mas reserva tempo para o repouso verdadeiro, mantendo a vida calma, o tempo de oração e o sentido da Minha presença.

É que durante as férias Jesus também está junto de ti. Então, não deixes passar o tempo sem Me dirigires, de vez em quando, alguma palavra, algum olhar de amor.

No fim estarás repousado, com novas forças e com vontade de trabalhar. Com o cérebro repousado, terás novas ideias, para executar o teu trabalho com maior eficiência e perfeição.

Vinde para um lugar deserto e descansai um pouco Mc 6, 30-34

Nesta passagem do Evangelho, Jesus convida os seus discípulos a separar-se da multidão, do seu trabalho, e retirar-se com Ele a «um lugar deserto». E ensina-os a fazer o que Ele fazia: equilibrar acção e contemplação, passar do contacto com as pessoas ao diálogo secreto e regenerador consigo mesmo e com Deus.
O tema é de grande importância e actualidade. O ritmo de vida adquiriu uma velocidade que supera a nossa capacidade de adaptação. A cena de Charlot concentrado na linha de montagem em Tempos Modernos é a imagem exacta desta situação. Perde-se, desta forma, a capacidade de separação crítica que permite exercer um domínio sobre o fluir, frequentemente caótico e desordenado, das circunstâncias e das experiências diárias.
Jesus, no Evangelho, não dá a impressão de estar agitado pela pressa. Às vezes, ele até perde o tempo: todos O buscam e Ele não se deixa encontrar, absorto como está na oração. Às vezes, como nesta passagem evangélica, Ele inclusive convida os seus discípulos a perderem tempo com Ele: «Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco». E recomenda frequentemente que não se agitem. Também o nosso físico, quanto bem recebe através de tais «folgas».
Entre estas «pausas», estão precisamente as férias de verão. Elas são, para a maioria das pessoas, a única oportunidade de descansar um pouco, para dialogar de forma distendida com o próprio cônjuge, brincar com os filhos, ler algum bom livro ou contemplar a natureza em silêncio; em resumo, para relaxar. Fazer das férias um tempo mais frenético que o resto do ano significaria arruiná-las.
Ao mandamento «Lembrai-vos de santificar as festas», seria preciso acrescentar: «Lembrai-vos de santificar as férias». «Parai (tirai férias!), sabei que eu sou Deus», diz Deus num salmo (Sal 46). Um meio simples de fazer isto poderia ser entrar numa igreja ou numa capela de montanha, numa hora em que estiver deserta, e passar um pouco de tempo «solitário» lá, a sós connosco mesmos, a sós frente a Deus.
Esta exigência de tempos de solidão e de escuta apresenta-se de forma especial aos que anunciam o Evangelho e aos animadores da comunidade cristã, que devem permanecer constantemente em contacto com a fonte da Palavra que devem transmitir aos seus irmãos. Os leigos deveriam alegrar-se, não se sentir descuidados, cada vez que o próprio sacerdote se ausenta para um tempo de recarga intelectual e espiritual.
É preciso dizer que as férias de Jesus com os apóstolos foram de breve duração, porque as pessoas, vendo-O partir, seguiram-nO a pé até ao lugar de desembarque. Mas Jesus não se irrita com as pessoas que não Lhe dão tréguas, senão que «se comove», vendo-as abandonadas a si mesmas, «como ovelhas sem pastor», e começa a «ensinar-lhes muitas coisas».
Isto mostra-nos que é preciso estar dispostos a interromper até o merecido descanso frente a uma situação de grave necessidade do próximo. Não se pode, por exemplo, abandonar num hospital, um idoso sobre quem se tem a responsabilidade, para desfrutar de umas férias sem incómodos. Não nos podemos esquecer das muitas pessoas cuja solidão elas não escolheram, senão que a sofrem, e não por algumas semanas ou um mês, senão por anos, talvez durante a vida toda. Também aqui cabe uma pequena sugestão prática: olhar à nossa volta e ver se existe alguém a quem ajudar a sentir-se menos sozinho na vida, com uma visita, uma ligação, um convite a vê-lo um dia no lugar das férias: aquilo que o coração e as circunstâncias sugiram.

