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Basta-me saber que sois jovens para eu vos amar

São João Bosco

 
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Como ser mulher elegante sem ser vulgar Imprimir e-mail
 Como ser mulher elegante sem ser vulgar     

 

 

Toda a mulher gosta de receber elogios. É a força da palavra de afirmação que a motiva a ser uma pessoa melhor. Existem os elogios esperados, como aqueles após se preparar para uma festa, depois de uma ida ao salão para um novo corte de cabelo, ao preparar-se para uma ida ao shopping ou a um encontro à noite no cinema. O facto de se preparar para sair com os amigos já ativa o desejo de ouvir: “Como tu está linda!”; “Amei o seu look!”; “Wow, tu arrasaste com este novo corte de cabelo!”; “Adorei as luzes que fizeste!”; “Que cor de esmalte linda nas tuas unhas!”; “Tu és linda, mas hoje estás ainda mais!”… e por aí adiante. O mais frustrante, nestes momentos, é não escutar elogio nenhum; então, a sensação de que não está linda toma conta da sua imaginação. Algumas mulheres, no entanto, para chamar à atenção, tendem a escolher um estilo vulgar em vez de uma maneira modesta de se vestir. 

Mulheres, pensem bem, e vejam que para atrair a atenção das pessoas não é preciso descaracterizarem-se da sua identidade de filhas de Deus. Vós podeis ser atraentes, belas, puras e elegantes. Elegância, segundo o dicionário online de português, significa “graça, distinção nas formas, nas maneiras e nos trajes. Arte de escolher vestes e de se apresentar com elegância”. Ou seja, nós temos a capacidade de escolher roupas que nos deixarão lindas, apresentáveis e elegantes em vez de sensuais e vulgares. 

A palavra “vulgar”, segundo o dicionário online de português, “é uma pessoa que se porta ‘inadequadamente’ em meio à sociedade, que não se sabe vestir, que usa roupas curtas, mas não têm postura para usá-las.” Ou seja, a vulgaridade é uma consequência da personalidade da pessoa, da maneira de se comportar na sociedade e assim se vestir. 

Afetividade Feminina 

A máxima “o agir segue o ser” de Aristóteles ensina que a personalidade da pessoa é compreendida também na maneira de ela se comportar. A vulgaridade não é somente uma questão de roupas ou acessórios, mas do modo de ser, falar, andar, comer, gesticular, etc. A elegância na mulher faz-se presente no seu modo de olhar, falar, comunicar, andar, vestir-se e tudo que diz dela. 

Como tu te tens comportado? As tuas vestes condizem com a tua personalidade? 

A roupa diz muito quem somos. Portanto, se tu queres ser vista como uma filha amada por Deus, que tens o teu valor, é preciso saber vestir bem esta verdade. Pede ao Espírito Santo que te ajude a ser uma mulher modesta no vestir.
 
Como me vestir bem? Imprimir e-mail
Como me vestir bem?       

 Precisamos de nos vestir bem, mas não podemos ser ocasião de pecado para os outros  Falar de roupa é algo delicado, pois não existe uma fórmula, muito menos um padrão para dizer o que é certo e o que é errado. Na verdade, acredito que existem meios para nos vestirmos segundo aquilo que desejamos expressar. Ou seja, a roupa diz do meu ser, do que gosto, daquilo em que acredito e até mesmo da minha fé.

O formato do corpo da mulher chama a atenção por si só, portanto, a roupa favorecerá a modéstia ou a sensualidade que ela quer passar. Se tu és cristã e desejas ser vista como uma filha de Deus, respeitada pela tua beleza, este artigo é para ti.  

 

A mulher precisa de cultivar a virtude da modéstia, que está dentro das quatro virtudes humanas: prudência, temperança, justiça e fortaleza. A modéstia se encaixa-se dentro da virtude da temperança. A mulher modesta é aquela que se veste com elegância, beleza e feminilidade.  Uma questão de consciência  Precisamos de nos vestir bem, mas não podemos ser ocasião de pecado para os outros.

Precisamos de nos perguntar: “Esta roupa que eu visto leva o outro a ver-me como um objeto sexual?”. Não é uma questão de dizer que o homem é sem vergonha, pois se a mulher faz questão de exibir certas partes do seu corpo, provocando-o, é bem provável que isso despertará a sensualidade e os desejos eróticos nele.

Roupas curtas, calça colada, blusas decotadas e mini saias provocarão a imaginação do homem e não o ajudarão a viver a pureza e a santidade. Portanto, é questão de consciência, não de regras.   “O vosso adorno não consista em coisas externas, tais como cabelos trançados, jóias de ouro, vestido luxuosos, mas na personalidade que se esconde no vosso coração, marcada pela estabilidade de um espírito suave e sereno, coisa preciosa diante de Deus” (I Pedro 3,3-4).   

 

Pense nisto! É a sua personalidade, o seu jeito de ser e os seus valores que farão de si uma mulher bela e de valor. Por isso, peça a ajuda da Virgem Maria para se vestir de acordo com o plano original de Deus para si.

Estou nesta luta e me uno a si, que deseja ser uma mulher segundo o coração de Deus!

 

 
O segredo para ser uma mãe forte Imprimir e-mail

O SEGREDO PARA SER UMA MÃE FORTE

 Como criar o meu filho? Estou a fazer tudo certo?

Como mãe ou como pai, quantas vezes já ouviste alguém dizer-te que estás a fazer algo errado? Ou recebeste sugestões não solicitadas para fazer algo diferente?

Desde que eu me tornei mãe (há pouco tempo), já lhe perdi a conta. Estranhos facilmente julgam os meus métodos. Eles pronunciam sentenças sobre as minhas ações com tanta certeza, como se eles soubessem de alguma forma como criar os meus filhos, ou talvez tivessem vários anos de prática médica.

Chega-se ao ponto em que eu preciso de parar e de me dizer uma frase simples: eu sei mais.

Mas é difícil quando alguém te castiga, ou recomenda exatamente o oposto de qualquer coisa que tu escolheste:

 “Vais usar fórmula de leite? As boas mães sabem os benefícios do leite materno”.

 “Ainda estás a amamentar? Meu Deus, ele é tão grande! Eu parei quando ele completou X meses”.

 “Uau, largaste o teu trabalho? A licença da maternidade foi muito curta ou algo assim?”

 “Já voltaste ao trabalho? Eu senti que era muito importante estar por perto no primeiro ano”.

Estas e outras declarações, embora não sejam viciosas, têm implicações dolorosas. É fácil começar a pensar que eles estão realmente a dizer coisas como:

 “Tu és uma mãe horrível se não amamentares”.

 “A tua amamentação não é apropriada”.

 “Tu desististe do teu emprego porque não tens ambição”.

 “Voltaste ao trabalho porque o teu trabalho é mais importante que o teu filho”.

E no fluxo constante de opiniões e sugestões e perguntas, pode ser difícil lembrar um simples facto: nenhum estranho pode julgar o que é bom para ti e para o teu filho. Então faz as tuas escolhas com base em ti, no teu filho, no teu marido e  no teu médico. É isto e nada mais. É um círculo pequeno e digno.

Como uma mãe perdida

Por que é que, então, parece tão fácil julgar as escolhas que a outra mãe faz? Como mães, estamos todas tentadas a dar conselhos ou julgamentos sobre outra mãe. Mas seria bom lembrar-se das nossas dificuldades. Porque a paternidade não é fácil. Na maioria das vezes não há respostas como sim ou não, por isso é fácil para os outros semear a semente da ansiedade e medo dizendo que uma escolha errada foi feita.

Uma criança de um ano não entende que acidentalmente dar um pontapé na sua mãe enquanto chora irá magoá-la – e eles não fazem isto intencionalmente, é claro. Mas todos nós sabemos que os mais velhos às vezes nos causam dor um pouco mais deliberadamente: um adolescente infeliz já grita “eu odeio-te” por alguma razão trivial.

E aceitamos tudo, não porque somos mártires masoquistas, ou porque não vemos o mundo além da maternidade. Nós aceitamos as críticas e os retrocessos no processo porque amamos essa pequena pessoa mais do que qualquer coisa no mundo. Mesmo que um menino de dois anos te possa fazer querer fugir e esquecer tudo às vezes, tu podes apostar que alguns momentos depois ele vai fazer-te sorrir como uma tola. Tu amas outras pessoas, também, é claro. Tu amas o teu marido, pais e amigos, mas esta pequena pessoa viveu dentro durante nove meses – ele era uma parte de ti, que criou um vínculo extraordinário e único entre vós os dois.

Significa também que por muito tempo (certamente os primeiros anos da tua vida) tu e o teu marido, sois tudo para o teu filho. O seu mundo inteiro. E apenas olhando esse conhecimento novamente de vez em quando pode ajudar-te a sobreviver aos momentos mais difíceis da paternidade. Pode dar-te força quando te sentes impotente. É quando tu deves olhar para o teu filho, lembrares-te do quanto ele confia em ti, e esperar aquele sorriso. Isto pode dissipar todas as tuas dúvidas e restaurar a tua crença de que estás a fazer o melhor trabalho que podes, em ser a mãe dele.

Difícil de acreditar que apenas um pequeno conselho pode ser tão curativo? Eu já experimentei dúzias (se não centenas) de momentos como este. O meu pequeno sabe como me frustrar tremendamente, mas pouco tempo depois, um sorriso, um pequeno gesto, uma tentativa de dizer “mãe” ou tentar andar sozinho, e o meu coração maternal derrete-se. Eu esqueço como estava chateada porque me lembro do quanto eu sou importante para ele. Lembro-me de quão grande influência eu terei nas suas escolhas à medida que ele crescer, e como eu serei uma parte da sua vida.

Lembro que sei ser forte porque tenho alguém para ser forte. Tudo porque sou mãe.

 

 
Deus é especialista em impossíveis Imprimir e-mail
 Deus é especialista em impossíveis. Basta confiar!     

 

 

Para Deus nada é impossível! Com Ele e por Ele alcançamos inúmeros milagres na nossa vida. Aquilo que aos olhos humanos não tem possibilidade nenhuma de acontecer, com a graça do Pai podemos experimentar prodígios. 

Intervenção de Deus na vida de uma pessoa que nos conta a sua história de fé e confiança no Senhor:  O meu nome é Angélica Batista da Silva e sou casada com João Camilo da Silva. Tenho 27 anos e como muitas mulheres, um grande sonho de ser mãe. Vi este sonho desmoronar após passar por momentos desagradáveis na minha vida com abortos espontâneos. Nenhum diagnóstico determinava qual era o meu problema e no último aborto passei por uma cirurgia que me deixou muito mal.

Entrei em depressão. Consultei com vários médicos e todos me diziam a mesma coisa, que não poderia ser mãe. Dei o meu sonho por acabado! Todos os meus irmãos tinham realizado o sonho de serem pais, todos com os seus filhos e eu não conseguia engravidar. Abalada e sem fé, perdi as esperanças e entreguei-me aos vícios do cigarro e álcool. O meu esposo, uma pessoa de fé, sempre me deu forças e motivação para lutar pelo sonho de ser mãe.

Aos poucos, fui fortalecendo a minha fé por meio de muitos testemunhos que lia e frequentando a Santa Missa, comecei a revigorar-me espiritualmente e pedindo ao Senhor esta graça na minha vida.  Hoje, estou grávida de 03 meses, fui abençoada por Deus e pela intercessão de Nossa Senhora, da qual sou muito devota. Está tudo bem com o nosso bebé e o meu esposo e eu estamos muito felizes. Já amo muito o meu pequeno, apesar de não saber se é um menino ou uma menina.

Pela fé, alcancei a graça de ser mãe e em breve, a grande graça de ter o meu bebé nos meus braços. Estou muito grata a Deus por este milagre na minha vida” . Qual foi o milagre que Deus realizou em sua vida? Quais são os impossíveis que tem pedido ao Senhor? A fé faz-nos experimentar grandes milagres. Confie!
 
Cuidados a ter com a alimentação durante a gravidez Imprimir e-mail

Cuidados a ter com a alimentação durante a gravidez

Durante a gravidez, é muito importante ter um acompanhamento nutricional

A gravidez é um momento único e mágico na vida da mulher, e também um tempo de muitas mudanças.

Estudos mostram que sete a 10 dias após a fecundação, o sangue da mãe já começa a nutrir o bebé, aí entra a responsabilidade desse período: a alimentação.Quantas vezes a mulher deixa de comer o que ela gosta para comer o que precisa, para ajudar no crescimento do bebé.

O cuidado com a alimentação precisa de começar antes da gravidez, pois uma alimentação saudável contribui para a nutrição adequada do bebé.

No primeiro trimestre, é uma fase essencial para a formação da criança, uma fase de intensa divisão celular, por isso a importância de a mãe saber o que fará bem para ela e para a vida que ela traz.

Vamos desmistificar uma coisa que você já ouviu falar quando uma mulher anuncia que está grávida: “Agora, precisa de comer por dois”. Isto não existe!

A mãe precisa de consumir nutrientes por dois, porque o excesso de peso pode levar a gestante a desenvolver doenças como diabetes gestacional, hipertensão e complicações na hora do parto.

Então, o que mudar na alimentação?

Não é preciso aumentar a quantidade de calorias consumidas, mas ter uma alimentação saudável e balanceada, ter horários regulares para alimentar, pois assim é uma garantia de ter os nutrientes necessários para a mãe e para o bebé.

Vale a pena lembrar que as necessidades energéticas são diferentes para cada gestante, e a necessidade da sua amiga é diferente da sua, por isso é importante acompanhamento nutricional.

