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Basta-me saber que sois jovens para eu vos amar

São João Bosco

 
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Os ataques de coração Imprimir e-mail

Uma nota importante sobre os ataques de coração: deves saber que nem todos os sintomas de ataque de coração serão uma dor no braço esquerdo.
Fica atento a uma dor intensa na queixada.
Poderás nunca sentir a primeira dor no peito no decurso de um ataque de coração. Náuseas e suores intensos são também sintomas comuns.
60% das pessoas que tiveram um ataque de coração enquanto dormiam, já não se levantaram. A dor no peito, pode acordar-te de um sono profundo. Vamos ser cuidadosos e estar atentos. E, de imediato dissolve duas aspirinas na boca e, engole-as com um pouco de água.
Liga o 112 e, refere ataque cardíaco, as aspirinas e, senta-te numa cadeira ou sofá e, espera o 112.
- NÃO te deites!

IMPORTANTE
POR FAVOR PRESTE ATENÇÃO 
Isto é muito importante e pode salvar a vida de uma pessoa! 
Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu no chão suavemente.
Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para chamar por socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa dos seus sapatos novos. Os seus amigos ajudaram-na a levantar-se e trouxeram-lhe um novo prato de comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentando desfrutar da festa durante o resto da tarde. Mais tarde o marido ligou para os seus amigos informando-os que a sua mulher tinha sido levada ao hospital onde veio a falecer. Tinha sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o churrasco. Se o seu esposo e amigos soubessem  como reconhecer um AVC, talvez hoje ela estivesse viva. 
Reconhecer um AVC  
Um neurologista afirma que se o chamarem dentro das  primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente. Afirma que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes. 
Lembre-se dos "3" Passos.  
Actualmente os médicos estabeleceram uma regra para o reconhecer mediante três simples perguntas: 
1. Peça à pessoa que SORRIA. 
2. Peça à pessoa que  LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS. 
3. Peça à pessoa que PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES(Coerente)                  (por exemplo . . . Hoje está um dia de sol) 
Se a pessoa apresentar dificuldades numa destas três questões, chame imediatamente o SOCORRO e descreva os sintomas.

** Um cardiologista disse que se cada pessoa que receber esta informação a enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que salvará pelo menos uma pessoa.
Eu já fiz a minha parte!

 

 

 
Os 7 nãos depois da refeição Imprimir e-mail

* Não fume Experiências de peritos provam que fumar um cigarro depois da refeição é comparável a fumar 10 cigarros (as oportunidades de cancros são maiores).

* Não coma fruta imediatamenteComer fruta imediatamente depois das refeições fará com que o estômago se empanturre de ar. Portanto coma fruta 1 a 2 horas depois da refeição ou então uma hora antes da refeição.

* Não tome cháPorque as folhas de chá contêm um alto conteúdo de ácido. Esta substância fará com que o conteúdo da Proteína na alimentação que consumimos fique endurecido e assim dificulte a digestão (excepto o chá verde, tisanas/chás de ervas).

* Não desaperte o seu cintoDesapertar o cinto depois da refeição causará facilmente o intestino torcer-se e bloquear-se.

* Não tome banhoTomar banho causará o aumento do fluxo de sangue às mãos, pernas e o corpo e assim a quantidade de sangue em volta do estômago diminuirá portanto. Isto enfraquecerá o sistema digestivo no nosso estômago.

* Não ande depois da refeiçãoAs pessoas dizem sempre que depois da refeição andar cem passos faz com que você viva 99 anos. Na realidade factual isto não é verdade. Andar fará com que o sistema digestivo se torne incapaz de absorver a nutrição da alimentação que ingerimos.

* Não durma imediatamenteA alimentação que ingerimos não será capaz de se digerir devidamente. Assim, isso levará à gastrite e infecção no nosso intestino.

 

 

 
Vê lá se é verdade Imprimir e-mail

Uma fatia de cenoura parece um olho humano. A pupila, íris e linhas raiadas são semelhantes ao olho humano... e a ciência agora mostra que a cenoura fortalece a circulação sanguínea e o funcionamento dos olhos.