 
BOAS FÉRIAS! Imprimir e-mail

A tradição cristã do descanso supõe que a nossa vida de fé se intensifique durante este tempo. Durante o ano as correrias habituais nem sempre nos deixaram o tempo suficiente para a oração, contemplação, reflexão, lectio divina! Além da nossa participação tranquila nas celebrações eucarísticas (e em todas as regiões de veraneio temos paróquias que acolhem a todos) aproveitemos para aprofundarmos a nossa união com Deus.
Esta é outra oportunidade que está na nossa genética cristã: aproveitarmos do descanso para cultuar a Deus com mais intensidade e aprofundarmos a nossa vida cristã! Mesmo sabendo que muitas vezes as tradições actuais rumem para uma vida onde a fé não apareça durante o tempo de descanso, para nós cristãos, é este tempo abençoado, humano e divino, de aproveitarmos para refazer não só do cansaço do ano vivido, mas também para estarmos mais ainda em comunhão com Deus.
E não seria realmente por aí essa oportunidade: se bem que podemos descobrir a presença de Deus também dentro das nossas metrópoles e residências urbanas, passar um tempo em maior contacto com a natureza exuberante das nossas praias é poder contemplar também o dedo de Deus que tudo fez e que nos chama para viver em harmonia com Ele e com toda a criação.

Férias é tempo de quê?
Aproveita bem, tens alguns dias de descanso


Férias quase sempre é assim, querermos fazer tudo o que se pode e aproveitar bem o tempo tão sonhado durante as demais épocas do ano. Elas passam tão rápido que quando nos acostumamos com a ideia, já é hora de voltarmos para casa. Mas, é um tempo maravilhoso no qual acontecem coisas novas e interessantes!
Como dá gosto voltarmos ao grupo a que pertencemos e contar tudo o que vivemos nas férias, dando brilho e cor aos acontecimentos, revivendo os factos, levando outros a viverem connosco cada momento, embalados pela imaginação.
Há aquelas pessoas que falam das maravilhas que são as férias no campo, ou na montanha, com paisagens encantadoras, e o cheiro das flores e das ervas, o pôr do sol, o canto dos passarinhos, a comida diferente, as horas de silêncio, a paz, a calma, e de como tudo isto repousa e descansa e faz bem à alma.
E há outras que preferem o litoral, e estando lá, esquecem o resto do mundo enquanto contemplam o azul infinito dos céus, descansam os ouvidos no embalo das ondas, e sentem o sol no corpo... repousam, descansam e sonham.
Mas, é claro que as férias não se resumem em viagens e passeios a lugares espectaculares. São dias destinados ao descanso após actividades consecutivas num período anual ou semestral de trabalho ou estudo. E viajar não é a única opção!
Dormir um pouco mais, cuidar da saúde, visitar parentes e amigos, praticar desporto, fazer uma boa leitura, caminhar no parque ou simplesmente nas ruas da cidade... O importante é que no final todos voltem para a “labuta” do dia-a-dia, com paz na alma e as “baterias recarregadas”.
Dois jovens conversavam um dia e o assunto era férias conjugadas com internet. Falavam de jogos, sites “incríveis” e muito mais!
Orgulhavam-se do número de horas que haviam ficado no computador, e parecia que cada um queria bater o recorde, ao menos na conversa. Um dizia que ficou ligado na rede até a madrugada, o outro orgulhava-se de ter amanhecido o dia a navegar. E a conversa seguiu em frente, só pude escutar até ali, mas foi o bastante para reflectir: Que descanso estes jovens têm? Que personalidade está a ser formada por detrás dos botões electrónicos? Para onde caminha esta geração?
Sei que cada um é livre e faz o que quer do seu tempo, mas quando penso em férias, não consigo imaginar-me parado em frente de uma tela sem ver a luz do sol nem sentir a brisa de cada manhã.
Acredito que natureza e férias têm tudo a ver! Aproveita bem se ainda tens alguns dias de descanso e faz bom uso deles. Se ainda não paraste um pouco, que tal pensar no assunto com mais seriedade? Parar, às vezes, é preciso!
Deus fala-nos de várias formas, a natureza é uma delas. Diz o poeta, que “um pouco de silêncio não faz mal a ninguém”.
Na sua sabedoria, a natureza também pára, silencia e até se deixa cortar, porque “as podas são necessárias”, mas, isso é interessante tendo em vista que sempre retorna inteira para cumprir o seu papel, costumando surpreender-nos ao florescer cada vez mais na estação vindoura.
Sem medo, sigamos o seu exemplo e quando as férias terminarem, teremos óptimos assuntos para partilhar, até porque testemunhar, é uma forma de tomar posse das maravilhas que Deus realiza nas nossas vidas. Também durante as férias!