Faça de cinco a seis refeições por dia, respeitando o intervalo de duas a três horas;


Nunca salte o café da manhã;


Coma de três a cinco frutas por dia (uma fruta por refeição);
Coma bem, e não exagere;


Diminua os doces, os fritos, principalmente preparações à milanesa, com creme de leite, embutidos, alimentos ricos em sódio;


Não faça dietas, pois podem faltar nutrientes para você e o seu bebé;


Não deixe de consumir alimentos ricos em ferro e cálcio, minerais essenciais para toda a gestação;


Invista nos alimentos ricos em fibras como verduras, legumes, frutas e alimentos integrais;

Hidrate-se, pois é essencial! A recomendação é de, mais ou menos, dois litros de água por dia;


Pratique atividade física, pois ajuda a manter o peso, desde que seja autorizada pelo médico.
Lembro-lhe que o aumento de peso na gestação é inevitável e esperado. Isto acontece, porque o corpo está a mudar e a crescer, para proporcionar ao bebé melhores condições para o bom desenvolvimento dele.

Aproveite este tempo para fazer escolhas inteligentes e saudáveis, pois este cuidado é para toda a gestação e passa pela amamentação até ao crescimento da criança.
 
O Coração de Mãe, onde o frio não entra Imprimir e-mail
O CORAÇÃO DE MÃE, ONDE O FRIO NÃO ENTRA  Conta-se numa fábula que o frio ficou muito surpreendido por ouvir cantar um passarinho em pleno inverno,

- Onde passaste a noite?- perguntou-lhe.

- Num estábulo, onde os bois repartiram comigo o seu calor.

Na noite seguinte o frio aumentou tanto que aos bois e às mulas gelava-se-lhes a respiração. E o frio, que dava o passarinho como morto, com surpresa ouviu-o cantar novamente.

- Onde passaste tu a noite? - voltou-lhe a perguntar.

- Numa cova, onde tinham andado a queimar lenha.

Na noite seguinte, aquela cova converteu-­se num frigorífico.

O frio não saía do seu assombro ao ouvir no dia seguinte o canto do passarinho.

- Tu ainda não morreste? Onde passaste a última noite? - perguntou de novo.

- Junto ao coração de uma mãe que apertava o seu filho contra o peito.

- Aí não consigo entrar - pensou o frio e deu-se por vencido.  Uma das maiores maravilhas que Deus fez é o coração de uma mãe.

É o que se parece mais com o amor de Deus. Atinge umas quotas de doação que a razão não consegue entender.

A Virgem Maria é Mãe. Além disso é a bendita entre todas as mães.

É a minha Mãe. «Deus, não podendo estar em todos os lados, colocou no mundo as mães» (Provérbio árabe).
 
Receita para ser uma mulher feliz Imprimir e-mail
 Receita para ser uma mulher feliz  

Há uma infinidade de receitas por aí, mas elas realmente funcionam?

 “Posso fazer tudo o que quero, mas nem tudo me convém. Posso fazer tudo o que quero, mas não deixarei que nada me escravize.” (1 Cor 6,12)

Muita gente já escreveu sobre como as mulheres devem ser. Há uma infinidade de guias na internet e nas bancas de jornal com regras para isso e normas para aquilo: “Fique magra e linda em 10 dias”, ou: ”Seja a melhor profissional em cinco passos”, bem como: ”30 dias para ser a melhor mãe do bairro” e até: “Como agarrar o seu homem’’, etc. Em alguns casos, até nas conversas das nossas mães e avós existem comentários como: “Faz assim que é certinho!”, na hora de dar conselhos sobre a vida.

Se crês em Deus e queres mesmo viver de fé, lamento decepcionar-te, mas essas ”receitas de bolo” estão longe de dar certo na vida.

Sofremos grande opressão social numa ditadura de costumes, modas, ideias e valores que propõem a liberdade feminina, mas, na verdade, aprisionam as mulheres, que, forçadas a ‘se enquadrarem’ num padrão inatingível, martirizam-se e frustram-se em busca da tal felicidade em cápsulas. Todas precisam necessariamente de ser casadas, magras, loiras, mães perfeitas, com estudos e carreira construídos só de acertos, com direito a muitas selfies desta vida feliz nas redes sociais? Quem disse?

Mulher Maravilha existe?

As convenções sociais, a modernidade (ou a tradição), esse blá-blá-blá autoritário não leva em conta que cada pessoa é única, criada e moldada de modo singular, com um dia a dia que pode ou não conter esses parâmetros sociais para trazer uma vida plena e feliz.

Daí, diante de tanta pressão, aumentam os aglomerados de mulheres infelizes, pois adequar-se a todos os requisitos ditados pela sociedade é tarefa hercúlea; afinal, cá pra nós, Mulher Maravilha, é só nos filmes.

As mulheres de fé precisam de lembrar que, como filhas de Deus, são livres para sonhar e fazer escolhas sempre, e isso não pode ser um problema, mas devem fugir daquilo que não edifica; ao contrário, escraviza.

Santa Teresinha dizia que Deus não coloca no nosso coração um sonho irrealizável. Porém, antes de se lamuriar, porque a sua vida não está como sempre sonhaste e ir correndo atrás das modinhas de “como ser uma mulher perfeita” (que tem uma validade muito curta, o que aumenta ainda mais a pressão social), já paraste para pensar se os sonhos do teu coração foram plantados em Deus ou baseados na ficção, na vida dos outros e nos delírios mediáticos com os quais somos bombardeados diariamente?

O que fazer?

Aproveita para trocar o consumo de conteúdos vazios por alguma leitura que edifique as tuas ideias e a tua alma. A oração pessoal e os sacramentos são vivências de fé que aumentam a nossa intimidade com Deus e ajudam a tomar decisões com mais discernimento e atitude cristã.

Uma dose de bom senso, com pés no chão e coração em Deus, que pode tudo, não custa nada e fará com que nós, mulheres, percebamos que somos protagonistas da nossa história. Talvez, a tua vida se adeqúe a algum dos padrões atuais mencionados ou a outros, mas a mulher que vive de fé deposita a sua felicidade em Deus, não na busca desenfreada por seguir uma convenção social.

 Gosto de pensar em Nossa Senhora, tão à frente do seu tempo, que aceitou ser Mãe do Menino Jesus sem se preocupar com o que os outros iriam pensar ou se era adequado aos padrões da época. Disse ‘sim’ aos planos de Deus, que não estavam em nenhum script social, e é para nós exemplo de uma mulher de fé. Que possamos pedir a sua intercessão, para nos livrarmos de tudo o que escraviza a nossa vida e possamos ser mulheres de fé que sabem fazer escolhas livres e segundo a vontade de Deus.
 
Por que é que as mulheres choram? Imprimir e-mail
Por que é que as mulheres choram?

Realmente não é fácil para os homens compreenderem porque é que as mulheres choram com tanta facilidade. Choram porque estão tristes, choram porque estão alegres, choram de emoção, de decepção… Há lágrimas disponíveis para tudo. Santo Agostinho disse que as lágrimas que a sua mãe derramava pela sua conversão diante do Sacrário, “eram o próprio sangue do coração destilado em lágrimas nos seus olhos”. Certa vez, um miúdo perguntou à sua mãe: – Mamã, por que está a chorar? E ela respondeu: Porque sou mulher… – Mas… eu não entendo. A mãe inclinou-se para ele, abraçou-o e disse: – Meu amor, tu jamais irás entender!… Mais tarde o menino perguntou ao pai: – Pai, por que é que a mamã às vezes chora, sem motivo? O homem respondeu: – Todas as mulheres choram sem nenhum motivo… Era tudo o que o pai era capaz de responder. O miúdo cresceu e tornou-se um homem. E, de vez em quando, fazia a mesma pergunta: Por que será que as mulheres choram, sem ter motivo? Certo dia este homem ajoelhou-se e perguntou a Deus: - Senhor, por que é que as mulheres choram com tanta facilidade? E Deus disse-lhe: – Quando eu criei a mulher, tinha de fazer algo muito especial.

Fiz os seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro… Mas suficientemente suaves, para o confortar! – Dei-lhe uma imensa força interior, para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provém dos seus próprios filhos! – Dei-lhe a fortaleza que lhe permite, continuar sempre a cuidar da sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos! – Dei-lhe sensibilidade para amar os filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito…

Esta sensibilidade permite-lhe afugentar qualquer tristeza, choro ou sofrimento da criança, e partilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência! Mas, para que possa suportar tudo isto, Meu filho… Eu dei-lhe as lágrimas, e são exclusivamente suas, para as usar quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima, um pouquinho de amor. Estas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade! O homem respondeu com um profundo suspiro… – Agora compreendo o sentimento da minha mãe, da minha irmã, da minha esposa… – Obrigado, Meu Deus!
 
Uma mulher não precisa de se fazer vítima Imprimir e-mail
Uma mulher não precisa se fazer de vítima  

E o que é a vítima? É aquela pessoa que se sente inferior à realidade.

Na realidade, há dois polos bastante distintos entre eu, e aquilo que não sou eu. Entre eu e o mundo que me cerca, entre eu e as circunstâncias, entre eu e as outras pessoas.

E a nossa postura na vida depende de como estabelecemos a relação entre nós e os outros, entre os membros da nossa família e da sociedade, com as coisas, o trabalho etc. Depende de como estabelecemos essa relação entre nós e a realidade externa. A nossa maneira de sentir e viver depende de como cada um de nós internalizou essas duas partes da realidade.

E uma das maneiras pelas quais aprendemos a nos relacionar com os outros é por meio de uma postura que podemos chamar de vítima, muito comum entre as mulheres.

E o que é a vítima? É aquela pessoa que se sente inferior à realidade. Sente-se esmagada pelo mundo externo, sente-se a coitada, a fraca frente aos acontecimentos.

Vítima é a pessoa que se acostumou a ver a realidade apenas nos aspectos negativos. Sempre sabe o que “não pode”, o que “não deve” e o que “não dá certo”. Só vê a sombra da realidade. As vítimas têm uma incrível capacidade diagnóstica para perceber os problemas existentes, porém, uma incrível incapacidade estrutural de procurar o caminho e as soluções dos problemas, por isso os transfere para os outros.

Ela transfere para as pessoas, para as circunstâncias, para o mundo exterior os seus sofrimentos sem conseguir assumir a responsabilidade do que lhe está a acontecer. Não assume a sua “parte” na vida e vive culpabilizando os outros pelo que está a ocorrer na sua vida e pelo seu modo de encarar a vida.

 “Se o mundo não fosse como é, se tal pessoa não fosse como é, se o marido não fosse como é, se a esposa não fosse como é, se o filho não fosse como é, ela estaria completamente bem”, porque ela é a boa; os outros é que têm defeitos e precisam de mudar. Este é um jogo que se chama: “jogo da infelicidade da vítima”. A vítima é uma pessoa que sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela. É a pessoa que usa as suas dificuldades físicas, afetivas, financeiras, conjugais, profissionais e sexuais – que fazem parte da natureza humana –, não para crescer, mas para chantagear as outras pessoas.

As pessoas que se fazem de vítima estão sempre à defensa e de justificam-se sempre. Para não assumir os seus erros, justificam-se, e de justificativa em justificativa paralisam-se, impedindo o seu próprio crescimento. A vítima é incompetente na sua relação com o mundo. Quando colocamos a responsabilidade total dos nossos problemas nas outras pessoas ou circunstâncias, nós tiramos a possibilidade de crescimento que existe em nós mesmos.

Muitas vezes, a vítima toma a postura de querer mudar as outras pessoas para não se mudar a si mesma e encarar a sua realidade e o seu sentimento de solidão.

Isto acontece quando não nos sentimos responsáveis pela nossa própria vida nos seus altos e baixos, no bem e no ruim, nas alegrias e nas tristezas. Quando defendemos a nossa felicidade a partir da maneira como os outros agem. É quando condicionamos a nossa felicidade e paz interior ao comportamento e à ação dos outros. Sejam eles nossos amigos, nossos pais, nossos cônjuges, colegas de trabalho, a nossa comunidade e outras pessoas com as quais nos relacionamos.

E como essas pessoas não agem de acordo com o nosso padrão, sentimo-nos coitados e sofredores. A melhor maneira de sermos infelizes é acreditar que compete a alguém dar-nos felicidade, o que é uma grande mentira. E assim mascaramos a nossa vida frente aos problemas. Usamos uma máscara para não assumir e não encarar a realidade difícil quando ela se apresenta.

Toda a relação humana é um caminho de mão dupla; eu e a sociedade, eu e a família, eu e o mundo que me cerca. E pelo mundo me apresentar aspectos negativos não quer dizer que eu seja perfeito e o resto do mundo imperfeito; e o facto de eu possuir uma ineficiência não quer dizer que os outros não a possuam.

O maior mal que fazemos é usar as limitações de outras pessoas do nosso relacionamento para não aceitar a nossa própria parte escura. Assim usamos o sistema como “bode expiatório” à nossa acomodação e sofrimento.

A vítima transformou a sua vida numa grande reclamação. E a sua forma de agir e de pensar é sempre de uma forma queixosa. É a maneira mais cómoda para não resolver os problemas. Quando usa o seu próprio sentimento para controlar os sentimentos das outras pessoas, coloca-se como dominada, como fraca, para assim dominar o sentimentos das outras pessoas.

O que mais a caracteriza é a sua falta de vontade de crescer. Sofrendo de uma doença chamada perfeccionismo, que é a não aceitação ou intolerância com a imperfeição humana, ela desiste do seu próprio crescimento, torturando-se como uma imagem perfeccionista do que deveria ser e tortura também os outros pelo como as pessoas deveriam ser.