Um tomate tem quatro câmaras e é vermelho. O coração é vermelho e têm quatro câmaras. Toda a investigação mostra que o tomate é de facto um puro alimento para o coração e a circulação sanguínea.

As uvas crescem em cacho que tem a forma do coração. Cada uva assemelha-se a uma célula sanguínea e toda a investigação hoje em dia mostra que as uvas são também um alimento profundamente vitalizador para o coração e o sangue.

Uma noz parece um pequeno cérebro, com hemisférios esquerdo e direito, cerebelos superiores e inferiores. Até as rugas e folhos de uma noz são semelhantes ao neo-cortex. Agora sabemos que as nozes ajudam a desenvolver mais de 3 dúzias de neuro-transmissores para o funcionamento do cérebro.

Os feijões realmente curam e ajudam a manter a função renal e são exactamente idênticos aos rins humanos.

Beringelas, abacates e peras ajudam à saúde e funcionamento do ventre e do cervix feminino – eles são parecidos com estes órgãos. Actualmente a investigação mostra que quando uma mulher come um abacate por semana, equilibra as hormonas, não acumula gordura indesejada na gravidez e previne cancros cervicais.

E que profundo é isto?... Demora exactamente 9 meses para um cultivar um abacate da flor à fruta. Há mais de 14 000 componentes químicos fotolíticos em cada um destes alimentos (a ciência moderna apenas estudou e nomeou cerca de 141).

Figos estão cheios de sementes, estão pendurados aos pares quando crescem. Os figos aumentam a mobilidade e aumentam os números do esperma masculino, assim como ajudam a ultrapassar a esterilidade masculina.

As batatas-doces são idênticas ao pâncreas e de facto equilibram o índice glicémico dos diabéticos.

Azeitonas ajudam a saúde e o funcionamento dos ovários.

Toranjas, laranjas e outros citrinos assemelham-se a glândulas mamárias femininas e realmente ajudam à saúde das mamas e à circulação linfática, dentro e fora das mamas.

As cebolas parecem células do corpo. A investigação actual mostra que a cebola ajuda a limpar materiais excedentes de todas as células corporais. Até produzem lágrimas que lavam as camadas epiteliais dos olhos...

 

 

 
D I A B E T E S Imprimir e-mail

Diabetes mellitus

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Baptizada pelos médicos de diabetes mellitus, a doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos:

• No tipo 1 as células do pâncreas que fabricam insulina, o hormónio que ajuda a glicose a entrar nas células, simplesmente foram destruídas.

• No tipo 2 ou a produção dela não é suficiente ou as células simplesmente não conseguem aproveitá-la da forma correcta - a chamada resistência à insulina.

Nos dois casos, o excesso de glicose em circulação desencadeia várias complicações que, se não forem controladas, podem levar à morte.

A diabetes é um dos problemas mais graves de saúde pública, pois responde por 40% das mortes por doenças cardiovasculares - a primeira causa de morte no mundo.

De onde vem o nome? O termo diabetes foi cunhado lá pelo ano 70, na Grécia antiga, quando Areteu da Capadócia descreveu a doença pela primeira vez. Ele comparou o funcionamento do organismo destes pacientes a um sifão, o significado da palavra grega: comiam e bebiam muito, mas toda a energia que entrava pela boca ia embora literalmente pelo ralo com o excesso de urina. Já mellitus foi incorporado bem mais tarde. Em 1670 o médico inglês Thomas Willis provou a urina de indivíduos que apresentavam sintomas parecidos e descobriu que ela era muito doce. Quase dois séculos depois, em 1815, o químico francês M. Chevreul demonstrou que o açúcar dos diabéticos era glicose. Daí os médicos começaram a experimentar a urina de quem tinha suspeitas da doença. Ela foi baptizada então de diabetes açucarada ou diabetes mellitus, palavra de origem latina que quer dizer mel ou adocicado.

 

O ciclo vicioso da doença

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Sem insulina e com açúcar sobrando, o corpo fica sem energia e sujeito a vários problemas:

1. O excesso de glicose em circulação leva a um acumular no sangue – é a chamada hiperglicemia.

2. Para eliminar este excesso, a pessoa passa a urinar mais vezes, desidratando o organismo. Daí a sede exagerada do diabético.