 O tempo do descanso chegou
"Vinde a mim vós todos os que sofreis e estais curvados sob os vossos fardos, e eu vos aliviarei" (Mt 11,28).

Esta é uma palavra profundamente consoladora, e que nos encoraja a buscarmos o Senhor. Ele mesmo nos convida: "Vinde a mim". Diante deste convite não podemos ficar parados; pelo contrário, caminhemos ao encontro d'Ele, e lancemos sobre Ele todos os nossos fardos e o que pesa na nossa consciência, porque Ele cuida de nós.
Estás cansado(a), triste, abatido(a), desanimado(a)? Descansa em Jesus que insistentemente está a chamar-te: 'Vinde a mim.'
Entreguemo-nos ao Senhor do fundo do nosso coração, e deixemo-nos cuidar por Ele.


PARA SE DIVERTIR COM OS AMIGOS

AS DÚVIDAS perseguem-nos...

- Por que é que a laranja se chama laranja e o limão não se chama verde?
- Por que é que as lojas abertas 24 horas têm fechadura?
- Como se escreve zero em algarismos romanos?
- Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram para poder acertá-lo?
- Como foi que a placa “É proibido pisar a relva” foi colocada?

 

 

 
PALAVRAS CRUZADAS Imprimir e-mail

Um maneira boa de passar bem o tempo de férias…fazer palavras cruzadas…aprendendo.
E podemos mesmo usar a leitura da Bíblia, e, ao mesmo tempo proporcionar momentos de agradável descontracção.
1 - Seguem dois passatempos muito simples.

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PREENCHE ESTES DIAGRAMAS, RESPEITANDO O NÚMERO DE LETRAS E O CRUZAMENTO CORRECTO DAS PALAVRAS.

"Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. Porque os meus olhos viram a vossa salvação que preparastes diante de todos os povos, como luz para iluminar as nações, e para a glória do vosso povo de Israel." (Lucas 2, 29-32)

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RESOLVE A CRUZADA SIMPLES E DESCOBRE A PALAVRA FORMADA NUMA DAS COLUNAS VERTICAIS.

1) Como se chamava o pai da profetiza Ana? (Lc 2,36)
2) Homem a quem foi revelado que não morreria sem primeiro ver Jesus. (Lc 2,25-26)
3) "Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em____________ (Lc 2,29)
4) Nome da filha de Fanuel, que estava no templo. (Lc 2,36-37)
5) O menino estava cheio do que? (Lc 2,40)
6) Eles voltaram para qual cidade da Galileia? (Lc 2,39)

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Algumas gafes cometidas em Tribunais... Imprimir e-mail

tiradas do livro "Desordem no tribunal".

P: Essa doença, a miastenia gravis, afecta a sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo é que ela afecta a sua memória?
R: Bom, eu esqueço-me das coisas.
P: Esquece!!! Pode dar um exemplo de algo de que você se tenha esquecido?
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P: Que idade tem o seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro ao certo...
P: Há quanto tempo é que ele mora com você?
R: Há 45 anos.
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P: O seu filho mais novo, o de 20 anos...
R: Sim?!...
P: Que idade é que ele tem?
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P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram rapazes?
R: Nenhum.
P: E quantos eram meninas?
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P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura média e usava barba.
P: Era um homem ou mulher?
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P: Doutor, quantas autópsias já realizou em pessoas mortas?
R: Bem... Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
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P: Aqui no Tribunal, para cada pergunta que eu lhe fizer, a sua resposta
deve ser oral, entendido? Que escola é que você frequenta?
R: Oral.
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P: Doutor, o senhor lembra-se da hora em que começou a examinar o corpo da vítima?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30.
P: E o Sr. Décio já estava morto a essa hora?
R:?!? Não!!!... Ele estava sentado na maca, e perguntava porque é que eu
estava a autopsiá-lo...