Há uma tentativa na vítima de enquadrar o mundo e as pessoas no molde que ela própria criou, e cada vez que temos um modelo ideal na cabeça, evitamos entrar em contacto com a realidade. A vítima não se relaciona com as pessoas da maneira que elas são, mas da maneira como ela gostaria que os outros fossem. É comum querermos que os outros sejam aquilo que não conseguimos ser; o filho, a mulher, o marido, os amigos, sejam aquilo que eu não sou.

Para sairmos deste padrão de comportamento, precisamos de entender que as dificuldades e limitações do mundo, externos, são apenas desafios ao nosso desenvolvimento. Portanto, se assumirmos a nossa parte no mundo e estivermos presentes, tudo vai tomando outro sentido; assim como quanto pior for um doente, mais competente dever ser o médico; quanto pior for o aluno, mais competente dever ser o professor; assim, quanto pior for o sistema e a sociedade que nos cerca, mais competente devemos ser enquanto pessoas que fazem parte dela. Quanto pior for o meu filho, mais competente devo ser como pai ou como mãe; quanto pior o marido, mais competente deve ser a esposa; quanto pior a esposa, mais competente o marido e assim por diante. Portanto, deixar de ocupar o papel de vítima é parar de delegar ao mundo e às pessoas que nos cercam a causa das nossas atribulações e problemas.

Basta pararmos de olhar para a imperfeição externa e termos a coragem de assumir a nossa limitação humana, é sermos capazes de deixar o orgulho que está escondido sobre a máscara da falsa humildade. É saber aceitar que a morte acontece, que a morte antecede a vida, que a semente morre antes de nascer e que a noite antecede o dia.

Todas as evidências da nossa vida mostram que o erro existe em nós, nos outros e no mundo. Mas o neurótico é aquele que não quer aceitar o óbvio.

Faça uma escolha inteligente por si mesmo e para que as suas relações interpessoais sejam mais saudáveis. Pare de distribuir culpas e de esperar que o mundo e as pessoas ao seu redor mudem. Comece mudando-se a si mesmo, aceitando-se e assumindo a sua própria vida. Se não pode mudar as circunstâncias ao seu redor, mude a sua forma de olhar para elas, viva intensamente o momento presente como se fosse o primeiro dia da sua vida e também como se fosse o último, peça a Deus a graça de ter um coração grato e aprenda a reconhecer todos os incontáveis presentes que a vida lhe oferece todos os dias; seja grato pela natureza que o cerca, pela sua família, pelos seus amigos, tal como eles. E, aos poucos, irá percebendo que um novo alvorecer o espera e, assim, a vida poderá ganhar um novo colorido e um novo significado.
 
Mulheres segundo o desígnio de Deus Imprimir e-mail
Mulheres segundo o desígnio de Deus

"Os Doze estavam com ele, como também algumas mulheres que tinham sido libertas de espíritos malignos e curadas de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demónios. Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes; Susana e muitas outras, que o assistiram com as suas posses" (Lucas 8,2-3).
 

Joana encontrou Jesus e junto com Maria de Magdala [Madalena] vai ser discípula d'Ele. Assim como os Doze eram apóstolos de Jesus, eram discípulos de Jesus, assumidos por Ele, estas mulheres assumiram também esta vida. Estas mulheres de coração angustiado, como Joana, tornaram-se discípulas. E que discípulas! Aquela mesma Joana que viveu as loucuras da corte de Herodes, que também gozou das loucuras que essa corte lhe proporcionava, que saboreou tudo aquilo e, agora, aceitou viver com muito mais gosto as penúrias, as durezas, mas sentindo grande paz, a grande alegria sendo companheira de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O Senhor precisa de mulheres assim, que vêem as loucuras do mundo, que, muitas vezes, até já saborearam essas loucuras, mas que se perguntam: "Onde vão parar estas loucuras? Onde vão parar os nossos filhos? Eu não posso ficar mais nesta situação! Eu preciso de buscar um outro reino. Não posso ser escrava deste mundo", e que rompam com tudo e se aventuram a ser realmente discípulas de Jesus Cristo, seguindo o Senhor com tudo, com afinco, pois não dá para viver no "meio termo", com "um pé aqui e outro lá", que sejam como as mulheres das Sagradas Escrituras, na aventura sofrida, mas linda, de caminhar com Jesus e de ser redentoras com Ele.
 

Jesus convida-te para seres uma destas mulheres. Cada uma de vocês pode dizer: “Eu sou uma escolhida. Deus escolheu-me para eu ser como Joana, como Maria Madalena”.
 

O Senhor conhece a tua história e entrou na tua vida como entrou na vida delas. Ele chama-te, assim como chamou estas mulheres para serem combatentes, para levarem a salvação a muitos, aos que estão perto de ti, aos teus familiares, e a muitos, muitos.

 
O Dia Internacional da Mulher Imprimir e-mail
O Dia Internacional da Mulher

No dia 8 de Março de 1857, as operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte-americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam o local e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho: redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas na época) e equiparação salarial com os homens (as mulheres chegavam a receber um terço do salário masculino, para executar a mesma função).


A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas no interior da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num acto brutal e desumano.


Em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o dia 8 de Março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem às heroínas que morreram naquele estabelecimento em 1857. E somente no ano de 1975, por meio de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Mulher de fé, é mulher feliz!

 Mesmo com os nossos deveres precisamos de estimar a eficácia da oração

No Dia Internacional da Mulher não há nada melhor – para meditarmos sobre a nossa importância no mundo – do que falar de Maria, a Mulher de Fé. A Mulher de ligação entre o céu e a terra.

 A Virgem Maria é exemplo de ternura, compreensão, doação, simplicidade, fidelidade, oração, fé, atenção e abertura a Deus e à realidade de seus filhos. Ela é capaz de ver Deus em tudo, capaz de ver tudo com os olhos de Deus. O anjo disse a Virgem Maria: “Alegra-te” e “não temas”. Com alegria, Ela confiou no plano de Deus: “Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc 1, 38). A confiança da Santíssima Virgem brota da fé. Ela firmou os pés em Deus, confiando, crendo e estando ancorada no plano d’Ele, e assim, encontrou a verdadeira felicidade!  

Ser feliz é ter fé! Ter fé é firmar os pés em Deus! O segredo para ser feliz é ter fé.

 

Maria é a Mãe da fé. Sejamos mulheres de fé! Precisamos de ser mulheres assim. Com o exemplo de uma mulher normal, Santa Gianna Beretta Molla nasceu na Itália e viveu na nossa época, conciliando a sua vida profissional de médica com os deveres de mãe, esposa, acolhendo plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas dos seus exemplares pais, que a levaram a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança n’Ele e a estimar a necessidade e a eficácia da oração. De forma que ela renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

 

Formou-se com louvor em medicina e entre os seus clientes demonstra especial cuidado para com as mães, crianças, idosos e pobres. Especializou-se em Pediatria, mas frequentou uma clínica obstétrica, pois – por seu grande amor às crianças e às mães – pretendia unir-se ao seu irmão, padre Alberto, médico e missionário no Brasil. Este, com a ajuda do seu outro irmão, Francesco, que era engenheiro, construiu um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. Gianna, por conta da sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo a ir para o Brasil. Enquanto exercia a sua profissão, que era considerada por ela como uma “missão”, aumentou o seu generoso compromisso para com a Acção Católica, e consagrou-se intensamente na ajuda às adolescentes. Por meio do alpinismo e do esqui manifesta a sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre a sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial e casa-se com Pietro Molla. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, esposa, amiga e médica com a grande alegria de viver.

 

Na quarta gravidez, aos 39 anos, no final do segundo mês de gestação, aparece um fibroma no útero. Ela tinha três opções: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança; abortar o feto; ou a mais arriscada: submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Ela opta pela cirurgia e, antes de ser operada, sabendo do grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião: “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” Receia e teme que o seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.

  Alguns dias antes do parto, demonstra estar pronta para sacrificar a sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Nasce a sua filha Gianna Emanuela. Apenas a teve por breves instantes nos braços. Apesar de todo o esforço dos profissionais para salvar a vida de ambas, na manhã de 28/4/1962, no meio de atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus, eu te amo! Eu te amo”, Gianna Beretta morre santamente.  

Sejamos felizes, sejamos como Maria, como Gianna Beretta, “Mulheres de Fé”, que firmaram os pés em Deus!
 
As sete virtudes de uma mulher de Deus Imprimir e-mail
 As sete virtudes de uma mulher de Deus     A mulher é um dom de Deus para a humanidade. Quanto mais assumirmos esta verdade, mais eficazes seremos na nossa missão. São muitas as tarefas que enfrentamos durante o dia: trabalhar, estudar, namorar, cuidar da casa, dos filhos, do marido e assim por diante. Como realizar tudo isto sendo presença de Deus nesses meios?

É essencial ter uma vida de oração para ouvir os ensinamentos do Senhor e responder a esta pergunta. A intimidade com Ele concederá à mulher as virtudes necessárias para ser uma extensão do seu amor em tudo o que ela realizar. Sete virtudes que precisamos de cultivar como mulheres de Deus:

1. Temor a Deus: Uma pessoa temente ao Senhor, em tudo procura colocá-Lo em primeiro lugar e no centro da sua vida. “São muitas as mulheres de valor, mas tu ultrapassaste todas! O encanto é enganador e a beleza passageira, a mulher que teme o Senhor, essa sim, merece elogios!” (Provérbios, 31, 29-30).  2. Humildade: Ser uma mulher humilde não é tão fácil como parece, porque não existe outra forma de alcançar esta virtude se não for por meio de humilhações. Mas, quem gosta de ser humilhado? O orgulho impede-nos de viver o Evangelho de Jesus, o qual nos ensina a “lavar os pés” dos outros. Aprendi que a humildade é a única base sólida de todas as virtudes. Portanto, se ela é a base, precisamos de aprender a acolher as humilhações e transformá-las em salvação. Pensar no outro em primeiro lugar, engolir a resposta que ferirá, servir sem esperar nada em troca, ou seja, ser uma discípula de Jesus.  3. Silêncio: Nós gostamos de conversar muito, mas eu me refiro a um silêncio interior capaz de ouvir a voz de Deus. Silêncio fecundo que purifica a palavra antes de ela ser pronunciada e, assim, ajuda construir o outro e não o destruir. “Ouve, ó filha, vê e inclina o ouvido (…)” (Sl 45,11). É fundamental aprender a ouvir Deus e o próximo. “Mulher sensata e silenciosa é dom do Senhor e nada é comparável à pessoa bem educada.” (Eclo 26,18).  4. Domínio de si: Aprender a dominar-se não é perder a sua personalidade, mas sim falar na hora e com as palavras certas. Agir por impulso não é uma forma sábia de viver. Quantas vezes pomos tudo a perder por não sabermos calar? O autodomínio nasce do silêncio que nos impede de agir prontamente. A mulher virtuosa não é frágil, mas cheia de sabedoria e doçura, porque domina as suas paixões.  5. Castidade: A mulher casta é capaz de purificar os relacionamentos entre o homem e a mulher, não somente no casamento, mas em todas as relações. A maneira de vestir-se, falar, agir e até mesmo de se relacionar, exige castidade. A sensualidade deturpa por completo a pureza de uma mulher de Deus. Portanto, seja firme contigo mesma e depois com o teu namorado ou marido, para que esta virtude seja uma marca positiva em ti.  6. Ternura: Aprendi com a autora Jo Croissant que a ternura é o amor que se manifesta além das palavras, por meio de um gesto, um carinho, um olhar, uma presença amorosa. Derrete o que é duro, esquenta o que é frio, fortifica o que é fraco e cura o que está ferido. Não te queiras impor com uma postura grossa de ser, não vale a pena! Afinal, como é agradável estar perto de uma mulher terna e doce!  7. Sabedoria: A sabedoria não é alcançada por esforço humano, mas uma graça de Deus. A mulher sábia é aquela que luta para viver todas as virtudes citadas acima. É possível alcançar estas e outras virtudes. A vida oferece-nos diariamente oportunidades para colocarmos em prática cada uma delas, basta prestar mais atenção e lutar para ser fiel às moções do alto.

Uma mulher virtuosa é cheia do Espírito Santo de Deus.

Eu quero ser essa mulher. E tu?
 