3. Sem receber glicose, o cérebro pensa que falta energia e activa mecanismos de emergência para compensar esta deficiência. E ordena ao fígado mais produção de glicose e obriga o tecido gorduroso a queimar os seus estoques. Resultado: a glicemia sobe mais ainda e a pessoa vai emagrecendo, sentindo-se fraca e cansada.

4. A falta de energia faz a vítima sentir mais e mais fome, o que dispara a glicose no sangue. A queima de gorduras gera compostos chamados cetonas que são eliminados pela respiração e pela urina. Daí o hálito com cheiro levemente adocicado destes pacientes.

 

Sinais de alerta

• Urinar muitas vezes, de dia e de noite, e em grande quantidade

• Obesidade

• Perda de peso

• Muita fome

• Cansaço

• Piorar da visão

• Furúnculos frequentes

• Cicatrização difícil e infecções de pele

• Impotência sexual

• Pressão arterial elevada

 

Causas

Na diabete tipo 1, geralmente diagnosticado na infância e na adolescência, é o próprio sistema imunológico da pessoa que, não se sabe bem porquê, passa a atacar e destruir as ilhotas de Langerhans, as células do pâncreas produtoras de insulina.

No tipo 2, mais frequente em adultos, há uma tendência hereditária por trás do mal e uma forte conexão com a obesidade. Hoje sabe-se que os quilos a mais na balança provocam a chamada resistência à insulina, que é a dificuldade das células de absorver a glicose. Ao longo do tempo, isto pode desembocar na diabetes. De certa forma, é possível prevenir este tipo mantendo o peso ideal, a alimentação adequada e uma rotina de exercícios. Este tripé facilita o trabalho da insulina e mantém a glicose nas taxas ideais.

 

Complicações

O excesso de açúcar no sangue causa danos nos vasos que levam a várias complicações. Manter a glicose sob controle é o único modo de afastar estes riscos:

• Cegueira: as alterações vasculares na região dos olhos podem provocar pequenos sangramentos e lesões na retina. É a chamada retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão. O diabético deve fazer exames de fundo do olho com regularidade.

• Problemas cardiovasculares: a alta da glicose agride a parede dos vasos facilitando a acumulação de gordura e as inflamações que entopem artérias. Isto causa enfartos e derrames.

• Amputação de membros inferiores: As lesões nos vasos e a queda da irrigação diminuem a sensibilidade nos membros inferiores. O pé do diabético é extremamente susceptível a feridas que rapidamente podem virar úlceras de difícil cicatrização. Infeccionadas, podem levar à amputação.

• Impotência: a dificuldade de circulação no pénis pode causar problemas de erecção. •

Insuficiência renal: a circulação deficiente compromete a função dos rins. Se não for controlada com remédios, pode levar à falência renal.

 

Diagnóstico e exames de rotina

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Para detectar a doença, o exame básico é a chamada glicose em jejum, que deve estar entre 70 a 110 mg por 100 ml de sangue. Se o resultado ultrapassar 126 em dois exames seguidos, é diabete na certa. Mas se os números apontarem entre 110 e 125, pede-se o teste oral de tolerância à glicose para tirar as dúvidas. O indivíduo ingere 75 gramas de glicose diluída em água e, após duas horas, faz o exame de sangue. A diabetes é diagnosticada se estiver acima de 200. Um valor entre 140 e 199 acusa um quadro de pré-diabetes.

Uma vez diagnosticado, o diabético terá que incorporar à sua rotina diária o glicosímetro - o aparelho que mede a glicose. Dependendo do caso, ele deverá medi-la várias vezes ao dia, pois é o único modo de evitar descompensações.

Além disso, para manter a doença sob controle, estas pessoas devem realizar, pelo menos duas vezes ao ano, o exame da hemoglobina A1C. Só ele detecta como se comportou o açúcar nos últimos dois ou três meses, dado essencial para saber a quantas andam os estragos no organismo. O exame dosa a quantidade de glicose que se combinou com a hemoglobina dos glóbulos vermelhos, ou seja, quanto de açúcar circulou pelo sangue naquele período, que é justamente o tempo de vida das hemácias.