 

 

 
O que se aprende com miúdos do 2º ano Imprimir e-mail

- Antigamente na França os criminosos eram executados com a Gelatina
- Em Portugal os homens e as Mulheres podem casar. A isto chama-se monotonia.
- Os homens não podem casar com homens porque então ninguém podia usar o vestido de noiva.
- Um seguro de vida é o dinheiro que se recebe depois de ter sobrevivido a um acidente grave.
- Adoptar uma criança é melhor! Assim os pais podem escolher os filhos e não têm de ficar com os que lhe saem.
- Adão e Eva viviam em Paris
- As vacas não podem correr para não verterem o leite.
- Os douradinhos já estão mortos há muito tempo. Já não conseguem nadar!
- Eu não sou baptizado, mas estou vacinado.
- O meu tio levou o porco para a casota e lá foi morto juntamente com o meu avô.
- Quando o nosso cão ladrou de noite a minha mãe foi lá fora amamentá-lo. Se não os vizinhos ficavam chateados.
- A minha tia tem tantas dores nos braços que mal consegue erguê-los por cima da cabeça e com as pernas é a mesma coisa.
- Um círculo é um quadrado redondo
- A terra gira 365 dias todos os anos, mas a cada 4 anos precisa de mais um dia e é sempre em Fevereiro. Não sei porquê. Talvez por estar muito frio.

 

 

 
OS TELEMÓVEIS…dão cada dor de cabeça… Imprimir e-mail

1.. O Sr. quer que eu tire o chispe?
2.. Porque é que sem o cartão dentro do telemóvel não tenho acesso a nada?
3.. O período de validade do meu cartão acabou hoje. Qual é a vantagem que isto tem?
4.. Devo aguardar cinco dias úteis para a frente ou para trás?
5.. Eu gostaria de saber se este número de telefone tem telefone. (???!!!)
6. Menina, queria que o meu número não aparecesse nos retrovisores dos outros telemóveis...
7.. Fiz uma chamada para outra pessoa e tiraram-me dinheiro do telemóvel. Mas então sou eu que pago?
8. Queria saber se o meu número está conferencial ou não...
9. Cliente: Queria trocar o meu telemóvel de carregamento multibanco por um daqueles sem cartão...
Assistente: Todos os telemóveis funcionam com cartão, só que uns são recarregáveis e outros não.
Cliente: Pois eu quero um daqueles que não se paga. A minha mãe tem um e não precisa de pagar para fazer chamadas.
10.. Cliente: Que quer dizer isto... chamadas de emergência?
Assistente: Significa que o telemóvel da senhora não tem rede neste momento e só pode fazer chamadas de emergência.
Cliente: Ai, que alívio! Pensei que era para ligar para o Hospital. Estava aflita a pensar quem é que estaria nas emergências.
11.. Assistente: Qual é o número de contribuinte?
Cliente: O meu ou o do telemóvel?
12.. Cliente: Estou aqui com um problema no meu telemóvel...
Assistente: Qual é exactamente a situação?
Cliente: É que agora não me lembro do ping e o que é pior é que perdi o pum...
13.. Cliente: Estou a ligar para um número e dizem-me que não está atribuído... Assistente: Qual é o número que a senhora está a tentar ligar?
Cliente: Isso não posso dizer, porque é um número confidencial.

 

 

 
Para divertir, pensar e rezar Imprimir e-mail

Fugindo do leão

Estavam no meio da mata, um mineiro e o seu parente da cidade. De repente, surge um terrível e feroz leão rugindo na frente dos dois. Um olhou para o outro. Imaginem o que devem ter pensado. O mineiro, sossegado, assentou-se num toco de árvore, retirou a pesada bota que usava e calçou um ténis muito mais leve e macio. O parente da cidade começou a rir e a caçoar do coitado do mineiro:
– "Deixa-te de ser cómico, primo. Achas que com este ténis vais correr mais do que um leão?"
O mineiro, respondeu: "Eu não estou a pensar correr mais do que o leão. Eu só preciso é de correr mais do que tu!"
O "ténis" que nos faz correr mais rápido é o perdão. S. Paulo ensina-nos: “não deis entrada ao demónio. Ele é como um leão que ruge e nos ameaça."

- Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:
– "Todo aquele que se julgar burro faça o favor de ficar de pé."
Toda a sala permaneceu sentada. Alguns minutos depois, o Gervásio levantou-se. O professor, espantado, questionou:
– "Quer dizer que tu reconheces que és um grande burro, Gervásio?"
– "Bem, para dizer a verdade, professor, não me acho um burro. Mas fiquei com pena de ver o senhor professor, de pé, sozinho..."