Para a esposa se sentir mais amada Imprimir e-mail
 Dicas para a esposa se sentir mais amada   
O desejo de amor, intimidade e apreciação está gravado na essência de cada ser humano
Dizem que o casamento foi criado para suprir estas necessidades, mas será que ele é a solução?
De facto, o desejo de sermos amados acompanha-nos pela vida inteira, inclusive no casamento; e a mulher, por ser mais sensível, experimenta de maneira intensa esta realidade. Afirmações como “o amor é uma coisa esplendorosa que faz o mundo girar”, e milhares de livros, músicas, revistas e filmes existem por sua inspiração.
A questão é que, com tantos atributos, a palavra “amor” foi sendo banalizada ao longo dos séculos; hoje, falar sobre ele tornou-se até mesmo complexo. Porém, é indispensável lembrar que o amor é mais do que romantismo, é um plano divino que Deus coloca ao alcance de homens e mulheres dispostos a dar sentido à sua passagem por este mundo.
Amar é dar sem esperar receber nada em troca, é viver o desafio de plantar, cultivar e contemplar o crescimento sem a pretensão de fazer a colheita. Amar é sair de si mesmo e voar alto, sem saber onde vai chegar, já que o amor não oferece segurança. Talvez seja por isso que amar não é para qualquer um, mas para quem está interessado no essencial, no eterno. “[…] as profecias serão aniquiladas, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. Mas o amor jamais acabará” (I Cor 13,8).
Para o homem sábio que elegeu amar sua esposa como prioridade de vida, deixo aqui algumas dicas que podem colaborar com sua nobre missão:
O que significa “sentir-se amada” para ela
Cada um de nós somos únicos, e única também é a nossa forma de dar e receber amor. Eu posso passar a vida inteira tentando demonstrar amor de uma forma que acredito ser clara, mas a outra pessoa nunca perceber que a estou a amar. A mesma pessoa pode expressar ao seu modo, muitas vezes, que me ama, mas eu nunca perceber, justamente porque cada um ama e sente-se amado de um jeito próprio. Portanto, se tu desejas demostrar amor à tua esposa, começa por descobrir como ela acolhe e sente o amor. Para fazer esta inusitada descoberta, não conheço outra saída melhor do que o diálogo sincero e constante.
Acolhe, ampara e contempla
Independente da forma como nos sentimos amadas, o facto é que toda a mulher precisa de um ombro amigo onde possa descansar. Por isso, acolher e tentar compreender a tua mulher, a partir das inspirações que ela revela nos acontecimentos simples do dia-a-dia, é um processo beneficente que fará de ti um herói. Amparar também é agir. Oferece ajuda nas coisas práticas do dia-a-dia; com isto, quem vai sair a ganhar serás tu mesmo, pois a tua colaboração concreta fará a tua mulher sentir-se segura a lançar-se ainda mais no amor. Não te esqueças de a contemplar com atenção. Perceberás com o tempo o que a faz sentir-se bem ou mal. Então, se desejas mesmo que ela se sinta amada, repete o que lhe faz bem e elimina o que lhe faz mal. Não percas tempo com picuinhas, mira o amor e ama sem medida. E descobrirás, com o tempo, que a tua felicidade é a grande recompensa.
  Sê verdadeiro
Em todo e qualquer relacionamento, a verdade deve prevalecer. Mas quando o assunto é matrimónio, isto é fundamental! O facto é que quando a mulher experimenta a verdade do marido, tem segurança para ser quem é, e, com simplicidade, tocar também na tua verdade. Partilha a tua história, os teus sonhos, os teus medos e, por mais delicado que seja o assunto, não mintas. Procura o melhor momento e partilha, isto te dará acesso ao coração dela e a unirá ainda mais a ti. Ser verdadeiro é também reconhecer o empenho e as virtudes da tua esposa. Lembra-te de que, para uma mulher, aprovação e elogio são tão necessários como a luz do sol.
Manifesta a tua escolha
Um noivo escrevia assim à sua futura esposa: “Tenho observado, nestes últimos tempos, um fenómeno estranho: as mulheres morreram. Creio que houve epidemia entre elas. Depois de Dezembro, foram desaparecendo, desaparecendo, e agora não há nenhuma. Vejo, é verdade, pessoas vestidas de saias pelas ruas, mas tenho a certeza que não são mulheres (…) Morreram todas. E aí está explicada a razão, porque tenho tanto apego à única sobrevivente”. Agora, imagina como ficou o coração daquela mulher ao ler a carta! Pois é mais ou menos assim que a tua esposa deseja ser reconhecida, uma vez que a escolheste entre todas. Portanto, meu amigo, se queres mesmo fazer a tua esposa feliz, descobre o que para ela é ser amada, interessa-te pelo seu coração, oferece-lhe apoio concreto, sê verdadeiro e escolhe-a todos os dias como se fosse a primeira vez!
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A força e a sensibilidade da mulher Imprimir e-mail

 

A força e a sensibilidade da mulher  

A alma feminina é uma mistura de delicadeza e força com razão e sensibilidade

Era uma tarde de verão parecida com tantas outras. O ar puro e o balanço das árvores, que nos fazia companhia assim que deixamos a cidade grande, inspirava liberdade. O tempo começava a ficar estranho ou “bonito para chover”, mas era tão longe… “Não precisávamos de nos preocupar!” Pensava eu com uma pontinha de desconfiança, lá no fundo da alma feminina, que oscila entre razão e sensibilidade.

De vez em quando, eu olhava orgulhosa para o meu esposo, que, de mãos fixas no volante, parecia desbravar cada quilómetro da estrada com uma conquista. Entre palavras e risos, seguimos os dois e uma amiga em comum. Até que, de repente, a chuva, que parecia longe, nos alcançou como uma tempestade daquelas que só vemos nos filmes. O nosso estado de ânimo também mudou de repente. Agora, estávamos preocupados com o que poderia acontecer a qualquer momento, já que a forte chuva, misturada com vento e granizo, nos impedia de ver um metro à nossa frente. Os carros começavam a parar na própria via e todos tinham de se ajudar, tomando decisões rápidas e certeiras. Qualquer vacilação, poderia causar um desastre!

Graças a Deus, deu tudo certo! Aliás, foi maravilhoso! Nós conseguimos, juntos, superar os riscos e vencer os desafios.

A alma feminina, embora terna, vibra com desafios e riscos. Somos assim: um misto de delicadeza e força, razão e sensibilidade. “Então chegou o dia em que o risco necessário de permanecer apertada num botão era mais doloroso do que o risco necessário para florir…” (Anaïs Nin).

Quando chega este dia, a mulher anuncia ao mundo que está viva e arranja, no mais íntimo do seu ser, a coragem para florir! Basta, por exemplo, ver um filho doente, que a mulher desabrocha e doa-se sem medida, enquanto exala amor e a esperança em forma de cuidados. E quando a dor da perda a visita, muitas vezes, ela consegue renascer dos escombros e continuar florindo, embelezando novos jardins. O facto é que a mulher tem força e sensibilidade impressas na alma.

São João Paulo II, na Carta às Mulheres, em 1995, diz que, pelo simples facto de sermos mulheres, com a percepção que é própria da feminilidade, enriquecemos a compreensão do mundo e contribuímos para a verdade plena das relações humanas. Podemos perguntar: mas como enriquecer a compreensão do mundo pelo simples facto de ser mulher?

A Bíblia narra, em Génesis 2, que Deus criou todas as coisas e ofereceu tudo ao homem, mas nada satisfazia o coração dele. Então, o Senhor criou a mulher com tudo que lhe é próprio. Quando o homem a viu, ficou tão extasiado diante dela, que fez a primeira e a mais linda declaração de amor que conhecemos: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; será chamada “Isha”…”, que no hebraico significa mulher, ajuda. A partir de então, o homem andava feliz, e tudo tinha um novo sentido. Deus tinha lhe dado uma companhia adequada para partilhar as lutas e vitórias no resto da vida.

O Senhor faz tudo com perfeição, criou a mulher completamente diferente do homem, para que um completasse o outro. Basta observar no nosso corpo, por exemplo, que cada membro tem a sua finalidade específica; e não pára por aí. A nossa maneira de ser e agir também são completamente diferentes. Saber respeitar estas diferenças e tirar bom proveito delas é uma arte que precisamos de praticar todos os dias se desejarmos uma vida mais feliz.

Costumo dar risadas do meu marido, quando lhe peço para tirar alguma coisa na gaveta da cómoda, por exemplo. Geralmente, por mais que eu lhe explique com detalhes onde está o objeto, ele volta minutos depois afirmando que não achou e que, certamente, estou enganada. Mas, se eu me levantar e for ao local, encontro o objeto exatamente onde eu disse que estava. Tu já viveste algo assim? Fica tranquila, o teu companheiro não tem problemas de vista.

E nós mulheres, será que temos algum limite na visão? Os pesquisadores nem precisam de ter o trabalho de estudar o caso, nós mesmas já descobrimos, na prática, que a nossa visão é muito ampla, mas nada focal. Eu, por exemplo, nunca acho que as panelas cabem todas no armário da pia; organizar a mala, então, é um desafio daqueles. Porém, para o meu esposo é uma tarefa super fácil. Ele dá uma olhadela no espaço e vai como que fazendo uma mágica diante dos meus olhos; em pouco minutos, tudo fica pronto e com espaço de sobra! Diferenças que se completam! A minha razão feminina não sabe explicar, mas a minha sensibilidade agradece.

Não consigo imaginar o mundo sem esta parceria entre o homem e a mulher. E isto, a meu ver, vai muito além da questão de “ser mais ou menos”, “melhor ou pior”, é reconhecer quem realmente somos e procurar viver de acordo com a vocação que recebemos ao sermos criados. Não deixemos que nos roubem o maior tesouro que temos, a nossa originalidade!

As mulheres foram criadas para “completar” e não para dividir. Na Carta às Mulheres, São João Paulo II já citava isto. Ele faz um agradecimento à mulher que vale a pena ser recordado: “Obrigado a ti, mulher-esposa, que unes irrevogavelmente o teu destino ao de um homem, numa relação de recíproco dom ao serviço da comunhão e da vida. Obrigado a ti, mulher-mãe, que te fazes ventre do ser humano… que te tornas o sorriso de Deus pela criatura que é dada à luz, que te fazes guia dos seus primeiros passos, amparo do seu crescimento, ponto de referência por todo o caminho da vida. Obrigado a ti, mulher-filha e mulher-irmã, que levas ao núcleo familiar e, depois, à inteira vida social, às riquezas da tua sensibilidade, da tua intuição, da tua generosidade e da tua constância”.

Que a razão de sermos mulheres, segundo os desígnios de Deus, impulsione a nossa sensibilidade para levar ao mundo um sinal de esperança e vida. Não tenhamos medo de florir!

Sim! Chegará um momento em que é preciso deixar de ser apenas botão, e este momento é agora! “Então, desabrocha a ‘rosa’ e encanta o mundo com a tua beleza! Perfuma o jardim em que foste plantada e lembra-te, que sendo quem tu és, atrairás, a cada amanhecer, os raios do sol que te fará plena e feliz. Vive, hoje, esta aventura e revela ao mundo a autenticidade do teu Criador. És mulher, tens beleza, tens valor!”

Dijanira Silva

 
As consequências do aborto Imprimir e-mail

As consequências do aborto  

 

O aborto e as suas duras consequências

 

Quem já fez aborto precisa de ser acolhida na comunidade, não condenada. Não existe nada que Deus não possa resolver. Nada! Quem não concorda com esta frase, não crê de verdade neste Pai bom que sempre nos acolhe. E quem já fez um aborto precisa de acreditar ainda mais n’Ele, pois as consequências físicas e psicológicas desta prática, são muitas.

 

As consequências do aborto

 

Se calhar todos nós conhecemos alguém que já abortou: uma amiga, uma pessoa de família, uma celebridade, ou talvez tu mesma.

 

Quem já fez um aborto, por mais que ache isto muito natural, afinal, um filho atrapalharia o momento da carreira, o casamento, a família, a própria imagem, etc, tem de concordar com as pesquisas que mostram as duras consequências desta prática. E não falo aqui do aborto espontâneo, quando involuntariamente o corpo da mulher expulsa o feto por acidente ou problemas orgânicos, por exemplo.

 

Pergunto se tu já provocaste um aborto, se já incentivaste alguém a fazê-lo, se convives com alguém que teve esta atitude. As consequências deste crime são pouco divulgadas nos meios e comunicação social, pois há o discurso de que legalizar o aborto é uma questão de saúde pública e isso é só a pontinha do iceberg”. De facto, o número de abortos – por exemplo no Brasil - ultrapassa um milhão por ano, mas legalizar a prática não significa necessariamente diminuição deste número, muito menos fazer com que os seus efeitos desapareçam.

 

Dependendo do método utilizado para o aborto, podem acontecer ferimentos no colo uterino, hemorragias, inflamações ou até a extração total do útero, conhecida como histerectomia. A longo prazo, o aborto pode ocasionar insuficiência do colo uterino com o consequente aumento das chances de se ter uma gravidez de alto risco ou de nunca mais se poder gerar a vida. E como é que fica a cabeça de uma jovem após um aborto? Em geral, pode haver sentimento de culpa, queda na autoestima pela destruição do próprio filho, perda do desejo sexual, aversão ao marido, frustração do instinto materno, insónias e depressão, só para citar algumas consequências psicológicas.

 

Eno meio deste turbilhão de efeitos, qual é a nossa postura perante as mulheres que fizeram aborto? É de acolhimento ou de julgamento? É uma mão estendida ou uma pedra pronta a ser atirada? “O que Fulana está a fazer na fila da comunhão?” Era para ter vergonha de entrar numa igreja! Eu não ando mais com ela é má influência. Estas e outras frases medíocres fazem doer o ouvido e deveriam fazer doer também o teu coração. Não tens o direito de julgar o outro. Não julgues!

 

Jesus não se identifica com quem condena, pois o nosso Deus é misericórdia. “Eu não julgo a ninguém” (Jo 8, 15) Então, quem sou eu, quem és tu, para condenar alguém que fez aborto? Nem Deus condena, portanto, que tal ser menos “fariseus”, “escriba do século 21” e ter uma atitude mais acolhedora para com a mulher que tu conheces que já fez um aborto? Ela já traz consigo consequências dessa atitude e o seu julgamento não auxilia em nada, não muda nada para melhor. Jesus é bem claro quando afirma que “Ninguém te condenou, mulher, nem eu te condeno. Vai e não peques mais” (Jo 8,11).

 

Em vez de ficar a julgar, aproveita as energias para lutar contra a legalização desta prática no nosso país, informa-te para sustentar o ponto de vista a favor da vida nas discussões no teu círculo social, pois como cristãos devemos ser luz no mundo, não mais um para atirar pedras.

 E tu mulher, que já passaste por esta situação, não te esqueça NUNCA de que Deus é um Pai bom, Ele ama-te demais, e independentemente do que tu fizeste, Ele cuida de ti. Procura um sacerdote, faz uma boa confissão, pois o Senhor quer-te feliz! Procura também um bom profissional de saúde que te auxilie a superar as consequências físicas e psicológicas disto e acredita na misericórdia de Deus, pois Ele tudo pode. E se alguém te julga, te exclui e te ignora por isso, reza por essa pessoa e não lhe dês ouvidos. Talvez ela ainda não entendeu o que é ser cristão de verdade e esteja a merecer menos o céu do que tu.
 