 

Tratamento

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Quem recebe um diagnóstico de diabetes deve mudar radicalmente certos hábitos. E por toda a vida, pois a doença não tem cura. Somente um equilíbrio perfeito entre dieta, exercícios e medicação consegue manter as taxas de glicose no lugar certo e evitar as temidas complicações.

Para os pacientes que padecem do tipo 1, por enquanto, o tratamento padrão é com a insulina injectável.

Já as vítimas do tipo 2 normalmente produzem insulina e a grande maioria continua a produzir pelo resto da vida. Calcula-se que somente 25% delas precisarão das doses extras. Por isso, normalmente o início do tratamento é feito à base de dieta e exercícios. Se necessário, o médico receita antidiabéticos orais, comprimidos que aumentam a secreção de insulina ou diminuem a resistência à acção dela.

 

A AJUDA DA EMENTA Image

Não há remédio ou insulina que funcione sem um rígido controle da alimentação. O que vai ao prato interfere directamente na doença - para bem e para mal. Há alimentos que decididamente deverão ser evitados. Há um grupo de alimentos que não é nada desprezível: engloba cereais, massas, leite e derivados, legumes, frutas, doces, sucos, refrigerantes. A boa notícia é que há uma forma de calcular o consumo deles para deixar a vida mais fácil e apetitosa. A Ciência não pára de descobrir novidades na ementa que dão uma verdadeira força a estes pacientes. É o caso das fibras, por exemplo, que se mostraram capazes de reduzir a glicemia.

Actualmente quem está na mira de médicos e pacientes é o chamado índice glicémico dos alimentos. Isto porque se descobriu que tão importante quanto saber quais alimentos viram glicose é conhecer com que velocidade eles libertam o açúcar no organismo. Convém ser o médico a orientar as escolhas de cada paciente.

 

O PAPEL DOS EXERCÍCIOS Image

A actividade física é outro item que não pode faltar de modo nenhum na rotina do diabético. Os exercícios garantem benefícios em dose dupla: por um lado estimulam a insulina a trabalhar melhor. Por outro, a desgaste exige mais combustível do organismo - ou seja, glicose - e derruba ainda mais as suas taxas no sangue. O ideal é apostar nos exercícios como caminhadas, natação ou corrida, que diminuem a resistência à insulina. O treino de força também dá a sua contribuição - afinal, ele consome energia, reduzindo o açúcar em circulação. Mas o paciente só pode partir para os treinos depois de uma avaliação completa do médico. Inclusive porque isto vai determinar quanto de insulina, se for o caso, ele precisará usar.


Receita para afastar a diabetes

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Últimas da nutrição

Cientistas americanos apontam os alimentos que não podem faltar na ementa para afastar o risco da diabetes

Depois de acompanhar um grupo de mais de 5 mil voluntários durante 7 anos, estudiosos americanos de diversas universidades concluíram que a menta tem estreita relação com o aparecimento da diabetes do tipo 2. Para o bem e para o mal. Isso mesmo. “O trabalho enfatiza a importância de caprichar na variedade e não focar apenas num grupo de alimentos”. Segundo os cientistas, o que vai para o prato interfere directamente nos níveis de insulina, o hormónio que lança o açúcar nas células.

Se, por um lado, há alimentos que ajudam a deixar tudo em ordem, sem nenhuma sobra açucarada na circulação, outros, entretanto, só atrapalham. Daí o delicado equilíbrio acaba prejudicado, o que pode ser o estopim para a doença.

O que não pode faltar no menu: cereais integrais - hortaliças - frutas - oleaginosas, ou melhor, as castanhas e nozes, além de lacticínios desnatados.

O que se deve comer com parcimónia: Alimentos à base de farinha refinada, ou seja, pães, biscoitos e outros, além de lacticínios com alto teor de gordura e carne vermelha gorda.

 

 

 
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