A língua e os dentes

O abade de um mosteiro estava à beira da morte. Um dos seus monges, que lhe tinha grande devoção, sentado à beira do seu leito, questionava o mestre: – "Terá o senhor algum segredo de santidade e vida para me ensinar?"
O abade, com dificuldade e a sua habitual sinceridade, abriu a boca e ordenou que o jovem monge olhasse lá dentro. O monge achou que o abade estava a variar. “Coitado”, pensou, “deve estar surdo ou não compreende o sentido das palavras”.
Então, repetiu, falando alto e ao ouvido do mestre:
– "Eu disse se o senhor tem algum segredo de santidade e vida para me ensinar?"
– "Filho – respondeu o agonizante –, estou a pedir-te para que olhes para dentro da minha boca" – e abriu a boca para o pobre monge ver.
– "O que vês aí dentro, meu filho?"
– "Não vejo nada, mestre!"
– "Tens a certeza, filho?"
– "Olha com mais atenção, filho. Não vês a minha língua?"
– "Ah, sim, vejo a sua língua..."
– "E que mais?"
– "Não vejo mais nada."
– "Tens a certeza? E os meus dentes, consegues vê-los?"
“Coitado!”, pensou o monge..., “está mesmo a delirar.”
– "Mestre, já há muitos anos que o senhor não tem dentes..."
– "Então, filho, presta atenção a este ensinamento:
a língua é feita de carne e músculos, aliás músculos muito frágeis.
Os dentes são estruturas mineralizadas, muito fortes, mas acabam e caem primeiro, porque são duros. A língua é mole e flexível. Ela aprende a adaptar-se... mas é firme naquilo que necessita. Assim também, meu filho, a pessoa que tem o coração duro, diante dos problemas da vida, é a primeira a cair. Aprende a ser flexível diante de Deus. Ele quer dar-te um coração de carne, e não um coração de pedra, mineralizado como os dentes..."

No final do culto,
o pastor anunciou que no culto seguinte falaria sobre o pecado da mentira. E acrescentou:
- Em preparação do assunto, peço que todos leiam o capítulo 17 do evangelho de Marcos.
No início do culto seguinte o pastor perguntou:
- Aqueles que não leram a leitura programada, levantem o braço.
Parte da assembleia levantou o braço.
- Agora peço que se levantem aqueles que leram Marcos 17. Metade da assembleia levantou-se. O pastor então rematou:
- Agora estamos prontos para falar sobre a mentira, pois o Evangelho de Marcos só tem 16 capítulos.

Mais água!
O sacerdote, no momento de baptizar o menino pergunta aos pais:
- Qual é o nome da criança que vai ser baptizada?
Orgulhosamente a mãe responde:
- Marco António Randolfo Cristóvão Filipe de Lima e Silva Von Ostemberger Cardoso Júnior.
O sacerdote, perplexo, volta-se para o sacristão e diz:
- Traz mais um pouco de água, por favor!

O filho fez 18 anos
O pai negocia com ele:
- Vou fazer um contrato contigo: Passas no exame, cortas o cabelo e compro-te um carro.
No fim do ano o filho passa no exame e procura o pai:
- Filho, eu estou orgulhoso de ti, passaste... Só não cortaste o cabelo!
- Sabe, pai, cabelos compridos, também Noé e Cristo tinham cabelos compridos.
- Está certo, meu filho. Só que eles também andavam a pé!!!


O professor:
- Vou fazer duas perguntas. Quem responder à primeira já não tem que responder à segunda. Quantos pêlos tem o cavalo na cauda?
- Tem 3.127 – respondeu de imediato o aluno esperto.
- Como sabes isso?
- Desculpe, mas a essa pergunta já não tenho obrigação de responder.

O professor explicava:
- “anónimo” é uma pessoa que não quer ser conhecida. Nisto, ouvindo vozes, pergunta:
- Quem está aí a falar?
Alguém, do meio da sala, respondeu:
- É um anónimo.

Sempre que comeres arroz, guarda um grão. Quando tiveres 9.999.999 anos, não vais passar fome.

FOGÃO:
chama-se assim porque a primeira cozinheira do mundo não estando acostumada com o mesmo, exclamou: "Meu Deus, que fogo enorme", atirando-lhe uma panela de água em cima. Ficou conhecida como a mulher do fogão e o nome pegou.

Um Presidente de Câmara queria construir 1 ponte e abriu 1 concurso público. Concorreram três empreiteiros: Um Espanhol, um Americano e um Português:

Proposta do Espanhol: 3 milhões de euros.
- 1 milhão pela mão-de-obra;
- 1 milhão pelo material;
- 1 milhão para lucro.