Como ser mãe, esposa, profissional e relacionar-se com Deus Imprimir e-mail

Como ser mãe, esposa, profissional e relacionar-se com Deus  

Não há dúvida que é um desafio para a mulher desempenhar bem todos os seus papéis

A mulher foi criada por Deus para desenvolver múltiplas tarefas. Porém, muitas vezes, sente-se comprimida pelos inúmeros papéis e atividades que exerce no seu dia a dia. Na maioria das vezes, ela acaba por dar mais importância às atividades profissionais, domésticas e conjugais, deixando de lado o seu relacionamento com Deus.

No contexto de esposa, mãe, profissional, dona de casa, será possível manter um relacionamento com o Senhor?

Tânia Martins Sabino – casada, mãe de três filhos – testemunha como vive e como enfrenta os seus desafios diários.

Temos de considerar que é um desafio desempenhar bem todos estes papéis. Por ser capaz de realizar muitas tarefas ao mesmo tempo, como cuidar das crianças, atender à porta e cozinhar, a mulher corre o risco de cair no ativismo, na rotina; pior ainda, na perda de sentido do que se faz e do que se é. A amizade com Deus é o que a leva a reconhecer que tudo é graça, e, por amor, ela precisa de dar novo significado a todas as coisas. “Só o facto de fazer com amor e sair de si mesma já é uma oração”.

Muitas mulheres procuram ser profissionais de sucesso, e para isso investem em cursos, graduações e novos idiomas. Sem descartar estes meios, Tânia ressalta que também é muito importante agregar uma experiência com Deus. “O que realizamos, como profissionais, não tem apenas eficiência e técnica humana, mas uma eficácia que vem de Deus”.

O desafio maior, talvez, seja o equilíbrio em dar atenção a todas estas realidades. Nesta situação, o principal termómetro são as atitudes do esposo, dos filhos e os resultados profissionais. Quando o relacionamento com o esposo se torna conturbado, os filhos reclamam atenção; no trabalho, os resultados caem. Isto pode ser um indicador de que os esforços estejam voltados apenas para uma dessas realidades.

Tânia afirma que por Deus ser uma pessoa, para se relacionar com Ele é preciso manter um diálogo. Nas diversas realidades quotidianas, é preciso ceder-Lhe espaço, tornar-se amigo d’Ele. Portanto, a espiritualidade precisa de condizer com aquilo que cada pessoa é. Como mãe, tu deves falar a Deus sobre as tuas necessidades para educar os teus filhos, pedir-Lhe direção e paciência. Como esposa, pede ao Senhor que renove e faça crescer  o teu amor pelo teu esposo, a compreensão entre vocês. Na tua vida profissional, recorre ao Senhor e pede-Lhe êxito no que fazes. “Para rezar não é preciso ter uma fórmula escrita no papel, pois a oração é mais do que isso, é uma conversa com Deus.”

Para Tânia, assim como no relacionamento entre os casais que no dia a dia estão sempre um ao lado do outro, porém, em determinado momento do dia, é preciso parar e dedicar um pouco mais de atenção, também deve ser assim no relacionamento com o Senhor. É necessário que eles alimentem um relacionamento com Deus, ainda que de maneira simples, mas com “alimentos sólidos”. Frequentemente, é importante ler a Bíblia, ir à capela ou igreja visitar o Santíssimo Sacramento, rezar o terço e, principalmente, não deixar de participar na Santa Missa ao Domingo.

As mulheres que trilham este caminho semeiam verdadeiros valores na sociedade.

 
Quero ter filhos, ou quero ser mãe? Imprimir e-mail
 

Quero ter filhos, ou quero ser mãe?  

Parece que a pergunta é uma só, mas há uma diferença muito grande entre cada uma delas

A primeira pergunta, na verdade, podemos dizer que é fruto de um desejo bem egoísta, uma satisfação do próprio ego. Muitas mães têm os filhos como troféu, pois expõem-nos constantemente, exibindo aquele que “salvou” o casamento depois do seu nascimento. Exibir as belas roupas caras que é capaz de dar a esse filho, expor o seu desenvolvimento e talento, afinal de contas, o filho é especial.

Muitas mães colocam os filhos nesse lugar, e isto é perigoso, porque colocam neles um peso que ainda não são capazes de suportar, mesmo que lhes pareça interessante ou divertido, não é próprio da sua idade. As mães expõem os filhos como forma de mostrar que a sua família é perfeita. Será que é? Ou será que criou um conto de fadas para essa criança viver? Quando ela descobrir que não é a princesa ou o príncipe, qual será a reação dela?

Toda a criança passa naturalmente pela fase do narcisismo, egoísmo e egocentrismo. Porém, se essas fases forem estimuladas, pode ser que a criança não dê conta de as superar e continue presa a elas por toda a vida. Pense como é chato e desgastante uma relação com adultos que só pensam no quanto eles podem ser bons, belos e ostentar tudo o que têm! Ou um adulto que possui um grande sentimento de posse, que quer tudo, não se satisfaz com nada e fica às voltas com “ter coisas e pessoas”, todas no mesmo lugar de objetos de pertença. Quem sabe um adulto egocêntrico, que se diz o dono da verdade, que a sua palavra e os seus pensamentos são sempre os melhores. Não é fácil conviver com estas pessoas.

Mães que desejam ser mães

Ter filhos é uma resposta à sociedade! Isto revela que sou capaz e viril! Mas a via do amor passa um pouquinho distante desta relação social. Não que aqueles que desejam a todo custo ter um filho não os amem, mas é uma manifestação de amor diferente.

 Aquelas mães que desejam ser mães querem os filhos da forma que eles vierem. Seja saudável, enfermo, biológico ou do coração. Não importa a forma como vem, importa que tenho amor para dar à criança que me foi confiada. Se recebesses a notícia de que não poderias gerar filhos, qual seria a tua reação? Adotarias um cachorro e lhe darias todo o “amor” que acreditas ter? Ficarias presa nos teus sentimentos de impotência, doença ou maldição e amargarias a vida e a Deus por não realizar o teu sonho? Ou serias capaz de acolher uma criança que foi gerada no ventre de outra pessoa? Difícil resposta, não é?

Uma mãe disse a Deus que precisava de encontrar os seus filhos, porque ela sofria a falta deles e sabia que eles também sentiam a falta do amor de mãe. Deus ouviu-a e deu-lhe uma filha do coração. Este é o verdadeiro sentido de ser mãe! Saber que possui um amor tão grande que sente a ausência desse filho, o qual, muitas vezes, vem de forma surpreendente.

 
Mulher, as tuas modas indecentes crucificam-me novamente Imprimir e-mail

“MULHER, AS TUAS MODAS INDECENTES CRUCIFICAM-ME NOVAMENTE”

Oh mulher, repara em Mim, flagelado e coroado de espinhos! Contempla as Minhas Chagas e as Minhas feridas!... Depois, escuta e reflecte:

Durante a Minha vida terrena, vivi como manso cordeiro; fui ao Calvário sem abrir a boca; tratei com doçura a samaritana e ela converteu-se; comovi o coração de Maria Madalena, a pecadora, e fiz dela uma predilecta e uma santa; ao cruzar as ruas da Palestina, pronunciava palavras de Luz, de Paz e de Amor; os Meus ensina­mentos eram doces como o mel. Mas um dia, ao lançar um olhar divino por todos os séculos, vendo como o mal inundava, impetuoso, e ultrajava os Meus Templos... pronunciei palavras de fogo: "Ai do mundo por causa dos escândalos!... Ai de quem escandalizar! Seria melhor que lhe atassem uma pe­dra de moinho ao pescoço e o arrojassem ao mar!" Quem pronuncia este "ai" é um Deus abandonado por muitos sacerdotes, religiosos e leigos que não vivem realmente o que Eu lhes preguei.

Sou Eu, Jesus, que sofri tanto para salvar as almas; sou Eu, o Juiz Supremo da Humanidade, dessa Humanidade que, entre outros pecados, Me crucifica novamente com as suas modas indecentes! Eu pronunciarei a sentença eterna para cada alma: Paraíso ou Inferno. Reflecte, mulher que segues a moda licenciosa, e pensa com serenidade, um momento, sobre os graves escândalos que provocas aos que te olham, te desejam e te ferem com frases grosseiras, por causa das tuas roupas ajustadas, transparentes, decotadas e curtas.

Oh mulher, porque ultrajas os Meus templos, fazendo exibição do teu corpo? Porque só te ocupas em agradar e tentar os homens?! Porque transformas a Minha Casa de Oração numa sala de anatomia, onde abundam cabeças, troncos, extremidades e até a marca da tua roupa interior? Os Meus templos são profanados por causa das tuas roupas sensuais e provocadoras.

Diz-Me, mulher, as tuas virtudes, onde estão? O teu pudor, a tua modés­tia, a tua humildade, onde estão?

As tuas modas, que tanto tentam, são diferentes das de uma ateia? Absolutamente nada! Podes iludir-te tu própria, dizendo: "Que mal há em seguir esta moda?... As outras mulheres também o fazem e... há sacerdotes que não o proíbem e até o aceitam!". Esta ilusão é para ti, mas a realidade é outra bem diferente. A conduta incorrecta de tantas mulheres, mesmo cristãs, não justifica a má conduta própria. Se as outras mulheres se querem condenar, seguindo o que o mundo lhes apregoa, porque hás-de tu te condenar? Todos os pecados que provocam as tuas calças "coladas", shortes, mini-saias, blusas e vestidos transparentes e decotados, umbigos e costas descobertas, fora e dentro da igreja, são imputáveis aos que te olham, mas, mais que a ninguém, são imputáveis a ti, que és a sua causa voluntária.

Eu, Legislador Divino, disse: "Se alguém olhar para uma mulher com malícia, já pecou em seu coração".

A moral que Eu ensinei é una, inviolável e eterna, enquanto que as modas são muitas. A Minha Igreja não tem modas, o mundo tem-nas todas. Se realmente Me amas.... deves seguir  a   Minha   vida   cheia   de abnegação e sacrifício... Por isso deves abandonar as modas que atentam con­tra a Moral e a Fé. Estreita é a Porta que conduz ao Céu, e larga a que leva ao Inferno; a maioria elege esta última. Estar contra as modas indecentes e não as usar é muito difícil; é necessário muito amor para Comigo para não se deixar arrastar por elas...

Eu fui enviado ao mundo, não para fazer a Minha vontade, mas a d'Aquele que Me enviou. Tu foste enviada ao mundo não para viver, fazer e usar o que te apetece, mas para realizar a Minha Santa Vontade.

"Ou estás Comigo ou estás contra Mim". Ou estás Comigo ou estás com as modas sem pudor... o que escolheres, dar-te-á a eternidade da Minha glória ou a eternidade das penas.

Quando a morte te arrancar deste mundo, cheio de vaidades e de luxos sem razão, e chegares à Minha Presen­ça para ser julgada... vendo os pecados que os homens cometeram ao olhar para teu corpo escassamente coberto, tu própria ficarás envergonhada. Que pretexto poderás apresentar-Me? Ai de ti, mulher, pelos teus escândalos! Ai de ti que perdeste o pudor e a vergonha! Porque procedes assim? Porque Me crucificas novamente com os cravos da tua imodéstia?

Quando, de forma irrespeitosa, Me recebes na Comunhão, quanta amargura sinto ao entrar no teu corpo, que é motivo de tantos pecados nos homens e mau exemplo para as poucas mulheres que tu, com desdém e desprezo, chamas uantiquadas"! Asseguro-te que muitas dessas "antiquadas" estão Comigo, enquanto que muitas modernas sem pudor, estão "gozando " no Inferno. Os casamentos que se celebram, também esbofeteiam o Meu Rosto, quando as noivas e madrinhas se aproximam do Altar meio despidas, assim como muitas das suas convidadas.... Têm uma hipocrisia tal que, mesmo semi-nuas, levam pendurado ao pescoço uma formosa cruz metálica, sinal da sua "grande catolicidade". A verdade é que são sepulcros branqueados cheios de luxo por fora e... vazias de humanidade e caridade por dentro.

Ai, ai, ai! de todos aqueles sacerdo­tes que temem ou não querem proibir que se espezinhem e profanem os Meus templos com a nudez das modas.

Muitos deles deixam-se seduzir pela sua presença, não querem ser rigorosos no cumprimento dos seus deveres. Eu fui atraiçoado por um falso apóstolo. E hoje, há falsos sacerdotes, religiosos e leigos que, de forma clandestina, trabalham para destruir a Minha Igreja. Falseiam a Minha Doutrina, permitindo tudo e criando um Cristianismo Fácil...

 

 


Nos Meus Templos vêem-se as coisas mais profanas, por exemplo: maquilhagens, penteados exóticos, jóias, amuletos, óculos de sol, finos e raros tecidos.... Outros, por sua vez, dedicam-se a comer, fumar, mastigar pastilhas elásticas, conversar, dormir, estudar, namoriscar, cruzar as pernas, aplaudir, bailar, cantar canções profanas e "os parabéns a você", bisbilhotar, passear, admirando as obras de arte, tirar fotos durante a Santa Missa, etc, etc. como se estivessem num pic-nic. Pobres deles! Estão a converter a Minha casa de Oração em lugar de pecado e... ninguém sai em Minha defesa... Todos calam e fogem... Ninguém se arrisca e todos lavam as mãos como Pilatos. Onde estão os que deram a sua vida por Mim? Se um político, um desportista ou um artista lhes dizem: "Façam isto ou usem aquilo", todos o imitam... Eu, em troca, prometo-lhes o Prémio Eterno, se cumprirem os Meus Mandamentos, e quase ninguém faz caso dos Meus convites.

Ai, ai, ai! das minhas religiosas que, nas suas Instituições e Colégios, não aconselham as suas alunas sobre a sã e correcta maneira de se vestirem!,.. Ai, ai, ai! das freiras que adaptam as suas vestimentas às das mulheres mundanas; os vossos pecados estão a esgotar a Minha Paciência.

Ai, ai, ai! dos pais e mães que, seguindo o ritmo imoral das modas, pervertem os seus filhos com o uso das mesmas, e os tornam motivo de escândalo.

Ai, ai, ai! de todos aqueles seculares que não se resolvem a aconselhar com energia tantos irmãos equivocados, sobre a necessidade e obrigação de abandonar as modas e acções que desvirtuam o Meu Evangelho.

Ai, ai, ai! de todas aquelas pessoas que, de uma ou outra maneira, fomentam, comercializam e permitem toda a espécie de despudor! Sei muito bem que quereis corromper a mulher, para assim, com mais facilidade, destruirdes a Minha Igreja, a Família e a Pátria! A todas as pessoas digo: É responsável do pecado quem o comete, e quem, tendo o dever de impedi-lo, cobardemente o não impede.

"Tomam-se severas medidas para lutar contra a fome, as pestes, a pobreza e as impurezas da atmosfera, mas con­templa-se, com complacência, a conta­minação dos espíritos" (S. S. Paulo VI). A Minha Justiça destruiu as cida­des imorais de Sodoma e Gomorra. Pior será o castigo que terá lugar dentro de pouco tempo, como o vem anunciando a Minha Santíssima Mãe em La Salette, Lurdes, Fátima e outros lugares.

Oh! almas que viveis no lodo imoral, na vida cristã fácil, cómoda e libertina, semeando por toda a parte a morte espiritual, olhai-Me cruci­ficado....! Meditai sobre o inferno, onde caem tantas almas que, no seu tempo, viveram dando-se a todos os gostos, prazeres, modas, diversões, etc, etc. Que será de vós?

As mulheres que quando viviam eram louvadas, aplaudidas, admi­radas, imitadas e perseguidas por tanto exibicionismo dos seus corpos, agora quem se recorda delas? Onde estão as suas conquistas? Onde estão o seu dinheiro, jóias e fama? Onde estão os corpos que tanto mostravam? Fogo eterno as consome, fogo que devora e não mata... Ao contrário, as que aqui viviam modestamente, suportando azedas críticas e zombarias que ferem, por causa do seu pudor e respeito para Comigo, gozam para sempre a eternidade na Minha companhia e na de Maria, Minha Mãe Santíssima.

Se a tua mão, o teu pé, o teu olho, ou... as tuas modas são motivo de escândalo, corta-os e atira-os para longe de ti, pois mais te vale entrar sem eles no Reino dos Céus, que caíres com os mesmos no Fogo Eterno.

Quem teme e respeita os homens e as modas mais que a Mim, não é digno de Mim. A todos os homens e mulheres digo: Apartai-vos das modas ofensivas e pecaminosas... ainda que percais a família, amigos, dinheiro, fama e a própria vida. Aos Meus fiéis bispos, sacerdotes, religiosas e seculares convido-os a que com Prudente Valentia, defendam a Minha Causa e os Meus templos do aviltamento das modas obscenas e vergonhosas; caso contrário, o Braço da Minha Divina Justiça cairá rigoroso sobre todos aqueles que têm obrigação de dar testemunho da Minha Vida.

Bem-aventurado quem escuta as Minhas Palavras e as pratica!

Posteriormente, consultou-se Nosso Senhor se esta Mensagem podia ser forte e ferir certas pessoas, ao que Ele respondeu:

"Ainda que digais palavras de ver­dade que possam ferir... essas feridas serão de salvação. Falai a verdade, porque a verdade só pode ferir aquele que não pertence à verdade... E essas palavras procedem do Meu Espírito. Ainda vos digo mais: Não gosto da cobardia. Eu não Me ocultei para dizer as palavras do Pai..."

 
Mulher, Deus precisa de ti! Imprimir e-mail

Mulher, Deus precisa de ti!

As mulheres precisam de confiar em Deus porque, hoje, há uma verdadeira guerra velada, uma conspiração contra elas. O inimigo, que é o príncipe deste mundo, está conspirando contra elas. Deus quer que você mulher chegue ao máximo, porque o Senhor precisa de você como precisou da Virgem Maria. A Igreja e o mundo precisam de você, é por isso que o inferno articulou toda uma conspiração contra você mulher. Você não se pode deixar achincalhar, não pode "cair na conversa" do mundo. Deus precisa de você. Os seus filhos, o seu marido, a sua família precisam de você. Fixe o seu coração em Deus, ponha a sua meta em Jesus. E você, mais do que ninguém, precisa dizer "Por hoje não vou pecar" e também "Ou santa ou nada", porque a sua família precisa da sua santidade. Eu posso dizer, sem receio, que, tanto quanto este mundo necessita, Deus também precisa da sua santidade. Você é muito mais do que o sal, a luz e o fermento, dos quais falou Jesus. Por isso, não perca a sua qualidade de "sal", "fermento" e, principalmente, de "luz" para este mundo. Deus a abençoe, mulher! Não só no dia de hoje, que é o Dia Internacional da Mulher, mas que todos os dias sejam o seu dia de ser mulher.  "Ou santas ou nada"!

 
Mentiras que parecem verdade Imprimir e-mail

Mentiras que parecem verdade  

Podemos passar uma vida inteira a criar ciladas para nós mesmas e escondendo-nos atrás de mentiras que parecem verdades

Um sentimento de inferioridade diante dos outros, a incapacidade de decidir e fazer escolhas diante das circunstâncias da vida, o isolamento, a depressão, o mau humor constante, os sentimentos de culpa, a falta de perspectiva diante do futuro, o desânimo, a irritabilidade frequente, a agressividade contra si mesma e contra os outros, a perda de interesse e de alegria, a ausência de auto-estima e do sentido da vida… Estes são alguns dos sinais de que algo não vai bem connosco. São sinais concretos de que, em algum momento ao longo do nosso caminho, nos perdemos de nós mesmas, por esta razão, nos sentimos frágeis, pequenas e incapazes de encontrar o nosso lugar no mundo e de dar um novo rumo à nossa história, diante da qual sempre temos a tendência a nos colocar no papel de vítimas.

Se conseguimos identificar que vivemos algumas destas situações descritas acima, é sinal de que estamos a viver uma mentira existencial. Seja por traumas vividos no passado, seja por dificuldade de lidar com as situações do presente, em algum momento saímos da rota, negamos a nossa consciência e, sem perceber, abrimos mão da responsabilidade que temos sobre a nossa própria vida. Começamos a mentir, negando e anulando o nosso próprio “eu” para nos esconder atrás de sintomas que podemos carregar por muito tempo. Podemos passar uma vida inteira criando ciladas para nós mesmas e escondendo-nos atrás de “falsas verdades”.

Com a psicologia aprendemos que “neurose” é uma mentira esquecida na qual acreditamos e da qual precisamos de nos libertar, senão viveremos sempre como agentes passivos e nunca autores da nossa própria história. Precisamos de nos reconciliar com a verdade da nossa existência e tomar as rédeas da nossa vida nas mãos; e o meio mais eficaz de nos livrarmos destas mentiras é a confissão. Não apenas a confissão sacramental, mas também o acto de contar a nossa própria história a nós mesmas, a alguém e a Deus.

A nossa vida é uma narrativa, que deve ser escrita por nós sob a luz do Espírito Santo, a quem devemos recorrer sempre para que Ele nos dê a graça de conhecermos a verdade sobre nós mesmas.

Deus é maior do que qualquer circunstância que nos tenha acontecido e maior que qualquer mentira que um dia alguém nos possa ter contado. Jesus quer sempre guiar-nos pelo caminho da verdade, contudo, precisamos de ter a coragem de contar a nossa própria história, coragem para fazer as pazes com o nosso passado e para deixar o orgulho de lado e permitir que caiam as nossas máscaras, uma após outra.

Precisamos de reconhecer as nossas misérias e as nossas fraquezas, de nos perdoar e perdoar a quem nos feriu, sabendo e assumindo que Deus é maior que tudo e que nos ama a despeito de tudo.

Como tão bem nos ensina Santo Agostinho, o melhor método para saber a verdade acerca de si mesmo é o exame de consciência e a confissão. Narrar a nossa própria história com as suas alegrias e tristezas, com as suas conquistas e adversidades, buscando em cada facto e em cada acontecimento o verdadeiro sentido para a nossa existência.

Esta deveria ser uma prática diária na nossa vida, pois se não fizermos isto teremos uma grande tendência a nos perder de nós mesmas ao longo do caminho; muitas vezes, chegamos ao ponto de não saber quem somos, já não nos reconhecemos. Então passamos a agir como “personagens” enrolados na nossa própria trama existencial. Vem um momento em que precisamos de deixar cair as “escamas dos olhos” e deixarmos, enfim, de nos sentir vítimas do que nos aconteceu para assumirmos a responsabilidade pela nossa própria vida.

Se nos sentimos traídas quando alguém nos mente, como podemos então suportar passar anos da nossa vida traindo a nós mesmas e à nossa consciência mais profunda? Com a ajuda de Deus e com um firme propósito diante de nós mesmas podemos mudar isto.

A verdade passa necessariamente pelo confessionário e é o Espírito Santo de Deus quem nos conduz sempre de volta a nós mesmas, de volta à casa do Pai. Há um saber dentro de cada uma de nós, uma intuição que vem do coração e ali é onde se encontra a verdade. Isto devemos buscar todos os dias, com coragem e muita sinceridade no coração, um encontro profundo com a nossa alma.

Se te sentes perdida e não sabes por onde começar, pede ao Espírito de Deus que Ele te dê o dom da sabedoria e que Ele te ilumine e te guie neste caminho rumo ao teu interior. Sentires-te perdida já é um começo, é um sinal de que, por mais que ainda não saibas qual é a verdade acerca de ti mesma, já sabes ao menos quais são as mentiras. Temos do nosso lado um Deus que é amor infinito e infinita misericórdia.

A Ele devemos confessar todas estas mentiras e deixar que o Seu Espírito de amor se nos revele e nos conte a verdade escondida por trás de tantas mentiras.

 
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Uma mulher virtuosa é feita de esforços  

Uma mulher virtuosa não anuncia seus atos bons nem faz propaganda de si mesma

Eis uma descoberta extremamente valorizada na Palavra de Deus e que me fez pensar muitas e muitas vezes: ser uma mulher virtuosa. É mesmo instigante ler a experiência de vitória de um homem quando encontra para si este “troféu”, pois, segundo a Bíblia, a virtude parece mesmo uma raridade.

Mas o que realmente tem esta mulher? E quem ela é? O que ela carrega em si de tão especial para ser objeto de oração e interesse há tantos anos?

Ela é aquela mulher cheia de admiráveis virtudes e as põe em prática ao serviço de Deus sem melindres nem expectativas de reconhecimento. Uma habilidade posta ao serviço com sinceridade de coração provoca um fortalecimento interior muito grande na mulher e faz com que, aos poucos, ela amadureça mais e mais, e perceba que a sua fidelidade não pode nem deve ser movida por reconhecimentos externos. A sua maior virtude será provada e construída internamente, pois a fidelidade real é quase sempre discreta e silenciosa. Uma mulher virtuosa não anuncia os seus atos bons nem faz propaganda de si mesma. A segurança feminina, muitas vezes, é silenciosa ao extremo.

Toda a pessoa é virtuosa, mas olhando especialmente para a mulher, ela tem uma característica ímpar e notável: é uma pessoa que se esforça muito. Sim, virtude é consequência de esforço e decisão humana. Devemos ter muito claro no nosso interior que há uma grande diferença entre as virtudes e os dons. Quando penso num dom, preciso de compreender que é uma dádiva, um presente recebido de Deus sem qualquer merecimento. Ele deu-nos um dom para nos amar, para acreditar em nós, simplesmente por misericórdia pura e nada mais. Diferente da virtude, que precisa do nosso esforço e da nossa decisão diária para se desenvolver e crescer cada vez mais.

Uma mulher virtuosa faz o exercício diário de se esforçar para dar o melhor de si sem reservas. É admirável observar uma mulher de esforços diários e constantes; ela sim é virtuosa, ainda que ninguém a perceba, pois a invisibilidade é o melhor perfume para uma mulher de virtudes.

Às vezes, pedimos a Deus que nos livre dos esforços humanos femininos, que a vida nos seja mais “fácil”. No caminho de conquista das grandes virtudes para a nossa alma teimosa e desobediente, o esforço tem um papel imprescindível: disciplinar a alma! Ensiná-la a olhar sempre para o sentido final, em cada detalhe do caminho, sem perder de vista o grande sentido da vida: amar a Deus sobre todas as coisas! Rezamos tanto pedindo que o Senhor nos alivie os ombros, mas, no fim, percebemos que aguentar o que a vida nos propõe é o melhor exercício de virtude que podemos ter; e que vivendo o hoje, com tudo o que ele nos traz de bom e de ruim, seremos transformadas por Deus e cada vez mais cheias de virtudes. É bom lembrar que quem vive o seu caminho sempre a reclamar, precisa de começar de novo, pois, provavelmente, está a fazer tudo errado. O caminho de esforço, com um sentido nobre de amor, provoca gratidão e não murmuração. E agradecer é um exercício de virtude!