Proposta do Americano: 6 milhões de euros:
- 2 milhões pela mão-de-obra;
- 2 milhões pelo material;
- 2 milhões para lucro, mas o serviço é de primeira.

Proposta do Português: 9 milhões de euros:
-"Nove milhões?", admirou-se o Presidente de Câmara. "É demais! Porquê tanto?"
Respondeu o empreiteiro Português: "É simples":
- 3 milhões para mim;
- 3 milhões para si;
- 3 milhões para o Espanhol fazer a obra...


ALGUMAS RESPOSTAS EM EXAMES ESCRITOS

Biologia

"A respiração anaeróbia é a respiração sem ar q não deve passar de três minutos."

"As plantas distinguem-se dos animais por só respirarem à noite."

"Os crustáceos fora de água respiram como podem."

"Quando um animal irracional não tem água para beber, só sobrevive se for empalhado."

"O coração é o único órgão q não deixa de funcionar 24 horas por dia."

"Os ruminantes distinguem-se dos outros animais porque o que comem, comem duas vezes."

"O Sol dá-nos luz, calor e turistas."

"A principal função da raiz é enterrar-se."

"O vento é uma imensa quantidade de ar."

História

"Na Grécia a democracia funcionava muito bem porque os que não estavam de acordo envenenavam-se."

"A arquitectura gótica notabilizou-se por fazer edifícios verticais."

"A harpa é uma asa que toca."

"Péricles foi o principal ditador da democracia Grega."

"Os Egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor."

Geografia

"O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro de água."

"O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância de necessidades."

Geologia

"Terramoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas."

Química

"Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigénio."

- Um casal vai de avião pela primeira vez.
Entram e sentam-se. Ela olha pela janela e diz, cheia de sabedoria:
- olha, amor, as pessoas parecem formigas.
- E ele, muito envergonhado: cala-te, filha, olha que são mesmo formigas.
Não vês que ainda estamos em terra?!

 

 

 
10 boas perguntas... Imprimir e-mail

1. Como é que se escreve zero em algarismos romanos?

2. Se depois do banho estamos limpos porque é que lavamos a toalha?

3. Se Deus está em todo o lugar, porque é que as pessoas olham para cima para falar com Ele?

4. Porque é que a palavra grande é menor do que a palavra pequeno?

5. Porque é que separado se escreve tudo junto, e tudo junto se escreve separado?

6. Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?

7. Quando inventaram o relógio como sabiam que horas eram para o poder acertar?

8. Como foi que a placa 'É Proibido Pisar a Relva' foi lá colocada?

9. Porque é que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objecto perdido, temos a mania de perguntar: 'Onde é que o perdeste?

10. Porque é que há pessoas que acordam os outros para perguntar se estavam a dormir?

 

Procura encontrar 2 letras B abaixo. Não desistas... 

RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 
RRRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 
RRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 

Uma vez que encontraste os B 

Encontra o 1 

IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIII1IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 

Uma vez o 1 encontrado. 

Encontra o 6 

9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999699999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 
9999999999999999999999999999999999 


Uma vez o 6 encontrado ...... 

Encontra o N (É díficil!) 

MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMNMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 
MMMMMMMMMMMMM 

Uma vez o N encontrado... 

Encontra o Q.. 

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOQOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 


PARABÉNS!!!  CONSEGUISTE...

 

 

 
Papa propõe momentos para Deus no trabalho ou nas férias Imprimir e-mail
Bento XVI considera que para se poder viver uma autêntica vida, é necessário reservar momentos para Deus, tanto no trabalho como nas férias.

O pontífice apresentou uma breve passagem escrita pelo monge e bispo Rábano Mauro: “Quem descuida a contemplação, priva-se da visão da luz de Deus; quem se deixa levar pelas preocupações e permite que os seus pensamentos fiquem perturbados pelo tumulto das coisas do mundo, condena-se à absoluta impossibilidade de penetrar nos segredos do Deus invisível”,

“Rábano Mauro dirige-nos hoje estas palavras: no trabalho, com os seus ritmos frenéticos, e nas férias, temos de reservar momentos para Deus.”

Por isso, recomendou “abrir-lhe a nossa vida, dirigindo-lhe um pensamento, uma reflexão, uma breve oração e, sobretudo, não podemos esquecer o domingo como o dia do Senhor, o dia da liturgia, para perceber na beleza das nossas igrejas, da música sacra e da Palavra de Deus, a própria beleza de Deus, deixando-o entrar no nosso ser”.
 
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