Se tudo concorre para o nosso bem, para uma mulher virtuosa toda a permissão de Deus é uma possibilidade de melhora, de ajuste do centro da nossa vida; e o centro da vida de uma mulher virtuosa é Deus. No entanto, para muitas outras o centro das suas vidas é falar da vida dos outros, reclamar do marido, do trabalho, reclamar, reclamar e reclamar. Também a Bíblia ensina que não há nada mais desagradável do que ser obrigado a conviver com uma mulher que murmura e destila insatisfação.

Um desafio: lutar para que sejamos mulheres admiráveis pelas nossas virtudes secretas. Que o centro da nossa vida seja mesmo o nosso amor a Deus. Amar é tomar uma decisão estável, madura e exigente, e isto implica esforço.

O mais bonito não é o que esta mulher conquista, mas quem ela se vai tornando ao longo do seu caminho. Que este caminho das virtudes seja sem volta, que seja o caminhos dos esforços e do amor.

 
Como ser uma boa esposa? Imprimir e-mail

Como ser uma boa esposa?  

O mais bonito de ser esposa são os elos que ela constrói com o esposo, com os filhos e com a família

É preciso que estejamos bem connosco mesmos para cultivarmos relacionamentos saudáveis. A esposa deve estar num ambiente que possa ser aceite, respeitada, valorizada e amada pela família. Um espaço que apresenta essas características é estímulo para que elas possam desenvolver bons relacionamentos com os cônjuges, filhos e sobrinhos, com a sogra, genro, cunhados e amigos; enfim, com as pessoas que lhes são próximas.

Refletir o papel da esposa é o mesmo que refletir: “Esposa, onde estás?”, “Esposo, onde estás?”, “Filhos, onde estais?”, “Família, onde estás?” Este é o universo que recebe, com festa, uma mulher casada. Ela, animadamente, decide conviver nesse lugar, ter filhos e formá-los; casar-se para sempre.

Com o passar do tempo, é percebido que o modelo familiar e as contingências que a cercam não permitem que a sociedade perceba a esposa como aquela que edifica a sua casa por conta da sua sabedoria. Ao contrário, meninas tornando-se esposas, esposas tornando-se meninas e novos arranjos familiares a surgir; provavelmente, por conta da falta de correspondência entre função, habilidade, necessidade e responsabilidade em ocupar um espaço que requer todas essas competências. Contudo, exige também estímulos para estar, reforço positivo para continuar.

Função da esposa

Uma das funções mais lindas da esposa é a de desenvolver um relacionamento saudável com o seu companheiro. De acordo com Roberto Shinyaschiki, no seu livro ‘A Carícia Essencial – Viva bem com as pessoas que você ama’, “alguém que vive angustiado vai criar angústia nos seus relacionamentos. Alguém que vive irritado vai criar sempre brigas ao seu redor”. Por causa das consequências, as esposas deverão sempre perguntar-se: “Qual é a a minha função no lugar em que estou e com quem estou?” “Quem sou eu ou como estou a ser como esposa?”. A forma como eu convivo determina o modo que sou nos meus relacionamentos. Portanto, para viver bem, a esposa deverá estar bem consigo mesma, e isto significa estar disposta a cuidar das suas carências afetivas e não permitir que se instale um comportamento de solidão dentro do seu coração.

Complementa Shinyaschiki: “Um coração vazio é lugar para carícias negativas, que somente aumentam a dor da solidão”. Então, esposa, quem és tu? Aquela que deverá ser tratada com carícias positivas, que se sente bem ao estar ao lado do marido. Que sempre é recebida pelos familiares com saudações – “Que bom que vieste!” –, é solicitada pelo seu amado para conversar, namorar, sair, rezar e divertir-se. Tudo isto, porque a esposa, cercada de influências como esta, também proporcionará ao ambiente do seu casamento e da sua família a alegria, a tranquilidade, a oração, a solução, a festa e a boa convivência.

Solidão

Que Deus afaste do teu coração o vazio que te leva à solidão, mas também a falta de vontade em continuar a ser a esposa esperada pelo seu companheiro e pelos teus filhos. Assim, o esposo deverá refletir sobre o lugar que ele ocupa na vida dela e dos filhos. Então, esposo, esposa, filhos, onde estais?

 “Dediquem-se uns aos outros com amor fraterno. Prefiram dar honra aos outros, mais do que a vocês” (Rm 12,10).

 
A mulher cristã e a moda Imprimir e-mail

 

A mulher cristã e a moda

 

“Quatro mulheres foram a uma reunião usando roupas muito indecentes que mostravam bem os seus corpos. O líder do lugar viu-as e disse-lhes para se sentarem. Depois de olhar nos olhos delas disse algo que nunca vou esquecer na vida:

– Senhoras, tudo o que Deus tem feito valioso neste mundo é bem coberto e difícil de ver, encontrar ou obter. Por exemplo:

1. Onde é que você pode encontrar os diamantes? No fundo de uma caverna, coberta e protegida.

2. Onde estão as pérolas? No oceano, coberto e protegido numa bela concha.

3. Onde é que você pode encontrar ouro? Debaixo da terra, coberto com camadas de rocha e para obtê-lo você tem que trabalhar duro e cavar fundo.

Dito isto, olhou-as atentamente e disse:

– O seu corpo é sagrado e único. Você é mais preciosa do que o ouro, diamantes e pérolas, e deve ser coberto também. E se você se preservar, se você mantiver os seus preciosos minerais como ouro, diamantes e pérolas profundamente cobertos, uma mineração organizada e respeitável com a maquinaria necessária vai realizar anos de exploração extensiva.

Primeiro você terá contacto com o governo (a família), vai assinar contratos profissionais (casamento) e desenhar profissionalmente (casamento civil). Mas se deixar os seus preciosos minerais à superfície da terra, irá atrair um grande número de mineiros ilegais para entrar e explorar ilegalmente …

Vista-se bonita, mas decente! O seu corpo é bonito, o seu corpo é um tesouro, e um dia um homem bom, digno de descobrir você vai se sentir feliz em fazê-lo…”

São João Paulo disse às mulheres: “Esconde a beleza do teu corpo para que as pessoas apreciem a beleza da tua alma”.

Isto é uma grande verdade. Sempre me impressionou o facto da mulher ser a última criação de Deus. Sempre vi nisto algo de especial. Ora, se Deus criou o mundo em “seis dias”, e foi fazendo tudo surgir numa ordem crescente de perfeição: minerais, vegetais, animais, homem e mulher; então, a mulher é a mais linda criação do nosso Pai. Isto faz-me entender um pouco melhor a sua beleza, e também as suas dores. De um lado é a mais linda das criaturas, não só na beleza do corpo, dos olhos, dos cabelos, das mãos, que fascinam os homens; mas especialmente pela beleza do seu espírito: delicada, sensível, doce, suave e frágil como uma flor de pessegueiro, mas, às vezes, paradoxalmente, rígida e forte como uma lâmina de aço. Ela é a mais linda flor que o divino Jardineiro plantou nesta Terra; foi criada para ser mãe, tal como a terra para dar o fruto. A mulher traz um toque especial do criador, por isso, precisa cada vez mais de conhecer o seu valor e saber preservar-se.

No entanto, se a mulher quiser exaltar e mostrar o seu corpo, pode ser que os homens não prestem atenção aos seus valores intelectuais, morais e espirituais. Se ela ressaltar o seu aspecto sexual, pode ser que eles valorizem mais as suas formas físicas do que a sua bondade; se usarem roupas provocantes para marcar e modelar o seu corpo, pode ser que eles valorizem mais o seu exterior do que o seu interior, mais as suas “curvas” do que o seu caráter… e tudo isto acaba por desvalorizá-la. Algumas mulheres não percebem que são levadas por uma moda que as leva a vestir-se de uma maneira não adequada. A falta de pudor, provoca instintos e paixões, e fere a dignidade humana. A pureza do coração é a qualidade que nos permite ver o verdadeiro valor do outro.

Jesus disse aos homens: “Todo aquele que olhar para uma mulher com desejo malicioso já cometeu adultério com ela no seu coração” (Mt 5,28). Ora, isto torna-se para os homens algo mais difícil de viver se as mulheres se vestirem de maneira inconveniente. Digo isto, porque já ouvi muitos homens que querem viver a castidade, queixando-se disto.

A falta de pudor, provoca instintos e paixões, e fere a dignidade humana.

Não há que se opor ao uso de roupas decentes para a praia, piscina, ginástica, etc., cada ambiente exige um tipo de roupa adequada, desde que se evite a imoralidade.

O corpo humano é criatura de Deus; é “templo do Espírito Santo” (1 Cor 3,16; 1 Cor 6,15.19) e traz em si as marcas da sabedoria do Criador. Mas dentro do ser humano, a afetividade nem sempre obedece à razão. Daí a necessidade de se evitar a excitação sensual. É preciso cuidar da nossa alma, mas também não podemos esquecer o nosso corpo. Se nos vestimos mal, de forma inadequada, podemos provocar pensamentos e atos impróprios e impuros. Aquele que olha com malícia deve cuidar para que lute contra isso, mas aquele que é olhado também precisa refletir, ter compaixão e colocar-se no lugar do outro. Será que não estou a ser motivo de queda para o meu irmão?

A Sagrada Escritura ensina que Deus constituiu os primeiros pais em estado de santidade e filiação divina (“justiça original”), havia uma harmonia perfeita consigo mesmo, com a natureza e com Deus; então estavam nus, mas não sentiam rubor por isto (cf. Gn 2, 25); possuindo a amizade e a graça de Deus, desfrutavam de harmonia em si mesmos ou em seus instintos. Mas os nossos primeiros pais pecaram, não se mantendo na fidelidade a Deus. Uma das consequências deste ato de rebelião é assim descrita pelo texto sagrado: “Abriram-se os olhos aos dois e, reconhecendo que estavam nus, prenderam folhas de figueira umas às outras e colocaram-nas como se fossem cinturões à volta dos rins” (Gn 3, 7).

O homem sente vergonha da sua nudez em consequência do pecado, ao passo que antes não o sentia. O pecado despojou o homem da amizade e da graça de Deus, que o tornavam harmonioso. Para evitar as manifestações desta desarmonia, o homem passou a usar veste.

O Catecismo da Igreja ensina, quando trata da castidade: “A pureza exige o pudor. O pudor preserva a intimidade da pessoa, e consiste na recusa de mostrar aquilo que deve ficar escondido. Está ordenado à castidade, exprimindo a sua delicadeza. Orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e da sua união” (n.2351).

 “O pudor inspira um modo de viver que permite resistir às solicitações da moda e à pressão das ideologias dominantes” (n.2323).

 “A pureza cristã requer uma purificação do clima social. Exige dos meios de comunicação social uma informação que não ofenda o respeito e a modéstia” (n.2325).

A moda feminina, muitas vezes, procura mostrar e acentuar as partes do corpo da mulher que mais devem ser escondidas e não exaltadas. Então, há de se fazer um filtro; “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém” (1Cor 6,12).

Enfim, as mulheres cristãs devem nortear-se por aquilo que disse Exupèry: “O essencial é invisível aos olhos”. O poder das mulheres não está na sua sexualidade, mas na sua humanidade; então, ela deve procurar a sua realização naquilo que é imperecível. “É mais importante agradar a Deus do que aos homens” (At 4,19).

 
Desafio Imprimir e-mail

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O lindo desafio de ser mãe

 

Maria é o exemplo de educadora para todas as mães.

 

Lemos em São Lucas 1,26-38: Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de David. A virgem chamava-se Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça!- O Senhor está contigo”. Ela perturbou-se com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse: “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus. Conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande; será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de David, seu pai. Ele reinará para sempre sobre a descendência de Jacob, e o seu reino não terá fim”. Maria, então, perguntou ao anjo: “Como acontecerá isto, se eu não conheço homem?” O anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, pois para Deus nada é impossível”. Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo retirou-se de junto dela.

Maria é o modelo cristão de mãe. Ela ensina-nos a rezar, pois é uma mulher de oração. Nossa Senhora foi educada pelos seus pais para esperar o cumprimento da promessa com a vinda do Messias. E foi a escolhida por Deus para ser a Mãe do Salvador. Como Mãe, Maria ensina-nos que o “sim” precisa de ser dado a Deus quando Ele nos apresenta um projeto.

Educar é um desafio, porém, todas as mães contam com o apoio e o exemplo da Virgem Maria. Dentro de um lar, o pai também precisa de ser presente, pois quando as coisas estão difíceis, marido e mulher precisam de se unir e resolver tudo juntos. A mãe é aquela que gera os filhos e cuida da casa; e o homem tem um papel importantíssimo na educação dos seus filhos.

Quantas mulheres, por egoísmo, se fecham ao dom da maternidade. Ser mãe é doar-se inteiramente. As mães são chamadas a viver um martírio materno, ou seja, a dar a vida para a salvação das suas casas. Nos momentos mais difíceis, as mães são a resposta de ternura e dedicação.

As mães são exemplos de mulheres guerreiras por não desistirem da salvação da sua família. Que Maria seja a companheira de oração de todas as mães! Por intercessão da Virgem Maria, que as mães sejam atentas, conquistem os seus filhos e sejam mulheres de ação e oração. A exemplo de Maria sejamos educadoras e mulheres de Deus.

 
A imprescindivel missao da mulher Imprimir e-mail

A imprescindível missão da mulher

A última criatura que Deus fez foi a mulher; “tirada” do homem e com a mesma dignidade dele para ser-lhe “companheira adequada” (Gen 2, 18) e para ser com ele “uma só carne” (Gen 2, 24). Um foi feito para o outro, completamente diferentes, no corpo e na alma, na voz e na força, nas lágrimas e na sensibilidade.

A mulher foi moldada por Deus para ser, sobretudo, mãe e esposa: delicada, meiga, compassiva, generosa, paciente.

Hoje, um perigoso feminismo, “avançado”, tem colocado a mulher em risco de perder o que ela tem de melhor; tende a igualar entre si homem e mulher, esquecendo as diferenças específicas que são exatamente o que fazem a maior riqueza da humanidade.

Não se pode confundir entre si o masculino e o feminino, pois cada qual tem os seus valores, que enriquecem a ambos na complementaridade. Enquanto o homem procura a eficiência fria e, às vezes, cega, a mulher é afetiva, dá graça e significado à racionalidade do homem.

Hoje em dia regista-se uma triste competição entre o masculino e o feminino; há quem julgue que a mulher deve abandonar os seus afazeres específicos para se igualar em tudo ao homem; isto gera uma nova subserviência da mulher ao homem, o que muitas não percebem. Isto tem gerado uma nova e moderna escravidão da mulher.

A grandeza da mulher está precisamente em cultivar o que lhe é próprio: a afetividade e a capacidade de amar. Sem a presença da mulher, com os seus traços femininos peculiares, as façanhas do homem poderiam facilmente redundar em desgraça para o próprio homem.

A civilização atual atravessa uma fase de rápido declínio, porque está dominada pela tecnologia, racionalismo, busca excessiva de bem-estar económico, amor como sinónimo de sexo, etc.. É a mulher, não-contaminada pela mentalidade dominante, com a sua intuição, a sua preferência pelo amor profundo e estável, pela fraternidade e pela fé religiosa, que deve exercer uma tarefa muito elevada, indispensável para ajudar o homem a alcançar os valores superiores.

Hoje a opinião pública pressiona psicologicamente a mulher para que ela se realize “superando o homem”, de forma a que busque o sexo mais que o amor; o trabalho e a ciência mais que a geração e a educação dos filhos; o racionalismo mais que a fé; o feminismo e o conflito mais que a ternura; a igualdade de pensamento e de obrigações sociais mais que a complementaridade.

Paulo VI dizia que “se o homem tem o primado da razão, a mulher tem o primado do coração”; e este não é menos importante. Sem o homem a mulher cai no sentimentalismo; sem a mulher, o homem congela-se na aridez e no tecnicismo soberbo.

A mulher não se pode afirmar na sociedade querendo copiar os erros do homem: corrupção, fraude, violência, aborto, eutanásia, exploração do sexo, cultura da morte, endeusamento da glória, do dinheiro e do prazer. A mulher precisa de trazer uma nova alma à sociedade, fruto da sua beleza e do seu amor.

Infelizmente, o feminismo doentio transformou o belo dia da mulher numa batalha inglória pela tal “liberdade feminina”: aprovação do aborto, da contracepção, do uso da camisinha, da esterilização, da pílula do dia seguinte, e tantas coisas imorais.

Uma Mulher foi escolhida por Deus para trazer o Salvador a este mundo. Mas ela teve de oferecer a sua vida toda a Deus; da manjedoura de Belém à cruz do Calvário. Ela foi a mais humilde das mulheres e por isso a eleita de Deus. Com a humildade desatou o nó da desobediência de Eva. Essa foi Maria, Maria de Nazaré. Não há modelo melhor para todas as mulheres!

 “A mulher não nasce mulher, faz-se”. Esta frase de Simone Beuavoir, líder feminista radical, converteu-se num verdadeiro estandarte deste movimento. Vários factos concorreram para isto: a revolução sexual e feminista inspirada num neo-marxismo, e facilitada pela pílula anticoncepcional, desenvolvida na década de 60.

O movimento feminista radical inspirado no marxismo criou a tal ideologia de “Género” (do inglês Gender). A ideologia do “género” reinterpretou a história sob uma perspectiva neo-marxista, em que a mulher se identifica com a classe oprimida e o homem com a opressora.

Esta perigosa ideologia difunde que a moral cristã é discriminatória a respeito da mulher, e que é um obstáculo para o seu crescimento e desenvolvimento; logo, precisa de ser destruída. Por isso, muitas organizações feministas promovem o aborto, o divórcio, o lesbianismo, a contracepção, o ataque à família, ao casamento, e, sobretudo à Igreja Católica; pois são realidades “opressoras” da mulher.

Mas na verdade foi o oposto; foi o Cristianismo quem libertou a mulher da condição de quase escrava e que se encontrava de modo geral no mundo pagão. O papa João Paulo II afirmou na Carta Apostólica “Dignitatem Mulieris” (n. 12): “Admite-se universalmente — e até por parte de quem se posiciona criticamente diante da mensagem cristã — que Cristo se constituiu, perante os seus contemporâneos, promotor da verdadeira dignidade da mulher e da vocação correspondente a tal dignidade. Às vezes, isto provocava estupor, surpresa, muitas vezes raiando o escândalo: «ficaram admirados por estar ele a conversar com uma mulher» (Jo 4, 27), porque este comportamento se distinguia do dos seus contemporâneos. «Ficaram admirados» até os próprios discípulos de Cristo. O fariseu, a cuja casa se dirigiu a mulher pecadora para ungir os pés de Jesus com óleo perfumado, «disse consigo: “Se este homem fosse um profeta, saberia quem é e de que espécie é a mulher que o toca: é uma pecadora”» (Lc 7, 39). Estranheza ainda maior ou até «santa indignação» deviam provocar nos ouvintes satisfeitos de si as palavras de Cristo: «Os publicanos e as meretrizes entram diante de vós no reino de Deus» (Mt 21, 31)”.

Cristo e o Cristianismo resgataram a mulher. Naquele tempo ela não podia, por exemplo, ser testemunha diante do Sinédrio, o tribunal dos judeus, a sua voz não valia. Quantas mulheres se destacaram no Cristianismo já no seu início. Santa Helena, mãe do imperador romano Constantino foi uma gigante; a rainha dos francos Clotilde, esposa de Clovis, rei dos Francos, Joana D’Arc, e tantas outras santas, mártires.

A Igreja lutou contra o adultério também por parte do homem; o que não acontecia no mundo antigo. A proibição do divórcio deu grande proteção às mulheres. Além disso, as mulheres obtiveram mais autonomia graças ao Catolicismo. Na Idade Média católica a rainha era coroada como o rei, geralmente na Catedral de Rheims, na França, ou noutras catedrais. E a sua coroação era tão prestigiada como a do Rei; o que mostra que a mulher tinha importância. A última rainha a ser coroada foi Maria de Medicis em 1610, na cidade de Paris. Algumas rainhas medievais tiveram papel importante na história, como Leonor de Aquitânia († 1204) e Branca de Castela († 1252); no caso de ausência, doença ou morte do rei, exerciam o seu poder.

Foi só no século XIX, mediante o “Código de Napoleão”, que aconteceu o processo de despojamento da mulher novamente: deixou de ser reconhecida como senhora dos seus próprios bens, e, em casa, passou a exercer papel inferior.

A mulher foi por muitos séculos a reserva moral do Ocidente. A ela competia o ensino daquelas coisas que, se não se aprendem nos primeiros anos de vida, não se aprendem mais. Ela ensinava os filhos a rezar e a distinguir o bem do mal; ensinava o valor da família e das tradições. Mas hoje em dia o feminismo radical, eivado de ateísmo, gerou a banalização do sexo e o hedonismo, fazendo as suas vítimas, levando a mulher a perder o sentido do pudor, da maternidade e da piedade.

Isto não significa que, sem descuidar dos afazeres familiares, e na medida da sua vocação, a mulher não possa também dar a contribuição feminina no âmbito a cultura, das artes, da economia, e inclusive na política. Mas tudo isto sem prejuízo do sentido de piedade, do pudor e de maternidade que sempre foram o suporte da formação das pessoas e das sociedades do Ocidente.

 
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Maria, modelo de mulher

 

Vamos partilhar sobre o modelo que Nossa Senhora é para nós.

 

O que vemos na sociedade hoje, não é nada parecido com o que Nossa Senhora é. O que apresentam na sociedade são mulheres magras, que nunca querem envelhecer.

Quanto mais os anos passam, melhores ficamos. Pode não ser na aparência, mas na maturidade, na afetividade e sexualidade. E o que vemos hoje é um modelo de escravidão, com padrões de magreza, onde meninas estão se matando psicologicamente.

E é muito importante vivermos bem cada fase de nossa vida. Precisamos mostrar ao mundo que é possível viver nosso ser mulher de maneira sadia. Ser elegante sem usar decotes grandes e saias curtíssimas, sem apelações. Podemos fazer nossas escolhas e viver com alegria nosso papel dentro da sociedade.

Se o pecado veio por Eva, a salvação veio por Maria.

A nossa vida é um constante fazer opções. Nós dizemos ao mundo quem somos com nossa postura, nossas escolhas e até com nossas roupas, o jeito de falar, se comportar, gesticular...

Não somos só um rosto bonito ou pernas bonitas. Somos alguém amada por Deus.

Vamos falar sobre a diferença entre a mulher feminina e a mulher sensual.

Nossa Senhora sempre foi feminina. E o que é ser feminina? O que mostra nossa feminilidade? O que temos de diferente dos homens?

Nós temos sentimentos e pensamentos diferentes. Dizem que homem é razão e a mulher é sentimento. Deus nos fez diferentes, e não precisamos brigar para ser iguais aos homens.

Mas, o que é ser mulher?

Algumas das qualidades de Nossa Senhora é o ser silenciosa, prudente, terna e bela.

Nossa Senhora é elegante. Em todas as aparições ela está muito bem vestida, elegante, sem mostrar sensualidade alguma. Ela é uma mulher forte, que soube caminhar junto de Jesus, educando-o para ser um grande homem.

Ser feminina é ter qualidades próprias de mulher. Ser sensual é muito diferente disso.

No dicionário diz: 'Sensual é aquilo que agrada os sentidos, algo provocante'. E provocar é dar origem a algo, causar algo.

 

As nossas atitudes sempre causam alguma coisa. As nossas acções geram reacções. Somos responsáveis por semear neste mundo uma resposta de amor diante de toda esta violência.

Tenho 45 anos. Não me lembro de ver uma sociedade tão erotizada como nestes tempos. E infelizmente estamos a colher frutos não muito bons.

Nós como mulheres precisamos de olhar para as nossas atitudes. Precisamos de fazer a diferença onde estamos. Modelarmos o lugar onde se está, é o que Nossa Senhora fazia.

Estou com 25 kg a mais do que quando casei. Eu preciso de aprender a envelhecer com alegria. Preciso de caprichar com o que tenho hoje, senão isto torna-se uma frustração. Preciso de responder com alegria, com elegância no que visto, com amor no que digo.

Quando a gente é 'coisificada' a gente não cresce. Quando somos olhadas como objecto, isto não gera em nós crescimento. A nossa natureza não é somente genital, somos emoção. E quando não somos valorizadas assim, somos profundamente feridas. As mulheres que se reduzem a um objecto, mesmo que não saibam, há nelas muitas feridas. Porque isto vai contra a nossa natureza.

Precisamos de ser belas por fora, mas também por dentro. Mulheres fortes, de valor, firmes, de postura. A nossa postura de mulher pode endireitar um homem, mas pode também levá-lo ao inferno.

EVA e Maria. É a escolha que temos que fazer. Que exemplo queremos seguir? Precisamos de caprichar na nossa história. Buscar o 'padrão de beleza' que nos eleva e assemelha a Nossa Senhora. Precisamos ter esta mulher como nosso padrão de beleza. Precisamos de ser templos de Deus. E somos!

Quando olhamos para o sacrário, como é que ele está? Mal arrumado? Ou sempre arrumado?

O sacrário é a nossa referência.

Não é porque somos cristãs que nos vamos vestir mal. Não! Mas precisamos de mostrar que somos belas, que a gente se cuida, cuidamos o cabelo, das unhas, usamos batom. Isto não é exagero. Isto é belo e equilibra-nos. É zelo. E precisamos de passar isto para as nossas filhas.

Confira em Eclesiástico 36, 24 quem é a mulher virtuosa?

Quem tem uma mulher virtuosa em sua casa, tem tudo.

Mas a Bíblia diz também em Eclesiástico 26 o que não devemos ser.

Existem em nós as sementes para germinar Deus no mundo. O que eu tenho semeado na sociedade? No coração do meu marido? Dos homens que estão à minha volta? Das mulheres que estão à minha volta?

 

Não existe destino. O destino constrói-se com as nossas opções.

Uma vez ouvir uma frase: “Deus perdoa sempre. Os homens, nem sempre. A natureza, nunca.” O que eu tenho feito comigo mesma?

Precisamos de acreditar que Deus pode desentortar tudo! Ele realiza o impossível.

Com coragem precisamos de nos olhar, reconhecer a nossa história, buscar a cura, pensar que podemos ser melhores. Precisamos de investir nesta realidade. Enfrentar estas dificuldades com a graça de Deus.

Precisamos de investir em nós, porque é muito fácil deixar a vida levar-nos. Não podemos ficar inertes e recebermos tudo aquilo que dizem por aí, contrário ao modelo de Nossa Senhora. Precisamos de voltar os nossos olhos para Nosso Senhor, e repensar a nossa vida, a nossa história.

 

Ler I Pedro 3,1 e ver como temos muitas orientações na Palavra de Deus.

 

Deus chama-nos a sermos em nossa casa um céu de carinho, ternura e amor.

Se levo o meu marido a Deus, só ganho com isso! Tenham a coragem de pedir a Nossa Senhora que vos ajude a enfrentar as situações, e de dar passos na fé e concretamente.

Vivamos a Palavra de Deus e faremos uma grande diferença.

 

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